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Modelo All in One é a aposta da Itautec para o mercado corporativo

AL2010 tem tela de 20 polegadas widescreen e opção de mouse e teclado sem fio, além acesso Wi-Fi e saída/entrada HDMI.

06 de dezembro de 2012 – 09h00

A Itautec anunciou o lançamento do desktop All In One AL2010 para o segmento corporativo. O modelo tem tela de 20 polegadas widescreen e opção de mouse e teclado sem fio, além acesso Wi-Fi.  

De acordo com a empresa, outro ponto importante para o usuário corporativo é a redução no consumo de energia elétrica: por ser um produto integrado, tem consumo menor do que a soma de um gabinete desktop a um monitor avulso nas mesmas dimensões. O modelo tem tecnologia Vision, presente no processador AMD E2-1800 da família Brazos 2.0, que diminui o consumo em operação de acordo com o nível de utilização do equipamento.  

A saída HDMI permite projetar imagens em um monitor ou TV no modo dual vídeo. Já a entrada HDMI possibilita o uso como monitor para uma fonte de vídeo externa. Recursos nativos do Itautec AL2010 incluem o controlador de vídeo AMD Radeon HD 7340, compatível com a tecnologia DirectX 11. O desktop também traz webcam e microfone embutidos.

A nova geração possui duas portas USB 3.0, uma delas equipada com a tecnologia Super Charger, que recarrega até três vezes mais rápido do que uma USB comum e permite a recarga de dispositivos compatíveis mesmo com o AL2010 desligado, afirma a empresa.

O Itautec AL2010 tem preço sugerido a partir de 1,7 mil reais, e pode ser adquirido pela área de vendas corporativas da Itautec.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud Computing e a guerra fria no mercado de software corporativo

Empresas do Vale do Silício que produzem aplicativos de negócios na nuvem disputam o território com fabricantes tradicionais.

Em um discurso convincente na semana passada na conferência AIIM, em Nova Orleans, (EUA), o CIO Laurence Hart do AIIM (The Global Community of Information Professionals) falou sobre uma nova guerra que está acontecendo no mercado de TI. É a batalha que vem sendo travada entre empresas do Vale do Silício, que fornecem software em nuvem, com as tradicionais que atendem o mercado com soluções no modelo on-premise, ou seja, para rodar dentro de casa.

Hart se referiu ao contexto de gerenciamento de conteúdo. Entretanto, sua abordagem se aplica à gestão de qualquer software empresarial.

“Há uma guerra acontecendo todos os dias na área de software empresarial. Os novos fornecedores estão atacando esse mercado com muita força”, constata o CIO. Ele observou que as startups do Vale do Silício são disruptivas e nada sutis.

Hart chegou a comparar a batalha travada entre os fornecedores de aplicações empresariais na nuvem com os tradicionais de software com a Guerra Fria que aconteceu entre a União Soviética e os Estados Unidos. Havia duas filosofias distintas lutando por um ideal. 

O CIO salientou que nessa disputa não há armas ou bombas envolvidas. Mencionou como exemplo a fornecedora de soluções corporativas na nuvem Box, que estava no evento com um estande ao lado de IBM. Durante a conferência era visível essa batalha entre os dois tipos de provedores.

A Box nasceu para fornecer uma solução para compartilhamento de conteúdo na nuvem. Em seu estande, a IBM mostrava uma aplicação similar para proteção de conteúdo na cloud. Coincidência? “Pensamos que não”, responde o CIO.

E não foi só a IBM. Em seu estande, a HP estava mostrando o HP Flow – uma solução para baseada na nuvem para gerenciar conteúdo móvel, seguindo discurso parecido ao da empresa Box.

Mas apesar destas tentativas de fornecedores estabelecidos há mais tempo no mercado como HP e IBM, as grandes empresas estão apenas começando a entender o que as nascidas na nuvem sempre compreenderam: o sucesso de um software empresarial começa com o usuário e depois se move para TI.

Como um profissional de TI, Hart não quer voltar a um mundo onde grandes fornecedores vendem diretamente para TI pacotes monolíticos. Apesar disso, ele não acha que precisa trabalhar mais estreitamente com os fornecedores de nuvem para dizer o que eles precisam fazer. 

Falhas das soluções tradicionais

“Não temos a opção de deixar as coisas explodirem. Temos que encontrar maneiras de trabalhar juntos”, explicou o CIO. Hart disse que a razão principal de os fornecedores iniciantes do Vale do Silício terem feito tanto progresso é que dos muitos softwares empresariais das empresas tradicionais não atenderem os objetivos dos usuários corporativos.

Ele observa que os projetos são complexos e falham muitas vezes. “Por que [fornecedores de nuvem] são bem sucedido?”, questionou Hart. “Porque estamos falhando. A maioria dos projetos de TI falham. Isso significa que o sucesso é uma exceção”, disse ele.

Os fornecedores novos de soluções na nuvem estão suprindo uma necessidade. Eles veem os usuários finais frustrados e estão provendo interfaces mais simples. Eles retiram toda a complexidade e deixam que as pessoas façam o seu trabalho de uma forma mais fácil. 

“Vale do Silício é a resolução de problemas para os usuários. Estamos resolvendo problemas para a empresa. Esta situação acontece porque há muita coisa errada”,  disse Hart.

Então, como é possível resolver esses conflito no mundo do software corporativo? Hart diz que os gestores de TI precisam parar de lutar contra a tendência e começar a contar ao Vale do Silício o que eles precisam. 

Ele reconhece as startups não apresentam todas as soluções chaves para atender as necessidades das empresas. Entretanto, ressalta que “estamos fazendo o nosso trabalho mais difícil por não trabalhar com eles.”

A comunicação é fundamental. Diga aos fornecedores de nuvem o que você precisa. “O sucesso não deve ser a exceção”, conclui Hart.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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iPhone lidera preferência no ambiente corporativo

Embora os dispositivos Android tenham maior quota do mercado mundial, os dispositivos iOS continuam a ser dominantes no segmento corporativo

Embora os dispositivos Android tenham maior quota do mercado mundial, os dispositivos iOS continuam a ser dominantes nas empresas. Estatísticas da empresa de compartilhamento de arquivos Egnyte sugerem que o lançamento do iPhone 5 está ajudando a ampliar esta liderança, mesmo diante da boa fase da Samsung, maior fabricante de dispositivos Android.

No mês passado, a Good Technology compartilhou estatísticas mostrando que mais de três quartos dos novos dispositivos ativados no último trimestre de 2012 foram idevices – incluindo todos os cinco melhores gadgets.

Na semana passada, a Egnyte cedeu para a CITEworld novas estatísticas, de aproximadamente 100 mil clientes. A empresa também compartilhou algumas dessas estatísticas com TechCrunch, anteriormente). Confira, abaixo um recorte das sessões da Egnyte, por dispositivo, ao longo de 2012 (primeira coluna) e nos dois primeiros meses de 2013 (segunda coluna).

Este gráfico mostra a porcentagem de
sessões de cada tipo de dispositivo móvel

A parte mais interessante disso é que mais usuários estão acessando arquivos com seus iPhones – um total de 48% das sessões em 2013 foram sessões iPhone, contra 42% em todo o ano de 2012. A razão para isso, ao que parece, é que um monte de usuários antigos do iPhone mudaram para um modelo mais novo no Natal – o que explica o crescimento do iPhone 5 e iPhone 4S – e estão usando esses dispositivos para o trabalho também.

O Android caiu no geral, mas a Samsung está emergindo como líder lá, com o Galaxy S e Galaxy Note, bom desempenho em 2013.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Wi-fi corporativo: a solução não está na controladora

Para quem investe em wi-fi em sua empresa, é importante saber que a homologação do padrão 802.11n não trouxe somente avanços tecnológicos. O protocolo foi uma verdadeira libertação das controladoras, soluções antigas que foram projetadas em uma época em que a capacidade de processamento dos pontos de acesso era insuficiente para distribuir com inteligência os acessos à rede.As controladoras foram criadas em 2003 para suprir a existência de um control plane compartilhado, responsável pelas operações em tempo real na infraestrutura de rede sem fio, para pontos de acesso wi-fi. Era uma época em que criar uma solução de uma única caixa era mais barato do que adicionar capacidade de processamento aos pontos de acesso e criar protocolos para compartilhamento.Porém, essa solução tem diversas falhas graves, que podem inclusive comprometer o bom andamento da organização. O principal é o ponto de acesso remoto, uma tentativa dos fabricantes de passar uma grande quantidade de funcionalidades para os locais cobertos por esse sistema sem a necessidade de instalar controladoras em todos os ambientes que deveriam ser cobertos pelo sinal wi-fi. Por ser conectado à controladora, que repassa as ações, a troca de informações entre os dois nunca pode ser interrompida. Caso contrário, o acesso remoto perde sua função. São riscos que nenhuma empresa deve correr.Mais, ainda bem, nos últimos anos, a tecnologia evoluiu e libertou as companhias do pânico que era poder perder acessos em momentos cruciais. Os fabricantes de controladoras tiveram sorte que o tsunami de dispositivo wireless em corporações demorou a acontecer. Mas hoje já é uma realidade. E, com isso, surgem as inovadoras soluções de wi-fi sem controladoras, que têm mais rendimento e menor custo.Nas soluções sem controladora, todas as funções de distribuição de dados são enviadas pelos pontos de acesso, da mesma forma que se distribuem nas redes cabeadas, porém mantendo a gerência e configuração de maneira centralizada por meio de um sistema responsável pela rede wi-fi. A solução faz a vez da controladora, utilizando um protocolo descentralizado e colaborativo entre os pontos de acesso, que podem ser ampliados de acordo com a necessidade da empresa. Com isso, esses pontos de acesso formam um sistema coletivo de tamanho variável. Esse protocolo cria o control plane compartilhado, formando, assim, um computador distribuído, que não exige licenças adicionais.Graças à lei de Moore [que afirma que o número de transistores dos chips teria um aumento de 100% pelo mesmo custo a cada período de 18 meses], a capacidade de processamento, memória e todos os componentes associados, exigem hoje investimento baixo o suficiente para criar um control plane compartilhado por meio de protocolos intra-AP e inter-AP, além do tráfego seguir o caminho mais direto, sem desvios.Vale destacar que em nenhum momento a solução com “controladora” é melhor do que a “sem controladora”. Protocolos são de graça. Controladoras são caras. Protocolos não têm um ponto único de falha. As controladoras são ponto único de falha. Protocolos operam em qualquer lugar em que os pontos de acesso estejam. As controladoras têm de estar instaladas de forma que os pontos de acesso as alcancem. Controladoras são gargalos. Pontos de acesso sem controladoras são apenas limitados pela infraestrutura Ethernet a qual estão conectados.Mesmo que as variações nos ambientes que irão receber o wi-fi sejam muitas, optar por uma rede sem controladora sempre será a opção mais econômica.Portanto, a tecnologia que o mercado está adotando hoje não trouxe somente mais garantias e confiabilidade para empresários que investem em soluções de wi-fi corporativos. Representam também opções mais baratas, de fácil expansão e que conseguem acompanhar a demanda da empresa.Fernando Lobo é diretor geral da Aerohive para a América Latina

Por Fernando Lobo*

Para quem investe em wi-fi em sua empresa, é importante saber que a homologação do padrão 802.11n não trouxe somente avanços tecnológicos. O protocolo foi uma verdadeira libertação das controladoras, soluções antigas que foram projetadas em uma época em que a capacidade de processamento dos pontos de acesso era insuficiente para distribuir com inteligência os acessos à rede.

As controladoras foram criadas em 2003 para suprir a existência de um control plane compartilhado, responsável pelas operações em tempo real na infraestrutura de rede sem fio, para pontos de acesso wi-fi. Era uma época em que criar uma solução de uma única caixa era mais barato do que adicionar capacidade de processamento aos pontos de acesso e criar protocolos para compartilhamento.

Porém, essa solução tem diversas falhas graves, que podem inclusive comprometer o bom andamento da organização. O principal é o ponto de acesso remoto, uma tentativa dos fabricantes de passar uma grande quantidade de funcionalidades para os locais cobertos por esse sistema sem a necessidade de instalar controladoras em todos os ambientes que deveriam ser cobertos pelo sinal wi-fi. Por ser conectado à controladora, que repassa as ações, a troca de informações entre os dois nunca pode ser interrompida. Caso contrário, o acesso remoto perde sua função. São riscos que nenhuma empresa deve correr.

Mais, ainda bem, nos últimos anos, a tecnologia evoluiu e libertou as companhias do pânico que era poder perder acessos em momentos cruciais. Os fabricantes de controladoras tiveram sorte que o tsunami de dispositivo wireless em corporações demorou a acontecer. Mas hoje já é uma realidade. E, com isso, surgem as inovadoras soluções de wi-fi sem controladoras, que têm mais rendimento e menor custo.

Nas soluções sem controladora, todas as funções de distribuição de dados são enviadas pelos pontos de acesso, da mesma forma que se distribuem nas redes cabeadas, porém mantendo a gerência e configuração de maneira centralizada por meio de um sistema responsável pela rede wi-fi. A solução faz a vez da controladora, utilizando um protocolo descentralizado e colaborativo entre os pontos de acesso, que podem ser ampliados de acordo com a necessidade da empresa. Com isso, esses pontos de acesso formam um sistema coletivo de tamanho variável. Esse protocolo cria o control plane compartilhado, formando, assim, um computador distribuído, que não exige licenças adicionais.

Graças à lei de Moore [que afirma que o número de transistores dos chips teria um aumento de 100% pelo mesmo custo a cada período de 18 meses], a capacidade de processamento, memória e todos os componentes associados, exigem hoje investimento baixo o suficiente para criar um control plane compartilhado por meio de protocolos intra-AP e inter-AP, além do tráfego seguir o caminho mais direto, sem desvios.

Vale destacar que em nenhum momento a solução com “controladora” é melhor do que a “sem controladora”. Protocolos são de graça. Controladoras são caras. Protocolos não têm um ponto único de falha. As controladoras são ponto único de falha. Protocolos operam em qualquer lugar em que os pontos de acesso estejam. As controladoras têm de estar instaladas de forma que os pontos de acesso as alcancem. Controladoras são gargalos. Pontos de acesso sem controladoras são apenas limitados pela infraestrutura Ethernet a qual estão conectados.

Mesmo que as variações nos ambientes que irão receber o wi-fi sejam muitas, optar por uma rede sem controladora sempre será a opção mais econômica. Portanto, a tecnologia que o mercado está adotando hoje não trouxe somente mais garantias e confiabilidade para empresários que investem em soluções de wi-fi corporativos. Representam também opções mais baratas, de fácil expansão e que conseguem acompanhar a demanda da empresa.

* Fernando Lobo é diretor geral da Aerohive para a América Latina

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Publicado por em 14 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Quais os benefícios do iPhone 5 para o uso corporativo

CIOs devem se preparar para incorporar o iPhone 5 entre os dispositivos de mobilidade suportados pela equipe de TI.

17 de setembro de 2012 – 14h35

Quando o iPhone 5 finalmente chegar às prateleiras das lojas em 21 de setembro, os CIOs podem esperar pelas ligações dos funcionários dizendo que seus iPhones, de propriedade da empresa ou não, caíram de suas mãos e se despedaçaram, e que eles precisarão de outro iPhone, talvez o o mais recém lançado iPhone 5… Foi o que aconteceu com a VMware na época do lançamento do iPhone 4S.

“Digamos que ocorreu uma coincidência da data de lançamento dos smartphones com o aumento das ocorrências de equipamentos danificados ou perdidos”, comentou certa vez Mark Egan, CIO da VMware.

A verdade é que os iPhones e os iPads invadem as empresas a cada nova versão.

“O iPhone 5 está para disparar outra onda de aquisição de dispositivos”, afirma o CIO da SAP AG, Oliver Bussmann. A empresa tem 13 mil iPhones nas mãos de funcionários. “No ano passado, nos primeiros meses após o lançamento do iPhone 4S, compramos pelo menos 1.6 mil dispositivos. Esperamos uma demanda similar com o iPhone 5 nos meses de outubro e novembro”.

Então, o que exatamente o iPhone 5 oferece para o uso corporativo? Vale a pena comprá-lo?

Para inicio de conversa, a tela de 4 polegadas do iPhone 5 e seu processador mais rápido não serão utilizados apenas para um melhor desempenho em jogos e visualização de vídeos – os executivos também serão capazes de consumir dados corporativos mais rapidamente. As análises de negócios podem ser complicadas de se visualizar em uma tela pequena.

O iPhone 5 também ostenta o suporte às redes LTE e um Wi-Fi melhor. E se maiores velocidades de dados constituem algo bom para todos, também desempenha um importante papel nas situações de negócios, tais como a transmissão de mídia e e a exibição de pedaços de dados executivos. Para CIOs com aplicativos móveis ricos em mídia, o suporte ao LTE do iPhone tem sido aguardado há um longo tempo.

Diferente da traseira de vidro do iPhone 4, o iPhone 5 possui uma traseira de alumínio. Por que esta é uma boa notícia para os CIOs? O iPhone está rapidamente se tornando uma ferramenta crítica para os executivos, e um iPhone quebrado pode ser devastador para a produtividade de um funcionário. A traseira de vidro do iPhone ficou famosa por quebrar, diz Kyle Wiens, do iFixit, site que oferece manuais de reparo gratuitos.

Outro benefício do iPhone 5para os negócios não chega a ser uma característica inteiramente nova. Os viajantes sabem que o acesso a tomadas de energia para carregar o iPhone é difícil. Portanto, uma bateria com maior autonomia teria sido bem vinda. Mas, como o iPhone 5 consome mais energia para suportar o uso de uma tela maior, um chip mais rápido e o suporte ao LTE, a duração da bateria é um pouquinho melhor que a do modelo 4S. Suporta oito horas de conversa através do 3G, oito horas de navegação pelo 3G e oito horas de navegação pelo LTE, segundo a Apple.

Portanto, é uma boa aposta dizer que o iPhone 5 será um sucesso nas empresas. É bom começar a preparar a casa para recebê-lo.

Estimativas apontam que serão vendidos 10 milhões de unidades  do iPhone 5 nas próximas semanas. De acordo com os cálculos conservadores feitos pela Blue Coat Systems, o dispositivo tem potencial para consumir 15GB do tráfego da rede corporativa. Isso afeta os negócios e, em alguns casos, pode duplicar a necessidade de orçamento para os serviços de comunicação.

“As empresas precisam equilibrar a demanda de acesso à rede corporativa em função do impacto da utilização desses dispositivos móveis. Ao conseguir diferenciar as aplicações de negócios e priorizá-las, elas terão condições de suportar os dispositivos móveis pessoais, sem que prejudiquem seus sistemas”, explica Mark Urban, diretor sênior de marketing de produtos da Blue Coat Systems.

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Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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HP lança primeiro tablet corporativo com Windows 8

Batizado de ElitePad 900, aparelho tem tela de 10.1 polegadas, processador Intel, pesa 690 gramas e roda o Windows 8 Pro

A HP anunciou nesta segunda-feira o lançamento do HP ElitePad 900, seu primeiro tablet com o Windows 8. Voltado ao mercado corporativo, o aparelho alia um design atraente, fino e leve (9,2 mm de espessura e 690 gramas), com longa autonomia de bateria e total compatibilidade com todos os aplicativos Windows 7 já existentes.

O coração do ElitePad 900 é um processador Intel Atom dual-core, da família Clovertrail, rodando a 1.8 GHz e acompanhado por 2 GB de RAM. A memória interna é de 32 ou 64 GB, expansível com cartões microSD. A tela de 10.1 polegadas tem resolução de 1280×800 pixels, e é coberta por um painel de Gorilla Glass 2.

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HP ElitePad 900: Windows 8, tela de 10.1″ e peso de 690 gramas

Há uma câmera traseira de 8 MP para fotos, e outra frontal para videochamadas, capaz de gravar imagens em Full HD (1080p). O tablet é bem servido no quesito conectividade: tem interface Wi-Fi 802.11 a/b/g/n, Bluetooth 4, NFC e é compatível com redes 3G HSPA+, com modem interno. Também há GPS. 

Para adequar o aparelho às necessidades de quaisquer clientes, a HP ressucitou um sistema de expansão que já foi usado nos antigos PDAs iPAQ, da Compaq: capas (Jackets) que agregam novos recursos. A Expansion Jacket, por exemplo, acrescenta porta USB, saída HDMI e aumenta a autonomia de bateria. A Rugged Jacket protege o aparelho contra impactos e poeira, e a Productivity Jacket adiciona teclado e leitor de cartões, além de portas extras, como na dock com teclado do EeePad Transformer, da ASUS. Também haverá uma Docking Station para facilitar a conexão do ElitePad 900 a teclado, mouses e monitores externos, transformando-o “de fato” em um PC.

Compatibilidade e gerenciamento

O HP ElitePad 900 roda o Windows 8 Pro. Com isso é compatível com todos os aplicativos e drivers já desenvolvidos para versões anteriores do Windows, e além da nova interface Metro traz um ambiente desktop completo. Usuários podem ter o “melhor dos dois mundos”, rodando aplicativos otimizados para o novo sistema em uma máquina com uma tela sensível ao toque e mantendo seus aplicativos legados num ambiente desktop, com teclado e mouse, sem necessidade de atualização do software ou retreinamento dos usuários.

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Expansion Jacket: portas USB, saída HDMI, leitor de cartões e bateria extra

O aparelho tem garantia limitada de um ano (expansível a cinco anos) e conta com o HP Global Series Support. Também é compatível com ferramentas de segurança como o HP BIOS Protection, Security Manager e HP Drive Encryption, e pode ser gerenciado por ferramentas como o LANDesk Management Suite, que permite localizar e até mesmo apagar remotamente o dispositivo.

O HP ElitePad 900 chega ao mercado no Brasil no início de 2013. O preço ainda não foi definido.

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Telefônica|Vivo reforça estratégia para o mercado corporativo

Operadora passa a oferecer a partir deste mês em todo o País novas opções dos planos “Controle” com valor fixo para empresas planejarem os gastos com elular.

A Telefônica|Vivo reforça sua estratégia para o mercado corporativo e
passa a oferecer a partir deste mês em todo o País novas opções dos
planos Controle com valor fixo para empresas planejarem os gastos com
celular.

Com três opções de franquia (nos valores de 60 reais, 80 reais e 100
reais) empresas terão acesso a uma solução de comunicação na
contratação de planos de telefonia móvel com gastos controlados. As novas opções contemplam serviços de telefonia celular, mensagens de texto (SMS) e internet móvel.

Segundo a Telefônica|Vivo, a oferta tem a proposta de atender
principalmente empresas que possuem a necessidade de controlar sua
fatura de forma mais simples e segura.

Ao fazer a gestão de gastos com telefonia móvel, o produto permite que
o usuário (funcionário da empresa) compre recarga para uso pessoal, em
qualquer canal de recarga disponível hoje, como bancas de jornal,
guichês de supermercados, auto-atendimento de redes bancárias e outros
canais.

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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