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Cresce mistério sobre paradeiro do polêmico prefeito de Toronto

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O paradeiro do polêmico prefeito de Toronto, Rob Ford, continua sendo um mistério quase uma semana depois que o político anunciou estava deixando o cargo, após aparecer um novo vídeo em que consome crack.

Vários veículos de imprensa locais disseram nesta terça-feira (6) que na semana passada Ford voou em um avião particular para Chicago, onde pode ter iniciado um tratamento de reabilitação por alcoolismo. Antes de entrar oficialmente nos Estados Unidos, ele teria voltado  ao Canadá.

O consulado geral do Canadá em Chicago confirmou ao jornal “The Globe and Mail” que Ford “voluntariamente retirou seu pedido de entrada nos Estados Unidos” e que as autoridades americanas “não negaram, tecnicamente, a entrada” do prefeito de Toronto no país.

Ford, um político populista conservador que ficou com a prefeitura de Toronto em 2010 com um programa de cortes massivos de despesas, protagonizou vários incidentes nos últimos anos, muitos deles relacionados ao consumo de álcool e de drogas.

Em maio do ano passado, vários jornais revelaram a existência de um vídeo em posse de narcotraficantes de Toronto no qual Ford aparece fumando crack e faz vários insultos homofóbicos contra políticos canadenses.

Rob Ford, prefeito de Toronto, diz que precisa de ajuda profissional para se livrar do álcool (Foto: AP/The Canadian Press)Rob Ford, prefeito de Toronto, diz que precisa de ajuda profissional para se livrar do álcool (Foto: AP/The Canadian Press)

Durante seis meses, Ford negou a existência do vídeo e o consumo de drogas. Seu irmão, Doug Ford, vereador em Toronto, chegou a afirmar que o prefeito não consumia drogas nem álcool, apesar de o político ter aparecido em eventos públicos com evidentes sinais de embriaguez.

Em novembro de 2013, a polícia de Toronto confirmou que tinha em seu poder o vídeo de Ford consumindo a droga.

Ford, que pertence a um rica família conservadora ligada ao Partido Conservador do primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, se viu forçado a reconhecer que tinha mentido sobre seu consumo de drogas e sobre o vídeo.

Durante uma série de entrevistas para reformular sua imagem, Ford declarou que havia experimentado uma ‘epifanía’ e que tinha deixado de consumir álcool e iniciado um programa para melhorar sua “saúde”.

No começo do ano, no entanto, o político foi visto mais uma vez embriagado em público.

Na semana passada tornou-se pública a existência de outro vídeo, gravado no final de abril, no qual Ford consome crack novamente na companhia de sua irmã, e de uma gravação de áudio na qual completamente ébrio profere insultos misóginos, racista e homófobos.

Após a aparição dessas gravações, Ford emitiu um comunicado no qual reconheceu seu alcoolismo, embora tenha ignorado o consumo de drogas, e anunciou que estava abandonando temporariamente seu cargo de prefeito e suspendendo a campanha por sua reeleição.

Os porta-vozes de Ford disseram que o prefeito se internaria ‘em uma das melhores instalações da América do Norte’ para tratar o alcoolismo, mas se negaram a identificar o centro.

Desde então, nem a família nem o advogado da Ford revelaram o lugar onde está o polêmico empresário e político ou quando voltará a seu cargo.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Número de servidores sem concurso cresce 9,9% em um ano nos estados

O número de cargos comissionados na administração pública dos estados aumentou 9,9% em 2013 em relação a 2012, segundo Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic), divulgada nesta quinta-feira (13) com base nos dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. O quadro total registrado em 2013 é de 115,5 mil servidores comissionados, sendo 83,9 mil na administração direta e 31,6 mil na indireta. O número representa 10.386 novos servidores que foram contratados sem concurso público em um ano.

A pesquisa tem por objetivo traçar um perfil sobre as gestões estaduais em áreas prioritárias. Este ano, foram abordados recursos humanos, saúde, meio ambiente, política de gênero, assistência social, segurança alimentar e inclusão produtiva.

Ainda segundo o estudo, de 2012 para 2013, diminuiu em 23,7% o número de funcionários atuando na administração indireta dos estados, que correspondem àqueles que trabalham em autarquias, empresas públicas e fundações que fornecem serviços de interesse público. Se em 2012 havia 510.554 pessoas atuando nesse setor, em 2013, esse número foi reduzido para 389.417. Já o número de servidores públicos estaduais, que atuam na administração direta dos estados, aumentou, passando de 2.618.369 para 2.731.182.

Levando em conta o  quadro total dos funcionários estaduais, tanto da administração direta quanto indireta, houve uma redução de 0,3% nos recursos humanos: em 2013, havia ao todo 8.324 servidores a menos do que em 2012.

Saúde
A pesquisa também concluiu que os estados brasileiros que mais destinaram recursos à saúde foram Tocantins, que reservou para a área 16,9% do orçamento total do estado, Minas Gerais (16,3%) e Pernambuco (16,2%). Os que menos investiram em saúde foram Paraná (9%), Mato Grosso do Sul (8,7%) e Rio de Janeiro (7,2%).

A pesquisa mostrou que, em 2013, mais da metade das unidades federativas tinham contratos com organizações sociais para prestação de serviços de saúde. No total, 17 unidades federativas contrataram as organizações sociais, que são entidades privadas que prestam serviços de interesse público.

Meio ambiente
Em nove estados brasileiros, não existia em 2013 uma secretaria estadual exclusiva para tratar dos temas relativos ao meio ambiente, de acordo com a Estadic. Nessas unidades, a gestão do meio ambiente é feita em secretarias que também tratam de áreas como ciência e tecnologia, planejamento, recursos hídricos e desenvolvimento sustentável.

As principais atividades desses órgãos no ano passado foram as de gestão de recursos florestais (exercida por 77,8% dos órgãos), de recursos hídricos (exercida por 66,7%) e de recursos pesqueiros (exercida por 33,3%). Das 27 unidades federativas, 14 possuem um órgão destinado a produzir estatísticas ambientais.

Nove das unidades federativas firmaram contratos de terceirização para a realização de atividades relativas à gestão ambiental, como fiscalização e monitoramento.

A média de repasse de recursos financeiros dos estados para o meio ambiente foi de 2,24% dos orçamentos totais das unidades federativas. O repasse proporcionalmente mais baixo foi o de Goiás, que correspondeu a 0,13% do orçamento estadual. Já o repasse mais alto foi o de Minas Gerais, de 7% do orçamento estadual.

Política de Gênero
Em 11 unidades federativas brasileiras, as políticas de gênero são tratadas por uma secretaria estadual exclusiva, segundo informações coletadas pelo IBGE. Nesse sentido, houve um avanço em relação a 2012, quando apenas nove estados tinham essa estrutura.

Se, em 2012, São Paulo era o único estado que não apresentava nenhuma estrutura voltada para a gestão do tema no âmbito estadual, em 2013, todas as unidades federativas contemplavam o tema, tendo São Paulo criado um setor com esse objetivo subordinado à Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania.

Porém, quanto aos recursos destinados à área, a situação piorou. Oito unidades da federação não tiveram nenhum orçamento específico em 2013. No ano anterior, apenas quatro estados apresentaram essa situação. Pernambuco foi o estado com maior orçamento para a área no período analisado: R$ 21,7 milhões.

Quanto às políticas de enfrentamento da violência contra a mulher, em 2013, havia 421 delegacias especializadas no atendimento à mulher em todo o país. Estados como Rondônia, Amazonas e Roraima possuíam apenas uma delegacia do tipo. Quatro unidades federativas não apresentavam nenhum Centro Especializado em Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Ceam).

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Cresce o número de vítimas em confrontos no Afeganistão, diz ONU

O número de vítimas na Guerra do Afeganistão subiu 14% em 2013, de acordo com um relatório das Nações Unidas (ONU) divulgado neste sábado (14).

O documento aponta a retirada gradual das tropas dos países estrangeiros do território afegão como um dos motivos para a escalada do índice. Segundo a ONU, a saída das tropas teria enfraquecido o governo do Afeganistão.

“A nova tendência em 2013 de aumento no número de vítimas civis, incluindo mais mulheres e crianças, reflete que a dinâmica do conflito está mudando ao longo dos anos”, disse a ONU.
2013 foi o pior ano para mulheres e crianças dos últimos quatro anos, com o número de mortos e feridos no confronto aumentando em mais de um terço a partir de 2012.

Os combates entre o governo e os insurgentes foram responsáveis por 27% das, e a maioria não pode ser atribuída a um dos lados.

Isso reflete que os confrontos no Afeganistão estão se travando cada vez mais em comunidades civis e áreas povoadas, disse a ONU.

A arma mais letam empregada foi o dispositivo explosivo improvisado (IED), ou bombas detonadas por insurgentes em áreas públicas, tais como mercados, estradas e prédios do governo.

Bombas foram as responsáveis por um terço do número total de civis atingidos. Segundo a ONU, 2.959 mortes e 5.656 feridos foram vítimas deste tipo de artefato.

Embora ambos os lados do conflito tenham sido responsáveis pelo aumento no número de vítimas no ano passado, as Nações Unidas atribuíram cerca de três quartos das mortes para os talibãs.

“Declarações sobre a proteção de civis pela liderança Talibã não são o suficiente para acabar com a matança e ferimento de civis afegãos inocentes”, disse o representante especial da ONU Ján Kubi, em um comunicado.

“O que é necessário é que o Talibã pare de atacar civis deliberadamente e de usar IEDS indiscriminadamente.”

Impunidade
O relatório aponta que as forças internacionais são responsáveis por 3% das mortes no país, a maior parte delas provocadas por ataques aéreos.

Apesar de representar apenas uma fração do total de mortes, estes ataques são uma grande fonte de tensão entre o presidente Hamid Karzai e os Estados Unidos.
O relatório da ONU apontou  54 operações aéreas em 2013 que resultaram em mortes de civis. O número representa uma queda de 10% do número de casos desse tipo, em comparação com 2012, mas manteve mulheres e crianças como quase metade das vítimas.
Dos 54 casos, 19 foram por veículos aéreos não tripulados. O número de vítimas civis desde que os chamados drones foram empregados do que triplicou desde 2012, disse a ONU.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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TV paga cresce 11,31% em 2013 e chega a 18 milhões de assinantes

Os serviços de TV por assinatura no Brasil registraram crescimento de 11,31% em 2013 em relação ao ano anterior, atingindo 18,02 milhões de assinaturas em dezembro. Os dados do setor foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A agência estima que, considerando o número médio de 3,2 pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE, o setor de TV paga fechou o ano de 2013 atendendo a aproximadamente 57,66 milhões de brasileiros.

Em dezembro, o grupo Net/Embratel manteve-se na liderança do mercado de TV paga, com fatia de 53,61% (9,6 milhões de acessos). Em seguida estão Sky/Directv (29,81%), Oi (4,60%), GVT (3,76%) e Telefônica (3,30%). O segmento ainda conta com o conjunto de empresas com participação de mercado inferior a 1%, como Viacabo, Algar, Nossa TV, TV Cidade, Jangadeiro e Cabo Serviços.

O Sudeste é a região do país com maior concentração de assinantes de TV paga, com 11,11 milhões em dezembro de 2013. A segunda maior concentração está na Região Sul, com 2,74 milhões de acessos. A lista registra ainda o Nordeste, com 2,12 milhões de assinantes, o Centro-Oeste, com 1,25 milhão, e o Norte, com 785 mil.

Os serviços de TV por assinatura são prestados com diferentes tecnologias. O padrão tecnológico com transmissão por satélite (DTH) atendeu, em dezembro, 61,75% dos assinantes. O setor ainda utiliza a tecnologia a cabo, que respondeu por 38,12% das assinaturas. Em parcela residual do mercado estão outras duas tecnologias, uma delas usa a transmissão de imagem por micro-ondas (MMDS) e a outra, por faixa UHF (TVA). Juntas as duas reúnem menos de 1% dos assinantes atendidos.

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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Cresce quantidade de conchas às margens do Lago Paranoá, no DF

Moluscos encontrados no Lago Paranoá, em Brasília (Foto: TV Globo/ Reprodução)Moluscos achados no Lago Paranoá, em Brasília
(Foto: TV Globo/ Reprodução)

Técnicos da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), constataram um aumento na quantidade de conchas encontradas às margens do Lago Paranoá. Os caramujos são trazidos pela correnteza dos rios e se reproduzem na água.

As conchas têm diversos formatos e variam entre o marrom e o amarelo. Em seu interior, abrigam um molusco apreciado pela culinária asiática, principalmente a chinesa.

Relativamente frágeis, os moluscos gostam de águas calmas e com alta taxa de oxigenação e não sobrevivem em locais poluídos. A expectativa de vida da espécie é de 4 a 5 anos e a sua concha pode atingir até 4 centímetros.

Segundo a bióloga Carolina Puppim, apesar de parecerem inofensivos, os caramujos podem transmitir doenças.

“Algumas conchas podem ser foco de esquissostomose ou foco de parasitas. Se a criança coloca na boca pode ser um perigo”, disse.

Os pequenos moluscos chegaram ao Brasil na década de 1960. Acredita-se que vieram na água de lastro dos navios cargueiros. Para equilibrar as embarcações, os porões eram inundados com água doce do local, no caso, países da Ásia. Ao chegar ao Brasil, a água era jogada fora para dar espaço à carga. Os marinheiros nem imaginavam, mas tinham acabado de trazer para o país uma nova espécie de molusco.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Velocidade da internet cresce, mas Brasil cai para 84º em ranking mundial

Apesar de a velocidade da internet no Brasil crescer 10% no terceiro trimestre de 2013, o país caiu no ranking da Akamai “Estado da Internet”, divulgado nesta terça-feira (11). Em uma lista de 239 países, o Brasil escorregou quatro posições e agora ocupa o 84º lugar, com velocidade média de 2,7 Megabit por segundo (Mbps).

O levantamento considera 239 países ou regiões, porém, o ranking de velocidade média global tem apenas 140. Isso acontece pois ele considera apenas os países que tenham mais de 25 mil endereços IPs conectados à rede Akamai.

A velocidade média do Brasil foi de 2,7 Mbps é 10% maior que os 2,4 Mbps registrados no segundo trimestre de 2013. Em relação ao terceiro trimestre de 2012, o incremento foi de 19%. Ainda assim, porém, a taxa brasileira ficou abaixo da média global, que cresceu 10%, e chegou a 3,6 Mbps.

Ter uma velocidade de internet ainda abaixo da média mundial associado ao fato de outros 121 países terem elevado suas taxas podem explicar porque, a despeito do avanço, o Brasil caiu quatro posições no ranking mundial.

Na ponta da lista, a velocidade não para de crescer. Dentre os dez países que possuem a maior velocidade de internet, sete aumentaram suas taxas de transferência.

Hong Kong, primeiro país da lista, elevou a velocidade em 0,5%, para 65,4 Mbps; Coréia do Sul e Israel aceleraram 19%, para 63,6 Mbps e 47,7 Mbps, respectivamente.

Em relação à média de picos de conexão, o Brasil atingiu os 16,7 Mbps, queda de 10% em relação ao segundo trimestre de 2013. No mundo, o pico chegou a uma velocidade média de 17,9 Mbps.

Conexões móveis
A pesquisa da Akamai também mensura a velocidade de conexão da internet móvel no mundo. Entre julho e setembro, houve uma variação entre 0,6 Mbps e 9,5 Mbps no mundo. No Brasil, a velocidade média ficou em 1,4 Mbps.

Nos picos de conexão, a velocidade da internet móvel no mundo chegou a 49,8 Mbps.

O país foi o que mais cresceu no mundo em número de endereços de IPv4 no período estudado pela Akamai.

Dos 8 milhões de novos endereços surgidos no período analisado pela Akamai, 3,3 milhões foram criados no Brasil, um volume que representa um aumento de 11% em relação ao trimestre anterior.

Ao todo, mais de 760 milhões de endereços no mundo todo estiveram conectados à rede da Akamai.

Ataques
O Brasil também teve destaque no ranking que mede a origem dos ataques na internet. Com crescimento de 1,8%, o país foi o 6º que mais originou pragas virtuais.

Durante o período analisado, o relatório identificou tráfego de ataques a partir de 185 países ou regiões, dez a mais do que o verificado no trimestre passado. Os três primeiros países deste ranking são China, com 35%, Indonésia, com 20% e Estados Unidos, com 11% dos ataques.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ameaça de hackers cresce diante da falta de especialistas em segurança

As ameaças de hackers atingiram “níveis alarmantes” em 2013, segundo um relatório de segurança da empresa Cisco divulgado na quinta-feira (16), no qual adverte para a falta de profissionais bem preparados para proteger redes e computadores.

A Cisco destacou que os ataques informáticos atingiram os maiores níveis desde que o problema começou a ser acompanhado no ano 2000 e destacou que a tecnologia e as táticas dos criminosos cibernéticos superaram a habilidade dos profissionais de segurança.

O problema é que a maioria das organizações carecem de pessoal ou de sistemas para detectar o conter os ciberataques rapidamente, afirmam.

“Os especialistas devem entender os agressores, suas motivações e seus métodos antes, durante e depois do ataque”, destacou o encarregado do departamento de segurança da Cisco Threat Response Intelligence.

Apesar de o informe desenhar um panorama difícil, a companhia americana informou que “há esperança em restaurar a confiança das pessoas, instituições e tecnologias e isto começa enriquecendo os encarregados da segurança em conhecimentos reais sobre a expansão dos ataques”.

As táticas dos hackers incluem fraudes praticadas contra os usuários para que revelem senhas e outras informações confidenciais, como dados pessoais ou financeiros.

A linguagem Java continua sendo a mais usada pelos piratas, segundo a Cisco, que alertou para um “crescimento significativo” de ataques contra as indústrias agrícola e de mineração, enquanto é registrado um aumento contínuo nos setores de energia, petróleo e gás.

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Publicado por em 19 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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