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Os telefones dos passageiros do Malaysia Airlines continuam tocando?

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É verdade que os celulares dos passageiros do voo 370 da Malaysia Airlines continuam tocando quando chamados pelos familiares? Será que o avião pousou?

No dia 8 de março de 2014, um avião da companhia Malaysia Airlines perdeu contato duas horas após decolar em Kuala Lampur. O Boeing 777 tinha 239 pessoas e as equipes de buscas ainda procuram por alguma pista de onde a aeronave foi parar (até o fechamento dessa matéria, não a haviam encontrado).

Logo após o anuncio da perda de contato com as torres de comando do solo, os familiares tentaram entrar em contato com seus parentes que estavam no voo. Daí, muitos sites publicaram a notícia de que as chamadas feitas para os celulares dos passageiros ficavam tocando antes de caírem na caixa postal.

A notícia alimentou a teoria de que o avião, na verdade, não teria caído no mar, ma teria apenas pousado em solo e que todos estariam vivos.

Será verdade que os celulares dos passageiros continuam tocando como afirmam inúmeros sites pela web?

Boeing 777 desapareceu e parentes afirmam que os celulares dos passageiros ainda funcionam! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook) Boeing 777 desapareceu e parentes afirmam que os celulares dos passageiros ainda funcionam! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

Depois do sumiço do avião da Malaysia Airlines, muitas notícias e teorias apareceram na web a respeito do incidente misterioso. Muitas delas, pura especulação e invencionice.

Infelizmente, os celulares chamam, mas isso não significa que os aparelhos estejam ligados.

Em entrevista à CNN no dia 12 de março de 2014, o especialista em tecnologia Jeff Kagan explicou que o sistema de comunicação da telefonia celular deu uma falsa esperança aos familiares dos passageiros desaparecidos.

Jeff explica que:

 ”Quando um celular toca, ele primeiro se conecta com a rede e tenta localizar o telefone do usuário final. Se ele [o celular] não encontrar o telefone depois de alguns minutos, depois de alguns toques, normalmente, ele se desconecta e é isso que está acontecendo. Então, eles [os familiares] estão ouvindo tocar supõem que o celular está se conectando com seus entes queridos, mas não é. […] Só porque o aparelho começa a tocar não é prova de que há algum aparelho ligado do outro lado -. Isso é apenas a forma como as redes trabalham”

Ou seja, quem está ligando ouve o sinal de “chamando” uma vez, o que significa que a operadora está tentando localizar o telefone tendo como base no último local onde uma chamada foi completada. Quando a rede não encontra o aparelho naquele local, vai expandindo a sua busca, até encontrar o destinatário da chamada (ou cair na caixa postal).

Isso corrobora com informações vindas da China afirmando que as ligações feitas de lá para os passageiros chamam apenas uma vez e então cai.

Como ainda não encontraram nenhuma pista do paradeiro do Boeing 777, muito se especula sobre o que de fato teria acontecido com a aeronave. As teorias vão desde um possível sequestro, passando por alguma explosão no ar ou ainda (a teoria que achamos mais curiosa) que o aparelho tenha ido para outra dimensão no Triangulo das Bermudas (sim, tem site que está afirmando isso). Nenhuma dessas teorias se confirmou (ainda).

Os celulares dos passageiros parecem estar chamando quando os familiares tentam contato, mas isso é apenas o como o sinal da telefonia celular funciona.

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Fonte E-farsas

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisador de uma nova espécie de anta diz que estudos continuam

A nova espécie foi reconhecida oficialmente em 2013, mas estudos eram realizados há mais de 10 anos. (Foto: Suzi Rocha/G1)A nova espécie foi reconhecida oficialmente em 2013, mas estudos eram realizados há mais de 10 anos. (Foto: Samuel Nienow/Arquivo Pessoal)

O autor principal do estudo que descobriu a ‘anta pretinha’ – como popularmente é chamada a Tapirus Kabomani – Mário Cozzuol, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), diz que as pesquisas devem continuar. “Não temos registros dessa espécie onde há somente floresta. Por isso, os estudos continuam”, diz o pesquisador. A nova espécie encontrada na divisa dos estados de Rondônia e Amazonas é de grande porte, podendo chegar a 120 quilos.

O fato é considerado, no campo da zoologia, o mais importante do ano de 2013 por se tratar da primeira nova espécie da ordem Perissodactyla – grupo de antas, cavalos, zebras e rinocerontes – encontrada nos últimos 150 anos. A descoberta foi reconhecida em dezembro pelo Journal of Mammalogy.

A pesquisa começou em 2002, quando Cozzuol era professor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e iniciou, em parceria com a aluna de iniciação científica, Elizete Holanda, um estudo sobre a coleção de crânios de Tapirus (antas), pertencentes ao laboratório de pesquisa da Unir. Durante os estudos, um dos crânios chamou a atenção, devido ao seu tamanho – menor que o comum e aparentando ser de uma anta jovem, mas que já tinha todos os dentes molares nascidos e com coroas bem desgastadas – o que levou a dupla a concluir que era um animal não tão jovem, mas de tamanho inferior.

Para comprovar a existência da nova espécie, a ciência exigia mais amostras de crânio e de tecidos e, para isso, os pesquisadores contaram com o apoio dos índios karitianas, que vivem em uma aldeia localizada na BR-364. As descrições feitas pelos indígenas eram semelhantes entre si. Segundo os pesquisadores, os índios relataram a existência de dois tipos de anta – a ‘Rosilha’ – conhecida como ‘anta brasileira’ – e a ‘Pretinha’. Essas descrições foram determinantes para o surgimento da hipótese de se tratar de uma espécie ainda não descrita pela ciência.

O biólogo Samuel Nienow, na época aluno de Mário Cozzuol, afirma que foram necessárias análises genéticas para se chegar a uma evidência mais forte, e que para isso um professor foi convidado para analisar a raiz do dente do crânio. “A primeira tentativa de identificação genética não teve sucesso por não se tratar de um material genético fresco”, disse Nienow. Ainda assim, o professor Cozzuol percebeu que se tratava de uma espécie similar à chamada ‘anta brasileira’, a Tapirus Terrestris, porém com algumas diferenças.

Não podíamos ficar apenas no relato da comunidade local. Todos já sabiam da existência dessa anta, nós precisávamos provar”Mário Cozzuol, autor principal do estudo

Oito autores de áreas distintas colaboraram com a pesquisa e, segundo Cozzuol, todos foram imprescindíveis para o resultado. “No começo achávamos que era excesso de descrição da comunidade local, e pensávamos se tratar de uma variação da espécie de anta já conhecida”, diz Cozzuol. As pesquisas ainda continuam. “Não podíamos ficar apenas no relato da comunidade local. Todos já sabiam da existência dessa anta, nós precisávamos provar”, enfatiza o professor.

Características
A nova espécie, segundo a pesquisa, apresenta patas mais curtas, além de tamanho e peso menores do que a ‘anta brasileira’, e apresenta uma crista menos proeminente. A coloração dela é mais escura quando comparada à ‘anta brasileira’, sendo por isso chamada de ‘anta pretinha’ por algumas comunidades amazônicas.

De acordo com os pesquisadores, a anta pretinha já havia sido caçada no norte do Mato Grosso, no início do século XX. O animal capturado, à época, faz parte da coleção do Museu Americano de História Natural, em Nova York, nos Estados Unidos. “Uma publicação descreve o animal da mesma forma que o descrevemos agora, mas ele foi considerado uma variação da anta já descrita e não uma nova espécie”, explica Cozzuol.

Ainda não é possível registrar quantos animais vivem na região, mas sabe-se que a anta pretinha já foi vista na Amazônia Colombiana, no Acre e na Bolívia. Há também relatos da existência no Pará e Amapá. O habitat preferido da anta é onde acontece, simultaneamente, áreas abertas e florestas. “Não temos registros dessa espécie onde há somente floresta. Por isso, os estudos continuam”, fiz Cozzuol que ressalta que os estudos pretendem identificar as afinidades ecológicas, ambientes, alimentação, dentre outras coisas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Equipes de agências humanitárias da ONU continuam na Síria

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O pessoal das agências humanitárias da ONU continua trabalhando na Síria, apesar das ameaças de intervenção militar ocidental, informaram seus porta-vozes em Genebra.

“Ninguém nos pediu que saíssemos do país”, afirmou um porta-voz da Unicef.

“Não temos previsto medidas especiais e continuaos com trabalho ante uma afluência adicional de refugiados”, declarou, por sua parte o porta-voz do Acnur (Alto Comissariado para os Refugiados).

Cerca de 1.000 empregados nacionais e expatriados da ONU se encontram atualmente na Síria.

Além disso, uma equipe de inspetores da ONU continua no país fazendo investigações para tentar confirmar o suposto uso de armas químicas em um ataque em Damasco, que segundo a oposição deixou mais de mil mortos.

arte síria versão 28.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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