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EUA chamam visita de Putin à Crimeia de ‘provocadora e desnecessária’

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O presidente russo Vladimir Putin visita a Crimeia nesta sexta (9) (Foto: AFP PHOTO/ YURI KADOBNOV)O presidente russo Vladimir Putin visita a Crimeia
nesta sexta (9) (Foto: AFP PHOTO/ Yuri Kadobnov)

Os Estados Unidos chamaram nesta sexta-feira (9) de “provocadora e desnecessária” a viagem do presidente russo, Vladimir Putin, à anexada península da Crimeia para participar de um desfile militar, por considerar que essa região segue pertencendo à Ucrânia.

“Nossa opinião é que esta viagem é provocadora e desnecessária. A Crimeia pertence à Ucrânia e certamente não reconhecemos os passos ilegais e ilegítimos da Rússia nesse âmbito”, disse a porta-voz de Departamento de Estado, Jen Psaki, em sua entrevista coletiva diária.

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou durante sua visita que o retorno da Crimeia à Rússia restaura “a verdade histórica”, em um discurso a milhares de habitantes de Sebastopol, na península anexada em março.

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, conversou nesta sexta-feira por telefone com seu colega russo, Sergei Lavrov, sobre a crise na Ucrânia e sobre o conflito na Síria, mas não falaram sobre a visita de Putin à Crimeia, segundo explicou Psaki.

A conversa se centrou em “esforços para trabalhar com a OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa) e outros no terreno (na Ucrânia)” e, no caso da Síria, sobre “o processo para retirar as armas químicas e o trabalho pendente nessa frente”, disse.

Kerry também conversou com o primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Tatseniuk, sobre a “situação de segurança no terreno, os esforços para manter a calma e a preparação para as eleições” presidenciais de 25 de maio.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Retorno da Crimeia à Rússia restaura ‘verdade histórica’, diz Putin

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Putin e o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, passam em revista navios da frota russa em Sebastopol durante visita à Crimeia nesta sexta-feira (9) (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)Putin e o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, passam em revista navios da frota russa em Sebastopol durante visita à Crimeia nesta sexta-feira (9) (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou que o retorno da Crimeia à Rússia restaura “a verdade histórica”, em um discurso a milhares de habitantes de Sebastopol, na península ucraniana anexada em março à Rússia. O presidente também disse que os direitos dos russos, incluindo o da autodeterminação, deveria ser tratado com respeito.

“O ano de 2014 vai ficar na história como o ano que viu os povos que vivem aqui decidir com firmeza de estar junto a Rússia, confirmando sua fidelidade à verdade histórica e à memória de nossos ancestrais”, declarou Putin por ocasião da celebração da vitória em 1945 sobre os nazistas.

“Nós tratamos todos os países, todas as pessoas com respeito. Respeitamos seus direitos, incluindo, da mesma forma, a restauração da justiça histórica e o direito à autodeterminação”

A visita ocorre a apenas três dias da realização de um referendo em outras cidades do leste da Ucrânia sobre seu status e possível adesão à Rússia.

O Ministério das Relações Exteriores ucraniano condenou a ida à Crimeia, classificando-a como uma deliberada escalada da crise entre os dois países. “Essa provocação é outra confirmação de que a Rússia está deliberadamente perseguindo mais tensões nas relações entre ucranianos e russos”, disse o ministério em comunicado.

O secretario-geral da Otan, Fogh Rasmussen, também condenou a visita de Putin à Crimeia, cuja anexação, em março, não foi reconhecida por potências ocidentais. Ele questionou informações sobre uma declaração do Kremlin de que havia retirado tropas da fronteira ucraniana e classificou a viagem como “inapropriada”.

A Crimeia, até o início deste ano uma região autônoma da Ucrânia, foi anexada pela Rússia em março deste ano após fortes levantes separatistas que culminaram em um referendo no qual a adesão à Federação Russa foi aprovada.

A maior parte da população é de origem russa, e o separatismo se tornou mais forte após a derrubada do governo pró-russo de Kiev em fevereiro deste ano.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Putin chega à Crimeia em primeira visita após anexação

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O presidente russo, Vladmir Putin, chegou nesta sexta-feira (9) à península da Crimeia em sua primeira visita à região após a anexação do território pela Rússia, informou o serviço de imprensa do Kremlin.

Ele foi à região para participar de um evento em Sebastopol para celebrar o Dia da Vitória, que marca a vitória soviética contra a Alemanha na Segunda Guerra Mundial.

Segundo imagens da TV russa, Putin passou em revista a frota russa no Mar Negro, analisando uma dezena de navios russos. Com um megafone, ele felicitou as tripulaçõees, que responderam com aplausos.

A visita ocorre a apenas três dias da realização de um referendo em outras cidades do leste da Ucrânia sobre seu status e possível adesão à Rússia.

O Ministério das Relações Exteriores ucraniano condenou a visita, classificando-a como uma deliberada escalada da crise entre os dois países. “Essa provocação é outra confirmação de que a Rússia está deliberadamente perseguindo mais tensões nas relações entre ucranianos e russos”, disse o ministério em comunicado.

A Crimeia, até o início deste ano uma região autônoma da Ucrânia, foi anexada pela Rússia em março deste ano após fortes levantes separatistas que culminaram em um referendo no qual a adesão à Federação Russa foi aprovada.

A maior parte da população é de origem russa, e o separatismo se tornou mais forte após a derrubada do governo pró-russo de Kiev em fevereiro deste ano.

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Brasil

 

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Obama diz que anexação da Crimeia pela Rússia não foi reconhecida

Obama faz pronunciamento durante conferência sobre armas nucleares em Haia (Foto: AFP)Obama faz pronunciamento durante conferência sobre armas nucleares em Haia (Foto: AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira (25) que a anexação da Crimeia como parte da Rússia não é um “negócio consumado” e que isso não foi reconhecido pela comunidade internacional, segundo a Reuters.

O pronunciamento ocorreu durante coletiva de imprensa durante uma Conferência sobre Segurança Nuclear em Haia, onde ele também participou de uma reunião do G7, que reúne os países mais ricos do mundo, e da qual a Rússia, a oitava componente, não participou.

Ele considerou que a atitude da Rússia em relação a seus vizinhos, incluindo a Ucrânia, “é sinal de fraqueza”: “Rússia é uma potência regional que está ameaçando alguns de seus vizinhos”

Ele também salientou que Washington está preocupada sobre a possibilidade da Rússia invadir outras partes da Ucrânia e garantiu que todos os países sob o guarda-chuva da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) estarão protegidos.

Segundo ele, a Rússia não é a ameaça número 1 à segurança nacional dos EUA.  A preocupação maior dos norte-americanos, diz ele, é sobre a ameaça de uma arma nuclear explodindo em Manhattan, informou a agência Reuters.

O presidente também indicou que comparar a anexação da Crimeia pela Rússia com a independência do Kosovo “não faz nenhum sentido”

“Quando escuto analogias sobre o Kosovo, onde milhares de pessoas eram massacradas por seu governo, é uma comparação que não faz nenhum sentido”, declarou ao final da cúpula de segurança nuclear (NSS), diz a France Press.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Ministro da Defesa da Ucrânia renuncia após retirada da Crimeia

O ministro da Defesa da Ucrânia, Igor Teniukh, apresentou nesta terça-feira (25) sua renúncia para a Rada Suprema (parlamento) depois que a Marinha do país perdeu quase a totalidade de seus navios na Crimeia, anexada pela Rússia na semana passada.

A moção de apoio à renúncia teve foi inicialmente rejeitada pelos deputados, obtendo aénas 197 votos, quando precisava da maioria de 226.

O presidente do Parlamento e presidente interino Olexander Turchinov convocou os líderes dos partidos para debater o tema. Uma nova votação foi realizada e a renúncia aprovada. O general Mykhailo Koval, comandante da guarda de fronteira da Ucrânia, foi apontado como substituto.

A intervenção militar russa na península da Crimeia, onde os ucranianos foram perdendo uma a uma quase todas as unidades militares, levou Turchinov a anunciar a retirada dos militares presentes na região.

“Mais de 6.500 militares e membros de suas famílias desejam continuar o serviço nas Forças Armadas da Ucrânia e serem evacuados da república autônoma da Crimeia”, disse Teniukh aos deputados após apresentar sua demissão.

As perdas da marinha e de outras forças militares da Ucrânia na península da Crimeia, incorporada para todos os efeitos à Rússia, são dramáticas.

Mais de 200 unidades ucranianas içaram a bandeira russa e mais da metade dos soldados da Ucrânia mudaram de lado.

A maioria das últimas unidades, bases e navios de guerra que seguiam leais a Kiev foram atacados e tomados pelas forças russas desde sábado passado, em meio à absoluta inoperância da cúpula militar e política do país, denunciada como negligente por muitos oficiais ucranianos.

Para piorar a situação, os soldados ucranianos foram forçados pelas tropas russas a deixar todo o armamento e equipamento em suas bases.

Pelo menos cinco oficiais ucranianos, entre eles o comandante adjunto da marinha da Ucrânia para a defesa do litoral, o general Igor Voronchenk, foram detidos pelas autoridades crimeanas por resistir aos russos.

Teniukh avaliou em US$ 11,5 bilhões o valor das propriedades das Forças Armadas da Ucrânia na Crimeia e prometeu recuperar todo o armamento e veículos.

“Hoje se reunirão o chefe adjunto do Estado-Maior da Ucrânia e o vice-ministro da Defesa da Federação da Rússia para tratar do cumprimento dos acordos alcançados”, disse o agora ex-ministro.

Teniukh afirmou que o Estado-Maior ucraniano está terminando os detalhes da retirada decretada por Turchinov, que “prevê em primeiro lugar a saída de todo o pessoal, armamento, equipes, forças e meios de defesa antiaérea, navios e meio técnico-materiais”.

Segundo Teniukh, a evacuação das tropas ucranianas na Crimeia permitirá manter o núcleo da marinha e o armamento necessário para aumentar no futuro a capacidade defensiva da Ucrânia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Governo ucraniano exige libertação de coronel detido na Crimeia

O premiê interino da Ucrânia, Olexander Turchynov, em foto desta terça-feira (11) em Kiev (Foto: Sergei Supinsky/AFP)O premiê interino da Ucrânia, Olexander Turchynov,
(Foto: Sergei Supinsky/AFP)

O presidente interino ucraniano, Olexander Turchynov, exigiu neste domingo (23) a libertação ‘imediata’ do coronel Iuri Mamtchur, comandante da base de Belbek, na Crimeia, invadida por forças pró-russas no sábado.

Turchynov confirmou, com isso, que o oficial está detido, como havia informado a imprensa ucraniana no dia anterior. Ele alertou depois para as ‘provocações’, a ‘chantagem’ e os ‘sequestros de cidadãos ucranianos e militares’ praticados, segundo o presidente interino da Ucrânia, ‘pelo contingente invasor’ na Crimeia que ‘tenta ocupar bases ucranianas’.

Ele advertiu que tinha dado aos ‘serviços competentes’ a ordem de preparar ‘medidas de resposta apropriadas’.

As forças pró-russas sequestraram quarta-feira na Crimeia, por um breve período, o comandante da Marinha ucraniana, contra-almirante Serguei Gaiduk. Outros ucranianos, partidários da unidade nacional, considerados ‘reféns’ por Kiev, também foram liberados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente de Belarus reconhece incorporação da Crimeia à Rússia

Presidente de Belarus Alexander Lukashenko fala em coletiva de imprensa durante eleições legislativas neste domingo (23) (Foto: Reuters)Presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko
(Foto: Reuters)

O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, afirmou neste domingo (23) que seu país reconhece “de fato” a incorporação da Crimeia à Rússia, mas ressaltou que não tem a obrigação de fazê-lo formalmente.

“Hoje a Crimeia é parte do território da Rússia. Reconhecê-lo ou não, nada vai mudar. Ninguém nos exige reconhecer ou não apoiar sua entrada na Rússia”, disse o líder bielorrusso em entrevista coletiva na capital Minsk.

Lukashenko afirmou que, em sua opinião, a situação da Crimeia “vai se desenvolver de fato” e que Belarus vai continuar apoiando a política da Rússia.

“Estamos unidos à Rússia por meio de acordos. Estaremos com a Rússia, e é um tema sobre o qual é preciso deixar de especular. Desenvolveremos uma política ponderada, mas, quando for necessário, nos colocaremos sempre junto da Rússia. Disse isso a (o presidente russo, Vladimir) Putin”, ressaltou.

Lukashenko responsabilizou as novas autoridades da Ucrânia por terem provocado os crimeanos para que expressassem por meio de uma consulta popular seu desejo de independência e posterior adesão à Rússia.

“Dizem que a Rússia tomou a Crimeia. Pois a culpa é dos políticos. A Rússia viu o que acontecia. Há 2,5 milhões de russos na Crimeia, e a Rússia interveio. Mas o motivo e a causa foram dados pelas autoridades” da Ucrânia, argumentou.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, promulgou na sexta-feira a incorporação da República da Crimeia e o porto de Sebastopol à Rússia e deu por encerrado este processo, apesar do vendaval de críticas da comunidade internacional e dos protestos da Ucrânia, que tacham de anexação a união da península à federação russa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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