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Canadá recolheu dados de viajantes em aeroportos através de WiFi

A inteligência do Canada realizou, para a NSA dos Estados Unidos e para outras agências de inteligência estrangeiras, um teste de coleta de dados de viajantes que passaram pelos aeroportos e se conectaram a serviços WiFi, o que permitiu rastreá-los por dias, informou a Canadian Broadcasting Corporation (CBC).

A CBC disse que documentos vazados pelo ex-agente da inteligência da NSA, Edward Snowden, mostram que a Communications Security Establishment Canada (CSEC) podia seguir os movimentos dos canadenses que passaram pelos aeroportos e se conectaram aos sistemas WiFi com telefones celulares, tablets ou computadores portáteis.

O documento mostra que a agência podia acompanhar os viajantes por uma semana ou mais enquanto seus dispositivos sem fio os identificavam através do WiFi em outras cidades do Canadá, e inclusive nos aeroportos dos Estados Unidos.

Isto incluía as pessoas que iam a outros aeroportos, hotéis, cafés e restaurantes, bibliotecas, terminais de transporte terrestre e outros locais com acesso sem fio público à internet.

Segundo a lei canadense, a missão da agência de espionagem é recolher principalmente inteligência estrangeira mediante a interceptação de tráfego telefônico e de internet fora do país. A CSEC não tem poderes para investigar canadenses ou qualquer pessoa no Canadá sem uma ordem judicial.

Nos últimos meses, a agência foi acusada de agir dentro do Canadá.

A CSEC é acusada de ter colaborado com a NSA, fornecendo inteligência durante uma cúpula do G-20 em Toronto em 2010.

O relatório sobre a intervenção nos aeroportos contradiz as recentes declarações do chefe da CSEC, John Fortster, que disse: ‘Proteger a privacidade dos canadenses é nosso princípio mais importante’.

O primeiro-ministro Stephen Harper nomeou um investigador independente para garantir que o serviço de inteligência cumpra com a lei.

A CBC disse que a agência de espionagem estava testando um novo e potente software que havia desenvolvido com a NSA. Segundo ela, a tecnologia foi adotada em 2012 e agora está em pleno funcionamento.

Fonte G1

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Canadá recolheu dados de viajantes em aeroportos através de WiFi

A inteligência do Canada realizou, para a NSA dos Estados Unidos e para outras agências de inteligência estrangeiras, um teste de coleta de dados de viajantes que passaram pelos aeroportos e se conectaram a serviços WiFi, o que permitiu rastreá-los por dias, informou a Canadian Broadcasting Corporation (CBC).

A CBC disse que documentos vazados pelo ex-agente da inteligência da NSA, Edward Snowden, mostram que a Communications Security Establishment Canada (CSEC) podia seguir os movimentos dos canadenses que passaram pelos aeroportos e se conectaram aos sistemas WiFi com telefones celulares, tablets ou computadores portáteis.

O documento mostra que a agência podia acompanhar os viajantes por uma semana ou mais enquanto seus dispositivos sem fio os identificavam através do WiFi em outras cidades do Canadá, e inclusive nos aeroportos dos Estados Unidos.

Isto incluía as pessoas que iam a outros aeroportos, hotéis, cafés e restaurantes, bibliotecas, terminais de transporte terrestre e outros locais com acesso sem fio público à internet.

Segundo a lei canadense, a missão da agência de espionagem é recolher principalmente inteligência estrangeira mediante a interceptação de tráfego telefônico e de internet fora do país. A CSEC não tem poderes para investigar canadenses ou qualquer pessoa no Canadá sem uma ordem judicial.

Nos últimos meses, a agência foi acusada de agir dentro do Canadá.

A CSEC é acusada de ter colaborado com a NSA, fornecendo inteligência durante uma cúpula do G-20 em Toronto em 2010.

O relatório sobre a intervenção nos aeroportos contradiz as recentes declarações do chefe da CSEC, John Fortster, que disse: ‘Proteger a privacidade dos canadenses é nosso princípio mais importante’.

O primeiro-ministro Stephen Harper nomeou um investigador independente para garantir que o serviço de inteligência cumpra com a lei.

A CBC disse que a agência de espionagem estava testando um novo e potente software que havia desenvolvido com a NSA. Segundo ela, a tecnologia foi adotada em 2012 e agora está em pleno funcionamento.

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Coreia do Sul multa Google por coleta ilegal de dados de redes Wi-Fi

Serviço Street View adiciona 77 novas cidades brasileiras (Foto: Divulgação)Serviço Street View usa carros com câmeras
especiais (Foto: Divulgação/Google)

A Coreia do Sul multou o Google em 210 milhões de won, cerca de US$ 194 mil, por coletar dados pessoais de redes Wi-Fi do país enquanto mapeava as ruas para o serviço Street View, que permite ver locais do ponto de vista do pedestre. A coleta de dados ocorreu em 2009 e em 2010.

Além da multa, o Google deverá apagar todos os dados pessoais coletados sem consentimento durante o trabalho do Street View, uma determinação da comissão de comunicações da Coreia do Sul.

“Esta multa é a primeiro do tipo imposta à uma empresa global que violou as leis de privacidade da informação. A comissão irá punir quem coletar informação do povo sul-coreano sem exceção”, disse o presidente da comissão de comunicação, Lee Kyung-jae.

O Google também foi multado pela França, Alemanha e 38 estados dos Estados Unidos por coleta de dados privados durante o trabalho de mapeamento do Street View. Além de pedir desculpas e de pagar as multas, a empresa prometeu apagar todos os dados.

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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Coreia do Sul multa Google por coleta ilegal de dados de redes Wi-Fi

Serviço Street View adiciona 77 novas cidades brasileiras (Foto: Divulgação)Serviço Street View usa carros com câmeras
especiais (Foto: Divulgação/Google)

A Coreia do Sul multou o Google em 210 milhões de won, cerca de US$ 194 mil, por coletar dados pessoais de redes Wi-Fi do país enquanto mapeava as ruas para o serviço Street View, que permite ver locais do ponto de vista do pedestre. A coleta de dados ocorreu em 2009 e em 2010.

Além da multa, o Google deverá apagar todos os dados pessoais coletados sem consentimento durante o trabalho do Street View, uma determinação da comissão de comunicações da Coreia do Sul.

“Esta multa é a primeiro do tipo imposta à uma empresa global que violou as leis de privacidade da informação. A comissão irá punir quem coletar informação do povo sul-coreano sem exceção”, disse o presidente da comissão de comunicação, Lee Kyung-jae.

O Google também foi multado pela França, Alemanha e 38 estados dos Estados Unidos por coleta de dados privados durante o trabalho de mapeamento do Street View. Além de pedir desculpas e de pagar as multas, a empresa prometeu apagar todos os dados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Empresas da internet poderão publicar dados de vigilância dos EUA

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (27) que permitirá às empresas de internet fazer a publicação de mais dados sobre pedidos de dados pessoais de usuários, particularmente, aqueles provenientes de programas de vigilância do país.

O secretário da Justiça, Eric Holder, e o diretor da segurança nacional, James Clapper, detalharam que os grandes grupos estavam autorizados a revelar “mais dados do que nunca”, como, por exemplo, a quantidade de contas de clientes vigiadas a pedido das agências de inteligência.

Em carta endereçada aos responsáveis jurídicos das gigantes Facebook, Google, LinkedIn, Microsoft e Yahoo!, Holder detalhou “os meios adicionais” colocados à disposição das empresas para informar e responder às inquietações de seus clientes.

“Conforme as diretrizes do presidente [Barack Obama] em seu discurso de 17 de janeiro, estes novos métodos permitem” aos grupos americanos na internet tornar pública a quantidade de solicitações recebidas do governo nacional, a quantidade de ordens feitas pelo tribunal secreto, encarregado de administrar as informações da segurança nacional, e a quantidade de contas de usuários monitorados.

Esse é o tribunal acionado pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) quando precisa de dados pessoais.

“Estamos satisfeitos com que o departamento de Justiça tenha aceitado que nós e outros grupos possamos difundir estas informações’, disseram em um comunicado conjunto Facebook, Google, LinkedIn, Microsoft e Yahoo!.

Essas empresas já possuem relatórios de transparência que mostram a quantidade de perfis cujos dados são solicitados por entidades governamentais. Incluir nesses documentos as solicitações feitas também por esse tribunal secreto a pedido de agências de segurança era uma exigência pleiteada por essas companhias.

“O público em geral tem direito de saber o volume e o tipo de pedidos por parte da segurança nacional’, acrescentaram os grupos.

“Embora este procedimento seja animador, continuamos pedindo ao Congresso que tome medidas adicionais para aprovar as reformas que consideramos necessárias”, acrescentaram.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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EUA captam dados de usuários a partir de apps, como ‘Angry Birds’

A Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, e agência GCHQ, do Reino Unido, desenvolveram ferramentas para explorar brechas presentes em aplicativos para celulares, como o popular “Angry Birds”, para espionar os dados dos usuários transmitidos pela internet.

Presente em novos documentos liberados pelo ex-técnico da CIA, Edward Snowden, a revelação foi feita pelos jornais “The New York Times”, “The Guardian” e a agência ProPublica nesta segunda-feira (27).

Os dados transmitidos pelos aplicativos abrangem desde o modelo do aparelho de celular até informações como idade, gênero e localização. Em alguns casos, alguns apps podem fornecer até a orientação sexual dos usuários e preferências sexuais.

Segundo o “Guardian”, a quantidade massiva de dados enviados por apps é um chamariz para que as agências de espionagem dos dois países se esforcem para coletá-los.

Os documentos liberados por Snowden mostram que, pelo menos, desde 2007, NSA e GCHQ demonstram interesse pelos dados de usuários captados por aplicativos. Em especial, o Google Maps, que registra as informações de localização dos donos do smartphone e, a partir disso, pode fornecer outras informações sobre esse indivíduo.

“Isso significa efetivamente que qualquer pessoa usando o Google Maps em um smartphone está alimentando o sistema da GCHQ”, informa um relatório da agência britânica de 2008. De acordo com os documentos publicados pelos jornais, os sistemas das agências são capazes também de interceptar dados presentes em aplicativos do Facebook, Twitter, Flick e LinkedIn.

Outro documento de 2012 inclui os códigos de computador necessários para colher os perfis gerados quando os usuários de aparelhos que rodam o sistema operacional Android jogam “Angry Birds”.

Um dos slides da NSA, datado de 2010, explica a ideia. “Cenário perfeito – o alvo posta uma foto em uma mídia social tirada com um dispositivo móvel. O que nós podemos conseguir?”, diz.

No slide seguinte, a própria agência fornece a resposta: é possível obter a imagem, o e-mail, o telefone, a lista de contatos do dono do telefone, e outras informações como a localização.

Desde julho de 2013, documentos da agência NSA são sistematicamente fornecidos a veículos de comunicação para dar a dimensão do alcance da espionagem cibernética do governo dos Estados Unidos.

Os programas de monitoramento geraram constrangimento ao governo dos EUA quando veio à tona que informações de que, além de alvos prioritários para manter a política de segurança nacional, o programa compreendia também líderes de países aliados, como Angela Merkel, chanceler da Alemanha, e Dilma Rousseff, presidente do Brasil, e empresas como a Petrobras.

Por isso, no último dia 17, o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou mudanças nesses programas.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Para fugir da espionagem, Microsoft hospedará dados fora dos EUA

A Microsoft vai oferecer a seus clientes a opção de hospedar seus dados fora dos Estados Unidos, afirmou Brad Smith, vice-presidente executivo da Microsoft para assuntos corporativos e judícos ao jornal “Financial Times”, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira (22).

O passo da gigante mundial de software é o mais direto até agora de uma companhia afetada pelos programas de espionagem cibernética da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), relevadas pelo ex-técnico Edward Snowden.

A opção de armazenar dados corporativos fora dos EUA será dada a clientes não norte-americanos.

“As pessoas deveriam ter a habilidade de saber se seus dados estão sendo alvo das leis e do acesso de governos em algum outro país e deveriam ter mais subsídios para fazer uma escolha consciente de onde seus dados residirão”, afirmou Smith ao jornal.

Questionada pelo G1, a Microsoft corrobora as propostas do executivo e ressalta que estão relacionadas a um compromisso estabelecido em dezembro de 2013.

Smith detalhou as medidas em um post no blog corporativo da companhia, no mesmo mês, mas não havia explicitado a possibilidade de levar os dados para fora dos EUA.

Criptografia e transparência
No post, Smith afirma que as soluções tomadas pela Microsoft em resposta à ameaça aos seus clientes trazida pela espionagem dos EUA são uma expansão da criptografia para todos os serviços (Outlook.com, Office 365, SkyDrive e Windows Azure), reforço nas proteções legais e aumento na transparência.

No texto, o executivo chega a dizer que “a espionagem governamental constitui uma ‘ameaça persistente e de nível avançado’, como os ataques de hackers e malwares sofisticados.”

Segundo Smith escreveu no post, as medidas para ampliar a criptografia “estarão em vigor ao final de 2014, e muitas delas serão aplicadas imediatamente”. Além dos serviços mantidos pela Microsoft, serão criptografados até os desenvolvidos por terceiros que rodem no Windows Azure.

As outras medidas consistem em notificar os clientes corporativos quando entidades governamentais requererem acesso a seus dados e elevar a integridade do código fonte dos serviços da Microsoft para garantir que não hajam “portas dos fundos”, pelas quais entidades como a NSA teriam acesso aos sistemas.

Reforma
Ao “Financial Times” Smith disse que, apesar de hospedar os dados foram dos Estados Unidos é mais custoso, pode ser uma decisão estratégica. “[Esse custo] significa que você ignora o que os consumidores querem? Isso não é uma estratégia inteligente de negócio.”

No última dia 17, o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou mudanças na forma de coletar dados das agências de segurança. A reforma, porém, não tratou da forma como órgãos como a NSA interceptam dados de empresas como Google, Facebook e Microsoft.

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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