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Dos criadores de ‘Left4Dead’, ‘Evolve’ será lançado em 21 de outubro

O jogo de ação online “Evolve”, que coloca um grupo de quatro jogadores para eliminar um monstro controlado por um quinto participante, será lançado para os videogames de nova geração, o Xbox One e o PlayStation 4, e para o PC em 21 de outubro.

O game traz uma proposta diferente: um grupo de quatro jogadores selecionam heróis com habilidades únicas, participam de missões jogando com visão em primeira pessoa e devem se unir para destruir um monstro gigante. Este monstro é um quinto jogador que controlará a poderosa criatura na visão de terceira pessoa, com a visão pelas costas do personagem. O monstro pode evoluir de diferentes maneiras, dependendo do modo como o gamer utiliza seus poderes. Este esquema de jogo e chamado de “4×1” pela empresa.

O título está em desenvolvimento pelo estúdio Turtle Rock utilizando o motor gráfico CryEngine, o mesmo da série “Crysis” e de “Ryse: Son of Rome”.

Cena de 'Evolve', que chega em outubro (Foto: Divulgação/2K Games)Cena de ‘Evolve’, que chega em outubro (Foto: Divulgação/2K Games)

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Publicado por em 27 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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‘Record Run’, dos criadores de ‘Rock Band’, é jogo musical grátis para iOS

O estúdio Harmonix, que criou a série musical “Rock Band”, lançou nesta sexta-feira (9) para iPhone, iPad e iPod touch o game “Record Run”, que traz elementos de jogos como “Temple Run”, exigindo correr e coletar itens, com músicas. Assista ao vídeo de lançamendo ao lado.

O jogo, o primeiro do estúdio para dispositivos móveis (faça o download aqui), é gratuito e o jogador pode usar as músicas armazenadas no smartphone ou no tablet para usar nas fases.

O ritmo da canção muda a ação nas fases que exigem abilidade para desviar obstáculos – quanto mais perto do objeto o jogador desviar, maior será o número de pontos – usando os dedos na tela sensível ao toque. Ao mesmo tempo em que se deve desviar do que atrapalha o caminho do personagem é necessário coletar LPs para aumentar o número de pontos e também transformar o mundo, que fica com visual psicodélico. Além disso, ao coletar discos o jogador pode habilitar novos itens no jogo.

O jogo tem músicas que podem ser habilitadas mas o jogador pode usar sua lista de músicas própria. As canções, contudo, devem estar armazenadas no dispositivo e serviço de música por streaming não é compatível.

Versões para Android e outras plataformas estão em desenvolvimento e ainda não têm data de lançamento.

'Record Run' é novo game da Harmonix (Foto: Divulgação/Harmonix)‘Record Run’ é novo game da Harmonix (Foto: Divulgação/Harmonix)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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‘Record Run’, dos criadores de ‘Rock Band’, é jogo musical grátis para iOS

O estúdio Harmonix, que criou a série musical “Rock Band”, lançou nesta sexta-feira (9) para iPhone, iPad e iPod touch o game “Record Run”, que traz elementos de jogos como “Temple Run”, exigindo correr e coletar itens, com músicas. Assista ao vídeo de lançamendo ao lado.

O jogo, o primeiro do estúdio para dispositivos móveis (faça o download aqui), é gratuito e o jogador pode usar as músicas armazenadas no smartphone ou no tablet para usar nas fases.

O ritmo da canção muda a ação nas fases que exigem abilidade para desviar obstáculos – quanto mais perto do objeto o jogador desviar, maior será o número de pontos – usando os dedos na tela sensível ao toque. Ao mesmo tempo em que se deve desviar do que atrapalha o caminho do personagem é necessário coletar LPs para aumentar o número de pontos e também transformar o mundo, que fica com visual psicodélico. Além disso, ao coletar discos o jogador pode habilitar novos itens no jogo.

O jogo tem músicas que podem ser habilitadas mas o jogador pode usar sua lista de músicas própria. As canções, contudo, devem estar armazenadas no dispositivo e serviço de música por streaming não é compatível.

Versões para Android e outras plataformas estão em desenvolvimento e ainda não têm data de lançamento.

'Record Run' é novo game da Harmonix (Foto: Divulgação/Harmonix)‘Record Run’ é novo game da Harmonix (Foto: Divulgação/Harmonix)

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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26 empresas brasileiras participam da GDC, evento para criadores de games

A feira Game Developers Conference (GDC), que acontece na cidade de San Francisco, nos Estados Unidos, até a sexta-feira (21) terá 26 empresas brasileiras e mais de 50 empresários do país no evento voltado para desenvolvedores de games.

A iniciativa foi organizada pelo Projeto de Exportação Brazilian Game Developers, uma parceria da Abragames, Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos Digitais, com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

De acordo com Eliana Russi, gerente Executiva do Brazilian Game Developers, o objetivo é “abrir novas oportunidades de negócios no mercado internacional, nesse, que é o maior evento de desenvolvimento de games da América do Norte”.

No evento, os estúdios mostrarão seus trabalhos para companhias internacionais e tentarão fechar negócios. O GameConnection, a parte de negócios da GDC, tem reuniões e encontros para esta finalidade.

Veja a lista de empresas brasileiras que estarão na GDC 2014: 2MUNDOS; 44Toons Interactive; Aquiris Game Studio; Behold Studios; BigHut Games; CatNigiri; ClickJogos; DayDreamLab;
FiraGames; Fire Horse; Fisiogames; GameBiz; Insolita; Kokku; Manifesto Game Studio; Napalm; Oktagon; Palmsoft; Pandora Game Studio; Petit Fabrik Game Studio; Pocket Trap;
Sioux; Swordtales; Trendstockr; Virgo Game Studios; Webcore Games.

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Publicado por em 18 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Serviço que exibia filmes piratas na web é tirado do ar pelos criadores

Os criadores do Popcorn Time, um software que transmitia filmes por streaming, foi retirado do ar nesta sexta-feira (14) pelos próprios criadores da iniciativa, que se mantiveram anônimos. Os vídeos exibidos pelo app eram aqueles disponibilizados na internet por meio de torrents.

Em comunicado publicado no site “Medium”, os criadores sugeriram que foram ameaçados por terem criado o aplicativo.

“Nossa experiência nos colocou às portas do infindável debate sobre pirataria e direitos autorais, ameaças legais e o maquinário sombrio que nos faz sentir que estamos em perigo por fazer o que amamos. E essa é uma batalha em que nós não queremos um lugar”, escreveram.

Os vídeos exibidos pelo Popcorn eram aqueles distribuídos na internet por meio do protocolo BitTorrent, que permite que um arquivo seja transferido de uma máquina a outra sem ter que partir de um servidor. Essa tecnologia está no cerne dos sites de download de filmes, músicas e vídeos acusados de pirataria com o Pirate Bay.

Apesar disso, os criadores disseram que fazer a transmissão dos filmes transferidos por essa tecnologia não é ilegal. “Como projeto, Popcorn Time é legal. Nós checamos. Quatro vezes.”

“A pirataria não é um problema das pessoas. É um problema dos serviços. Um problema criado pela indústria que quer retratar a inovação como uma ameaça à sua antiga receita de fazer dinheiro. Parece a todos que eles não ligam”, afirmaram.

“As pessoas se arriscam a receber multas, a serem processadas e a quaisquer outras consequências apenas para assistir a um filme. Só para ter o tipo de experiência que merecem. Talvez, pedir gentilmente por alguns trocados por mês para ver qualquer filme que quiser é um pouco melhor do que isso”, completaram.

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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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É verdade que o Facebook negou emprego aos criadores do WhatsApp?

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Notícia afirma que os fundadores do WhatsApp já tentaram trabalhar no Facebook, mas não passaram nas entrevistas de emprego! Será verdade isso?

Como você já deve ter lido por aí, o Facebook adquiriu (em fevereiro de 2014) o aplicativo de troca de mensagens WhatsApp pela bagatela de 16 bilhões de dólares! Uma das maiores transações entre empresas de internet do mundo. Muito bom para um aplicativo de smartphones que surgiu há 5 anos em uma empresa que (atualmente) tem apenas 55 funcionários.

Mas o que chama a atenção é que muitos sites e blogs estão publicando o fato de que os dois fundadores da empresa adquirida pelo Facebook já foram rejeitados para trabalhar na companhia de Mark Zuckerberg!

Será verdade que antes de desenvolverem o WhastsApp, os fundadores da empresa tentaram emprego no Facebook e não conseguiram?

Cofundadores do WhatsApp tentaram trabalhar no Facebook mas foram rejeitados! Será? (fotos: Divulgação) Cofundadores do WhatsApp tentaram trabalhar no Facebook mas foram rejeitados! Será? (fotos: Divulgação)

A notícia é real!

De fato, tanto Brian Acton quanto Jan Koum tentaram arrumar emprego na empresa de Mark Zuckerberg, mas ambos foram rejeitados durante entrevistas de emprego no Facebook.

Em agosto de 2009, o cientista da computação Brian Acton (ex-funcionário do Yahoo) publicou no Twitter que tinha acabado de receber a notícia de que havia sido rejeitado pelo pessoal do Facebook, conforme podemos ver abaixo:

“O Facebook me recusou. Foi uma ótima oportunidade para me conectar com pessoas fantásticas. Ansioso pela próxima aventura da vida“.

Meses antes, em maio daquele mesmo ano, Brian também havia se lamentado no Twitter por não ter passado nos testes para trabalhar no Twitter:

“Fui recusado pela sede do Twitter. Tudo bem. Seria uma longa viagem [para trabalhar lá]“

Parece que aquele ano não estava sendo bom pra ele… Mas, como o tempo mostrou, a recusa do Facebook serviu de pontapé inicial para que Acton conhecesse um também ex-funcionário do Yahoo e, juntos, desenvolveram o aplicativo que seria vendido por 16 bilhões de dólares 5 anos depois.

A Forbes conta que o outro cofundador do WhatsApp, Jan Koum, também foi rejeitado anos atrás quando tentou uma vaga para trabalhar no Facebook.

“Nós fazemos parte do Clube dos Rejeitados pelo Facebook!”, brinca o ucraniano Jan Koum, em entrevista à Forbes!

Jan Koum e Brian Acton - fundadores do WhatsApp Jan Koum e Brian Acton – fundadores do WhatsApp

Como cada um dos cofundadores do WhatsApp ficará com cerca de U$ 3,2 bilhões, a revista chamou o “não” do Facebook como o “erro de 3 bilhões”.

Notícia real! Ambos fundadores do WhatsApp tentaram emprego no Facebook, mas foram rejeitados pela empresa. O “não” foi bom, pois eles acabaram criando um aplicativo que se transformou em bilhões em apenas 5 anos. Nem todo passo para trás significa atraso.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criadores do Angry Birds negam ter colaborado com espiões dos EUA

'Angry Birds' chega ao Facebook no dia 14 de fevereiro (Foto: Divulgação)‘Angry Birds’ na versão para Facebook
(Foto: Divulgação)

A companhia finlandesa Rovio, criadora do famoso game de celular e tablet “Angry Birds”, negou nesta terça-feira (28), em comunicado, ter colaborado de qualquer maneira com a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) para acessar as informações pessoais dos usuários do jogo.

A Rovio publicou o comunicado depois que os jornais “New York Times” e “Guardian” informaram na véspera que tanto a NSA quanto o centro de escutas do Reino Unido (GCHQ) utilizam aplicativos vulneráveis, entre eles o Angry Birds, para obter dados pessoais e a localização dos usuários.

Os jornais se basearam em documentos vazados pelo ex-consultor da NSA Edward Snowden, atualmente asilado na Rússia.

“A confiança de nossos fãs é o mais importante para nós e levamos a privacidade muito a sério. Nós não colaboramos, conspiramos nem compartilhamos dados com nenhuma agência de espionagem de lugar algum do mundo”, disse em comunicado o executivo-chefe da Rovio, Mikael Hed.

A companhia finlandesa admitiu em 2012 que reúne informação particular de seus usuários para que as empresas de publicidade online enviem anúncios, mas afirmou que não fornece informações pessoais a terceiros.

“Para proteger nossos usuários, nós, assim como todas as outras empresas que utilizam redes externas de publicidade, teremos que repensar trabalhar com essas redes se estiverem sendo utilizadas para espionar”, acrescentou Hed.

Desde o lançamento de sua primeira versão, em 2009, o Angry Birds foi baixado mais de 2 bilhões de vezes em seus vários formatos e versões, principalmente em smartphones e tablets equipados com Android ou iOS.

A marca se tornou uma franquia do entretenimento que inclui atualmente vários videogames, uma animação para a TV, um canal no YouTube e um longa de animação, cuja estreia está previsto para 2016, além de dezenas de produtos licenciados.

Os documentos liberados por Snowden mostram que, pelo menos, desde 2007, NSA e GCHQ demonstram interesse pelos dados de usuários captados por aplicativos. Em especial, o Google Maps, que registra as informações de localização dos donos do smartphone e, a partir disso, pode fornecer outras informações sobre esse indivíduo.

“Isso significa efetivamente que qualquer pessoa usando o Google Maps em um smartphone está alimentando o sistema da GCHQ”, informa um relatório da agência britânica de 2008. De acordo com os documentos publicados pelos jornais, os sistemas das agências são capazes também de interceptar dados presentes em aplicativos do Facebook, Twitter, Flick e LinkedIn.

Outro documento de 2012 inclui os códigos de computador necessários para colher os perfis gerados quando os usuários de aparelhos que rodam o sistema operacional Android jogam Angry Birds.

Um dos slides da NSA, datado de 2010, explica a ideia. “Cenário perfeito – o alvo posta uma foto em uma mídia social tirada com um dispositivo móvel. O que nós podemos conseguir?”, diz.

No slide seguinte, a própria agência fornece a resposta: é possível obter a imagem, o e-mail, o telefone, a lista de contatos do dono do telefone, e outras informações como a localização.

Desde julho de 2013, documentos da agência NSA são sistematicamente fornecidos a veículos de comunicação para dar a dimensão do alcance da espionagem cibernética do governo dos Estados Unidos.

Os programas de monitoramento geraram constrangimento ao governo dos EUA quando veio à tona que informações de que, além de alvos prioritários para manter a política de segurança nacional, o programa compreendia também líderes de países aliados, como Angela Merkel, chanceler da Alemanha, e Dilma Rousseff, presidente do Brasil, e empresas como a Petrobras.

Por isso, no último dia 17, o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou mudanças nesses programas.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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