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Atentados e confrontos deixam 45 mortos no Iraque

Quarenta e cinco pessoas morreram nesta sexta-feira (6) no norte do Iraque, 23 delas em confrontos entre militantes e forças de segurança em Mossul.

Um dos atentados com carro-bomba aconteceu no povoado de Al Muwafaqiyah, leste de Mossul, onde os habitantes pertencem principalmente à minoria Chabak, uma seita esotérica curda.

Os grupos islamitas sunitas consideram os Chabaks hereges e fazem da comunidade um alvo constante.

Os atentados e combates já tiraram a vida de mais de 4.300 pessoas desde o início do ano, 900 delas apenas em maio, níveis jamais alcançados desde 2008, quando o país começou a sair do conflito confessional após a invasão americana em 2003.

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Publicado por em 9 de junho de 2014 em Brasil

 

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Mortos em confrontos são enterrados em cidades do leste da Ucrânia

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Esta terça-feira (6) foi mais tranquila que os últimos dias no leste e no sul da Ucrânia, com os dois lados do conflito ucraniano enterrando os seus mortos. Mas no começo da noite houve atos de violência na cidade portuária de Mariupol, no leste, de acordo com a mídia local.

O site “0629” postou fotos de pneus em chamas fora do prédio da câmara municipal, que já tinha sido ocupada por manifestantes pró-Rússia, e fumaça espessa sobre o centro da cidade. Algumas ruas foram isoladas por ônibus ou paredes de pneus e tiros foram ouvidos perto de uma base militar.

Corpo da enfermeira Yulia Izotova, de 21 anos, é velado em Kramatorsk, no leste da Ucrânia (Foto: Reuters/Marko Djurica)Corpo da enfermeira Yulia Izotova, de 21 anos, é
velado em Kramatorsk, no leste da Ucrânia
(Foto: Reuters/Marko Djurica)

Em Kramatorsk, que está sob o domínio dos separatistas no leste e aonde tropas ucranianas avançaram no fim de semana, o caixão de uma enfermeira de 21 anos foi conduzido pelas ruas isoladas por barricadas de pneus e troncos de árvores na segunda-feira. Cravos vermelhos espalhados pela rua marcavam o trajeto.

Na Igreja da Santíssima Trindade, sete padres conduziam as orações dos enlutados em homenagem a uma mulher morta por balas de alto calibre, que os habitantes locais acreditam terem sido disparadas por soldados ucranianos.

“Por que eles atiram em nós? Por que não queremos viver com fascistas?”, indagou o fotógrafo Sergei Fominsky, de 58 anos, acompanhado por sua mulher na igreja. “Não somos escravos. Não nos curvamos a ninguém”.

Mulher deixa flor em memorial de Odessa, onde corpos de vítimas de confrontos foram enterrados nesta terça-feira (6) (Foto: REUTERS/Artur Bainozarov)Mulher deixa flor em memorial de Odessa, onde corpos de vítimas de confrontos foram enterrados nesta terça-feira (6) (Foto: REUTERS/Artur Bainozarov)

Em Odessa, uma cidade portuária multiétnica no Mar Negro onde mais de 40 foram mortos na sexta-feira, pessoas carregavam o caixão aberto de Andrey Biryukov, ativista pró-Ucrânia, de uma van até a esquina onde ele foi morto por tiros. Foi o dia mais violento desde que a revolta de fevereiro derrubou o presidente ucraniano pró-Rússia Viktor Yanukovich.

Biryukov, de 35 anos, foi morto durante um dia agitado que começou com centenas de simpatizantes pró-Moscou armados com machados, correntes e armas atacando uma passeata ucraniana, e terminou no fim da noite com os partidários da Rússia entrincheirados dentro de um edifício incendiado, matando dúzias.

Cerca de 50 pessoas cercava o corpo, cobrindo-o com cravos e rosas. Uma bandeira ucraniana tremulava ao vento e uma canção patriótica sobre heróis mortos foi tocada.

Parentes choravam e uma jovem caiu de joelhos aos prantos. A esquina onde o homem morreu foi decorada com flores e pequenas bandeiras ucranianas.

Pessoas velam corpo de Andrey Biryukov, ativista pró-Ucrânia morto nos confrontos de sexta-feira (Foto: REUTERS/Gleb Garanich)Pessoas velam corpo de Andrey Biryukov, ativista pró-Ucrânia morto nos confrontos de sexta-feira (Foto: REUTERS/Gleb Garanich)

“O governo fracassou na proteção do seu próprio povo. A polícia fracassou vergonhosamente”, disse Nikita, de 56 anos, com uma braçadeira com as cores da Ucrânia, o amarelo e o azul.

Sergei, de cerca de 40 anos e que também foi lamentar a morte, disse que a violência “foi importada para Odessa”.

“Tínhamos orgulho de Odessa como um lugar único onde as pessoas costumavam viver em paz, independentemente de suas crenças, religião e raça”, disse ele. “Agora tudo isso acabou”.

Diplomacia
O aumento da violência mudou o tom da diplomacia, e até os Estados europeus mais cautelosos estão falando cada vez mais da probabilidade de uma guerra no país de cerca de 45 milhões de pessoas e do tamanho da França.

“As imagens sangrentas de Odessa nos mostraram que estamos só a alguns passos de um confronto militar”, disse o ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, em entrevistas publicadas em quatro jornais europeus.

Os próximos dias podem ser decisivos: separatistas na região de Donbass, no leste do país, dizem que farão um referendo sobre a independência no dia 11 de maio semelhante àquele que antecedeu a anexação russa da Crimeia.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos rejeitou qualquer tentativa de uma votação como “farsa” e prometeu mais sanções se a Rússia a utilizar, como na Crimeia, para enviar forças ou anexar mais territórios.

“Esse é o mesmo enredo da Crimeia”, disse uma porta-voz. “Nenhuma nação civilizada irá reconhecer os resultados”.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Brasil

 

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Incêndio em meio a confrontos mata 38 em Odessa, diz governo ucraniano

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 Protestante joga bomba em prédio sindical em Odessa, nesta sexta-feira (Foto: Reuters/Yevgeny Volokin) Protestante joga bomba em prédio sindical em Odessa, nesta sexta-feira (Foto: Reuters/Yevgeny Volokin)

Trinta e oito pessoas morreram em um incêndio dentro de um prédio em Odessa, cidade portuária no sul da Ucrânia. Segundo o  Ministério do Interior ucraniano, o incêndio foi criminoso e foi iniciado em meio a confrontos nesta sexta-feira (2) entre partidários da unidade da Ucrânia e militantes pró-Rússia, anunciou o Ministério do Interior.

“Durante os confrontos, um incêndio de origem criminosa começou” na Casa dos Sindicatos, disse o ministério. “Trinta e oito pessoas morreram – 30 intoxicadas com monóxido de carbono e oito que se jogaram pela janela”, de acordo com a mesma fonte.

Outras mortes
Outras quatro mortes em Odessa já tinham sido anunciadas pela polícia local nesta sexta-feira, de acordo com a Reuters. Elas ocorreram em confrontos entre ativistas pró-Rússia e os apoiadores do governo ucraniano. Várias pessoas também ficaram feridas.

Conflitos semelhantes entre as partes já haviam ocorrido na cidade, mas estas foram as primeiras mortes registradas em decorrência da rivalidade. Alguns residentes temiam que ambos os lados pudessem planejar retaliações, provocando a pior escalada de violência na cidade, desde que o presidente Viktor Yanukovich foi deposto em fevereiro.

O conflito ocorreu depois que uma marcha pró-Kiev sofreu uma emboscada. Bombas de gasolina, pedras de pavimentação e explosivos foram lançados durante os confrontos.

Os novos líderes pró-Ocidente da Ucrânia acusaram Moscou de apoiar grupos pró-Rússia para tentar desestabilizar um país que tenta desesperadamente se recuperar da revolta que levou à derrubada de Yanukovich.

O Kremlin nega ter qualquer papel nos protestos no leste e sul da Ucrânia, dizendo que a população de etnia russa está simplesmente protegendo os seus direitos contra uma possível agressão por líderes pró-Ocidente de Kiev.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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Marcha contra a austeridade termina com confrontos em Madri

Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

A marcha contra a austeridade, neste sábado (22), em Madri terminou com confrontos entre a polícia e dezenas de jovens que atiraram projéteis contra as forças de segurança, constatou um jornalista da AFP.

A polícia reagiu contra os jovens, que montaram barricadas com algumas cercas, queimaram contêineres e quebraram as vidraças de uma agência bancária, atingindo-as com cadeiras de ferro, enquanto ainda restavam centenas de manifestantes nas ruas.

Um grupo da tropa de choque foi cercado e separado do resto pelos manifestantes, que atiraram nele vários projéteis até que os policiais conseguiram se livrar do cerco e abrir caminho até seus colegas. Pelo menos um policial ficou ferido.

A resposta dos agentes foi com tiros de balas de borracha contra os manifestantes, ainda segundo a AFP.

Protestos em Madri terminaram em confronto neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Policiais tiveram de montar barricadas nas ruas de
Madri (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

Ao mesmo tempo, alguns deles instalaram barracas de campanha em uma das principais avenidas do centro da capital espanhola, com a intenção de permanecer ali depois de dispersar a manifestação.

Anteriormente, dezenas de milhares de pessoas provenientes de todo o país marcharam pelo centro de Madri, denunciando a ‘urgência social’ que se vive na Espanha, com taxa de desemprego de 26%, e a política de austeridade exercida pelo governo espanhol.

Os manifestantes tinham se organizado nas chamadas ‘marchas da dignidade’, colunas vindas de várias regiões da Espanha, como Andaluzia, Catalunha, Astúrias e Extremadura, que se reuniram neste sábado no centro da capital, algumas delas depois de passar mais de um mês atravessando o país a pé.

‘Vamos lutar!’, gritavam manifestantes concentrados na estação de Atocha, ponto de encontro de diferentes passeatas originadas em todo o país, antes do início da manifestação, que percorreu uma das principais artérias do centro da capital.

‘Nem greve, nem exílio, nem precariedade: marchas, marchas, marchas para a dignidade!’, gritavam em um alto-falante vários jovens em uma caminhonete.

Protestos em Madri terminaram em confronto neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Manifestantes avançam contra carro da polícia
(Foto: Pedro Armestre/ AFP)

‘Queremos trabalho. Não podemos aceitar que milhões de pessoas estejam voltando para a casa dos pais porque não podemos pagar as hipotecas’, criticou o desempregado Jorge Balbas, 24, de Burgos, norte do país, assinalando que mais da metade dos jovens espanhóis não encontram emprego.

‘Será uma maré cidadã, que encherá a capital de dignidade’, apostou pela manhã Diego Cañamero, porta-voz do Sindicato Andaluz de Trabalhadores, uma das 300 organizações participantes.

‘A ideia é unir todas as forças em um plano: ou nossas reivindicações são atendidas, ou o governo terá que arrumar as malas’, ameaçou.

Organizações de cidadãos, associações, grupos do movimento dos Indignados e categorias profissionais uniram-se à manifestação, com o objetivo de retomar o espírito de reivindicação das grandes mobilizações que ocorreram na Espanha entre 2011 e 2012.

Os organizadores anunciaram a mobilização de centenas de ônibus e quatro trens. Autoridades de Madri mobilizaram 1,7 mil policiais para evitar incidentes.

Os grupos que iam se formando ao longo do dia nos limites de Madri exibiam cartazes com reivindicações como ‘Aposentadorias justas’ e ‘Pelo direito a um teto’.

Policiais fizeram barreiras contra os manifestantes em Madri, neste sábado (22) (Foto: Gerard Julien / AFP)Policiais fizeram barreiras contra os manifestantes
(Foto: Gerard Julien / AFP)

A austeridade sem precedentes do governo conservador desde a sua posse, no fim de 2011, para reduzir o déficit e a dívida do país motivou duas greves gerais em 2012, com centenas de milhares de pessoas nas ruas.

A mobilização perdeu força em seguida, embora estivesse sustentada, principalmente, pelos setores da educação e saúde, atingidos severamente pelos cortes anunciados em 2012, de 150 bilhões de euros ao longo de três anos.

Apesar de os espanhóis já não saírem às ruas tão maciçamente quanto há dois anos, pesquisas de opinião mostram que a austeridade é impopular, e que a maior preocupação é com o desemprego, que atinge mais de um quarto da população economicamente ativa.

‘Em 2014, nós nos encontramos em uma situação limite de emergência social, que nos convoca a dar uma resposta coletiva e maciça dos trabalhadores e da cidadania’, dizem os organizadores da passeata em seu manifesto.

‘Que nos devolvam o dinheiro roubado pelos políticos e banqueiros’, reclamava Trini Reina, 48, que veio de ônibus de Sevilha. ‘Tenho uma hipoteca e não posso pagá-la há sete meses. Este sistema está falido, e estamos pagando muito caro.’

Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Confrontos deixam mortos na República Centro-Africana

Pelo menos 9 pessoas morreram desde sábado em um bairro do centro de Bangui, a capital da República Centro-Africana, onde neste domingo vários edifícios foram incendiados e os confrontos prosseguiam, segundo várias testemunhas.

A violência começou na noite de sábado perto da Câmara Municipal do quinto distrito da cidade, onde cinco pessoas morreram em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas.

Outras três pessoas morreram em confrontos e a nona vítima morreu pelas mãos dos soldados da força africana presente no país, indicaram as testemunhas.

Desde que a rebelião Seleka, majoritariamente muçulmana, tomou o poder em março de 2013, o país está afundado no caos e vive contínuos confrontos entre muçulmanos e cristãos, apesar da presença das forças militares francesas e da missão africana.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Cresce o número de vítimas em confrontos no Afeganistão, diz ONU

O número de vítimas na Guerra do Afeganistão subiu 14% em 2013, de acordo com um relatório das Nações Unidas (ONU) divulgado neste sábado (14).

O documento aponta a retirada gradual das tropas dos países estrangeiros do território afegão como um dos motivos para a escalada do índice. Segundo a ONU, a saída das tropas teria enfraquecido o governo do Afeganistão.

“A nova tendência em 2013 de aumento no número de vítimas civis, incluindo mais mulheres e crianças, reflete que a dinâmica do conflito está mudando ao longo dos anos”, disse a ONU.
2013 foi o pior ano para mulheres e crianças dos últimos quatro anos, com o número de mortos e feridos no confronto aumentando em mais de um terço a partir de 2012.

Os combates entre o governo e os insurgentes foram responsáveis por 27% das, e a maioria não pode ser atribuída a um dos lados.

Isso reflete que os confrontos no Afeganistão estão se travando cada vez mais em comunidades civis e áreas povoadas, disse a ONU.

A arma mais letam empregada foi o dispositivo explosivo improvisado (IED), ou bombas detonadas por insurgentes em áreas públicas, tais como mercados, estradas e prédios do governo.

Bombas foram as responsáveis por um terço do número total de civis atingidos. Segundo a ONU, 2.959 mortes e 5.656 feridos foram vítimas deste tipo de artefato.

Embora ambos os lados do conflito tenham sido responsáveis pelo aumento no número de vítimas no ano passado, as Nações Unidas atribuíram cerca de três quartos das mortes para os talibãs.

“Declarações sobre a proteção de civis pela liderança Talibã não são o suficiente para acabar com a matança e ferimento de civis afegãos inocentes”, disse o representante especial da ONU Ján Kubi, em um comunicado.

“O que é necessário é que o Talibã pare de atacar civis deliberadamente e de usar IEDS indiscriminadamente.”

Impunidade
O relatório aponta que as forças internacionais são responsáveis por 3% das mortes no país, a maior parte delas provocadas por ataques aéreos.

Apesar de representar apenas uma fração do total de mortes, estes ataques são uma grande fonte de tensão entre o presidente Hamid Karzai e os Estados Unidos.
O relatório da ONU apontou  54 operações aéreas em 2013 que resultaram em mortes de civis. O número representa uma queda de 10% do número de casos desse tipo, em comparação com 2012, mas manteve mulheres e crianças como quase metade das vítimas.
Dos 54 casos, 19 foram por veículos aéreos não tripulados. O número de vítimas civis desde que os chamados drones foram empregados do que triplicou desde 2012, disse a ONU.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Confrontos entre ativistas pró e contra Morsi deixam 1 morto no Egito

Uma pessoa foi morta a tiros nesta quinta-feira (30) à noite, em Alexandria, no norte do Egito, durante confrontos entre partidários e opositores do ex-presidente islâmico Mohamed Morsi, informaram fontes de segurança.

A polícia reagiu com bombas de gás lacrimogêneo para separar os dois grupos.

Também em Alexandria, nesta quinta (30), um pequeno artefato explosivo atingiu uma delegacia, mas não deixou vítimas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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