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Garota aponta arma para criança e causa pânico na web!

Será que a imagem que circula pelo Facebook de uma moça apontando uma arma para a cabeça de uma criança é real?

A foto perturbadora apareceu na web em agosto de 2013 e mostra uma moça apontando uma arma para a cabeça de uma criança. O texto que acompanha a imagem pede para que os leitores ajudem a identificar a moça e, assim, ajudar a denuncia-la para as autoridades.

Mas será que essa imagem é real?

menina_arma

Essa foto parece ser real (não há indícios ter sido adulterada), mas não há muita informação a respeito da moça ou da criança que aparecem na imagem.

A primeira “aparição” dessa fotografia foi numa postagem em uma página argentina do Facebook (é bem provável que a publicação já tenha sido removida pelos administradores da rede social do Zuckerberg).

Nem é preciso mencionar que a quantidade de comentários condenando a atitude da moça foi enorme, né?

Apesar de muitos especularem que a arma da foto possa ser de brinquedo ou uma réplica, isso não tira do efeito traumático que ele poderia ter tido sobre a criança.

Dando uma procurada pela web, caímos no blog NoLongerVictims, que parece ter sido um dos primeiros a publicar a imagem com um pedido para que encontrem e denunciem a moça por maltrato contra a criança.

Alguns dias depois, em 22 de agosto, o mesmo blog publicou uma nota explicando que a moça já havia sido identificada pela polícia, mas que não poderia dar mais detalhes para não atrapalhar as investigações.

O caso ainda está em aberto. Vamos continuar apurando os fatos até que essa história seja esclarecida.

Colaborou conosco o leitor Rosemberg Franca.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Videogame violento não leva criança vulnerável a ser agressiva, diz estudo

Diferentemente do que diz o senso comum, os games com temas violentos não estimulam jovens mais vulneráveis a se tornarem mais agressivos, aponta um estudo publicado no “Journal of Youth and Adolescence”, publicação que reúne análises de diversas áreas sobre a questão da juventude.

Conduzido pelos pesquisadores Christopher Ferguson, da Universidade de Stetson, e pela pesquisadora independente norte-americana Cheryl Olson, o estudou ouviu 377 crianças norte-americanas com média de 13 anos, de várias etnias, que foram diagnosticadas com alto grau de déficit de atenção ou com sintomas de depressão.

“A nossa investigação contribui para o campo da mídia na juventude, fornecendo evidências de que hipóteses oportunas, de interesse público e aparentemente razoáveis de que as crianças mentalmente vulneráveis podem ser particularmente influenciado por jogos de vídeo violentos não parece ser bem suportadas”, escrevem os pesquisadores.

Segundo os pesquisadores, a imprensa frequentemente faz conexões entre jovens que promovem tiroteios em escolas dos Estados Unidos ao hábito de jogar games violentos. Além disso, incluem os games na explicação de comportamentos violentos, como bullying, agressões físicas, rompantes de criminalidade e até mesmo homicídios.

Diferentemente disso, o estudo de Ferguson e Olson não dá apoio à crença popular de que vídeo games aumenta a agressividade em jovens que possuem predisposição a ter problemas mentais.

“Nós não encontramos evidência de que jogos violentos aumentam o bullying ou comportamento delinquente entre jovens vulneráveis clinicamente diagnosticados com elevados sintomas de saúde mental”, sublinha Ferguson.

E completa: “Estatisticamente falando, atualmente, seria bem mais incomum se um delinquente juvenil ou atirador não tivesse jogado videogames violentos, dado que a maioria dos jovens e jovens adultos joga esse tipo de game pelo menos ocasionalmente”.

“Pode ser útil para futuros pesquisadores considerar modelos alternativos do uso de mídia da juventude, particularmente aqueles que se concentram nos modelos motivacionais nos quais os usuários são movidos pela experiência, em vez de conteúdo. Os modelos teóricos baseados em conteúdo não parecem ser suficientes para uma compreensão sofisticada do uso da mídia e seus efeitos”, concluem os pesquisadores no estudo.

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Fotógrafo flagra criança com corte de cabelo bizarro na China

Desculpe, que eu não poderia ler o conteúdo fromt esta página.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Adolescente é resgatada após ficar entalada em balanço de criança

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Sorry, I could not read the content fromt this page.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Música, Tecnologia

 

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Criança com deformação na cabeça pede sua ajuda no Facebook

Para cada compartilhamento, o Facebook doará R$ 0,05 para ajudar no tratamento de uma criança com deformação no crânio. Mas será que essa campanha é real?

Nos primeiro dias de julho de 2012, a foto abaixo começou a ser compartilhada no Facebook. De acordo com o texto que a acompanha, para cada compartilhamento feito, a criança será ajudada em R$ 0,05 pelo Facebook em seu tratamento.

Criança com a cabeça deformada pede sua ajuda no Facebook Criança com a cabeça deformada pede sua ajuda no Facebook! Foto retirada de uma postagem do Facebook. (A tarja foi inserida pelo E-farsas)

Será que essa história é verdadeira ou falsa?

O Facebook não faz campanhas desse tipo. O fato de compartilhar ou curtir uma foto não ajuda em nada no tratamento de ninguém!

É claro que, sendo uma ferramenta de alcance mundial, o Facebook já utilizou de sua popularidade para criar campanhas criativas, como essa que incentiva a doação de órgãos. Mas isso é totalmente diferente dessas falsas ajudas que alguns internautas espalham na rede (achando que estão ajudando, de fato).

Não dá pra saber pela postagem no Facebook quem é a criança, qual a sua idade, qual a sua nacionalidade, qual o mal que a aflige… Correntes falsas são sempre assim: com enorme ausência de informação.

Também não é explicado como que o Facebook fará essa ajuda. Seria depositado o dinheiro em uma conta? O próprio Mark Zuckerberg iria tirar do próprio bolso?

Já mostramos aqui no E-farsas diversas vezes que falsas campanhas como essa eram espalhadas por e-mail e, agora, estão sendo disseminadas pelo Facebook. A única coisa a fazer quanto a isso é ignorar.

Felizmente, o pessoal do Facebook está retirando (aos poucos, devido a enorme quantidade de posts desse tipo) falsas histórias como essa que estão sendo publicadas na sua rede social. Quem sabe, um dia, teremos uma internet limpa dessas bobeiras…

Não descobrimos o nome da criança. Apenas sabemos que, possivelmente, a má formação em seu crânio se deveu a contaminações por urânio durante guerras no Oriente Médio.

De acordo com o levantamento feito por Asaf Durakovic e por Martin Chulov, houve um aumento significativo de crianças nascidas com defeitos genéticos e malformações congênitas. Resultado de contaminações por armas químicas e radioativas.

História falsa! Não há nenhuma campanha no Facebook para ajudar essa criança. Ao ler postagens como essa no Facebook, ignore ou denuncie.

Sites citados

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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O Facebook dará 3 centavos para ajudar criança com câncer?

Texto acompanhado de foto de uma criança com câncer avisa que para cada “compartilhada” ela ganhará 3 centavos do Facebook para ajudar em seu tratamento! Será verdade?

Em janeiro de 2012, uma foto chocante começou a se espalhar pela web e, principalmente, no Facebook. Segundo o texto que a acompanha, o Facebook irá doar $ 0.03 para cada vez que a imagem for compartilhada. A foto é essa aí embaixo:

Foto de um bebê com tumor no rosto circula pelo Facebook! Foto de um bebê com tumor no rosto circula pelo Facebook! (enviada por e-mail para o E-farsas)

Mas será que essa história é verdadeira ou falsa?

É falsa!

Em primeiro lugar, o Facebook não está ajudando nenhuma criança com câncer.

O bebê mostrado na fotografia está com uma doença conhecida como Hemangioma.

De acordo com esse site especializado no assunto, hemangioma é uma formação benigna de capilares e vasos sanguíneos. É um tipo de tumor que ocorre com mais frequencia na infância e em 5% dos nascimentos. Na grande maioria dos casos, o tratamento é feito com aplicação de laser no paciente e a cura é satisfatória (na verdade, ficam algumas seqüelas e cicatrizes no local!).

Na verdade, a imagem do bebê com a deformidade que está circulando atualmente pelas redes sociais não é recente. Encontramos postagens da mesma foto em 2007, como nesse site (em árabe).

A criança se chama Samuel e nasceu no Vietnã e foi adotado em 2005. Hope Cantu Ettore, mãe adotiva do pequeno Samuel, explica que o garoto – agora com 7 anos de idade – passou por quatro reconstruções faciais, além de uma cirurgia no olho. Segundo o pesquisador Steve Williamson, a coloração que aparece nas mãos e no pescoço de Samuel na imagem é o resultado de um dos tratamentos médicos.

O pequeno Samuel cresceu e está muito bem, obrigado! Podemos ver uma foto dele no álbum da sua família no Facebook.

O ato de repassar esse tipo de corrente existe há muito tempo na web. Há 9 anos, o E-farsas pesquisou uma história de outra criança com câncer. Na época, a notícia avisava que para cada e-mail repassado uma garotinha ganharia alguns centavos para ajudar em seu tratamento. Nem é preciso falar que o texto era falso, não é?

Hoje em dia, os métodos usados para repassar esse tipo de corrente mudaram: são “compartilhadas” e “curtidas” no Facebook, “retuitadas” no Twitter, etc.

Corrente do bebê com tumor no rosto no Twitter Corrente do bebê com tumor no rosto no Twitter! (reprodução)

Não sabemos quais são as reais intenções de quem inicia uma corrente desse tipo, mas atrapalham em muito a vida do internauta que, muitas vezes, acaba repassando a informação falsa achando que está fazendo o bem.

Não repasse esse tipo de corrente. O Facebook não está ajudando ninguém com nenhum tratamento.

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Publicado por em 3 de março de 2012 em Tecnologia

 

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