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Pistorius vende a casa onde matou a namorada para pagar custos judiciais

O atleta paralímpico sul-africano Oscar Pistorius venderá a casa em Pretória onde matou a tiros sua namorada em 14 de fevereiro de 2013 para cobrir os custos judiciais do processo, indicou nesta quinta-feira (20) seu advogado.

“É necessário vender a casa de Pistorius na residência Silver Woods Country em Pretória e obter os fundos necessários para cobrir os gastos com a justiça, que são crescentes”, indicou Brian Webber em um comunicado.

O julgamento de Pistorius foi adiado para segunda-feira (24), anunciou a juíza Thokozile Masipa nesta quarta-feira (19).

A magistrada aceitou um pedido da promotoria, que prometeu concluir sua parte no processo no início da próxima semana com a presença de quatro ou cinco testemunhas adicionais.

O julgamento começou em 3 de março em Pretória.

Oscar Pistorius, de 27 anos, reconheceu ter matado a tiros Steenkamp através da porta fechada do banheiro de sua casa em Pretória, mas sustenta que agiu dessa maneira porque pensou que se tratava de um intruso.

Inicialmente, 107 testemunhas figuravam na lista da promotoria – sem a obrigação de convocação de todos – e o julgamento deveria terminar nesta quinta, antes da juíza preparar o veredicto e mais tarde a sentença, que será anunciada várias semanas depois.

Pistorius se declarou inocente do assassinato da namorada Reeva Steenkamp. Ele afirma que a matou por acreditar que estava atirando contra um ladrão escondido no banheiro ao lado de seu quarto.

Ele também foi acusado de infrações à lei sobre o porte de armas e, da mesma maneira, alega inocência.

Pistorius é visto em tribunal em Pretória nesta quarta-feira (19) antes de o julgamento ser adiado para 24 de março (Foto: Leon Sadiki/Reuters)Pistorius é visto em tribunal em Pretória nesta quarta-feira (19) antes de o julgamento ser adiado para 24 de março (Foto: Leon Sadiki/Reuters)

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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EUA estão preparados para impor mais custos aos russos, diz secretário

Em visita ao Brasil, o secretário do Tesouro dos EUA, Jack Lew, disse que o país está preparado para impor mais custos aos russos e pediu que eles optem pela redução da violência. Lew visitou o Brasil e fez um pronunciameto após reunião com o ministro Guido Mantega, nesta segunda-feira (17).

“Estamos completamente preparados para dar passos crescentes impondo mais custos políticos e econômicos. Ao mesmo tempo, queremos deixar claro que o caminho da redução de violência continua disponível para os russos, e eles deveriam optar por usá-lo”, disse Lew.

O ministro da Fazenda brasileiro se disse disposto a fortalecer a possibilidade de ajuda econômica à Ucrânia por meio do Fundo Monetário Internacional (FMI). “Acredito que dentro das regras do FMI possamos, através de nosso diretores, organizar um programa de ajuda à Ucrânia”.

Em resposta ao governo russo, Lew disse as ações russas têm dado mais respaldo à autoridade dos EU” para impor custos aos oficiais do governo, indivíduos ou entidades que operam o setor bélico na Rússia e os que ajudam o governo do país. “As sanções imediatas em indivíduos determinados demonstra que já estamos impondo custos para os atos provocativos que têm sido tomados pela Rússia”, falou.

Mantega e o secretário do Tesouro dos EUA após reunião nesta segunda. (Foto: Simone Cunha/G1)Mantega e o secretário do Tesouro dos EUA após
reunião nesta segunda. (Foto: Simone Cunha/G1)

A União Europeia (UE) e os Estados Unidos decidiram adotar sanções contra personalidades consideradas responsáveis pela organização do referendo no qual os habitantes da Crimeia votaram a favor da anexação da península à Rússia, informou o Conselho Europeu e o governo de Washington.

Entre os alvos estão 13 russos e 8 ucranianos que sofrerão sanções por seis meses, renováveis. A lista oficial com os nomes será revelada nesta tarde, quando for publicada com urgência no Diário Oficial da União, confirmaram agências.

Há personalidades da Crimeia e autoridades russas, principalmente da Duma (câmara baixa do Parlamento) e militares que participaram nas ações ilegais, segundo informaram ministros, e inclui apenas personalidades do “segundo escalão”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Big Data pode cortar em 10% custos de governo, prevê pesquisa

Constatação é de estudo realizado com 200 profissionais de TI de órgãos públicos dos EUA. Levantamento foi encomendado pela SAP.

A adoção de ferramentas de Big Data para análise de informações em tempo real  pode reduzir em até 10% ao ano os custos de governo e melhorar os serviços públicos, especialmente nas áreas da saúde e segurança pública. 

A constatação é de um levantamento realizado pela TechAmerica Foundation encomendado pela SAP. O relatório envolveu 200 profissionais de TI que atuam em órgãos de governo estadual e federal dos Estados Unidos.  

Entre os participantes do levantamento, 83% acreditam que as soluções de Big Data têm potencial para cortar custos em pelo menos 10%, ou o equivalente a 380 bilhões de dólares ao ano.

Os gestores de TI afirmam que a análise de dados com inteligência pode detectar, por exemplo, pagamentos impróprios na área de saúde antes que eles ocorram.

De acordo com 87% dos funcionários federais de TI e 75% dos gestores estaduais, o uso do Big Data em tempo real salvará vidas. Eles citam o exemplo de médicos que podem agregar informações sobre resultados na área de saúde para revelar padrões de tratamentos mais eficazes e detecção de surtos de doenças.

Uma parcela de 75% dos entrevistados considera os benefícios práticos do Big Data na medicina e na segurança pública importantes. Departamentos de polícia podem usar a ferramenta para desenvolver modelos de previsão sobre quando e onde os crimes podem ocorrer, ajudando a reduzir índices de criminalidade em locais específicos.

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Netzsch aposta em voz sobre IP e espera reduzir em 40% os custos com telefonia

Produtora de máquinas investiu R$ 30 mil em projeto para estabelecer comunicação eficaz interna e externa.

Com o objetivo de garantir comunicação eficaz a um custo competitivo, a Netzsch Moagem & Dispersão, unidade de negócios do grupo alemão Netzsch, que produz máquinas em escala laboratorial e de produção, investiu 30 mil reais em um projeto de telefonia digital. 

A companhia passou a utilizar voz sobre IP e ligar as unidades para possibilitar aos técnicos, equipados com notebooks e smartphones, conectar seus ramais por meio de uma rede wi-fi. De acordo com a empresa, a implementação foi realizada há quatro meses pela Teclógica, integradora de TI, e a empresa já começa a identificar redução de custos com telefonia fixa. A expectativa é diminuir as despesas em até 40% ao ano.

Segundo Luiz Carlos Feliponi, gerente de TI da Netzsch, observou-se ainda melhoria na qualidade da ligação e a funcionalidade de mobilidade nos ramais tem ajudado a reduzir custos com telefonia móvel, garante.

Feliponi aponta que a transferência da telefonia tradicional para o VoIP foi tranquila e consumiu uma semana. “O único desagfio encontrado para a implementação do projeto foi a mudança de cultura, já que nossos colaboradores estavam habituados a utilizar o telefone celular, pela comodidade, quando estavam em campo”, explica.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 15 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Netzsch aposta em voz sobre IP e espera reduzir em 40% os custos com telefonia

Produtora de máquinas investiu R$ 30 mil em projeto para estabelecer comunicação eficaz interna e externa.

Com o objetivo de garantir comunicação eficaz a um custo competitivo, a Netzsch Moagem & Dispersão, unidade de negócios do grupo alemão Netzsch, que produz máquinas em escala laboratorial e de produção, investiu 30 mil reais em um projeto de telefonia digital. 

A companhia passou a utilizar voz sobre IP e ligar as unidades para possibilitar aos técnicos, equipados com notebooks e smartphones, conectar seus ramais por meio de uma rede wi-fi. De acordo com a empresa, a implementação foi realizada há quatro meses pela Teclógica, integradora de TI, e a empresa já começa a identificar redução de custos com telefonia fixa. A expectativa é diminuir as despesas em até 40% ao ano.

Segundo Luiz Carlos Feliponi, gerente de TI da Netzsch, observou-se ainda melhoria na qualidade da ligação e a funcionalidade de mobilidade nos ramais tem ajudado a reduzir custos com telefonia móvel, garante.

Feliponi aponta que a transferência da telefonia tradicional para o VoIP foi tranquila e consumiu uma semana. “O único desagfio encontrado para a implementação do projeto foi a mudança de cultura, já que nossos colaboradores estavam habituados a utilizar o telefone celular, pela comodidade, quando estavam em campo”, explica.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Inovar ou cortar custos: o que é mais importante para a TI?

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Gerentes de TI e CIOs precisam se concentrar menos na redução de custos e buscar formas de renovar o ambiente corporativo.

Gerentes de TI e CIOs precisam se concentrar menos na redução de custos no momento da renovação de contratos e focar mais em inovação, opina a analista da Ovum, Evan Kirchheimer, em debate promovido recentemente pela operadora BT, do Reino Unido. Dois líderes de TI contestam. Segundo eles, embora a inovação seja importante, a redução de custos ainda é uma prioridade em tempos austeros. E, você, o que diz?

“O que acho mais frustrante como analista especializado em empresas de TI é como os CIOs implacavelmente se concentram na redução de custos em cada ciclo de renovação de contrato. Isso sufoca a inovação”, avalia Kirchheimer. “As pessoas precisam colocar de lado os custos e pensar um pouco mais sobre a forma como a rede pode permitir-lhes fazer negócios de maneira nova”, acrescenta.

“Não sei quando isso vai mudar, mas gostaria de plantar uma semente na cabeça de todo CIO e de todo diretor financeiro pedindo-lhes para parar de atacar os fornecedores. É preciso mantê-los interessados. Esse deve ser o seu principal objetivo se você é um CIO”, aconselha.

Kurt Frary, gerente de TIC de arquitetura em Norfolk County Council, discorda de Kirchheimer e argumenta que no setor público é impossível evitar priorizar a redução de custos.

“Seria errado dizer que essa é uma opção. A qualquer momento olhamos para qualquer um dos nossos grandes contratos com o objetivo de obter reduções de custo significativas na hora da renovação”, aponta Frary. Ele reconhece, no entanto, que, por vezes, investimentos em inovação podem reduzir os custos em toda a empresa. E acredita que o impulso recente do setor público em adotar serviços de nuvem pública é um exemplo disso.

“Embora tenhamos de guardar dinheiro ano após ano, às vezes você precisa investir em TI para cortar custos em algum outro lugar no negócio”, afirma Frary.

“Por exemplo, a tendência é adotar mais e mais serviços de nuvem pública, e para isso teremos de montar uma rede muito diferente. Podemos precisar de mais largura de banda e melhor desempenho na web”, acrescenta. “Portanto, teremos de investir mais em infraestrutura para reduzir os custos em outros lugares, movendo mais serviços para a nuvem”. O Norfolk County Council revelou recentemente que está envolvido em uma das maiores implementações de Google Apps em termos de números de usuários (148 mil).

Mike Mann, diretor de estratégia de tecnologia e planejamento da Standard Life, concorda com Frary que os custos são uma prioridade, mas argumenta que há espaço para introduzir a inovação também.

“Você pode fazer os dois. Pode entregar as facilidades de que precisa para redes inteligentes, mas também pode ter redução de custos significativas ao mesmo tempo. Não acho que as opções sejam mutuamente exclusivas”, diz Mann.

A Standard Life revelou detalhes de um acordo de outsourcing de 30 milhões de Euros com a BT, que fará a gestão da infraestrutura de comunicação da empresa nos próximos cinco anos. Segundo Mann, o acordo assegurou para a Standard Life uma “redução significativa” dos custos. “Não me interpretem mal, mas há uma pressão para reduzir preços, mas acho que você pode fazer isso e ainda obter serviços inovadores”, aponta ele.

O acordo com a BT abrange a entrega e a gestão de uma LAN e de uma WAN, bem como telefonia IP, contact centers, gestão de contratos, gestão de serviços e da transição da infraestrutura para a rede IP da BT Connect.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Big data: cuidado com os custos ocultos da explosão de dados

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Quando os dados crescem fora de controle, é fácil ignorar o alto preço de manutenção das soluções de BC/DR para mantê-los seguros.

13 de fevereiro de 2012 – 14h15

O crescimento desenfreado de dados tem nos tornado escravos. Os efeitos são bem conhecidos: o crescimento maciço da infraestrutura de armazenamento, recursos de armazenamento prematuramente obsoletos, uma corrida sem fim para permanecer acima de tudo isso.

Fornecedores de armazenamento reagiram ao cenário com a oferta de hardware mais barato, com maior capacidade para saciar o vício de acumular dados. Mas como os recursos de armazenamento primários são continuamente atualizados, geralmente em resposta ao crescimento de recuperação de desastres, e as arquiteturas de continuidade de negócios são muitas vezes empurradas para além dos seus limites originais de projeto, as organizações correm risco significativo.

Os perigos de negligenciar o plano de expansão das capacidades de recuperação de desatres e continuidade de negócios, em sintonia com as do ambiente de armazenamento primário, são muitos e variados. Os exemplos mais comuns que vi podem ser encontrados em infraestruturas tradicionais de backup.

Com demasiada frequência, muitos dados primários precisam ser suportados quando as janelas de backup começam a se sobrepor às horas de produção. Por conta disso, muitos administradores bem-intencionados começam a deixar de incluir nos ciclos de backup dados que consideram “sem importância”. E mais. Em pouco tempo, servidores inteiros começam a ser importados com menos frequência, deixando de proteger algo que é importante.

Pior ainda, infraestruturas de armazenamento não apenas levam mais tempo para fazer backup, como também levam muito mais tempo para restaurar dados perdidos ou danificados. Um processo de recuperação que você era capaz de executar em uma hora, há alguns, anos agora pode demorar duas, três ou até quatro vezes mais tempo para restaurar.

Quando você considera medidas mais avançadas de continuidade de negócios, como as usadas por sites, as coisas ficam ainda pior. Não só você precisa ter certeza de que você está crescendo o seu contingente de armazenamento de recuperação de desastres, em linha com o de seu site principal, como também precisa ter certeza de que o site será capaz de suportar o armazenamento adicional transacional e calcular as cargas. Nesse caso, uma dose saudável de testes do plano de recuperação de desastres é absolutamente crucial para determinar onde você está.

Evitar uma catástrofe

O passo mais óbvio que você pode tomar para evitar esses tipos de cenários apocalípticos é insistir em reforçar seus recursos de recuperação de desastres e continuidade de negócios para o seu ambiente de armazenamento primário – como se fossem a mesma coisa.

Inevitavelmente, isso envolve um planejamento cuidadoso para determinar em que ponto seus recursos atuais de recuperação de desastre terão de ser atualizados e deixar claro que você não pode continuar a adicionar mais dados até que seja feito. Conhecendo esses cálculos de cor passa a ser muito mais fácil também implementar algum tipo de mecanismo de estorno e showback para mostrar o verdadeiro custo do apetite da organização por dados.

Se você está recebendo informes de que os custos de backup não são uma despesa essencial – ou se está  sendo incentivado a cortar custos em seus planos de recuperação de desastres – mostar os resultados potenciais de uma falha é primordial.

Já vi situações em que administradores que coscientemente mutilaram suas infraestruturas de recuperação de desastres a mando da gestão, e que não comunicaram claramente os resultados, ficaram incapacidatos de restaurar o sistemas após paradas longas.

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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