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Professor que mostrou ‘Dançando’ a criador de ‘Just Dance’ avalia música

Há cerca de um ano, o G1 fez uma reportagem que mostrou ritmos de músicas brasileiras aos criadores do game “Just Dance”. Sem saber a lista de músicas do jogo de dança que seria lançado no final de 2013, a reportagem, ao lado do professor Silvio Carlos Batista, mostrou a canção “Dançando”, de Ivete Sangalo.

Esta é a única música brasileira no jogo da produtora francesa Ubisoft.

O que não era esperado é que a canção de Ivete mostrada na reportagem seria usada no game “Just Dance 2014”, que tem versões para Xbox One, Xbox 360, Wii, Wii U, PlayStation 3 e PlayStation4. O professor mostrou a música com sua coreografia, mas o que ele achou dos passos de dança usados pelos criadores do jogo? Confira no vídeo acima.

Música de Ivete, 'Dançando', está em 'Just Dance 2014' (Foto: Divulgação/Ubisoft)Música de Ivete, ‘Dançando’, está em ‘Just Dance
2014′ (Foto: Divulgação/Ubisoft)

Depois de dançar a música, Batista ficou bastante cansado. Ofegante, disse ao G1 que gostou da coreografia, dizendo que ela tem movimentos que não são difíceis, mas que pode queimar boas calorias. “[Os produtores] pegaram o ritmo da música, colocaram movimentos sensuais, alguns movimentos mais femininos, o que não impede os homens de jogar”, explica. “Foram usados movimentos parecidos com a coreografia que mostrei, principalmente no refrão, ao colocar a mão na cabeça e na cintura”.

Música brasileira
Na reportagem do G1 em 2013, Alkis Argyriadis, diretor criativo, e Véronique Halbrey, diretora de conteúdo, disseram ter gostado muito da música de Ivete. “Ela é bastante dramática, muito sensual, Me faz sentir uma pop star”, disse Véronique.

Já Alkis deu uma dica em sua resposta na época: “Sabemos que Ivete Sangalo é muito conhecida no Brasil e acho que ela é o tipo de artista, com este tipo especial de música que poderíamos colocar em um próximo ‘Just Dance’.”

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do ‘Flappy Bird’ cumpre promessa e retira game do ar

'Flappy Bird' é game difícil e simples que virou hit nos smartphones (Foto: Divulgação/.Gears)‘Flappy Bird’ se tornou hit entre os usuários e chegou
a faturar R$ 119 mil em anúncios
(Foto: Divulgação/.Gears)

Mantendo o aviso feito no sábado (8) por meio de seu perfil no Twitter, o desenvolvedor vietnamita Dong Nguyen removeu o sucesso “Flappy Bird” da App Store e do Google Play neste domingo (9).

Por meio de seu perfil no Twitter, Dong se limitou a dizer que “não aguentava mais”, e que não esperava que o jogo gratuito fosse fazer um sucesso tão esmagador entre os usuários.

A decisão pegou os usuários de surpresa, já que a versão para Android havia sido lançada há pouco tempo, enquanto que o jogo para iOS havia recebido uma atualização em 7/2, apenas um dia antes do anúncio de que ele seria retirado do ar.

Por volta das 16h (horário de Brasília) deste domingo, o jogo desapareceu das lojas de apps do Google e da Apple, e não pode ser mais baixado.

No entanto, usuários que conseguiram fazer o download a tempo poderão continuar jogando em seus dispositivos normalmente, porém, não receberão nenhum tipo de atualização.

“Desculpem usuários  do Flappy Bird”, mas daqui a 22 horas vou remover o Flappy Bird [das lojas de aplicativos]. Não aguento mais”, escreveu Ngyen em seu perfil no site de microblogs por volta das 17h (horário de Brasília) no sábado.

Dong chegou a frisar que “vão iria vender” o título e que a decisão não teria sido motivada por questões jurídicas. “Não é nada relacionado com questões legais. Não consigo acompanhar mais”, frisou o criador vietnamita, finalizando que ainda continua criando jogos indie na produtora “dot Gears”.

O criador do game já havia reclamado da pressão que estava sofrendo da imprensa, e pediu para que os veículos parassem de procurá-lo. “A imprensa está sobrevalorizando o sucesso dos meus jogos. É algo que eu nunca quis. Por favor, me deixem em paz”, declarou Dong Nguyen no Twitter.

Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game será retirado do ar até domingo (9) (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game seria retirado do ar no domingo (9), e cumpriu sua promessa (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)

Dificuldade lucrativa
O game, que ficou conhecido por sua dificuldade extrema e simplicidade, chegou ao topo da lista dos mais baixados em ambas as plataformas, arrecadando aproximadamente US$ 50 mil (cerca de R$ 119 mil) por dia com anúncios, afirmou o criador do jogo, o vietnamita Dong Nguyen, em entrevista ao site “The Verge”.

No game o jogador precisa controlar a altura do voo de um pássaro e desviar dos canos verdes que aparecem. Cada obstáculo superado marca um ponto. Qualquer esbarrada no cenário e é fim de jogo.

Ao “The Verge”, Nguyen disse que não pretendia soltar nenhuma atualização ou mudança para o seu jogo, já que título teria alcançado “um nível em que qualquer coisa que for acrescentada irá estragá-lo”, porém chegou a ventilar que uma sequência pode ser lançada em algum momento.

“A razão para ‘Flappy Bird’ ser tão popular é o fato de ele ser algo diferente dos jogos móveis de hoje”, comentou à época o desenvolvedor vietnamita. “E ele é um ótimo jogo para competir com os amigos”.

Nguyen afirmou à época que gastou apenas algumas noites de programação para criar “Flappy Bird” e que seu novo projeto é uma tentativa de renovar o gênero de jogos como “Jetpack Joyride”, outro fenômeno de vendas nos smartphones.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do game ‘Flappy Bird’ afirma que irá retirar o jogo do ar

'Flappy Bird' é game difícil e simples que virou hit nos smartphones (Foto: Divulgação/.Gears)‘Flappy Bird’ se tornou hit entre os usuários e chegou
a faturar R$ 119 mil em anúncios
(Foto: Divulgação/.Gears)

O desenvolvedor Dong Nguyen, criador do “Flappy Bird”, game de sucesso para smartphones e tablets iOS e Android, afirmou este sábado (8) por meio de seu perfil no Twitter que irá retirar o aplicativo do ar, sem especificar os motivos e se limitando a dizer que “não aguenta mais”.

“Desculpem usuários  do Flappy Bird”, mas daqui a 22 horas vou remover o Flappy Bird [das lojas de aplicativos]. Não aguento mais”, informou Ngyen em seu perfil no site de microblogs por volta das 17h (horário de Brasília).

Dong também frisou que “vão irá vender” o título e que a decisão não foi motivada por questões jurídicas. “Não é nada relacionado com questões legais. Não consigo acompanhar mais”, frisou o criador vietnamita, finalizando que ainda continua criando jogos indie na produtora “dot Gears”.

Na última terça-feira (4), o criador do game reclamou da pressão sofrida pela imprensa, e pediu para que os veículos parassem de procurá-lo. “A imprensa está sobrevalorizando o sucesso dos meus jogos. É algo que eu nunca quis. Por favor, me deixem em paz”, declarou Dong Nguyen no Twitter.

Ao que tudo indica, os usuários terão até as 15h deste domingo (9), pelo horário de Brasília, para baixarem o jogo em seus dispositivos.

Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game será retirado do ar até domingo (9) (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game será retirado do ar até domingo (9) (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)

O game, que ficou conhecido por sua dificuldade extrema e simplicidade, chegou ao topo da lista dos mais baixados em ambas as plataformas, arrecadando aproximadamente US$ 50 mil (cerca de R$ 119 mil) por dia com anúncios, afirmou o criador do jogo, o vietnamita Dong Nguyen, em entrevista ao site “The Verge”. O título é gratuito e ainda pode ser encontrado nas lojas virtuais App Store (clique aqui para baixar) e Google Play (acesse aqui).

No game o jogador precisa controlar a altura do voo de um pássaro e desviar dos canos verdes que aparecem. Cada obstáculo superado marca um ponto. Qualquer esbarrada no cenário e é fim de jogo.

Ao “The Verge”, Nguyen disse que não pretendia soltar nenhuma atualização ou mudança para o seu jogo, já que título teria alcançado “um nível em que qualquer coisa que for acrescentada irá estragá-lo”, porém chegou a ventilar que uma sequência pode ser lançada em algum momento.

“A razão para ‘Flappy Bird’ ser tão popular é o fato de ele ser algo diferente dos jogos móveis de hoje”, comentou à época o desenvolvedor vietnamita. “E ele é um ótimo jogo para competir com os amigos”.

Nguyen afirma ainda que gastou apenas algumas noites de programação para criar “Flappy Bird” e que seu novo projeto é uma tentativa de renovar o gênero de jogos como “Jetpack Joyride”, outro fenômeno de vendas nos smartphones.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Game ‘Flappy Bird’ arrecada R$ 119 mil por dia com anúncios, diz criador

'Flappy Bird' é game difícil e simples que virou hit nos smartphones (Foto: Divulgação/.Gears)Mesmo com alta dificuldade, ‘Flappy Bird’ virou
mania nos smartphones (Foto: Divulgação/.Gears)

O game de smartphones e tablets “Flappy Bird” tem arrecadado aproximadamente US$ 50 mil (cerca de R$ 119 mil) por dia com anúncios, afirmou o criador do jogo, o vietnamita Dong Nguyen, em entrevista ao site “The Verge”. O título é gratuito nas lojas virtuais App Store (clique aqui para baixar) e Google Play (acesse aqui), mas o jogador é obrigado a ver propagandas entre uma partida e outra.

Líder em número de downloads nos dispositivos iOS e Android, “Flappy Bird” virou mania por conta da simplicidade e do seu alto nível de dificuldade. Com sutis toques na tela, o jogador precisa controlar a altura do voo de um pássaro e desviar dos canos verdes que aparecem. Cada obstáculo superado marca um ponto. Qualquer esbarrada no cenário e é fim de jogo.

Ao “The Verge”, Nguyen diz que não pretende soltar nenhuma atualização ou mudança para o seu jogo – “‘Flappy Bird’ alcançou um nível em que qualquer coisa que for acrescentada irá estragá-lo” – mas que uma sequência pode ser lançada em algum momento.

“A razão para ‘Flappy Bird’ ser tão popular é o fato de ele ser algo diferente dos jogos móveis de hoje”, comenta o desenvolvedor vietnamita. “E ele é um ótimo jogo para competir com os amigos”.

Nguyen afirma ainda que gastou apenas algumas noites de programação para criar “Flappy Bird” e que seu novo projeto é uma tentativa de renovar o gênero de jogos como “Jetpack Joyride”, outro fenômeno de vendas nos smartphones.

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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Twitter dizia que hashtag era ‘coisa de nerd’, afirma criador do símbolo

José Lucas foi vestido de hashtag (Foto: Géssica Valentini/G1)Jovem vestido de hashtag (Foto: Géssica
Valentini/G1)

Símbolo do Twitter, que se prepara para começar a vender ações na Bolsa, as hashtags chegaram a ser rejeitadas pelo microblog, conta Chris Messina, o pai do uso da comumente chamada “jogo da velha” para tratar de temas –o nome formal é cerquilha.

As hashtag nasceram em um post de Messina de agosto de 2007: “Como vocês se sentem usando # (pound) para grupos. Como em #barcamp [msg]?”. Ele tem 32 anos e trabalha desde agosto na startup de arte digital, NeonMob. Antes, foi desenvolvedor e design da área de experiência do usuário do Google.

Percebendo o poder das hashtags, o Twitter até criou guias sobre as melhores formas de utilizá-las, mas na época em que Messina sugeriu a utilização do símbolo, apesar de parecer uma boa ideia, o microblog não achou isso. “[Twitter] me disse, ‘Essas coisas são para nerds. Elas nunca irão pegar’”, afirmou Messina ao jornal “Wall Street Journal”.

Não demorou muito, porém, para a “coisa de nerd” pegar. Em outubro de 2007, pessoas narravam um tiroteio em San Diego no Twitter. Messina entrou em contato com uma delas e sugeriu que usasse a hashtag #sandiefire. “Esse foi um dos grandes exemplos de jornalismo cidadão auxiliado pelo uso das hasgtag”, descreveu.

Em 2008, o símbolo foi usado por políticos conservadores em uma mobilização para evitar a votação de uma lei sobre energia. Recentemente, outras redes sociais como Facebook e Google+ passaram a usar a hashtag.

“Eu estou feliz de ver os Facebooks do mundo construírem sobre as hashtags, como foi com as URLs, mas de um jeito que realmente faz as conversas muito mais ricas e muito mais diversas”, disse.

A companhia não comenta o assunto nem como foi desenvolvida. Sem mencionar Messina, no entanto, afirma que as hashtags “foram criadas organicamente por usuários do Twitter como um modo de categorizar mensagens”.

Messina contou que o intuito era melhorar a experiência de escuta do Twitter e a ideia foi baseada na forma de organizar canais usada por um messenger na internet.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Criador de antivírus cria dispositivo de US$ 100 que bloqueia espionagem

O criador do antivírus McAfee, John McAfee, divulgou uma invenção que promete bloquear em PCs e smartphones qualquer tentativa de espionagem do governo sobre os usuários. Chamado de “D-Central”, a proposta do dispositivo é se comunicar com smartphones, tablets, notebooks e PCs, criando redes descentralizadas que não podem ser acessadas pelas agências.

McAfee, em discurso no sábado (28) durante um evento, disse que quer vender o aparelho por menos de US$ 100 nos Estados Unidos. “Não haverá meio de o governo dizer quem você é ou onde você está”, disse o executivo. Ele contou que trabalha com o dispositivo há anos, mas que intensificou seu desenvolvimento nos últimos meses. O protótipo final deve ser testado dentro de seis meses.

Na prática, o aparelho cria pequenas redes privadas que não podem ser acessadas por terceiros. Ele não foi feito para substituir a internet. Em vez disso, fornece redes dinâmicas que permite aos usuários se comunicarem de forma privadas e a compartilhar arquivos em segurança. O dispositivo terá um modo privado e outro público.

O “D-Central”, explicou McAfee, tem um alcance limite de três quadras e que todos dentro dessa área podem se comunicar entre si. Foi criado um sistema de proteção de dados que o executivo afirma que não poderá ser quebrado pelas agências de espionagem norte-americanas

Questões como terrorismo e crimes podem fazer com que o “D-Central” não seja comercializado. “É claro que ele pode ser usado para crimes, do mesmo modo como o telefone pode ser usar para cometer crimes”, disse. “Caso o aparelho seja banido nos EUA, podemos vendê-lo em outro país como Japão, Reino Unido ou nos países da América Latina e da Ásia”.

Ainda não há previsão de um anúncio oficial do aparelho. Entretanto, McAfee criou um site com um relógio que avisará quando o aparelho terá novas informações divulgadas (clique aqui).

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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‘Mighty No. 9’, novo game do criador de ‘Mega Man’, ganha primeiro vídeo

O game “Mighty No. 9”, do criador de “Mega Man” e “Dead Rising”, ganhou seu primeiro vídeo na segunda-feira (30). Assista ao lado.

Segundo a Comcept, estúdio responsável pelo título, o trailer foi feito usando uma versão criada em apenas sete dias e mostra um teste absolutamente inicial do jogo rodando no motor gráfico Unreal.

Lançado no site de financiamento coletivo Kickstarter em agosto, o projeto “Mighty No. 9” foi criado por Keiji Inafune, ex-funcionário da japonesa Capcom, e pedia US$ 900 mil para viabilizar o game. Até esta terça (1º), quando a campanha de arrecadação termina, o jogo já havia recebido mais de US$ 3,4 milhões em doações.

A Comcept salienta que “Mighty No. 9” “não irá necessariamente se parecer, se mover ou se comportar como nesse vídeo”, e que normalmente não mostraria algo assim já que o vídeo “não representa o game final”. No entanto, a empresa afirma acreditar que a exibição do jogo desde seus primeiros passos condiz com o espírito de colaboração do Kickstarter.

Sucessor espiritual
Em “Mighty No. 9”, o jogador irá controlar Beck, um robô muito parecido com o “Mega Man” criado por Inafune 30 anos atrás. Além de correr, pular e atirar contra inimigos em fases no estilo clássico do gênero de plataforma – no qual o personagem percorre o cenário da esquerda para a direita – Beck pode roubar as habilidades especiais dos chefões e usá-las nos próximos estágios.

Inafune afirma que “Mighty No. 9” pega os melhores aspectos dos jogos das eras 8-bit e 16-bit e usa um visual moderno, com mecânicas atuais, para criar um game que presta homenagem a “Mega Man”, servindo até mesmo como um sucessor espiritual do robô azul.

Em entrevista ao site Kotaku dos Estados Unidos, Inafune afirma que não teme um processo da Capcom por conta da similaridade de “Mighty No. 9” com “Mega Man”. “Eu não posso mudar meu estilo de trabalho. Eu mesmo criei ‘Mega Man’. Já que não posso mudar o meu estilo ou o meu espírito, caso eu crie algo parecido estou apenas fazendo o meu trabalho”.

De acordo com a página de “Mighty No. 9” no Kickstarter, o game será lançado para PC, Mac, Linux, PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U – o desenvolvimento para além dos computadores de mesa foi garantido já que o projeto superou US$ 2,5 milhões em arrecadação.

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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