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Participantes capricham em fantasias para convenção em Londres

O que não faltaram foram pessoas estranhas na convenção de quadrilhos na Inglaterra (Foto: Carl CourtAFP)O que não faltaram foram pessoas estranhas na convenção de quadrilhos na Inglaterra (Foto: Carl CourtAFP)

A tradicional Comic Convention, em Londres, atraiu milhares de visitantes neste fim de semana em Londres. A graça da feira, uma da mais importantes do mundo no setor de quadrilhos, cinema e games, são as fantasias dos participantes. Uma melhor que a outra.

No evento, foi possível ver da elaborada fantasia de um sujeito vestido como Incrível Hulk a um grupo que vestia o que pareciam sacos de supermercado nas cabeças.

A Comic Convention acontece em várias partes do mundo e deve vir ao Brasil, mais especificamente em São Paulo, em dezembro deste ano.

Fantasia com papelão na cabeça não era a mais elaborada, mas valeu pela originalidade (Foto: Carl CourtAFP)Fantasia com papelão na cabeça não era a mais elaborada, mas valeu pela originalidade (Foto: Carl CourtAFFeira atrai milhares de fãs em todas as suas edições (Foto: Carl CourtAFP)Feira atrai milhares de fãs em todas as suas edições (Foto: Carl CourtAFP)Incrível Hulk não podia deixar de prestigiar o evento (Foto: Comic Convention)Incrível Hulk não podia deixar de prestigiar o evento (Foto: Carl Court/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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Irã denuncia pressão para não participar de convenção sobre Síria

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammed Javad Zarif, denunciou nesta terça-feira (14) as pressões para evitar que o Irã participe da convenção de Genebra 2, prevista para o próximo dia 22 e que tem como objetivo encontrar uma solução para o conflito na Síria.

Em entrevista coletiva em Bagdá junto com o chanceler do Iraque, Hoshiyar Zebari, Zarif disse que “houve pressão sobre algumas partes em questão para estabelecer condições que nos impeçam comparecer à conferência”. Ele não quis falar que tipo de pressão e por parte de quem.

“Se o Irã receber um convite para ir à Genebra 2 mantendo o respeito ao povo iraniano, o convite será aceito”, afirmou o ministro iraniano.

Zarif insistiu na necessidade de a Síria “não se transformar em uma base de terrorismo” e de que os sírios decidam seu próprio destino sem interferência de “extremistas e grupos terroristas”.

O ministro das Relações Exteriores iraquiano se mostrou a favor da participação do Irã na reunião de Genebra e de outras partes que “podem influir nas questões do conflito”.

Zebari considerou que todos os países vizinhos da Síria foram afetados pela guerra civil síria, que explodiu em março de 2011 e já matou mais de cem mil pessoas, segundo a ONU.

As relações entre Iraque e Irã “superaram importantes fases”, principalmente nos assuntos relacionados à fronteira, disse o diplomata iraquiano. Eles analisaram um acordo assinado anteriormente entre os dois países para ampliar a cooperação nas fronteiras comuns.

Zarif chegou hoje a Bagdá em uma visita oficial para analisar os últimos eventos na região com as autoridades iraquianas, entre elas o chefe do Parlamento, Osama Nuyaifi.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Síria envia à ONU pedido para aderir a convenção antiarmas químicas

A ONU recebeu documentos do governo da Síria a respeito da entrada do país na convenção antiarmas químicas, disse um porta-voz nesta quinta-feira (12). A adesão é uma das condições propostas por um plano russo para evitar um ataque militar dos EUA à Síria.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Nas últimas horas, recebemos um documento do governo da Síria, que está sendo traduzido, e que se trata de uma documento de pedido de acesso à Convenção de Armas Químicas”, disse o porta-voz Farhan Haq a jornalistas.

Pouco antes, em entrevista à TV russa, o presidente sírio Bashar al-Assad havia manifestado a intenção de aderir à convenção e entregar documentos sobre as armas químicas.

Mas ele condicionou essa adesão a que os EUA parassem de ameaçar o país militarmente, o que os americanos não fizeram.

O governo Assad não vai se incorporar imediatamente à convenção de 1993, que proíbe a produção e o armazenamento destas armas, disse Farhan Haq.

Segundo especialistas da ONU, a adesão ocorre no momento em que um país aceita os termos do tratado e, normalmente, tem o mesmo efeito que uma ratificação do mesmo.

Haq disse que esta será apenas aa primeira etapa para o país árabe se tornar membro pleno da convenção e que serão necessários “alguns dias” para que a Síria se integre formalmente.

Discussão diplomática
A proposta da Rússia está sendo discutida diplomaticamente com os EUA, que aceitaram adiar um possível ataque militar às forças sírias por conta da negociação.

Os EUA acusam o regime sírio de ter realizado um ataque químico que matou pelo menos 1.429 civis, nos subúrbios de Damasco, em 21 de agosto, em meio à guerra civil que assola o país.

O presidente americano, Barack Obama, anunciou que iria atacar as forças sírias em represália ao ataque químico. Mas ele resolveu dar tempo à diplomacia para analisar a proposta russa, apesar de a encarar com “ceticismo”.

O regime sírio nega responsabilidade pelo ataque químico e diz que é vítima de terroristas ligados à rede da Al-Qaeda, que tentam “desestabilizar” o país.

A guerra civil síria criou uma crise humanitária e de refugiados e ameaça a estabilidade política da região, além de ter revivido o fantasma da Guerra Fria, colocando Rússia e EUA em campos opostos.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Assad promete aderir a convenção antiarmas químicas e divulgar dados

O presidente da Síria, Bashar al-Assad, disse nesta quinta-feira (12) que espera começar a entregar as informações sobre o arsenal químico do país aos organismos internacionais um mês após Damasco aderir à convenção internacional contra armas químicas, o que deve ocorrer “nos próximos dias”.

Em entrevista à TV estatal russa, Assad também apelou para que os EUA deixem de ameaçar seu governo e de ajudar os rebeldes que combatem o regime, na sangrenta guerra civil que já matou mais de 110 mil pessoas em 30 meses.

Ele afirmou que só cumprirá o acordo de entrega do arsenal químico proposto pela Rússia se os americanos cessarem as ameaças de atacar a síria.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“É um processo bilateral”, declarou o presidente sírio, segundo a tradução em russo de suas declarações. “Quando virmos que os Estados Unidos querem efetivamente a estabilidade na região, que deixa de ameaçar e tentar atacar, e entregar armas aos terroristas, então consideraremos que podemos realizar os procedimentos até o final e que serão aceitáveis para a Síria.”

Assad negou ter cedido à negociação por conta das ameaças americanas.

“A Síria está colocando suas armas químicas sob controle internacional por causa da Rússia. As ameaças dos EUA não influenciam a decisão”, disse.

A proposta da Rússia de que o regime sírio entregue suas armas químicas está sendo discutida diplomaticamente com os EUA, que aceitaram adiar um possível ataque militar às forças sírias por conta da negociação.

Os EUA acusam o regime sírio de ter realizado um ataque químico que matou pelo menos 1.429 civis, nos subúrbios de Damasco, em 21 de agosto.

O presidente americano, Barack Obama, anunciou que iria atacar as forças sírias em represália ao ataque químico. Mas ele resolveu dar tempo à diplomacia para analisar a proposta russa, apesar de a encarar com “ceticismo”.

O regime sírio nega responsabilidade pelo ataque químico e diz que é vítima de terroristas ligados à rede da Al-Qaeda, que tentam “desestabilizar” o país.

A guerra civil síria criou uma crise humanitária e de refugiados e ameaça a estabilidade política da região, além de ter revivido o fantasma da Guerra Fria, colocando Rússia e EUA em campos opostos.

EUA e Rússia negociam
O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, desembarcou nesta quinta em Genebra para tomar conhecimento dos detalhes dos planos da Rússia.

Autoridades dos EUA dizem que Kerry insistirá que o eventual acordo obrigue Damasco a tomar atitudes rápidas para mostrar a seriedade do seu compromisso, a começar pela apresentação de um inventário público e completo do arsenal a ser inspecionado e neutralizado.

Damasco nunca aderiu aos tratados que proíbem a posse de armas químicas, e nunca confirmou se as possuía.

A Síria, no entanto, é signatária de uma convenção quase centenária que proíbe o uso de armas químicas.

Falando antes da reunião de Kerry com o chanceler russo, Sergei Lavrov, uma fonte oficial dos EUA disse, sob anonimato, que o objetivo do norte-americano é “ver se há realidade aqui ou não”.

As fontes dos EUA disseram ter a esperança de que Kerry e Lavrov definam os termos de uma proposta de resolução a ser votada nos próximos dias pelo Conselho de Segurança da ONU.O presidente russo, Vladimir Putin, tradicionalmente apontado como um vilão pelos governos ocidentais por fornecer armas a Assad e evitar qualquer esforço da ONU para desalojá-lo do poder, publicou um artigo no “New York Times” manifestando oposição à intervenção militar.

Ele argumentou à opinião pública dos EUA que um ataque a Assad ajudaria combatentes da rede terrorista da Al-Qaeda que lutam ao lado da oposição síria. Segundo Putin, há “poucos paladinos da democracia” na Síria, “mas há mais do que suficientes combatentes da Al-Qaeda e extremistas de todos os tipos enfrentando o governo”.

A intervenção norte-americana, acrescentou, “aumentaria a violência e desencadearia uma nova onda de terrorismo”, além de possivelmente “abalar os esforços multilaterais para resolver o problema nuclear iraniano e o conflito israelo-palestino, e desestabilizar ainda mais o Oriente Médio e o Norte da África. Isso poderia desequilibrar todo o sistema do direito internacional.”

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 12 de setembro de 2013 em Brasil

 

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