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Governo ucraniano exige libertação de coronel detido na Crimeia

O premiê interino da Ucrânia, Olexander Turchynov, em foto desta terça-feira (11) em Kiev (Foto: Sergei Supinsky/AFP)O premiê interino da Ucrânia, Olexander Turchynov,
(Foto: Sergei Supinsky/AFP)

O presidente interino ucraniano, Olexander Turchynov, exigiu neste domingo (23) a libertação ‘imediata’ do coronel Iuri Mamtchur, comandante da base de Belbek, na Crimeia, invadida por forças pró-russas no sábado.

Turchynov confirmou, com isso, que o oficial está detido, como havia informado a imprensa ucraniana no dia anterior. Ele alertou depois para as ‘provocações’, a ‘chantagem’ e os ‘sequestros de cidadãos ucranianos e militares’ praticados, segundo o presidente interino da Ucrânia, ‘pelo contingente invasor’ na Crimeia que ‘tenta ocupar bases ucranianas’.

Ele advertiu que tinha dado aos ‘serviços competentes’ a ordem de preparar ‘medidas de resposta apropriadas’.

As forças pró-russas sequestraram quarta-feira na Crimeia, por um breve período, o comandante da Marinha ucraniana, contra-almirante Serguei Gaiduk. Outros ucranianos, partidários da unidade nacional, considerados ‘reféns’ por Kiev, também foram liberados.

Fonte G1

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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General e coronel morrem em combates ao norte do Cairo

Um general e um coronel egípcios, assim como cinco jihadistas, morreram nesta quarta-feira (19) em combates ao norte do Cairo, anunciou o ministério do Interior.

Os ataques contra policiais e soldados são quase diários desde julho de 2013, quando o exército derrubou o presidente islamita Mohamed Mursi. Desde então, os partidários de Mursi sofrem uma violenta repressão.

Durante a manhã, o exército e a polícia atacaram um suposto posto de integrantes do grupo Ansar Beit al-Maqdes na localidade de Al-Qanatir al-Jayriya, 30 km ao norte do Cairo.

O grupo, que afirma buscar inspiração na Al-Qaeda, reivindicou a maior parte dos ataques contra as forças de segurança.

“Um general de brigada e um coronel do esquadrão antibombas do exército morreram no confronto”, anunciou o ministério.

Em uma nota, o ministério informa que os “terroristas” utilizaram roupas carregadas de explosivos no confronto.

O exército e a polícia mataram mais de 1.400 manifestantes partidários de Mursi, metade no Cairo em apenas um dia, 14 de agosto de 2013, e milhares de partidários do presidente destituído foram detidos desde então.

Entre as as pessoas detidas estão quase todos os dirigentes da Irmandade Muçulmana, o grupo de Mursi. Os acusados podem ser condenados à morte em diversos processos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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