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Criador da rede social Google+ anuncia sua saída da empresa

Vic Gundotra, criador da rede social Google+ (Foto: Reprodução/Google+)Vic Gundotra, criador da rede social Google+ (Foto:
Reprodução/Google+)

O executivo criador da rede social Google+ deixará o gigante da internet após desempenhar um papel-chave na empresa durante quase oito anos. Vic Gundotra anunciou na quinta-feira (24) sua saída em uma postagem no próprio Google+, dizendo que se prepara para cuidar de “assuntos pendentes”.

Além de se ocupar da rede social do Google, criada para competir com o Facebook, Gundotra é reconhecido por seu trabalho com criadores independentes cujos aplicativos são vitais na popularização de smartphones e tablets equipados com o sistema operacional Android.

“Fui muito sortudo de ter podido trabalhar com pessoas impressionantes no Google”, disse Gundotra, reconhecendo particularmente a liderança do cofundador e chefe do Google, Larry Page.

Antes, Gundotra havia trabalhado durante uma década na Microsoft, tornando-se logo um dos executivos de alto perfil do Google.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Criador da Web divulga apoio ao Marco Civil da Internet no Brasil

Tim Berners-Lee, durante passagem pelo Brasil em 2009. (Foto: G1)Tim Berners-Lee, durante passagem pelo Brasil
em 2009. (Foto: G1)

O homem tido como criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou nesta segunda-feira (24) um comunicado no qual apoia o Marco Civil da Internet no Brasil, segundo a World Wide Web Foundation.

O projeto foi criado para estabelecer direitos dos internautas brasileiros e obrigações de prestadores de serviços na web (provedores de acesso e ferramentas on-line), e deve ser votado pela Câmara dos Deputados nesta semana.

“Pessoas em todos os lugares estão demandando que seus direitos humanos sejam protegidos online. Se o Marco Civil for aprovado, sem mais adiamentos, este teria o melhor presente de aniversário possível para os usuários da web no Brasil e no mundo”, afirma o comunicado, lembrando os 25 anos da internet.

“Eu espero que com a aprovação desta lei, o Brasil solidifique sua orgulhosa reputação como um líder mundial na democracia e no progresso social, e ajude a inaugurar uma nova era – onde os direitos dos cidadãos em todos os países ao redor do mundo sejam protegidos por leis digitais de direitos.”

O comunicado acrescenta que “como a Web, o Marco Civil foi criado por seus usuários – um processo inovador, inclusivo e participativo que resultou em uma política que equilibra os direitos e responsabilidades dos indivíduos, governos e corporações que usam a internet”.

“Claro que ainda há discussões sobre algumas áreas, mas o projeto reflete a Internet como ela deveria ser: uma rede aberta, neutra e descentralizada, na qual os usuários são o motor para colaboração e inovação.  A lei tem entre seus fundamentos a garantia de direitos humanos como privacidade, cidadania e a preservação da diversidade e do propósito social da Web”, completa o texto.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Homem que seria ‘criador do Bitcoin’ e familiares criticam reportagem

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin,
Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de
casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Dorian Nakamoto, identificado pela revista “Newsweek” como criador da moeda virtual Bitcoin, fez uma negação formal, por meio de um advogado, dizendo que não tinha conhecimento da moeda antes da reportagem da publicação. Enquanto isso, o irmão dele, Arthur, está interagindo com a comunidade no site Reddit (acesse aqui), acusando a reportagem da Newsweek de ter publicado mentiras e citações fora de texto.

A reportagem da Newsweek, escrita por Leah McGrath Goodman em conjunto com investigadores, baseia-se principalmente em um perfil traçado por entrevistas com os próprios familiares. Outras evidências apresentadas pela reportagem, como semelhanças na forma de escrita, foram criticadas por pessoas que leram textos ou interagiram com “Satoshi Nakamoto” criador do Bitcoin. Segundo eles, não há semelhança alguma.

“Como essa Leah se atreve a humilhar e a violar o conforto de um velho homem de saúde debilitada que mal tem dinheiro para se alimentar e cuida gentilmente da nossa mãe de 93 em uma casa modesta?”, escreveu Arthur, referindo-se ao irmão, que já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e se recupera de uma cirurgia na próstata. Dorian não tem um emprego fixo desde 2001.

Usuários da moeda Bitcoin abriram um fundo de doação para Dorian Nakamoto que deve ser finalizado no final de março e entregue a ele. O fundo, caso Dorian seja mesmo o criador da moeda, é um agradecimento. Caso não seja, é um pedido de desculpas por todos os problemas que a atenção indesejada tem causado ao homem de 64 anos.

Dorian, por sua vez, acusou a reportagem da “Newsweek” de “falsa”. “A reportagem falsa da ‘Newsweek’ tem sido a causa de muito estresse e confusão para mim, para minha mãe de 93 anos, para meus irmãos e para suas famílias”, escreveu Dorian em sua negação oficial publicada com auxílio de um advogado. “Essa será nossa última declaração pública sobre esse assunto. Eu peço agora que respeitem nossa privacidade”, finaliza a carta, que também agredece o apoio de pessoas “nos Estados Unidos e ao redor do mundo”.

Goodman defende sua reportagem, informando que tem outras evidências não publicadas. A “Newsweek”, porém, não sinalizou que faria uma nova publicação. A reportagem que declarou Dorian como o criador do Bitcoin foi a primeira capa da revista de 81 anos na volta à publicação impressa.

O jornalista Joe Mullin, escrevendo para o site de tecnologia “Ars Technica”, acusou a “Newsweek” de ter uma “arrogância colossal” em sua reportagem. Mullin afirmou que é hora da “Newsweek” apresentar qualquer outra evidência que possui ou admitir que estava errada em uma retratação. Mullin afirma que a pressão sobre a repórter deve ter sido grande depois de dois meses trabalhando na investigação, o que pode ter contribuído para ela se convencer de que achou a pessoa certa para não admitir que todo o trabalho tinha sido em vão.

Mullin ainda acusa a repórter de ter baseado seu “achado” em estereótipos e que muitas outras pessoas poderiam se encaixar no perfil, especialmente se pessoas com outros nomes forem consideradas. Não há prova de que Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, tenha realmente esse nome. “O problema da história da Newsweek é que ela parece não ser verdade”, escreveu ele.

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do ‘Flappy Bird’ diz que game voltará à loja de aplicativos da Apple

'Flappy Bird' ainda pode ser jogado por usuários que baixaram o jogo antes de ele ser retirado do ar (Foto: Bruno Araujo/G1)‘Flappy Bird’ ainda pode ser jogado por usuários que baixaram o jogo antes de ele ser retirado do ar (Foto: Bruno Araujo/G1)

Os jogadores que ficaram órfãos quando o criador de “Flappy Bird” retirou o game das lojas de aplicativos já têm motivo para deixar de chorar. O desenvolvedor do game, Dong Nguyen, afirmou nesta quarta-feira (19) que o jogo será disponibilizado novamente pela AppStore.

A revelação foi feito pelo vietnamita em sua conta no Twitter. Há mais de um mês, Nguyen avisou que não aguentava mais e retirou o aplicativo das lojas de aplicativos. “Eu ainda não vendi o ‘Flappy Bird’, por favor não perguntem”, tuitou, em 8 de fevereiro, após informar sobre a exclusão, que ocorreu no dia seguinte.

Nesta quarta-feira, a conta no Twitter @painfullpacman perguntou: “Você irá colocar Flappy Bird de novo na AppStore?”. O desenvolveu respondeu que “sim”, mas que “não em breve”.

Outros tuiteiros começaram então a bombardear o vietnamita de questionamentos sobre quando isso irá acontecer, mas não obtiveram êxito. “Você já colocou ‘Flappy Bird’ na loja novamente?”, perguntou @samuelabiu. “Ainda não”, limitou-se a dizer Nguyen.

Depois de ser retirado das lojas de aplicativo da Apple e do Google, o jogo virou peça de colecionador entre os jogadores que possuíam o app instalado em seus smartphones e tablets.

Um internauta chegou a pedir R$ 50 mil por um smartphone Nexus 4, da LG, no Mercado Livre, que possuía o “Flappy Bird” instalado.

A exclusão das lojas de app surpreendeu porque o game chegava a render R$ 119 mil por dia com anúncios ao vietnamita.

O culto dos fãs gerou várias paródias pela internet. Um brasileiro criou um serviço para que desenvolvedores construíssem suas próprias montagens.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criador de ‘Candy Crush’ estima valor na bolsa em ao menos US$ 6,6 bi

Psicologia explica sucesso do jogo Candy Crush. (Foto: BBC)Cena de ‘Candy Crush Saga’ (Foto: BBC)

O estúdio King Digital Entertainment, criador do popular game para smartphones e tablets “Candy Crush Saga”, estima que seu valor poderá girar entre US$ 6,6 e 7,6 bilhões quando suas ações começarem a ser comercializadas na Bolsa de Nova York, afirmou a empresa nesta quarta-feira (12).

Em documento transmitido à autoridade da bolsa americana (SEC), a King afirma que a companhia e seus principais acionistas pretendem oferecer 22,2 milhões de ações a um preço de US$ 21 a 24 cada. Levando em consideração o preço, o valor do conjunto do capital da empresa oscilaria entre US$ 6,6 e 7,6 bilhões.

Fundada em 2002, a empresa anunciou no dia 18 de fevereiro a intenção de ser negociada na bolsa com uma oferta inicial de ações (IPO). A King busca conseguir capital para seu crescimento após vivenciar uma ascensão meteórica nos últimos anos.

Seu volume de negócios passou de US$ 164 milhões em 2012 a US$ 1,88 bilhão em 2013, segundo o documento transmitido à SEC. No mesmo intervalo, o lucrou subiu de US$ 7,8 milhões para US$ 567,6 milhões.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do Bitcoin quebra silêncio e nega ser ‘Dorian Nakamoto’

Perfil ligado a criador da moeda virtual Bitcoin nega ser Dorian Sakamoto, (Foto: Reprodução)Identidade on-line de criador do Bitcoin nega ser
Dorian Sakamoto, conforme afirmou a ‘Newsweek’ na
quinta-feira (6).  (Foto: Reprodução/P2P Foundation)

Uma reportagem da revista “Newsweek”, publicada na quinta-feira (6), identifica Satoshi Nakamoto, o criador da moeda virtual Bitcoin, como Dorian Prentice Satoshi Nakamoto, um japonês de 64 anos que mora nos Estados Unidos. Agora, identidades on-line de Satoshi Nakamoto, as mesmas que fizeram anúncios sobre o Bitcoin, quebraram um silêncio de quatro anos apenas para dizer: “eu não sou Dorian Nakamoto”.

O próprio Dorian, que não quis falar com a “Newsweek” – ele chamou a polícia quando a repórter o procurou em sua residência -, conversou com um repórter da agência de notícias Associated Press. Cercado por repórteres em sua casa, Dorian disse: “não, não, não, mil vezes não. Não estou envolvido com Bitcoin. Eu quero um almoço grátis então eu vou com esse cara”, referindo-se ao repórter da AP, Ryan Nakashima.

Durante a entrevista, Dorian negou completamente estar envolvido com Bitcoin. Ele disse que nunca tinha ouvido falar da moeda virtual até que seu filho o questionou sobre o assunto depois de ter sido contatado pela repórter da “Newsweek”.

Sobre ele ter dito “eu não estou mais envolvido nisso”, Nakamoto, que ainda parece falar inglês com sotaque, explica que se referiu ao campo da engenharia como um todo. “Eu não estou mais envolvido com a engenharia”, afirmou.

Para Leah McGrath Goodman, a jornalista da “Newsweek”, que defendeu sua reportagem, não havia dúvida sobre o contexto da conversa e que Dorian estaria se referindo ao Bitcoin.

O anúncio original do Bitcoin, publicado em fevereiro de 2009, agora conta com um comentário (veja aqui) da mesma conta de “Satoshi Nakamoto”, criador da moeda, dizendo “eu não sou Dorian Nakamoto”. O criador do Bitcoin desapareceu da web pouco após a criação da moeda, deixando o Bitcoin nas mãos de colaboradores.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Reportagem identifica Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Investigando registros de japoneses que se mudaram para os Estados Unidos, a publicação “Newsweek” conseguiu identificar o criador da moeda virtual Bitcoin – Satoshi Nakamoto – em uma reportagem publicada nesta quinta-feira (6).

A origem do Bitcoin era o principal mistério da moeda virtual. Muitas hipóteses foram sugeridas, inclusive a de que Nakamoto seria na verdade não um indivíduo, mas um grupo de pessoas com possível ligação ao setor financeiro europeu.

Nakamoto tem 64 anos e mora com a mãe Akiko, de 93 anos, em Temple City, na Califórnia. Seu principal hobby é o ferromodelismo e, segundo a família, o programador sempre foi um libertário desconfiado do governo e dos grandes bancos, principalmente depois que a casa da família foi tomada por um banco na década de 90.

A jornalista Leah McGrath Goodman tentou falar pessoalmente com Nakamoto, que imediatamente chamou a polícia. “Não estou mais envolvido e não posso falar sobre isso. Foi entregue a pessoas, elas estão no comando agora. Eu não tenho mais ligação”, disse o programador. A conversa estava terminada com o que foi, na prática, uma admissão do envolvimento do programador com a moeda.

Antes de tentar essa conversa pessoalmente, a repórter já estava em contato com Nakamoto. Eles conversavam, por e-mail, sobre ferromodelismo. Quando o assunto do Bitcoin surgiu, Nakamoto parou de responder.

Por ter participado do Bitcoin logo no início, em 2009, Nakamoto detém milhares de bitcoins, que já chegaram a ser avaliados em mais de um bilhão de dólares. Hoje, a fortuna dele vale cerca de US$ 500 milhões (R$ 1,1 bilhão).

Ainda não se sabe por que Nakamoto não usa esse dinheiro. A família do programador, ouvida pela reportagem da “Newsweek”, nem sabia do envolvimento dele com o Bitcoin. A jornalista pediu que os familiares conversassem com ele sobre isso. Ele negou. Ninguém, no entanto, duvidou que ele possa ser o criador da moeda. Nakamoto foi descrito como muito inteligente e reservado. Ele também teria trabalhado em projetos confidenciais.

“O que você não sabe sobre ele é que ele trabalhou em coisas confidenciais. A vida dele foi um branco total por um tempo. Você não vai conseguir falar com ele. Ele negará tudo. Não admitirá ter começado o Bitcoin”, disse o irmão mais novo Arthur Sakamoto. “Ele é a única pessoa que conheço que foi a uma entrevista de emprego, chamou o entrevistador de idiota e provou o que disse”, conta o irmão.

Para Gavin Andresen, programador chefe do Bitcoin, Nakamoto pode querer evitar o envolvimento com a moeda para também evitar a imprensa, ou a “fama”, que resultaria. Seria uma possível explicação para os milhares de bitcoins que Nakamoto possui e que estão, na prática, fora de circulação. Andresen não acredita que as chaves criptográficas, necessárias para o uso das moedas, foram perdidas. “Ele é muito disciplinado”, disse.

Nakamoto mora nos Estados Unidos desde 1959, quando a mãe se casou pela segunda vez. Aos 23 anos, ele mudou seu nome para “Dorian Prentice Satoshi Nakamoto” e passou a assinar como “Dorian S. Nakamoto”.

Nakamoto tem seis filhos. Ilene Mitchell, filha do programador, contou uma brincadeira que pode resumir a personalidade do seu pai. “Ele dizia: finja que as agências do governo estão atrás de você. E eu me escondia no armário”.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Professor que mostrou ‘Dançando’ a criador de ‘Just Dance’ avalia música

Há cerca de um ano, o G1 fez uma reportagem que mostrou ritmos de músicas brasileiras aos criadores do game “Just Dance”. Sem saber a lista de músicas do jogo de dança que seria lançado no final de 2013, a reportagem, ao lado do professor Silvio Carlos Batista, mostrou a canção “Dançando”, de Ivete Sangalo.

Esta é a única música brasileira no jogo da produtora francesa Ubisoft.

O que não era esperado é que a canção de Ivete mostrada na reportagem seria usada no game “Just Dance 2014”, que tem versões para Xbox One, Xbox 360, Wii, Wii U, PlayStation 3 e PlayStation4. O professor mostrou a música com sua coreografia, mas o que ele achou dos passos de dança usados pelos criadores do jogo? Confira no vídeo acima.

Música de Ivete, 'Dançando', está em 'Just Dance 2014' (Foto: Divulgação/Ubisoft)Música de Ivete, ‘Dançando’, está em ‘Just Dance
2014′ (Foto: Divulgação/Ubisoft)

Depois de dançar a música, Batista ficou bastante cansado. Ofegante, disse ao G1 que gostou da coreografia, dizendo que ela tem movimentos que não são difíceis, mas que pode queimar boas calorias. “[Os produtores] pegaram o ritmo da música, colocaram movimentos sensuais, alguns movimentos mais femininos, o que não impede os homens de jogar”, explica. “Foram usados movimentos parecidos com a coreografia que mostrei, principalmente no refrão, ao colocar a mão na cabeça e na cintura”.

Música brasileira
Na reportagem do G1 em 2013, Alkis Argyriadis, diretor criativo, e Véronique Halbrey, diretora de conteúdo, disseram ter gostado muito da música de Ivete. “Ela é bastante dramática, muito sensual, Me faz sentir uma pop star”, disse Véronique.

Já Alkis deu uma dica em sua resposta na época: “Sabemos que Ivete Sangalo é muito conhecida no Brasil e acho que ela é o tipo de artista, com este tipo especial de música que poderíamos colocar em um próximo ‘Just Dance’.”

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do ‘Flappy Bird’ cumpre promessa e retira game do ar

'Flappy Bird' é game difícil e simples que virou hit nos smartphones (Foto: Divulgação/.Gears)‘Flappy Bird’ se tornou hit entre os usuários e chegou
a faturar R$ 119 mil em anúncios
(Foto: Divulgação/.Gears)

Mantendo o aviso feito no sábado (8) por meio de seu perfil no Twitter, o desenvolvedor vietnamita Dong Nguyen removeu o sucesso “Flappy Bird” da App Store e do Google Play neste domingo (9).

Por meio de seu perfil no Twitter, Dong se limitou a dizer que “não aguentava mais”, e que não esperava que o jogo gratuito fosse fazer um sucesso tão esmagador entre os usuários.

A decisão pegou os usuários de surpresa, já que a versão para Android havia sido lançada há pouco tempo, enquanto que o jogo para iOS havia recebido uma atualização em 7/2, apenas um dia antes do anúncio de que ele seria retirado do ar.

Por volta das 16h (horário de Brasília) deste domingo, o jogo desapareceu das lojas de apps do Google e da Apple, e não pode ser mais baixado.

No entanto, usuários que conseguiram fazer o download a tempo poderão continuar jogando em seus dispositivos normalmente, porém, não receberão nenhum tipo de atualização.

“Desculpem usuários  do Flappy Bird”, mas daqui a 22 horas vou remover o Flappy Bird [das lojas de aplicativos]. Não aguento mais”, escreveu Ngyen em seu perfil no site de microblogs por volta das 17h (horário de Brasília) no sábado.

Dong chegou a frisar que “vão iria vender” o título e que a decisão não teria sido motivada por questões jurídicas. “Não é nada relacionado com questões legais. Não consigo acompanhar mais”, frisou o criador vietnamita, finalizando que ainda continua criando jogos indie na produtora “dot Gears”.

O criador do game já havia reclamado da pressão que estava sofrendo da imprensa, e pediu para que os veículos parassem de procurá-lo. “A imprensa está sobrevalorizando o sucesso dos meus jogos. É algo que eu nunca quis. Por favor, me deixem em paz”, declarou Dong Nguyen no Twitter.

Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game será retirado do ar até domingo (9) (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game seria retirado do ar no domingo (9), e cumpriu sua promessa (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)

Dificuldade lucrativa
O game, que ficou conhecido por sua dificuldade extrema e simplicidade, chegou ao topo da lista dos mais baixados em ambas as plataformas, arrecadando aproximadamente US$ 50 mil (cerca de R$ 119 mil) por dia com anúncios, afirmou o criador do jogo, o vietnamita Dong Nguyen, em entrevista ao site “The Verge”.

No game o jogador precisa controlar a altura do voo de um pássaro e desviar dos canos verdes que aparecem. Cada obstáculo superado marca um ponto. Qualquer esbarrada no cenário e é fim de jogo.

Ao “The Verge”, Nguyen disse que não pretendia soltar nenhuma atualização ou mudança para o seu jogo, já que título teria alcançado “um nível em que qualquer coisa que for acrescentada irá estragá-lo”, porém chegou a ventilar que uma sequência pode ser lançada em algum momento.

“A razão para ‘Flappy Bird’ ser tão popular é o fato de ele ser algo diferente dos jogos móveis de hoje”, comentou à época o desenvolvedor vietnamita. “E ele é um ótimo jogo para competir com os amigos”.

Nguyen afirmou à época que gastou apenas algumas noites de programação para criar “Flappy Bird” e que seu novo projeto é uma tentativa de renovar o gênero de jogos como “Jetpack Joyride”, outro fenômeno de vendas nos smartphones.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do game ‘Flappy Bird’ afirma que irá retirar o jogo do ar

'Flappy Bird' é game difícil e simples que virou hit nos smartphones (Foto: Divulgação/.Gears)‘Flappy Bird’ se tornou hit entre os usuários e chegou
a faturar R$ 119 mil em anúncios
(Foto: Divulgação/.Gears)

O desenvolvedor Dong Nguyen, criador do “Flappy Bird”, game de sucesso para smartphones e tablets iOS e Android, afirmou este sábado (8) por meio de seu perfil no Twitter que irá retirar o aplicativo do ar, sem especificar os motivos e se limitando a dizer que “não aguenta mais”.

“Desculpem usuários  do Flappy Bird”, mas daqui a 22 horas vou remover o Flappy Bird [das lojas de aplicativos]. Não aguento mais”, informou Ngyen em seu perfil no site de microblogs por volta das 17h (horário de Brasília).

Dong também frisou que “vão irá vender” o título e que a decisão não foi motivada por questões jurídicas. “Não é nada relacionado com questões legais. Não consigo acompanhar mais”, frisou o criador vietnamita, finalizando que ainda continua criando jogos indie na produtora “dot Gears”.

Na última terça-feira (4), o criador do game reclamou da pressão sofrida pela imprensa, e pediu para que os veículos parassem de procurá-lo. “A imprensa está sobrevalorizando o sucesso dos meus jogos. É algo que eu nunca quis. Por favor, me deixem em paz”, declarou Dong Nguyen no Twitter.

Ao que tudo indica, os usuários terão até as 15h deste domingo (9), pelo horário de Brasília, para baixarem o jogo em seus dispositivos.

Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game será retirado do ar até domingo (9) (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)Dong Nguyen afirmou em seu perfil no Twitter que game será retirado do ar até domingo (9) (Foto: Reprodução/Twitter/dongatory)

O game, que ficou conhecido por sua dificuldade extrema e simplicidade, chegou ao topo da lista dos mais baixados em ambas as plataformas, arrecadando aproximadamente US$ 50 mil (cerca de R$ 119 mil) por dia com anúncios, afirmou o criador do jogo, o vietnamita Dong Nguyen, em entrevista ao site “The Verge”. O título é gratuito e ainda pode ser encontrado nas lojas virtuais App Store (clique aqui para baixar) e Google Play (acesse aqui).

No game o jogador precisa controlar a altura do voo de um pássaro e desviar dos canos verdes que aparecem. Cada obstáculo superado marca um ponto. Qualquer esbarrada no cenário e é fim de jogo.

Ao “The Verge”, Nguyen disse que não pretendia soltar nenhuma atualização ou mudança para o seu jogo, já que título teria alcançado “um nível em que qualquer coisa que for acrescentada irá estragá-lo”, porém chegou a ventilar que uma sequência pode ser lançada em algum momento.

“A razão para ‘Flappy Bird’ ser tão popular é o fato de ele ser algo diferente dos jogos móveis de hoje”, comentou à época o desenvolvedor vietnamita. “E ele é um ótimo jogo para competir com os amigos”.

Nguyen afirma ainda que gastou apenas algumas noites de programação para criar “Flappy Bird” e que seu novo projeto é uma tentativa de renovar o gênero de jogos como “Jetpack Joyride”, outro fenômeno de vendas nos smartphones.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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