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EUA vão reforçar apoio a aliados da Otan por crise na Ucrânia

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O Pentágono estuda medidas de apoio adicionais a seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Leste Europeu, diante da preocupação crescente com as manobras militares russas às portas da Ucrânia, informou um porta-voz militar americano nesta terça-feira (29).

Os Estados Unidos planejam fortalecer os exercícios de treinamento programados para junho nos países bálticos, no momento em que Moscou caracteriza as sanções decididas contra ela como a “Cortina de Ferro” do Ocidente.

Segundo o contra-almirante John Kirby, o Pentágono pretende fazer exercícios por mar e terra “mais fortes, usando elementos adicionais que já se encontram na Europa – provavelmente mais aviões, possivelmente mais navios”.

O secretário americano da Defesa, Chuck Hagel, sugeriu isso a seu homólogo da Estônia, Sven Mikser, durante uma reunião nesta terça no Pentágono.

Em paralelo, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reuniu-se na Casa Branca com a primeira-ministra da Letônia, Laimdota Straujuma, e destacou o “firme compromisso” de Washington com a defesa coletiva de seus aliados da Otan, anunciou o Executivo americano em um comunicado.

“Ambos os líderes conversaram sobre a importância crítica de fortalecer a segurança energética da Europa, por meio de ações coordenadas entre os Estados europeus”, completou a nota

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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China endurece lei contra poluidores para conter crise ambiental

Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China; estudo mostra que poluição chinesa chega até os Estados Unidos (Foto: Reuters/Stringer)Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China (Foto: Reuters/Stringer)

A China aprovou nesta quinta-feira (24) a primeira emenda em 25 anos à sua lei de proteção ambiental, impondo penalidades mais duras sobre poluidores depois que o governo declarou “guerra” à poluição.

As mudanças aprovadas pelo comitê permanente do Congresso Nacional do Povo (CNP), o Parlamento chinês, entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2015 e ocorrem em meio a um descontentamento público crescente a respeito da poluição.

As leis revistas impõem “punições mais severas a maus-feitos ambientais e tem artigos e provisões específicos para combater o “smog (mistura de neblina e fumaça), tornando o cidadão mais consciente da proteção ambiental e protegendo os denunciantes”, informou a agência de notícias oficial Xinhua.

A norma também prevê até 15 dias de detenção para autoridades em companhias que, entre outras violações, evitam “avaliações de impactos ambientais e se recusam a suspender a produção após ter sofrido uma interdição”. “A nova lei determina que as companhias serão nominadas e expostas publicamente por violar leis ambientais”, afirmou.

O arranha-céu de 75 andares de Shenyang é visto na província de Liaoning 10 dias atrás e nesta segunda (21), à direita, mostrando a diferença na qualidade do ar. A poluição, uma das preocupações crescentes na China, deixou a visibilidade inferior a 200 m. (Foto: Reuters/Stringer)Comparação: arranha-céu de 75 andares de Shenyang
sem smog (à esquerda) e com smog (à direita)
(Foto: Reuters/Stringer)

Crise ambiental
Após décadas de florescimento econômico, a China está mergulhada em problemas ambientais, com grandes partes do país cobertas por um espesso “smog” e canais e porções de terra poluídos. A poluição emergiu como um impulsionador do descontentamento com o governo, provocando protestos ocasionais.

Segundo a agência Xinhua, a emenda marcou “a primeira mudança na legislação em 25 anos”. A emenda aprovada nesta quinta-feira – que também pede aos cidadãos para adotar um “estilo de vida frugal e de baixo carbono” – foi aprovada depois que o premier Li Keqiang prometeu, no mês passado, declarar “guerra” à poluição.

Sessenta por cento da água subterrânea na China, oficialmente monitorada, está poluída demais para ser ingerida diretamente, segundo a imprensa estatal, reforçando os graves problemas ambientais do país.

O ministério de Meio Ambiente da China estimou recentemente que 16% da área terrestre do país estavam poluídos, com quase um quinto de áreas de cultivo contaminado por elementos inorgânicos, como o cádmio.

A qualidade do ar estava abaixo dos padrões nacionais em quase todas as grandes cidades chinesas no ano passado, informou uma alta autoridade ambiental no mês passado. Apenas três de 74 cidades monitoradas pelo governo alcançaram o padrão de qualidade do ar.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Crise da Ucrânia pode afetar pacto de arma atômica, diz secretário da ONU

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, alertou nesta segunda-feira (24) que a crise na Ucrânia pode ter profundas implicações para a integridade de um tratado mundial concebido para evitar a disseminação de armas nucleares.

A Ucrânia desistiu de seu arsenal nuclear da era soviética em 1994, conforme os termos do Memorando de Budapeste, assinado em conjunto com Grã-Bretanha, Estados Unidos e Rússia. O tratado deu garantias à soberania e integridade da Ucrânia em troca do compromisso, uma vez cumprido, de desistir das armas nucleares do país.

No entanto, a Rússia se apoderou da região ucraniana da Crimeia, cuja população é majoritariamente de origem russa, depois da queda em fevereiro do presidente pró-russo da Ucrânia e de meses de protestos em massa contra o governo.

Nesta segunda-feira, a Ucrânia ordenou que suas tropas remanescentes deixem a Crimeia, depois que as forças russas invadiram uma das últimas bases ucranianas nessa região do Mar Negro.

Os comentários de Ban sugerem a preocupação de que os acontecimentos na Ucrânia possam fazer com que alguns países se tornem mais relutantes em desistir de qualquer capacidade que possuam no âmbito das armas nucleares, ou levar outros a buscar produzi-las.

Em um pronunciamento em uma cúpula sobre segurança nuclear, em Haia, Ban disse que as garantias de segurança foram uma condição essencial para a posterior adesão da Ucrânia ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), de 1970 – o pacto antiarmas nucleares firmado por 189 nações.

“No entanto, a credibilidade das garantias dadas à Ucrânia no Memorando de Budapeste de 1994 foi seriamente abalada pelos últimos acontecimentos”, disse ele à cúpula, da qual participam líderes de 53 países, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente chinês faz 1ª viagem à Europa em plena crise da Crimeia

O presidente chinês, Xi Jinping, chegou neste sábado (22) à Holanda em sua primeira visita oficial à Europa, em plena crise diplomática após a anexação da Crimeia pela Rússia.

Presidente chinês, Xi Jinping, e a mulher Peng Liyuan na chegada em Amsterdã (Foto: Peter De Jong/AFP)Presidente chinês, Xi Jinping, e a mulher Peng Liyuan na chegada em Amsterdã (Foto: Peter De Jong/AFP)

Xi, no poder há pouco mais de um ano, chegou pouco depois do meio-dia (8h de Brasília) ao aeroporto de Amsterdã, onde foi recebido pelo rei Willem-Alexander e por sua esposa, a argentina Máxima.

O mandatário chinês está acompanhado de sua esposa, a popular cantora e general do Exército Peng Liyuan, e de cerca de 200 empresários, que participarão de um fórum econômico sino-holandês no domingo.

A chegada do líder chinês acontece às vésperas de uma reunião do G7, na segunda-feira. No encontro do seleto grupo dos sete grandes países industrializados -Reino Unido, França, Canadá, Alemanha, Japão e Estados Unidos- serão discutidas novas sanções contra a Rússia pela anexação da Crimeia, em meio à maior crise na Europa desde a Guerra Fria.

Pequim, que mostrou uma indulgente neutralidade com Moscou, absteve-se no sábado passado durante a votação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU condenando o referendo da Crimeia. O documento contou com o apoio do restante dos países e recebeu o veto da Rússia.

O presidente Xi Jinping terá que defender essa posição diante de seu homólogo americano, Barack Obama, com quem deve se reunir, aproveitando a Cúpula sobre Segurança Nuclear (NSS, segundo suas siglas em inglês).

Esta cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira em Haia por iniciativa de Obama, vai reunir cerca de 50 líderes de todo mundo para analisar as formas de evitar atentados terroristas nucleares.

Obama quer deixar como legado a segurança nuclear. Em 2009, afirmou que o terrorismo nuclear é a “ameaça mais imediata e extrema para a segurança mundial”.

Xi Jinping também deve falar da crise na Ucrânia durante seus encontros com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com o presidente francês, François Hollande.

A Ucrânia é um assunto difícil para a China. O governo de Pequim está dividido entre sua defesa tradicional da integridade territorial e sua solidariedade a Moscou, considerado um aliado contra Washington.

Vários assuntos, em particular as acusações de ciberespionagem, deixam Estados Unidos e China em lados opostos.

Apesar disso, os especialistas não esperam que Xi vá fazer grandes declarações sobre a situação na ex-república soviética.

O mandatário chinês deve visitar a França na terça à noite em ocasião do 50º aniversário do reconhecimento da China Popular pelo general De Gaulle. Na sexta, irá a Berlim e, no domingo seguinte, a Bruxelas, onde fará uma visita de dois dias.

No dia 1º de abril, ele realizará a primeira visita de um presidente chinês às instituições europeias em Bruxelas, capital da União Europeia, maior sócio comercial da China.

As autoridades chinesas anunciaram na sexta-feira seu desejo de encerrar uma investigação antidumping contra exportadores europeus de vinho, depois do acordo alcançado entre organizações profissionais vitícolas da China e da União Europeia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Ban Ki-moon relata sua preocupação com crise na Ucrânia a Putin

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou nesta quinta-feira (20) ao presidente russo Vladimir Putin que se encontra muito preocupado com crise na Ucrânia, depois da anexação da Crimeia por parte da Rússia.

“Como secretário-geral, não posso ocultar que estou profundamente preocupado com a atual situação”, declarou Ban.

Putin, por sua vez, lembrou que a Rússia, como país fundador do organismo mundial, “sempre, de maneira permanente e consequente, respaldou o papel central da ONU” na arena internacional.

Acrescentou que a Rússia avalia altamente os esforços do secretário-geral da ONU na solução das “crises anteriores e as possíveis crises existentes”.

Antes de se reunir com Putin, Ban teve um encontro com o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.

Na sexta-feira (21), o secretário-geral estará na Ucrânia para se reunir com o presidente interino, Oleksandr Turchinov; o primeiro-ministro Arseni Yatsenyuk; e outros responsáveis, acrescentou a nota.

Durante sua estadia em Kiev, Ban se encontrará também com membros da missão das Nações Unidas para a supervisão dos direitos humanos na Ucrânia e com personalidades da sociedade civil.

A viagem de Ban é parte de seus esforços diplomáticos para encorajar todas as partes a resolver a atual crise de forma pacífica. Ainda segundo o texto, o secretário-geral insistiu repetidamente em que se alcance uma solução guiada pelos princípios da Carta das Nações Unidas.

A viagem acontece justo depois de a Rússia anexar formalmente a península da Crimeia dois dias depois do referendo realizado no domingo passado, e cuja legalidade foi rejeitada pela Ucrânia e boa parte da comunidade internacional. O Conselho de Segurança das Nações Unidas realizará nesta tarde uma nova reunião para tratar da crise.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, é fotografado enquanto conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, em visita a Moscou para tratar da crise entre Rússia e Ucrânia (Foto: Sergei Ilnitsky/Reuters)O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, é fotografado enquanto conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, em visita a Moscou para tratar da crise entre Rússia e Ucrânia (Foto: Sergei Ilnitsky/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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UE apliará lista de pessoas sancionadas por crise na Ucrânia

A União Europeia (UE) ampliará a lista de personalidades russas e ucranianas pró-Moscou que terão vistos proibidos e bens congelados, anunciou a chanceler alemã Angela Merkel, que não descartou sanções econômicas em caso de escalada.

Nas últimas semanas, Merkel endureceu a posição contra a Rússia por causa das ações na Ucrânia, país do qual a Crimeia decidiu se separar para se integrar à Rússia.

“No Conselho Europeu que começa hoje, os chefes de Estado e de Governo da UE fixarão as sanções (da fase 2) decididas há duas semanas […] Entre elas, uma ampliação da lista de pessoas afetadas pela proibição de visto e o congelamento de bens”, declarou no Parlamento.

A UE já impôs restrições de viagens e congelamento de ativos a pessoas apontadas como responsáveis pela ocupação russa da Crimeia. A escalada das sanções envolveria a ampliação das restrições, passando em seguida para sanções comerciais e financeiras mais amplas.

“No caso de escalada estamos dispostos a passar a qualquer momento à fase três das sanções, que significará sem dúvida sanções econômicas”, completou, poucas horas antes da reunião de chefes de Estado e de Governo europeus em Bruxelas.

A anexação da Crimeia pela Rússia exige “uma resposta decidida e unida da Europa e de seus sócios”, insistiu.

Quanto ao futuro da Rússia no G8 e uma reunião de cúpula do G8 em junho, a chanceler declarou: “Enquanto as condições políticas não estiverem reunidas para uma reunião desta envergadura, não há G8, nem reunião de cúpula, nem formato deste tipo”.

Os preparativos para o encontro do G8 em junho na cidade russa de Sochi foram suspensos por causa da situação na Crimeia.

Ao falar sobre as consultas governamentais Alemanha-Rússia previstas para o fim de abril, a chanceler deixou a porta aberta para todas as opções.

“O governo alemão decidirá se acontecem ou não, e em qual formato”, advertiu.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Agência de risco ameaça baixar a nota da Rússia por crise na Ucrânia

A agência de avaliação Standard & Poor’s baixou nesta quinta-feira para ‘negativa’ a perspectiva da nota da dívida da Rússia, em razão dos riscos ligados às sanções ocidentais contra Moscou após a anexação da Crimeia.

“O aumento dos riscos geopolíticos e a perspectiva de sanções econômicas (…) podem reduzir os fluxos de investimentos e aumentar a fuga de capitais, enfraquecendo assim o desempenho econômico da Rússia, já em deterioração”, explicou a agência em um comunicado.

Nota de risco (Foto: Editoria de Arte/G1)

O rating, ou nota de risco, é definido por agências internacionais e é uma referência para investidores sobre a “saúde financeira” e a possibilidade de não pagamento das dívidas e outras obrigações. Essa nota influencia o custo de se levantar dinheiro no mercado, já que se pode cobrar juros maiores porque o risco também é mais alto.

Moscou, que tem uma dívida pública relativamente baixa, é classificado como “BBB” pela S&P, considerado o nível mais baixo da categoria grau de investimento pelo mercado.

“Para nós, a situação geopolítica já teve um impacto negativo sobre a economia russa”, acrescentou a agência, indicando que a estimativa de fuga de capitais no primeiro trimestre de 2014 aumenta para cerca de US$ 60 bilhões, ou seja, o equivalente ao total durante todo o ano passado.

A União Europeia e os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira novas medidas de punição contra Moscou, que respondeu ratificando a integração da península da Crimeia e com sanções contra autoridades americanas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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