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Novo ‘Battlefield’ substitui temática militar por luta de polícia e criminosos

'Battlefield Hardline' substitui temática militar por luta entre polícia e criminosos (Foto: Divulgação/Electronic Arts)‘Battlefield Hardline’ substitui temática militar por luta entre polícia e criminosos (Foto: Divulgação/Electronic Arts)

A produtora Electronic Arts anunciou na terça-feira (27) o game “Battlefield Hardline”, novo título da série de tiro em primeira pessoa “Battlefield”. Ao contrário dos outros jogos da franquia, de temática militar e sob custódia do estúdio sueco DICE, “Hardline” mostra a “guerra contra o crime e a batalha entre policiais e criminosos” e está sendo desenvolvido pela Visceral Games, criadora da série “Dead Space”.

Nenhuma imagem ou detalhe do jogo foram divulgados. No entanto, em postagem no blog da EA, Steve Papoutsis, vice-presidente e gerente geral da Visceral Games, afirma que o estúdio irá divulgar mais informações sobre as “mudanças na fundação do multiplayer de ‘Battlefield’ e em como estamos trabalhando para trazer as forças da Visceral ao modo de um jogador” durante a E3, feira que acontece em junho em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Segundo Papoutsis, “Battlefield Hardline” será lançado no terceiro trimestre de 2014. As plataformas que receberão o game não foram confirmadas, mas espera-se um lançamento focado no PlayStation 4 e no Xbox One, os videogames de nova geração.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Morre Mark ‘Chopper’ Read, um dos criminosos mais famosos da Austrália

Imagem de arquivo de 4 de junho de 2002 mostra Mark "Chopper" Read durante o lançamento do seu livro "Hooky the Cripple" na Austrália (Foto: Dean Lewins/ AAP Imagem/ AP)Imagem de arquivo de 4 de junho de 2002 mostra Mark “Chopper” Read durante o lançamento do seu livro “Hooky the Cripple” na Austrália (Foto: Dean Lewins/ AAP Imagem/ AP)

O famoso e impiedoso criminoso australiano Mark “Chopper” Read, cuja história foi levada ao cinema pelo diretor e roteirista Andrew Dominik, morreu nesta quarta-feira (9) após uma longa batalha contra um câncer de fígado.

“Chopper”, também reconhecido como um habilidoso escritor de textos de ficção, morreu aos 58 anos durante o tratamento oncológico que recebia no Hospital Real de Melbourne, informou a emissora local “ABC”.

O criminoso que chegou a confessar o assassinado de 19 homens, embora tenha dito que só foram “seis ou sete” posteriormente, foi encarnado nos cinemas no ano 2000 pelo ator australiano Eric Bana.

Apesar de “Chopper” ter passado quase 24 anos de sua vida preso, ele nunca chegou a ser condenado pelo crime de assassinato.

De acordo com seu primeiro livro, “Chopper from the Inside”, o criminoso teria pedido a um companheiro de prisão que lhe cortasse as orelhas com um canivete para que fosse transferido de pavilhão, versão que acabou sendo contrariada por ele mesmo em outra ocasião, quando disse que teve as orelhas cortadas após uma aposta.

Para o jornalista australiano Andrew Rule, um dos co-autores da biografia de “Chopper”, a principal característica dele não era a de ter sido o maior ou o mais forte, mas ‘a de nunca ter temido consequências’.

“Era um mago com as palavras e podia fazer rimas. Era uma espécie de rapper e um bom conversador”, declarou Rule à rádio “ABC”.

Mark “Chopper” Read iniciou sua trajetória no crime roubando traficantes de drogas e, depois, passou a se dedicar a sequestrar e assaltar criminosos que tinham fortes dívidas.

Por conta deste fato, “Chopper” se considerava um ícone nacional, uma espécie de Ned Kelly ou “Robin Hood” australiano, já que suas vítimas eram outros criminosos, segundo a agência local “AAP”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Governos devem investir mais na captura de criminosos virtuais

Reforçar a ação policial contra crakers é mais importante do que comprar software de segurança cibernética, dizem pesquisadores.

Melhorar a capacidade das agências e a aplicação das leis para capturar os criminosos deve ser a prioridade dos governos quando decidem seus orçamentos de segurança cibernética. Esse é o alerta do professor de engenharia de segurança, Ross Anderson, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Anderson é um dos sete pesquisadores de informática do Reino Unido, Alemanha, Holanda e Estados Unidos que traçaram uma radiografia sobre os custos para combate do cibercrime. O estudo foi encomendado pelo Ministério da Defesa britânico. As conclusões estão em relatório que será apresentado na próxima terça-feira, 26/06, na conferência anual sobre a Economia da Segurança da Informação, que acontecerá em Berlim.

Os pesquisadores dividem os custos de crimes informáticos em prejuízos diretos, perdas indiretas e gastos associados com a defesa contra crimes no futuro.

Os custos de defesa resultam da aquisição de software de segurança cibernética como antivírus e programas de firewal, que oferecem serviços de prevenção de fraude para os consumidores; implementação de sistemas de detecção de fraudes; investigações policiais.

O estudo descobriu que para crimes mais tradicionais, como fraude fiscal e de previdência social, que estão se tornando cada vez comuns com ajuda de computadores, apresentam prejuízos muito maiores, quando comparado os gastos com tecnologias de defesa.

No entanto, o combate de crimes de negação de serviço, ataques, fraudes online, phishing, spam e outros, geram custos muitas vezes maiores do que as perdas reais.

Anderson dá o exemplo das gangue de cibercriminosos de botnet que foram responsável por um terço do tráfego de spam do mundo em 2010. Estima-se que as quadrilhas fizeram menos 3 milhões de dólares com suas operações de spam, enquanto os gastos mundiais para combater mensagens indesejadas foram de cerca de 1 bilhão de dólares.

Há várias razões para esta discrepância. Uma delas tem a ver com a falta de ação policial contra os criminosos, disseram os pesquisadores no relatório. Eles concluiram que os governos devem gastar menos com tecnologias (antivírus, firewalls etc), e mais para apanhar e punir os autores

“Um monte de crimes na internet é praticado por pequenas  gangues”, constata Anderson. Os métodos atuais de lidar com crimes cibernéticos são ineficientes porque muitos policiais acham que é difícil combatê-los”, avalia o especialista em segurança da Universidade de Cambridge

O fato de muitas dessas gangues estarem localizadas em países onde não há legislação para cibercrime não deve ser necessariamente um impedimento para a ação policial. “Há algumas quadrilhas da Rússia e da Ucrânia, que foram presas após pressão do governo britânico.”

Cooperação policial

“A coperação policial não parece ser uma grande prioridade. Se os governos da Grã-Bretanha, Alemanha, França, EUA e de outros países começarem a tratar esse assunto com prioridade mais elevada, a Rússia começará a reprimir essas gangues.”

Os governos ocidentais também podem combater o cibercrime pressionando empresas de cartão de crédito como Visa e MasterCard a proibir bancos de processarem pagamentos para os cibercriminosos. “Por exemplo, quase todos os pagamentos falsos de Viagra passam por apenas três bancos”, afirma Anderson.

O governo dos Estados Unidos já demonstrou a sua capacidade de fazer isso em 2010, quando pressionado pela Visa e MasterCard, bloqueou transações com cartão de crédito do WikiLeaks. “Da mesma forma o sistema bancário pode ser pressionado a interromper processamento de pagamentos para os criminosos.”

Há determinados ciberciminosos que as autoridades policiais têm que punir agressivamente, como por exemplo, as pessoas que escrevem ferramentas de hacking e malware, disse Anderson. A aplicação da lei deve ser a prioridade quando os governos alocam dinheiro para segurança cibernética, diz.

No ano passado, o governo britânico destinou 640 milhões de libras (1 bilhão de dólares) para segurança cibernética. Desse total, 400 milhões de libras foram para a agência de segurança técnica do governo do Reino Unido e apenas cerca de 15 milhões de libras para a polícia, segundo o relatório dos pesquisadores.

“Este é um mau resultado. A polícia deveria ter recebido dezenas de milhões de libras para que pudesse melhorar a segurança forense e as capacidades tecnológicas em geral”, concluí anderson.

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Publicado por em 2 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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