RSS

Arquivo da tag: criam

De quiz a guia de festas, universitários criam aplicativos para Copa no AM

Aplicativos foram desenvolvidos por universitários (Foto: Divulgação/projeto Copa)Aplicativos foram desenvolvidos por universitários (Foto: Divulgação/projeto Copa)

Se depender da tecnologia, o turista que estiver em Manaus durante a Copa terá à disposição diversos aplicativos. Quiz, guia de festas e rotas de ônibus para municípios da Região Metropolitana (RMM) são alguns dos sistemas que devem facilitar a estadia no Amazonas. A maioria dos programas está conectada ao GPS. Os universitários que criaram os apps devem promover uma feira aberta ao público no dia 5 de junho.

A ideia de criar os aplicativos surgiu em sala de aula. A professora universitária Áurea Melo conta que mais de 90% de um universo de cem estudantes aceitaram o desafio, lançado no segundo semestre de 2013. “Como nós tínhamos alguns alunos para defender o TCC [Trabalho de Conclusão de Curso], resolvemos lançar o projeto. Um dos focos foi a Copa de 2014 para que o turista possa aproveitar a cidade”, destacou.

Ela categoriza os apps em utilitários/informativos e jogos. “Nós temos um em que você escolhe a seleção [de futebol], e o aplicativo mostra os rostos dos jogadores que compõem a equipe”, frisou Áurea.

A maioria dos aplicativos está conectada ao GPS, o que facilita a localização dos pontos em Manaus. A maior parte também está traduzida em três idiomas: português, espanhol e inglês.

Um dos destaques é o programa que ajuda a localizar pontos turísticos da capital. Há ainda um aplicativo que ajuda a localizar balneários na Região Metropolitana de Manaus. Além disso, existem programas que promovem a acessibilidade, como o app criado para daltônicos, pessoas que têm dificuldade para diferenciar as cores.

Para desenvolver os aplicativos, os estudantes precisaram entrevistar diversas pessoas. De acordo com a professora universitária Anna Beatriz, coordenadora do projeto, o estudo aproximou os universitários de outras realidades. “Eles tiveram que fazer pesquisa de campo e interagiram com pessoas de diversas áreas”, disse.

Praia do Açutuba tem suas areias banhadas pelo rio Negro (Foto: Camila Henriques/G1 AM)Por meio de um dos apps, turista pode localizar
praias da região, como Açutuba em Iranduba 
(Foto: Camila Henriques/G1 AM)

Experiência
A equipe do universitário Kleber Renan Veríssimo desenvolveu um jogo interativo sobre a Copa. “Foi desafiador. Eu e meus colegas aceitamos e o resultado foi o esperado. O que chama a atenção são os dispositivos móveis. Todos nós somos capazes de inovar, seja na área de tecnologia ou em outras profissões”, ressaltou.

Para a coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda e Rádio, TV e Internet, Edilene Mafra, os aplicativos funcionam como extensões do corpo humano, como previa o teórico da comunicação Herbert Marshall McLuhan há 50 anos. “Eles têm o lado sensorial, porque nos ligam à tecnologia pela ponta dos dedos. Um dos problemas da pós-modernidade é a falta de tempo e os aplicativos nos ajudam a realizar diversas atividades simultâneamente. Então, os apps estão inseridos nesse contexto da comunicação em tempo real. O interessante é que as pessoas baixam conforme seus interesses, seja para o lazer ou outros serviços, como o Ronda no Bairro, por exemplo”, afirmou.

Feira
A apresentação dos resultados começou em fevereiro deste ano. Atualmente, os aplicativos estão disponíveis nas versões Windows e Android. Agora, os coordenadores do projeto pretendem desenvolver sistemas voltados à área da Educação.

A coordenação do projeto deve promover uma exposição dos aplicativos no dia 5 de junho na unidade 4 do Centro Universitário do Norte (Uninorte), situada no Centro de Manaus. Na ocasião, estudantes do curso Ciência da Computação vão tirar dúvidas e disponibilizar os apps ao público. “Nós pretendemos ter uma página de buscas, porque os nossos alunos estão publicando nas lojas oficiais. Assim, pelo site, as pessoas poderão ver todos os aplicativos desenvolvidos. É um atalho”, adiantou a Áurea Melo.

Confira a lista dos aplicativos criados pelos universitários:

Aplicativo fornece imagens com o tema Copa do Mundo que podem ser
utilizadas como plano de fundo.                                                                                                                            Através deste aplicativo, o usuário poderá preencher os resultados dos
jogos da Copa do Mundo através de seu dispositivo móvel. Este aplicativo
apresenta uma tabela com os jogos da Copa, onde os resultados podem ser preenchidos.Guia informativo sobre a cidade de Manaus, com seus principais pontos
turísticos.Aplicativo para localização de unidades de saúde na cidade de Manaus.Aplicativo que apresenta informações sobre a diversidade de peixes
amazônicos.O aplicativo simula uma câmera que detecta as cores de qualquer ponto em uma imagem como forma de auxiliar daltônicos a identificarem as cores corretamente.Aplicativo que mostra localização dos estabelecimentos que fornece iguarias típicas da cidade de Manaus.Este aplicativo é um guia da cidade de Manaus, contendo seus principais
pontos turísticos e opções de entretenimento. O diferencial é que os
próprios usuários do aplicativo podem fornecer informações para atualização constante do aplicativo aos demais usuários.Este aplicativo é um jogo da forca, sendo que as palavras a serem
descobertas são relacionadas a perguntas sobre a Copa do Mundo.Aplicativo que fornece as rotas de ônibus intermunicipais partindo de
Manaus.Este aplicativo é um jogo de perguntas e respostas sobre a Copa do Mundo.Aplicativo que auxilia usuários a identificarem a localização das
unidades do Centro Universitário do Norte. Além disso, o aplicativo
também informa os cursos que estão alocados em cada unidade.O usuário deste aplicativo pode traçar rotas para chegar até um contato do Facebook, se este amigo também estiver com este serviço ativado.Aplicativo com o objetivo de auxiliar estrangeiros a localizarem farmácias
na cidade de Manaus.Este é aplicativo é um quiz sobre a Copa do Mundo, contendo perguntas
relacionadas às bandeiras das seleções participantes da Copa do Mundo e perguntas relacionadas ao histórico da Copa do Mundo.Guia informativo de entretenimento na cidade de Manaus, contendo
informações sobre praias, bares, shoppings, baladas e museus.SISTEMA PARA
EXCURSÃO TURÍSTICAAtravés deste aplicativo, o usuário que queira conhecer pontos turísticos da cidade de Manaus, obtém informação de localização, histórico do ponto turístico e fotos. É possível também visualizar através do mapa como chegar no ponto turístico.GUIA DE BOLSO –
CULINÁRIA MANAUSEste aplicativo apresenta os produtos típicos da culinária manauara e os
estabelecimentos onde podem ser encontrados. O diferencial é que o
preço do produto em cada estabelecimento também é apresentado e o usuário pode selecionar vários produtos para criar uma lista e o apli
cativo gera um valor médio do consumo com base no preço médio do
produto.Este aplicativo é o jogo Super Trunfo com o tema Copa do Mundo.Jogo cujo desafio é montar uma determinada seleção estourando
apenas os balões que contém a face dos jogadores corretos.CALCULADORA DE
CORRIDA DE TAXIEste aplicativo é um guia de estimativa de preço em roteiros de taxi na cidade.Este aplicativo é um quiz contendo perguntas e respostas sobre a Região
Amazônica.Esta aplicativo apresenta cartões postais customizados com temas
amazônicos e da Copa do Mundo.Aplicativo que apresenta uma contagem regressiva para a Copa do
Mundo e permite configurar alarmes para informar a chegada dos jogos de uma determinada seleção. O usuário pode optar por uma das seleções: Brasil, Portugal, Argentina, Espanha e Itália.Este aplicativo permite que usuários interajam através do sistema de
aposta conhecido como Bolão. Cada usuário pode fornecer seu palpite
sobre o resultado dos jogos da Copa do Mundo. Após o resultado do jogo, é gerado um ranking dos usuários.Aplicativo informativo sobre os principais balneários da região metropolitana de Manaus.LENDAS FOLCLÓRICAS
BRASILEIRASAplicativo que apresenta a história das lendas folclóricas brasileiras.

View the original article here

Anúncios
 
1 comentário

Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , ,

Argentinos criam app que transforma celular em aparelho auditivo

Aplicativo pode ajudar pessoas de baixa renda e que têm problemas auditivos (Foto: Reprodução/Google)Aplicativo pode ajudar pessoas de baixa renda e que
têm problemas auditivos (Foto: Reprodução/Google)

Um grupo de estudantes de engenharia de Jujuy, extremo norte da Argentina, criou o aplicativo uSound, capaz de transformar o celular em um poderoso aparelho auditivo de baixo custo para pessoas com problemas de audição, uma opção já está disponível para usuários do sistema Android.

“Só uma em cada 40 pessoas com perda auditiva tem acesso ao equipamento médico necessário para mitigar seus problemas”, disse Ezequiel Escobar, de 28 anos, um dos fundadores do uSound, o equipamento que deu origem ao aplicativo homônimo.

A invenção tomou forma junto com seus colegas da Universidade Católica de Santiago del Estero, em sua sede de San Salvador de Jujuy, 1.500 km ao norte de Buenos Aires.

Ao preço de US$ 30 por ano, Escobar e outros cinco estudantes – a maioria alunos de engenharia de sistemas e todos com idades entre 20 e 28 anos – conseguiram com o uSound “emular as funções de um aparelho auditivo que custa entre US$ 500 e US$ 2.000 com um smartphone e fones Bluetooth ou cabo”, contou.

Com o uSound, os jovens participaram da competição internacional Cup da Microsoft e foram selecionados, após a inovação ter sido difundida na mídia local argentina. Atualmente, pode-se baixar o programa gratuitamente e o interessado pode conseguir uma licença sem ter que pagar nada por 30 dias para testar o serviço com todas as suas funções.

O custo do aplicativo é de US$ 2,5 mensais ou US$ 30 anuais e está disponível na Google Store.

Uma invenção para um amigo
A inspiração para a invenção, contou Escobar, foi um colega de faculdade que acabou abandonando a carreira porque não ouvia bem, e quando não conseguia um lugar perto do professor, perdia a aula.

“Com o uSound, por exemplo, uma pessoa hipoacústica pode colocar o celular na mesa do professor e, não importa a que distância esteja, usando fones Bluetooth, pode ouvir perfeitamente”, explicou o jovem empreendedor.

Escobar explicou que durante o período de testes, houve mais de 3.000 downloads de Argentina, Brasil, Espanha e Estados Unidos, entre outros países. O aplicativo também oferece a possibilidade de realizar, preventivamente, uma audiometria com o celular. Depois de realizá-la, o usuário entra no aplicativo e o programa altera automaticamente o nível de audição necessária para o usuário.

O grupo já tem escritórios em Jujuy, capital da província homônima do estado do norte da Argentina, e em Santiago do Chile. Além disso, esperam abrir no começo de 2015 outros na Espanha, aliado à Telefónica, e nos Estados Unidos (Houston ou Vale do Silício).

Especialistas da organização sem fins lucrativos MAH (Mutualidad Argentina de Hipoacúsicos) comemoraram o lançamento deste aplicativo, mas advertiram para a necessidade de que os pacientes tenham acompanhamento e controle médico e evitem a automedicação.

“Ainda não testamos o aplicativo, mas deve-se levar em conta que, segundo a legislação vigente, o uso de próteses auditivas deve ser prescrito por um otorrinolaringologista e a escolha é feita por fonoaudiólogos”, disse Horacio Cristiani, diretor geral da instituição.

O especialista considerou que “é um aplicativo que pode ajudar as pessoas a aproximar os usuários da tecnologia da amplificação a um custo reduzido, sem que se sintam complexados pelo uso de uma prótese”.

View the original article here

 
1 comentário

Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Brasileiros criam aplicativo para evitar morte de bichos em estrada

O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por ambientalistas para evitar atropelamento de animais (Foto: Reprodução)O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por
ambientalistas para evitar atropelamento de
animais (Foto: Reprodução)

Um aplicativo para smartphones pode se transformar no principal aliado do Brasil para reduzir as mortes de animais silvestres atropelados nas estradas, estimada em 450 milhões ao ano.

O programa permite a qualquer pessoa que tenha um celular enviar a foto de um animal atropelado que, automaticamente, se somará a dados como o lugar (GPS), a data e a hora em que a imagem foi feita.

Trata-se do “Urubu Mobile” (disponível para Android e Google Play), que em apenas um mês foi baixado por mil pessoas.

Os responsáveis esperam que se popularize não só entre biólogos, guardas florestais, fiscais ambientais e policiais rodoviários, mas também entre motoristas de caminhões e ônibus.

A intenção é criar um banco de dados unificado sobre os atropelamentos de animais selvagens no país e, com isso, reunir informações que possam servir como base para políticas ou medidas que tentarão reduzir este tipo de acidente.

“Queremos identificar com precisão quantos e quais espécies são atropeladas por quilômetro e por dia no país”, explicou Alex Bager, professor de Ecologia na Universidade Federal de Lavras (UFLA), um dos principais especialistas em “Ecologia de Estradas”.

Segundo Bager, que coordena um grupo de cientistas de cinco universidades que estuda o tema, além de oferecer informações confiáveis sobre o atropelamento de animais, o aplicativo permitirá criar um “selo de qualidade” para certificar as estradas mais seguras para a fauna e determinar em quais vias é necessário adotar medidas preventivas.

“Queremos ajudar na conservação da fauna selvagem e só conseguiremos propor ações efetivas para reduzir os atropelamentos se tivermos informações concretas”, acrescentou ele, para quem o programa permitirá desenhar mapas das regiões e espécies mais atingidas.

Infraestrutura para animais

Onça é encontrada atropelada em rodovia de MS (Foto: Robison Vieira/VC no G1)Onça é encontrada atropelada em rodovia de Mato Grosso do Sul (Foto: Robison Vieira/VC no G1)

De acordo com o coordenador, após a identificação dos trechos mais perigosos para os animais, é possível sugerir a instalação de túneis, redes de proteção, passarelas ou até cordas que possam ser usadas pelos animais que vivem nas árvores.

O projeto vai permitir ainda criar uma metodologia única e confiável para contabilizar e validar as mortes de animais nas estradas. Os pesquisadores calculam, a partir de estudos com mostras limitadas, que 450 milhões de animais morrem atropelados por ano.

Em sua primeira pesquisa sobre o tema, em 2002, Bager calculou em 100 mil as mortes anuais de animais em um trecho de estrada de 150 quilômetros, com uma taxa de 2,1 animais por quilômetro por dia.

Levando em consideração que a malha viária do Brasil chega a 1,7 milhões de quilômetros, os especialistas concluíram que, a cada ano, morrem atropelados 450 milhões de animais. Destes, 400 milhões são pequenos vertebrados e três milhões grandes vertebrados.

As principais vítimas são antas, capivaras, tartarugas, gambás, gatos selvagens, cachorro-do-mato e tamanduás. O “Urubu Mobile” também permitirá, com a ajuda de 300 pesquisadores vinculados ao CBEE, identificar as espécies mais afetadas.

“Cada foto será analisada por cinco especialistas e a identificação da espécie será incluída no banco de dados quando, pelo menos, três deles concordarem”, afirmou.

O aplicativo também pretende apoiar os administradores de reservas ambientais cortadas por estradas para que adotem medidas de proteção mais eficazes.

Uma das maiores preocupações dos responsáveis pela tecnologia, atualmente, é um projeto de lei discutido no Congresso que flexibiliza as normas sobre construção de estradas em reservas ambientais.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Brasileiros criam aplicativo para evitar morte de bichos em estrada

O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por ambientalistas para evitar atropelamento de animais (Foto: Reprodução)O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por
ambientalistas para evitar atropelamento de
animais (Foto: Reprodução)

Um aplicativo para smartphones pode se transformar no principal aliado do Brasil para reduzir as mortes de animais silvestres atropelados nas estradas, estimada em 450 milhões ao ano.

O programa permite a qualquer pessoa que tenha um celular enviar a foto de um animal atropelado que, automaticamente, se somará a dados como o lugar (GPS), a data e a hora em que a imagem foi feita.

Trata-se do “Urubu Mobile” (disponível para Android e Google Play), que em apenas um mês foi baixado por mil pessoas.

Os responsáveis esperam que se popularize não só entre biólogos, guardas florestais, fiscais ambientais e policiais rodoviários, mas também entre motoristas de caminhões e ônibus.

A intenção é criar um banco de dados unificado sobre os atropelamentos de animais selvagens no país e, com isso, reunir informações que possam servir como base para políticas ou medidas que tentarão reduzir este tipo de acidente.

“Queremos identificar com precisão quantos e quais espécies são atropeladas por quilômetro e por dia no país”, explicou Alex Bager, professor de Ecologia na Universidade Federal de Lavras (UFLA), um dos principais especialistas em “Ecologia de Estradas”.

Segundo Bager, que coordena um grupo de cientistas de cinco universidades que estuda o tema, além de oferecer informações confiáveis sobre o atropelamento de animais, o aplicativo permitirá criar um “selo de qualidade” para certificar as estradas mais seguras para a fauna e determinar em quais vias é necessário adotar medidas preventivas.

“Queremos ajudar na conservação da fauna selvagem e só conseguiremos propor ações efetivas para reduzir os atropelamentos se tivermos informações concretas”, acrescentou ele, para quem o programa permitirá desenhar mapas das regiões e espécies mais atingidas.

Infraestrutura para animais

Onça é encontrada atropelada em rodovia de MS (Foto: Robison Vieira/VC no G1)Onça é encontrada atropelada em rodovia de Mato Grosso do Sul (Foto: Robison Vieira/VC no G1)

De acordo com o coordenador, após a identificação dos trechos mais perigosos para os animais, é possível sugerir a instalação de túneis, redes de proteção, passarelas ou até cordas que possam ser usadas pelos animais que vivem nas árvores.

O projeto vai permitir ainda criar uma metodologia única e confiável para contabilizar e validar as mortes de animais nas estradas. Os pesquisadores calculam, a partir de estudos com mostras limitadas, que 450 milhões de animais morrem atropelados por ano.

Em sua primeira pesquisa sobre o tema, em 2002, Bager calculou em 100 mil as mortes anuais de animais em um trecho de estrada de 150 quilômetros, com uma taxa de 2,1 animais por quilômetro por dia.

Levando em consideração que a malha viária do Brasil chega a 1,7 milhões de quilômetros, os especialistas concluíram que, a cada ano, morrem atropelados 450 milhões de animais. Destes, 400 milhões são pequenos vertebrados e três milhões grandes vertebrados.

As principais vítimas são antas, capivaras, tartarugas, gambás, gatos selvagens, cachorro-do-mato e tamanduás. O “Urubu Mobile” também permitirá, com a ajuda de 300 pesquisadores vinculados ao CBEE, identificar as espécies mais afetadas.

“Cada foto será analisada por cinco especialistas e a identificação da espécie será incluída no banco de dados quando, pelo menos, três deles concordarem”, afirmou.

O aplicativo também pretende apoiar os administradores de reservas ambientais cortadas por estradas para que adotem medidas de proteção mais eficazes.

Uma das maiores preocupações dos responsáveis pela tecnologia, atualmente, é um projeto de lei discutido no Congresso que flexibiliza as normas sobre construção de estradas em reservas ambientais.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Alunos criam mosaico de Abraham Lincoln com moedas de 1 centavo

AppId is over the quota
AppId is over the quota

Estudantes de uma escola nos EUA criaram um mosaico com a imagem do ex-presidente americano Abraham Lincoln usando moedas de um centavo de dólar. A moeda de um centavo, por sinal, traz o retrato de Lincoln.

Estudantes criaram mosaico com a imagem de Abraham Lincoln usando moedas de um centavo de dólar (Foto: Reprodução/Imgur/JRals)Estudantes criaram mosaico com a imagem de Abraham Lincoln usando moedas de um centavo de dólar (Foto: Reprodução/Imgur/JRals)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Cientistas criam vulcão em laboratório para estudar raios em cinzas

Cientistas conseguiram reproduzir raios em meio à coluna de fumaça no laboratório (Foto: BBC)Cientistas conseguiram reproduzir raios em meio à coluna de fumaça no laboratório (Foto: BBC)

Um estudo realizado na Universidade Ludwig Maximilian em Munique, Alemanha, usa um vulcão criado em laboratório para estudar a incidência de raios que ocorre na coluna de fumaça durante uma erupção.

Corrado Cimarelli, um pesquisador italiano, estuda os raios que são observados frequentemente durante uma erupção em um pequeno vulcão, cuja abertura tem apenas três centímetros de diametro.

O “vulcão de laboratório” permite recriar e estudar os processos que dão origem às condições elétricas necessárias para que estes raios aconteçam. O objetivo é aprender mais sobre a natureza dos vulcões a partir do comportamento destes raios em suas colunas de fumaça.

“Os raios podem nos dizer muito sobre a estrutura da coluna de fumaça da erupção e sobre os tamanhos das partículas de cinzas”, disse Cimarelli à BBC.

Estas informações poderão dar uma indicação se uma erupção pode apresentar algum tipo de risco para aviões, acrescentou o cientista.

Raios
Apesar de ser pequeno, o vulcão de laboratório conseguiu reproduzir as condições que desencadeiam os raios em volta da coluna de fumaça durante a erupção. O mecanismo é simples: um tubo de metal quente e pressurizado do qual cinzas verdadeiras de vulcão, coletadas no Popocateptl do México, são aceleradas e lançadas em alta velocidade.

O vídeo em câmera lenta conseguiu capturar imagens dos minúsculos raios ‘dançando’ em volta da coluna de cinzas e fumaça.

Para conseguir descargas elétricas em um vulcão real é necessário um grande potencial elétrico entre as diferentes regiões da nuvem de erupção. As partículas de cinza podem ser carregadas ao serem quebradas ou friccionadas umas contra as outras.

Se as cargas são grandes o bastante e estão nos lugares certos dentro da coluna de fumaça e cinzas, um raio pode ‘pular’ de um lugar para outro. A partir da experiência na universidade alemã ficou claro que o tamanho das partículas é um fator muito importante. Quanto menores forem as partículas, maior o número de raios.

“Nós mudamos sistematicamente os tamanhos do material que estávamos usando e notamos que, se diminuíssemos o tamanho do grão da cinza, produzíamos mais raios”, afirmou Cimarelli.

A equipe do cientista italiano agora está levando os dados coletados no vulcão de laboratório para estudar um vulcão de verdade, o Sakurajima, no Japão. Este vulcão produz regularmente raios espetaculares.

Os cientistas vão verificar alguns fatos relativos ao tamanho das partículas das cinzas expelidas pelo vulcão. “O tamanho das partículas determina o tempo de permanência na atmosfera e, quanto menores elas forem, mais tempo elas ficam para serem carregadas pelo vento”, disse o cientista italiano.

“Isto, é claro, significa que se você tem partículas menores, elas podem ser carregadas por longas distâncias. E isto é uma má notícia para a aviação, algo que já sabemos depois da erupção do Eujafjallajokull em 2010.”

A fumaça expelida durante uma erupção do vulcão islandês paralisou o tráfego aéreo no continente europeu por diversos dias, causando imenso transtorno.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Programadores criam modelo de ‘loja sem dono’ com Bitcoin

Um trio de programadores entusiastas da moeda virtual Bitcoin criou um sistema de “loja sem dono” chamada DarkMarket (“mercado escuro”). Se colocado em prática em conjunto com tecnologias de anonimato, o DarkMarket criaria um comércio descentralizado para a venda de produtos ilegais, dificultando a ação das autoridades.

A tecnologia foi demonstrada em uma conferência no Canadá no início do mês, segundo uma reportagem da revista “Wired”. O código fonte do DarkMarket é aberto e pode ser obtido no site GitHub (acesse aqui). O software, porém, não está finalizado e os três programadores responsáveis pelo projeto – Amir Taaki, Damian Cutillo e William Swanso -, não pretendem finalizá-lo. “É só um protótipo simples, mas queríamos mostrar que era possível”, afirmou Taaki.

O estabelece uma rede ponto-a-ponto (P2P) entre todos os participantes. Qualquer um pode comprar e vender. O diferencial do DarkMarket é uso da moeda virtual Bitcoin para solucionar disputas de pagamento. O DarkMarket traria mais desafios para as autoridades, que não poderiam derrubar o comércio ilegal com uma única ação contra os servidores de uma loja, como ocorreu com o site de drogas Silk Road, fechado pelo FBI.

Quando dois usuários decidem fazer negócio, um terceiro usuário chamado de “árbitro” é escolhido. O dinheiro da compra é colocado em um endereço de Bitcoin que exige a autorização de duas das três partes para ser usado. Dessa forma, se um desentendimento ocorrer entre o comprador e o vendedor,  caberá ao árbitro liberar ou bloquear o dinheiro, fazendo o mesmo papel de um banco ou operadora de cartão de crédito.

Os árbitros também são usuários normais da rede – qualquer participante do DarkMarket pode ser um árbitro. Cada usuário deve manter uma lista de “árbitros confiáveis” e quando dois participantes realizam um negócio, um árbitro é selecionado aleatoriamente entre aqueles que constam na lista de ambos.

O software do DarkMarket no computador de cada participante permite a configuração de uma “página de venda”, mostrando os produtos disponíveis. Como está incompleto, o DarkMarket não possui funções de busca por usuário ou por produto, fornecendo apenas uma lista “crua” de endereços da rede e exigindo que o usuário clique em cada um para verificar o que está à venda. De acordo com os criadores, porém, essas funções poderiam ser adicionadas

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 29 de abril de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , ,