RSS

Arquivo da tag: conter

China endurece lei contra poluidores para conter crise ambiental

Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China; estudo mostra que poluição chinesa chega até os Estados Unidos (Foto: Reuters/Stringer)Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China (Foto: Reuters/Stringer)

A China aprovou nesta quinta-feira (24) a primeira emenda em 25 anos à sua lei de proteção ambiental, impondo penalidades mais duras sobre poluidores depois que o governo declarou “guerra” à poluição.

As mudanças aprovadas pelo comitê permanente do Congresso Nacional do Povo (CNP), o Parlamento chinês, entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2015 e ocorrem em meio a um descontentamento público crescente a respeito da poluição.

As leis revistas impõem “punições mais severas a maus-feitos ambientais e tem artigos e provisões específicos para combater o “smog (mistura de neblina e fumaça), tornando o cidadão mais consciente da proteção ambiental e protegendo os denunciantes”, informou a agência de notícias oficial Xinhua.

A norma também prevê até 15 dias de detenção para autoridades em companhias que, entre outras violações, evitam “avaliações de impactos ambientais e se recusam a suspender a produção após ter sofrido uma interdição”. “A nova lei determina que as companhias serão nominadas e expostas publicamente por violar leis ambientais”, afirmou.

O arranha-céu de 75 andares de Shenyang é visto na província de Liaoning 10 dias atrás e nesta segunda (21), à direita, mostrando a diferença na qualidade do ar. A poluição, uma das preocupações crescentes na China, deixou a visibilidade inferior a 200 m. (Foto: Reuters/Stringer)Comparação: arranha-céu de 75 andares de Shenyang
sem smog (à esquerda) e com smog (à direita)
(Foto: Reuters/Stringer)

Crise ambiental
Após décadas de florescimento econômico, a China está mergulhada em problemas ambientais, com grandes partes do país cobertas por um espesso “smog” e canais e porções de terra poluídos. A poluição emergiu como um impulsionador do descontentamento com o governo, provocando protestos ocasionais.

Segundo a agência Xinhua, a emenda marcou “a primeira mudança na legislação em 25 anos”. A emenda aprovada nesta quinta-feira – que também pede aos cidadãos para adotar um “estilo de vida frugal e de baixo carbono” – foi aprovada depois que o premier Li Keqiang prometeu, no mês passado, declarar “guerra” à poluição.

Sessenta por cento da água subterrânea na China, oficialmente monitorada, está poluída demais para ser ingerida diretamente, segundo a imprensa estatal, reforçando os graves problemas ambientais do país.

O ministério de Meio Ambiente da China estimou recentemente que 16% da área terrestre do país estavam poluídos, com quase um quinto de áreas de cultivo contaminado por elementos inorgânicos, como o cádmio.

A qualidade do ar estava abaixo dos padrões nacionais em quase todas as grandes cidades chinesas no ano passado, informou uma alta autoridade ambiental no mês passado. Apenas três de 74 cidades monitoradas pelo governo alcançaram o padrão de qualidade do ar.

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Estados Unidos tentam conter superpopulação de cavalos selvagens

Exemplares de cavalos selvagens que vivem em área dos Estados Unidos (Foto: Divulgação/Bureau of Land Management)Exemplares de cavalos selvagens que vivem em área dos Estados Unidos (Foto: Divulgação/Bureau of Land Management)

O cavalo selvagem, descendente dos cavalos trazidos da Espanha para a América, é um símbolo do Oeste dos Estados Unidos, mas sua proliferação sob o amparo de leis de proteção se tornou um problema de espaço vital no país.

O Birô de Gestão de Terras (BLM, na sigla em inglês), uma dependência do Departamento do Interior, tem a seu cargo atualmente 33.780 cavalos e 6.825 burros selvagens que trotam, galopam, pastam e se reproduzem livremente em cerca 12 milhões de hectares de terras federais.

Os equinos não têm predadores naturais e as manadas podem dobrar de tamanho em apenas quatro anos, e por isso o BLM precisa prender todo ano milhares de animais para controlar a população nas terras federais, que englobam dez estados do oeste do país.

Para tentar driblar a superpopulação, o BLM criou um programa de adoção que, no ano passado, colocou 2.671 animais sob cuidado de indivíduos privados, mas o número é pequeno comparado à adoção de mais de 5 mil cavalos por ano em meados da década passada.

Cavalos adaptados
Uma ferramenta para o manejo de população é, obviamente, o uso de anticoncepcionais, e em 2013 o BLM aplicou o tratamento a 509 éguas – também pouco, comparado às 1.051 éguas do ano anterior, e um número ínfimo comparado ao tamanho das manadas.

A aplicação de anticoncepcionais não é fácil, como sabem os responsáveis pelo manejo de cerca de 175 equinos selvagens na ilha Assateague, em Delaware. O tratamento é feito atirando um dardo na égua, e requer, primeiro, encontrar o animal selvagem e se aproximar sem que ele saia galopando.

E os cavalos aprendem: como a arma exigia uma aproximação de cerca de dez metros, os cavalos de Assateague aprenderam a manter-se a cerca de 15 metros dos humanos. Quando a arma foi aprimorada e bastava se aproximar 20 metros, aprenderam a se manter a 30 metros de distância, e depois aprenderam a se manter a mais de 40.

Quando se trata das dimensões dos territórios abertos onde os mustangues vivem, a aplicação de anticoncepcionais tornou-se uma ferramenta de uso limitado. Há os que sugerem que, já que são animais selvagens, deveria se deixar que a natureza agisse livremente: os cavalos e burros que não encontrarem comida ou água suficientes morrerão e isso reduzirá as tropas a um número que o território possa sustentar.

Antes, porém, será preciso lidar com um obstáculo: a lei de 1971 obriga o BLM a cuidar dos cavalos, e a agência não pode permitir que sofram de fome ou sede.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Rebeldes sírios tentam conter conflitos internos na fronteira turca

Diversos entre os mais fortes grupos rebeldes sírios exigiram que militantes ligados à Al-Qaeda e a uma facção rebelde rival parem de combater e pediram a extremistas islâmicos que retirem suas forças em 48 horas.

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante, ligado à Al Qaeda, tomou Azaz, a cerca de 5 quilômetros da fronteira com a Turquia, no mês passado e tem entrado em conflito desde então com a brigada local Tempestade Norte.

Uma tentativa anterior de grupos rebeldes para mediar uma trégua entre os dois lado não foi bem-sucedida.

O conflito fez a Turquia fechar seu posto de travessia de fronteira, uma passagem vital para as regiões controladas por rebeldes pois permitia a saída de refugiados e a entrada de suprimentos como comida e material de construção.

Um comunicado publicado na Internet nesta quinta-feira por quatro brigadas rebeldes pediu um “imediato cessar-fogo” entre os dois lados e os convocaram a submeter sua disputa a uma corte islâmica em Alepo, cerca de 30 km ao sul.

“Nós pedimos a nossos irmãos na facção do Estado Islâmico do Iraque e do Levante que retirem suas forças e equipamentos para suas bases essenciais imediatamente”, diz o comunicado.

O comunicado foi assinado por comandantes das poderosas brigadas Ahrar al-Sham, Liwa al-Tawheed, Suqour al-Sham e Exército do Islã, e uma cópia foi publicada na página do Facebook da brigada Tempestade Norte. O comunicado não diz quais seriam as consequências caso os dois lados não interrompam o conflito e o Estado Islâmico do Iraque não se retire.

A divisão entre rebeldes tem prejudicado sua luta contra as forças mais bem equipadas e organizadas do presidente Bashar al-Assad na guerra civil que já dura dois anos e meio. Tensões têm se originado sobretudo em disputas sobre recursos, território e espólios de guerra.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

Tags: , , , , , , ,

Japão gastará US$ 409 milhões para conter vazamento em Fukushima

AppId is over the quota
AppId is over the quota

O governo do Japão vai investir 40 bilhões de ienes (cerca de US$ 409 milhões) para tentar conter o vazamento de água radioativa na central nuclear de Fukushima para o Oceano Pacífico, de acordo com a imprensa local.

Ministro Toshimitsu Motegi (no centro) usa roupa e máscara de proteção e máscara para inspecionar Tepco nesta segunda (26) (Foto: Tokyo Electric Power Co/Reuters)Ministro Toshimitsu Motegi (no centro) com roupa e máscara de proteção para inspecionar Tepco em foto de agosto (Foto: Tokyo Electric Power Co/Reuters)

A decisão foi anunciada depois da visita à central feita pelo ministro da Indústria, Toshimitsu Motegi, já que a operadora Tokyo Electric Power (Tepco) não está conseguindo administrar sozinha a questão. As medidas serão apresentadas oficialmente nesta terça (3).

O novo investimento público será destinado, em parte, para construir uma barreira para bloquear a água subterrânea contaminada com césio, estrôncio, trítio e outras substâncias radioativas e evitar que ela chegue ao mar.

Os recursos também serão destinados à instalação de meios suplementares de descontaminação da água armazenada nos cerca de mil depósitos, considerados pouco confiáveis.

A Tepco, operadora da central de Fukushima, atingida pelo tsunami de 11 de março de 2011, busca soluções para as 400 mil toneladas de água contaminada que se encontram sob a terra, ou em tanques especiais. Esse volume aumenta em 400 toneladas diariamente, ainda que uma pequena parte escape diretamente para o mar por falta de meios para bloquear esse vazamento até agora.

Tanques de água contaminada na usina de Fukushima durante inspeção, no fim de agosto (Foto: Tepco/AFP)Tanques de água contaminada na usina de Fukushima durante inspeção, no fim de agosto (Foto: Tepco/AFP)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Brasil

 

Tags: , , , ,

Bombeiros ainda tentam conter fogo no parque Yosemite, nos EUA

AppId is over the quota
AppId is over the quota

Bombeiros pretendem aproveitar a temperatura mais baixa nesta sexta-feira (30) para continuar retardando o avanço de um incêndio florestal no oeste dos EUA, impedindo que o fogo chegue ao coração do parque nacional Yosemite.

O incêndio Rim, em alusão ao nome de um mirante da região, já causa uma redução no número de visitantes no Yosemite, e isso deve se repetir neste fim de semana prolongado que marca o final das férias de verão nos Estados Unidos.

Na quinta-feira, os bombeiros se dedicaram principalmente a preparar áreas em acostamentos rodoviários e áreas florestais adjacentes, nas quais haverá uma queima controlada, antes do início do arriscado e exaustivo processo de combater fogo com fogo, segundo Dick Fleishman, porta-voz do Serviço Florestal dos EUA.

Fogo se espalha pelo parque nacional Yosemite nesta quinta-feira (29) (Foto: David McNew/Reuters)Fogo se espalha pelo parque nacional Yosemite nesta quinta-feira (29) (Foto: David McNew/Reuters)

Os especialistas passariam a noite toda realizando queimadas a partir do reservatório hídrico Hetch Hetchy, dentro do Yosemite, na direção de áreas mais internas do parque, num esforço de eliminar arbustos e árvores ainda não queimados do terreno acidentado.

O incêndio Rim, que começou em 17 de agosto, havia até a noite de quinta consumido mais de 80 mil hectares no Yosemite e na vizinha Floresta Nacional Stanislaus.

Esse é considerado o quinto maior incêndio florestal na história da Califórnia. O fogo já teve 32 por cento da sua área contida, num operação que mobiliza 4.297 bombeiros e custa 47 milhões de dólares, segundo autoridades.

“Não posso dizer que já fizemos a curva, mas estamos tendo ótimo progresso”, disse Fleishman.

A previsão do tempo para a madrugada de sexta-feira era positiva para os bombeiros, com queda nas temperaturas. Mas, no decorrer do dia, a temperatura deve subir, e o ar ficará mais seco.

Mais longe do Yosemite, em outro extremo do incêndio, os bombeiros tentavam na quinta-feira evitar que o fogo chegasse a cerca de 4.500 casas de pequenas comunidades vizinhas à Floresta Nacional Stanislaus, segundo bombeiros da Califórnia.

O fogo já destruiu dezenas de casas e cabanas, mas sem deixar feridos.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 1 de setembro de 2013 em Brasil

 

Tags: , , , , ,