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Confira dicas de games para presentear no Dia das Crianças

Os videogames e jogos eletrônicos estão entre os itens mais pedidos para o Dia das Crianças. Para não errar na hora de dar o presente, o G1 fez uma lista com os principais lançamentos dos últimos meses no mercado de games brasileiro, incluindo jogos para crianças mais novas e mais velhas.

Para quem conseguir esperar um pouco mais de um mês, há os videogames de nova geração, PlayStation 4 e Xbox One, que chegam no final de novembro ao país.

Para crianças mais novinhas

'Pokémon X' e 'Pokémon Y' chegam em outubro ao Nintendo 3DS (Foto: Divulgação)‘Pokémon X’ e ‘Pokémon Y’  (Foto: Divulgação
/Nintendo)

“Pokémon X & Y
Plataforma: Nintendo 3DS;
Preço: R$ 150;
Lançamento: 12 de outubro.

O game chega ao Brasil no Dia das Crianças e traz novos Pokémon para os jogadores capturarem, treinarem para batalhas e colecionarem. O game traz pela primeira vez um visual em 3D dos personagens e do mundo do game. Com o Nintendo 3DS, é possível ver as imagens em três dimensões.

Com o visual em 3D nas batalhas Pokémon, o jogo, que permitirá trocar os pequenos animais e participar de partidas com jogadores de todo o mundo por meio da internet, lembra o clássico “Pokémon Stadium”, do Nintendo 64.

'Rayman Legends' parece uma pintura (Foto: Divulgação/Ubisoft)‘Rayman Legends’ parece uma pintura
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“Rayman Legends”
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U;
Preço: R$ 160;
Lançamento: já disponível.

O personagem engraçado que não tem braços nem pernas volta em uma aventura divertida. O game traz um estilo visual diferente, fazendo com que os cenários, heróis e inimigos pareçam uma pintura em movimento.

O jogo traz bastante desafio ao permitir colecionar itens e fazer com que o jogador explore todo o cenário em busca de segredos. Mas as crianças menores vão conseguir concluir as fases e rir das situações que Rayman enfrenta. Dentro do game é possível desbloquear a aventura “Rayman Origins” que antecede “Legends”.

Visual de Mickey no remake de 'Castle of Illusion' lembra animações em 3D da Disney (Foto: Divulgação/Sega) ‘Castle of Illusion’ (Foto: Divulgação/Sega)

“Castle of Illusion”
Plataformas: PlayStation 3 e Xbox 360;
Preço: R$ 30
Lançamento: já disponível.

O game adquirido por meio de download nas lojas virtuais do PS3 e do X360 é um “remake” do jogo de mesmo nome lançado para Mega Drive e Master System no início da década de 1990.

Nele, Mickey deve enfrentar a bruxa Mizrabel e salvar Minnie. Para isso, ele deve entrar no castelo e enfrentar perigos em fases bastante coloridas e cheias de inimigos. O visual do game é bastante colorido e as fases clássicas foram refeitas em 3D. O destaque fica por conta da fase da biblioteca, em que Mickey anda em cima de livros gigantes e passeia por um mundo de doces ao entrar na garrafa de leite. Leia a análise do G1.

Para crianças mais velhas

Novo 'Fifa 14' chegará em todo o mundo no segundo semestre de 2013. (Foto: Divulgação/EA)‘Fifa 14’ já está disponível no Brasil
(Foto: Divulgação/EA)

“Fifa 14”
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360, PC e PlayStation 2;
Preços: R$ 200 (PS3, X360); R$ 130 (PS2) e R$ 70 (PC);
Lançamento: já disponível.

O jogo de futebol da Electronic Arts traz 19 dos 20 os times da série A do Campeonato Brasileiro – o Bahia ficou de fora – além do Palmeiras e jogadores com movimentação ainda mais realista.

Um novo sistema faz com que eles pensem melhor nas jogadas, se posicionando melhor dentro de campo e aproveitando melhor os espaços para conseguir marcar um gol. Houve um trabalho melhor nos chutes, que parecem estar mais fortes. O jogo ainda tem narração em português de Tiago Leifert e comentários de Caio Ribeiro. Leia as impressões do G1.

Grid 2 não economiza em belos visuais e ótimos efeitos de luz (Foto: Cauê Fabiano/G1)‘Grid 2’ é bom game de corrida
(Foto: Cauê Fabiano/G1)

“Grid 2”
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e PC;
Preço: R$ 180 (PS3 e X360), R$ 60 (PC).
Lançamento: já disponível.

O game de corrida traz carros velozes que o jogador pode escolher e comprar – usando o dinheiro das vitórias no game – e viaja pelo o mundo para disputar corridas e rachas em circuitos dentro de cidades ou pistas fechadas.

O sistema de direção é preciso, o que permite dirigir com facilidade. Em caso de erro, é possível voltar alguns segundos no tempo para ter uma segunda chance. O visual é bom e os carros ficam aos pedaços depois de acidentes, o que influencia no desempenho do veículo. Leia a análise do G1.

'Puppeteer', do PS3 (Foto: Divulgação/Sony)‘Puppeteer’, do PS3 (Foto: Divulgação/Sony)

“Puppeteer”
Plataforma: PlayStation 3;
Preço: R$ 150;
Lançamento: já disponível.

No game exclusivo do PlayStation 3 o jogador se aventura em fases que lembrar uma apresentação de um teatro de fantoches.

Como um deles, o jogador deve trocar de cabeças para usar habilidades únicas que ajudam a enfrentar os perigos. Uma tesoura mágica ajuda a se defender dos adversários e a resolver quebra-cabeças nas fases.

O visual é um dos pontos altos do game, fazendo com que os cenários, tenham um nível de realismo único. O game está dublado em português.

Para quem consegue esperar
Os videogames de nova geração, o PlayStation 4, da Sony,  chegam ao mercado em novembro, inclusive no Brasil. Por ser a estreia dessas plataformas, contudo, não espere preços convidativos tanto para os aparelho quanto para os games. Os jogos ainda não tiveram preços divulgados para o mercado brasileiro, mas eles devem custar, no mínimo, R$ 200. Nos Estados Unidos, os jogos para estas plataformas custarão US$ 60, mesmo valor praticado para os videogames atuais.

Games de PlayStation 4 serão traduzidos para o português quando o aparelho for vendido no Brasil (Foto: Divulgação/Sony)PlayStation 4 (Foto: Divulgação/Sony)

PlayStation 4
Preço: US$ 400 (nos EUA); ainda sem preço para o Brasil.
Lançamento: 15 de novembro (EUA); 29 de novembro (Brasil);

O novo videogame da Sony tem como destaque jogos com gráficos muito superiores aos títulos atuais do PlayStation 3 e do Xbox 360. O jogador poderá transmitir para amigos suas partidas ao vivo ou criar vídeos com os melhores momentos e publicar na internet.

Embora não tenha preço divulgado no país, dificilmente o console fugirá dos R$ 2,2 mil do Xbox One, da Microsoft, podendo custar algo em torno disso.

Um dos destaques do videogame é o novo joystick Dualshock 4, que traz o botão “Share”, que permite justamente compartilhar os vídeos dos games.

O pacote do PlayStation 4 inclui o console com 500 GB de disco rígido e um joystick. A câmera do console é vendida separadamente. Nos EUA, ela sai por US$ 60. Não há preço para o Brasil.

Microsoft divulgou imagens do Xbox One, do novo controle e do Kinect 2 (Foto: Divulgação/Microsoft) Xbox One (Foto: Divulgação/Microsoft)

Xbox One
Preço: US$ 500 (nos EUA); R$ 2,2 mil.
Lançamento: 22 de novembro nos EUA e no Brasil.

O novo videogame da Microsoft também traz games com gráficos ainda melhores do que os vistos nos videogames atuais e pode se conectar à TV do usuário. Deste modo, o jogador pode assitir TV e, rapidamente, trocar para o jogo. Será possível comandar o console por comandos de voz ou por gestos usando uma nova versão do sensor Kinect, que reconhecerá palavras em português.

O sensor também consegue medir batimentos cardíacos dos jogadores e, em games de exercícios, consegue indicar a postura correta e traz um reconhecimento de movimentos mais preciso.

O pacote inclui o videogame com disco rígido interno de 500 GB, o Kinect e um joystick.

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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Confira o esquema de trânsito especial para o Rock in Rio 2013

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Para a realização do Rock in Rio serão fechadas as principais vias do entorno da Cidade do Rock: Avenida Salvador Allende, Avenida Embaixador Abelardo Bueno, Avenida Olof Palme, Rua Abrahão Jabour e Rua Pedro Calmon a partir do dia 13 de setembro. As interdições começam às 11h, uma hora antes do horário de 2011, e vão até 5h do dia 16 de setembro. E depois das 11h do dia 19 de setembro às 5h do dia 20 e das 11h do dia 20 às 5h do dia 23 de setembro.

A grande novidade para os usuários do transporte público regular da cidade nesta edição do Rock in Rio será a instalação de uma plataforma de pré-bilhetagem eletrônica no Terminal do Autódromo. Ou seja, o usuário passará por catracas antes de entrar nos ônibus, na volta do festival. Segundo Osório, isso vai agilizar a saída da Cidade do Rock e proporcionar mais conforto para o usuário.

“Quem optar por ir e voltar do festival em ônibus regulares, que partirão do Terminal Alvorada para o Terminal do Autódromo, a cerca de um quilômetro da Cidade do Rock, vai ter uma plataforma com catracas que vão evitar a formação de filas na volta para casa. Com essa bilhetagem, será possível fazer o embarque em 20 ônibus simultaneamente”, explicou Osório, acrescentando que serão colocados 200 ônibus regulares para fazer a ligação entre os dois terminais, com passagem a R$ 2,75. O usuário pode comprar o bilhete de ida e volta ou unitário ou ainda usar o Riocard e o vale-transporte.

O esquema de trânsito de para o Rock in Rio prevê para este ano o fechamento das principais avenida do entorno da Cidade do Rock, as avenida Abelardo Bueno e Salvador Allende vai começar uma hora mais cedo, em relação ao festival de 2011, às 11h de sexta-feira, dia 13 de setembro.

Os bloqueios vão ser mantidos para carros particulares e só ônibus especiais e moradores credenciados poderão circular pelo entorno da Cidade do Rock. Por isso, é importante que o público utilize o transporte público.

Ônibus terão bilhetes de ida e volta
Já os ônibus chamados de 1ª Classe, do tipo frescão, que estão sendo contrados pela organização do evento, vão ter bilhete de ida e volta com data e horários marcados e vão parar no estacionamento do Riocentro. Essse bilhete, que custa R$ 50 só vai ser vendido antecipadamente no site do evento. Esses ônibus vão fazer o transporte ponto a ponto e vão partir de 14 pontos diversos da cidade, entre eles, Rodoviária Novo Rio e aeroportos Internacional Tom Jobim e Santos Dumont.

“É importante lembrar que ônibus fretados vindos de outros estados não vão passar pelos bloqueios e nem poderão fazer embarque e desembarque no Terminal Alvorada, assim como não será permito o estacionamento deles na Barra da Tijuca. Vamos conversar com a organização do evento, para saber quantos ônibus fretados estão previstos para vermos se eles poderão estacionar em algum lugar no Centro ou em São Cristóvão. Eles não chegarão nem perto da Cidade do Rock”, frisou Osório.

Carros particulares, táxis e vans também não chegarão à Cidade do Rock. Segundo o secretário, o ponto de bloqueio e de embarque e desembarque do público que optar por esse tipo de transporte ficará a cerca de quatro quilômetros de distância. A secretaria vai montar um ponto de táxi no Terminal Alvorada.

Durante a apresentação do esquema de trânsito, o secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório destacou que o público que vai ao festival deve usar o transporte público e que haverá “impacto siginificativo na região com o fechamento das principais vias do entorno da Cidade do Rock’.

“Os moradores de Barra, Jacarepaguá e Recreio devem ficar atentos ao impacto viário e que precisam fazer uma mudança de comportamento para os dias do festival para que não haja problemas. Todas as vagas dos prédios e condomínios da região serão credenciadas e os moradores receberão adesivos para usar nos bloqueios”, disse o secretário.

Na próxima semana, o subprefeito da Barra Thiago Mohamed vai começar a conversar com síndicos e representantes de associações de moradores para tratar do credenciamento dos moradores. Em 2011, foram credenciados 27 mil veículos de moradores. Para esta edição do festival, o subprefeito acredita que serão credenciados 30 mil moradores.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Música

 

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Confira 5 dicas para garantir a disponibilidade da infraestrutura de TI

Com planejamento e criatividade, é possível simplificar significativamente a tarefa, sem gastar muito

Garantir a segurança e a disponibilidade da infraestrutura seria uma tarefa bem mais simples se todas as empresas tivessem orçamento sobrando para tecnologia: bastaria investir muito dinheiro nos mais avançados sistemas de redundância, completamente abrangentes.

Infelizmente, a maioria das empresas não pode arcar com isso. Mas alguns pequenos passos podem simplificar significativamente o processo da recuperação na eventualidade de diversos tipos de problemas. Algumas dicas ajudam nessa tarefa.

1 –Mantenha itens de reposição para cada equipamento
Uma infraestrutura ideal é padronizada e mantém servidores e switches da mesma marca, completamente compatíveis entre si. Partindo desse princípio, manter um item de reposição para cada equipamento pode poupar muita dor de cabeça. Um servidor, por exemplo, pode ser substituído em questão de minutos com um simples transporte de discos.  Para roteadores e switches, vale o mesmo princípio: tenha equipamentos configurados para substituições rápidas, sem impacto nas atividades da organização.

Obviamente, não é possível manter reposição de certos equipamentos muito caros, como switches núcleo, mas com uma manutenção mais focada nos equipamentos-chave o resto fica fácil de cobrir com pouco orçamento.

2 – Use wiki para inventário de infraestrutura
Qual é o número de série daquele switch para o escritório remoto? Qual versão de sistema operacional estava rodando naquele servidor antes que a fonte de energia queimasse? Pode ser mais fácil organizar esse tipo de informação em um wiki, instalável em uma máquina virtual. Com informações disponíveis rapidamente, a recuperação, que poderia demorar horas, pode levar menos de 30 minutos.

Começar esse projeto pode ser trabalhoso. Mas, uma vez implantado, a manutenção passa a ser mais fácil. Lembre disso a próxima vez que você gastar muito tempo por não conseguir obter o número de série de algum componente e tiver apuros por conta disso.

3 – Mantenha links de backup onde e quando for possível
Sempre que possível, a organização deve manter caminhos múltiplos para cada data center e escritório remoto. Isso já foi muito caro, mas hoje já é possível manter acessos alternativos por menos de 200 reais por mês, usando soluções DSL. Claro que não serão tão rápidas quanto as conexões tradicionais, mas ajudam muito em situações emergenciais. A chave também é criatividade.

4 – Tenha um abrigo emergencial para máquinas virtuais críticas
Essa dica se aplica a infraestruturas virtualizadas. Digamos que a organização tem uma dúzia de servidores rodando centenas de máquinas virtuais. Se algo der errado com o sistema de produção, a equipe consegue se safar ao transferir as máquinas virtuais do servidor problemático, mantendo a linha de aplicações críticas em ordem. Nesse caso, não é necessário duplicar toda a infraestrutura, já que é possível investir em apenas um servidor com quatro CPUs com RAM suficiente para assegurar cargas de produção por um período de tempo.

É bom ressaltar que o tamanho desse servidor deve corresponder ao tamanho da infraestrutura total da empresa. Analisando por esse ângulo, não fica caro manter uma máquina capaz de abrigar máquinas virtuais que fiquem sem host eventualmente.

5 – Aprenda Linux
Mesmo se a corporação for baseada em Windows, aprender Linux pode dar muitas opções de baixo custo para o departamento de TI. Pode ser que a companhia não se sinta confortável em rodar aplicações críticas no Linux, por alguma razão, mas a quantidade de ferramentas abertas para redes, monitoramento e manutenção disponível para Linux ou Unix é incrível. E a maioria delas, baseada em Unix, é mais confiável.

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Confira 10 dicas para manter seu smartphone sempre carregado

Siga estes truques para conseguir recargas mais rápidas, melhorar a autonomia e aprender a diagnosticar eventuais problemas.

19 de fevereiro de 2013 – 11h35

As baterias contidas em seus dispositivos móveis são pequenos milagres de engenharia, e contém quantidades de energia que seriam inimagináveis em suas predecessoras. O correto uso de todo este potencial pode fazer com que elas durem mais, e alimentem seus aparelhos por mais tempo. Veja a seguir algumas dicas para tirar o máximo de suas baterias.

1. Para carregar seu tablet rapidamente, use o carregador original ou um projetado sob medida para ele

iPads e outros tablets tem baterias grandes e vem com carregadores de alta-capacidade para recarregá-las rapidamente. Por exemplo, o carregador do iPad pode fornecer uma corrente de até 2.100 mA (miliamperes, ou 2.1 Amperes), que é mais que o dobro do suportado por uma porta USB 3.0 típica. Isso faz uma diferença enorme na hora da recarga.

Em nossos testes, carregar completamente a bateria de um iPad levou 5 horas e 9 minutos com o carregador incluso com o aparelho, e 10 horas e 13 minutos com o carregador de um iPhone 5 (que fornece no máximo 1000 mA). Em outro teste com um carregador de viagem genérico, capaz de fornecer 500 mA, foram necessárias mais de 24 horas para completar a carga do mesmo iPad.

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Use o carregador original de seu tablet para conseguir recargas mais rápidas

Como o teste demonstra, para reduzir o tempo de carga é importante utilizar o carregador original de seu tablet ou um projetado especificamente para ele. Pra complicar, alguns aparelhos contém um circuito que não permite o uso de toda a capacidade do carregador a não ser que este contenha um chip especial. Caso o chip não exista, a carga será mais lenta.

Por exemplo, quando tentamos recarregar um iPad 4 com o carregador de um Galaxy Tab 10.1 o processo levou 19 horas, apesar do carregador ter a mesma capacidade do original do iPad. Isto porque o iPad não reconheceu o carregador como sendo capaz de uma corrente mais intensa, e a limitou a um nível mais baixo. A situação inversa se aplica: quando tentamos carregar o Galaxy Tab 10.1 com o carregador do iPad, o processo levou mais de 15 horas, em contraste às 4 horas e 46 minutos que seriam necessárias com o carregador da Samsung.

2. A maioria dos celulares não precisa de um carregador específico

Celulares, que usam baterias muito menores que as dos tablets, não exigem carregadores de alta-capacidade. Por isso você pode usar um carregador genérico sem um prejuízo severo no tempo de recarga. Quando medimos o tempo necessário para a carga completa de um iPhone 5 usando carregadores variados, os resultados variaram de 2 horas e 4 minutos com um carregador de viagem da HTC a 2 horas e 59 minutos com um carregador da Samsung. Com o carregador original do iPhone são necessárias 2 horas e 16 minutos. Ou seja, a diferença não é tão grande assim.

3. Use uma porta USB específica para recarga, ou um hub USB alimentado

Se você não tem um carregador em mãos, sempre pode recarregar seu smartphone usando a porta USB de um PC. Mas há duas variantes delas, “padrão” e “para recarga”. Uma porta USB comum entrega uma corrente de apenas 100 mA, suficiente para um mouse ou pendrive, mas praticamente nada para um smartphone. Uma porta otimizada para recarga deve entregar pelo menos 500 mA. É por isso que às vezes, ao plugar um aparelho a uma porta USB no PC, ele não carrega ou carrega muito lentamente.

O problema é que, embora muitos notebooks ofereçam uma combinação de portas USB normais e “para recarga”, muitas vezes os fabricantes não se preocupam em identificá-las adequadamente. O símbolo de um raio ao lado de uma porta é uma indicação comum de que ela é uma porta para recarga, mas ele nem sempre está lá.

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Portas USB otimizadas para recarga podem ser identificadas com
ícone de um raio, como destacado em vermelho na foto acima.

Alguns notebooks mais recentes trazem portas USB capazes de oferecer 1.100 mA quando identificam um aparelho compatível, mas novamente nem sempre as identificam. A solução é procurar no manual do seu notebook quais são as portas disponíveis e a corrente máxima em cada uma antes de confiar nelas para recarregar seu gadget.

Embora portas USB 3.0 possam entregar mais corrente (até 900 mA) que as portas USB 2.0, elas só atingem esse nível com aparelhos USB 3.0. Plugue um smartphone USB 2.0 a elas e ele receberá os mesmos 500 mA máximos que em uma porta USB 2.0 para recarga.

Se você usa um hub USB não alimentado, a corrente disponível será dividida por todas as portas, o que significa que não sobra muito para carregar seus aparelhos. Um hub alimentado (ou seja, com uma fonte de alimentação externa, ligada à tomada) consegue entregar a corrente máxima a cada porta, o que o torna uma opção melhor para carregar seus aparelhos.

4. Você pode usar qualquer cabo micro-USB com seu smartphone

Muitos smartphones modernos (entre eles a esmagadora maioria dos aparelhos Android) usa um conector micro-USB para conexão ao PC ou ao carregador. Nesse caso, você pode usar qualquer cabo micro-USB que tiver à mão para recarrregar a bateria, não é necessário um “cabo especial” ou o que veio com o smartphone.

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Se seu smartphone usa um conector micro-USB, qualquer cabo compatível pode ser usado

5. Na primeira carga carregue, e depois descarregue, completamente a bateria

O primeiro ciclo de carga qualquer aparelho é importante, já que condiciona a bateria e ajuda o aparelho a entender como ela se comporta. Portanto, na primeira vez que plugá-lo à tomada recomendamos carregar completamente a bateria (por pelo menos 12 horas) e depois deixá-la descarregar completamente durante o uso normal, antes de recarregá-la. 

6. Você pode deixar um aparelho carregando, sem medo

As baterias em dispositivos portáteis modernos são mais espertas do que você imagina, e contém circuitos que controlam o fluxo de energia. Portanto, é seguro deixar o aparelho plugado e carregando mesmo por longos períodos. Quanto a bateria está carregada, o controlador integrado regula o fluxo de energia para mantê-la em 100%, mas não irá permitir uma sobrecarga. O que é uma coisa boa, já que baterias de Li-Ion sobrecarregadas podem explodir.

7. É bom descarregar completamente a bateria de vez em quando

As modernas baterias de Lítion-Ion (Li-Ion) não sofrem com o “efeito memória” que assolava a geração anterior, feita com Níquel e Cádmio (NiCad), então você pode recarregar a bateria mesmo que ela não esteja completamente esgotada, sem medo de perder a capacidade. Ainda assim, fabricantes recomendam esgotar e recarregar completamente a bateria pelo menos uma vez por mês, já que isso ajuda a maximizar a vida útil ao mantê-la condicionada e preserva o equilíbrio químico.

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É bom deixar a bateria de seu smartphone descarregar completamente de vez em quando

8. Trate suas baterias com carinho

Baterias bem tratadas irão recompensá-lo com anos de serviço. Caso contrário elas podem se tornar imprevisíveis, o que é um problema já que por dentro são perigosas: pense numa bateria como um pequeno incêndio químico esperando para acontecer. Transporte-as sempre dentro do aparelho ou em um estojo protetor (se estiver levando sobressalentes). Nunca aperte, perfure ou deforme elas, e jamais deixe-as dentro do porta-luvas de um carro estacionado sob o sol: a alta-temperatura pode resultar em uma reação química incontrolável (conhecida como “Thermal Runaway”) e uma eventual explosão.

9. Substitua as baterias a cada dois anos

À medida em que as baterias ficam mais velhas, sua capacidade de manter uma carga diminui, e consequentemente sua autonomia fica menor. Este processo gradual e inevitável reflete mudanças químicas dentro da bateria. Mas a maioria delas deve durar pelo menos alguns anos: a Apple afirma que a bateria de um iPad ainda é capaz de manter 80% da carga máxima original após 1000 recargas, e outros fabricantes anunciam números similares.

Quando você as substituir, descarte as baterias usadas em um posto de coleta. Eles podem ser encontrados em assistências técnicas do fabricante, nas lojas onde os aparelhos são vendidos ou em bancos e farmácias. 

10. Diagnostique problemas com alimentação de uma porta USB em alguns passos simples

Se você está tentando usar uma porta USB de um notebook ou desktop para recarregar um aparelho mas não está conseguindo, pode usar algumas ferramentas do próprio Windows para fazer um diagnóstico da situação. Abra o Gerenciador de Dispositivos, dentro do Painel de Controle, e clique no menu Exibir / Dispositivos por conexão. Clique no primeiro item da lista, que deve ser o nome de seu PC, e tecle *. Isto irá abrir uma lista com todos os dispositivos conectados ao seu PC. Procure o “Hub USB Genérico” ou “USB Root Hub”. Você pode ter mais de um deles, dependendo da máquina. Clique com o botão direito do mouse sobre aquele ao qual seu aparelho está conectado, e selecione o item Propriedades no menu.

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O gerenciador de dispositivos pode ajudar a descobrir quanto cada aparelho consome

Na janela que surge clique na aba Energia, e você verá uma lista dos aparelhos conectados ao hub e quanto de energia estão consumindo. Isso pode ajudar a determinar se o seu aparelho será recarregado rapidamente (se a corrente for igual ou maior do que 500 mA, por exemplo), ou lentamente (se for menor do que 500 mA). Quando verifiquei meu computador, notei que meu celular estava puxando apenas 96 mA. Como resultado, mesmo que ele indicasse que estava carregando, provavelmente nunca atingiria uma carga completa ao longo do dia.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Confira 10 dicas para manter seu smartphone sempre carregado

Siga estes truques para conseguir recargas mais rápidas, melhorar a autonomia e aprender a diagnosticar eventuais problemas.

19 de fevereiro de 2013 – 11h35

As baterias contidas em seus dispositivos móveis são pequenos milagres de engenharia, e contém quantidades de energia que seriam inimagináveis em suas predecessoras. O correto uso de todo este potencial pode fazer com que elas durem mais, e alimentem seus aparelhos por mais tempo. Veja a seguir algumas dicas para tirar o máximo de suas baterias.

1. Para carregar seu tablet rapidamente, use o carregador original ou um projetado sob medida para ele

iPads e outros tablets tem baterias grandes e vem com carregadores de alta-capacidade para recarregá-las rapidamente. Por exemplo, o carregador do iPad pode fornecer uma corrente de até 2.100 mA (miliamperes, ou 2.1 Amperes), que é mais que o dobro do suportado por uma porta USB 3.0 típica. Isso faz uma diferença enorme na hora da recarga.

Em nossos testes, carregar completamente a bateria de um iPad levou 5 horas e 9 minutos com o carregador incluso com o aparelho, e 10 horas e 13 minutos com o carregador de um iPhone 5 (que fornece no máximo 1000 mA). Em outro teste com um carregador de viagem genérico, capaz de fornecer 500 mA, foram necessárias mais de 24 horas para completar a carga do mesmo iPad.

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Use o carregador original de seu tablet para conseguir recargas mais rápidas

Como o teste demonstra, para reduzir o tempo de carga é importante utilizar o carregador original de seu tablet ou um projetado especificamente para ele. Pra complicar, alguns aparelhos contém um circuito que não permite o uso de toda a capacidade do carregador a não ser que este contenha um chip especial. Caso o chip não exista, a carga será mais lenta.

Por exemplo, quando tentamos recarregar um iPad 4 com o carregador de um Galaxy Tab 10.1 o processo levou 19 horas, apesar do carregador ter a mesma capacidade do original do iPad. Isto porque o iPad não reconheceu o carregador como sendo capaz de uma corrente mais intensa, e a limitou a um nível mais baixo. A situação inversa se aplica: quando tentamos carregar o Galaxy Tab 10.1 com o carregador do iPad, o processo levou mais de 15 horas, em contraste às 4 horas e 46 minutos que seriam necessárias com o carregador da Samsung.

2. A maioria dos celulares não precisa de um carregador específico

Celulares, que usam baterias muito menores que as dos tablets, não exigem carregadores de alta-capacidade. Por isso você pode usar um carregador genérico sem um prejuízo severo no tempo de recarga. Quando medimos o tempo necessário para a carga completa de um iPhone 5 usando carregadores variados, os resultados variaram de 2 horas e 4 minutos com um carregador de viagem da HTC a 2 horas e 59 minutos com um carregador da Samsung. Com o carregador original do iPhone são necessárias 2 horas e 16 minutos. Ou seja, a diferença não é tão grande assim.

3. Use uma porta USB específica para recarga, ou um hub USB alimentado

Se você não tem um carregador em mãos, sempre pode recarregar seu smartphone usando a porta USB de um PC. Mas há duas variantes delas, “padrão” e “para recarga”. Uma porta USB comum entrega uma corrente de apenas 100 mA, suficiente para um mouse ou pendrive, mas praticamente nada para um smartphone. Uma porta otimizada para recarga deve entregar pelo menos 500 mA. É por isso que às vezes, ao plugar um aparelho a uma porta USB no PC, ele não carrega ou carrega muito lentamente.

O problema é que, embora muitos notebooks ofereçam uma combinação de portas USB normais e “para recarga”, muitas vezes os fabricantes não se preocupam em identificá-las adequadamente. O símbolo de um raio ao lado de uma porta é uma indicação comum de que ela é uma porta para recarga, mas ele nem sempre está lá.

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Portas USB otimizadas para recarga podem ser identificadas com
ícone de um raio, como destacado em vermelho na foto acima.

Alguns notebooks mais recentes trazem portas USB capazes de oferecer 1.100 mA quando identificam um aparelho compatível, mas novamente nem sempre as identificam. A solução é procurar no manual do seu notebook quais são as portas disponíveis e a corrente máxima em cada uma antes de confiar nelas para recarregar seu gadget.

Embora portas USB 3.0 possam entregar mais corrente (até 900 mA) que as portas USB 2.0, elas só atingem esse nível com aparelhos USB 3.0. Plugue um smartphone USB 2.0 a elas e ele receberá os mesmos 500 mA máximos que em uma porta USB 2.0 para recarga.

Se você usa um hub USB não alimentado, a corrente disponível será dividida por todas as portas, o que significa que não sobra muito para carregar seus aparelhos. Um hub alimentado (ou seja, com uma fonte de alimentação externa, ligada à tomada) consegue entregar a corrente máxima a cada porta, o que o torna uma opção melhor para carregar seus aparelhos.

4. Você pode usar qualquer cabo micro-USB com seu smartphone

Muitos smartphones modernos (entre eles a esmagadora maioria dos aparelhos Android) usa um conector micro-USB para conexão ao PC ou ao carregador. Nesse caso, você pode usar qualquer cabo micro-USB que tiver à mão para recarrregar a bateria, não é necessário um “cabo especial” ou o que veio com o smartphone.

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Se seu smartphone usa um conector micro-USB, qualquer cabo compatível pode ser usado

5. Na primeira carga carregue, e depois descarregue, completamente a bateria

O primeiro ciclo de carga qualquer aparelho é importante, já que condiciona a bateria e ajuda o aparelho a entender como ela se comporta. Portanto, na primeira vez que plugá-lo à tomada recomendamos carregar completamente a bateria (por pelo menos 12 horas) e depois deixá-la descarregar completamente durante o uso normal, antes de recarregá-la. 

6. Você pode deixar um aparelho carregando, sem medo

As baterias em dispositivos portáteis modernos são mais espertas do que você imagina, e contém circuitos que controlam o fluxo de energia. Portanto, é seguro deixar o aparelho plugado e carregando mesmo por longos períodos. Quanto a bateria está carregada, o controlador integrado regula o fluxo de energia para mantê-la em 100%, mas não irá permitir uma sobrecarga. O que é uma coisa boa, já que baterias de Li-Ion sobrecarregadas podem explodir.

7. É bom descarregar completamente a bateria de vez em quando

As modernas baterias de Lítion-Ion (Li-Ion) não sofrem com o “efeito memória” que assolava a geração anterior, feita com Níquel e Cádmio (NiCad), então você pode recarregar a bateria mesmo que ela não esteja completamente esgotada, sem medo de perder a capacidade. Ainda assim, fabricantes recomendam esgotar e recarregar completamente a bateria pelo menos uma vez por mês, já que isso ajuda a maximizar a vida útil ao mantê-la condicionada e preserva o equilíbrio químico.

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É bom deixar a bateria de seu smartphone descarregar completamente de vez em quando

8. Trate suas baterias com carinho

Baterias bem tratadas irão recompensá-lo com anos de serviço. Caso contrário elas podem se tornar imprevisíveis, o que é um problema já que por dentro são perigosas: pense numa bateria como um pequeno incêndio químico esperando para acontecer. Transporte-as sempre dentro do aparelho ou em um estojo protetor (se estiver levando sobressalentes). Nunca aperte, perfure ou deforme elas, e jamais deixe-as dentro do porta-luvas de um carro estacionado sob o sol: a alta-temperatura pode resultar em uma reação química incontrolável (conhecida como “Thermal Runaway”) e uma eventual explosão.

9. Substitua as baterias a cada dois anos

À medida em que as baterias ficam mais velhas, sua capacidade de manter uma carga diminui, e consequentemente sua autonomia fica menor. Este processo gradual e inevitável reflete mudanças químicas dentro da bateria. Mas a maioria delas deve durar pelo menos alguns anos: a Apple afirma que a bateria de um iPad ainda é capaz de manter 80% da carga máxima original após 1000 recargas, e outros fabricantes anunciam números similares.

Quando você as substituir, descarte as baterias usadas em um posto de coleta. Eles podem ser encontrados em assistências técnicas do fabricante, nas lojas onde os aparelhos são vendidos ou em bancos e farmácias. 

10. Diagnostique problemas com alimentação de uma porta USB em alguns passos simples

Se você está tentando usar uma porta USB de um notebook ou desktop para recarregar um aparelho mas não está conseguindo, pode usar algumas ferramentas do próprio Windows para fazer um diagnóstico da situação. Abra o Gerenciador de Dispositivos, dentro do Painel de Controle, e clique no menu Exibir / Dispositivos por conexão. Clique no primeiro item da lista, que deve ser o nome de seu PC, e tecle *. Isto irá abrir uma lista com todos os dispositivos conectados ao seu PC. Procure o “Hub USB Genérico” ou “USB Root Hub”. Você pode ter mais de um deles, dependendo da máquina. Clique com o botão direito do mouse sobre aquele ao qual seu aparelho está conectado, e selecione o item Propriedades no menu.

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O gerenciador de dispositivos pode ajudar a descobrir quanto cada aparelho consome

Na janela que surge clique na aba Energia, e você verá uma lista dos aparelhos conectados ao hub e quanto de energia estão consumindo. Isso pode ajudar a determinar se o seu aparelho será recarregado rapidamente (se a corrente for igual ou maior do que 500 mA, por exemplo), ou lentamente (se for menor do que 500 mA). Quando verifiquei meu computador, notei que meu celular estava puxando apenas 96 mA. Como resultado, mesmo que ele indicasse que estava carregando, provavelmente nunca atingiria uma carga completa ao longo do dia.

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Publicado por em 30 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Confira 10 dicas para tornar suas mensagens no Twitter mais relevantes

Pesquisa revela que notícias em tempo real, moderação em hashtags e comentários interessantes podem ajudar a tornar postagens mais úteis

26 de dezembro de 2012 – 10h30

Pesquisadores das universidades de Carnegie Mellon, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e da Georgia Tech disponibilizaram uma lista com 9 dicas baseadas em estudos para trazer utilidade aos seus tuítes (a maioria das mensagens publicadas são inúteis, aponta uma pesquisa).

Veja as dicas na lista abaixo:

1 – Notícia velha não é notícia: O Twitter enfatiza a informação em tempo real, para que ela possa se espalhar rapidamente. Os seguidores ficam rapidamente entediados ao ver até mesmo links relativamente recém-publicados várias vezes.

2 – Contribua para a história: Para manter as pessoas interessadas, adicione sua opinião, um  fato pertinente ou acrescente a uma conversa antes de clicar em “enviar” ou “retweet”.

3 – Seja breve: O Twitter tem o limite de 140 caracteres por mensagem, mas os usuários ainda apreciam a concisão. Usar o mínimo de caracteres possível deixa mais espaço para cometários em retweets.

4 – Limites: Usar hashtags (palavras com # antes), abreviações e mencionar usuários demais tornam os tuítes difíceis de ler. Mas usar esses recursos com moderação podem ajudar a conseguir mais seguidores, em especial no caso das hashtags.

5 – Guarde para você: Tuítes com detalhes pessoais não agradam a maioria dos usuários. Os pesquisadores encontram um ódio especial dos internautas por tweets de check-ins na rede social de geolocalização Foursquare.

6 – Dê um contexto: Tuítes muito curtos podem torná-los incompreensíveis. Simplesmente publicar um link de blog ou foto, sem oferecer uma razão para clicar foram descritos como “ruins”.

7 – Não reclame: Sentimentos negativos e reclamações não agradam.

8 – Provoque: Portais de notícias e empresas em geral querem que os internautas acessem seus links. Não revele toda a informação no tuíte.

9 – Para figuras públicas: Geralmente as pessoas seguem você para ler insights profissionais, mas fofocas e detalhes do cotidiano podem fazê-las perderem o interesse no seu perfil.

10 – Vá com calma: Não envie muitos tuítes ao mesmo tempo. Isso “inunda” a timeline e pode fazer com que você perca seguidores.

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Publicado por em 24 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Confira as novidades que a Apple deve apresentar ao mercado em 2013

Nossos editores contam seus palpites para lançamentos da empresa neste ano. Lista inclui iPad mini 2, iPhone 5S, novo Mac Pro e fim do MacBook Pro sem tela Retina

Após um ano em que a Apple cedeu aos rivais com o lançamento do iPad mini, não param de surgir rumores sobre a mesma estratégia ser adotada para o iPhone em 2013. Será mesmo? Confira abaixo nossas previsões para as principais linhas de produtos da empresa de Cupertino.

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A história mostra que a Apple gosta de atualizar seus principais produtos iOS ao menos uma vez por ano. Por isso, nós dois esperamos que a empresa revele um iPad mini atualizado ainda este ano, e provavelmente uma nova versão do iPad original também. No entanto, não concordamos nas especificações do tablet.

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Lex: Estou convencido pelo AnandTech que 2013 não será o ano em que o iPad mini ganhará a tela Retina. Tenho certeza que veremos esse display no tablet menor da Apple um dia – e que vou instantaneamente comprar um. Mas se você olhar para a história do iPhone e do iPad tradicional, a Apple espera pelo menos até a terceira geração de um aparelho iOS para levar essa gloriosa tela para o aparelho.

Dan: As pessoas tem tido reações extremamente positivas quanto ao iPad mini, mas quase todas também concordam que uma tela Retina é algo que está faltando ao aparelho. Claro, nenhum outro aparelho iOS ganhou o display de altíssima resolução tão rápido, mas quando você tem uma melhoria tão clara que pode ser feita, fico pensando se a Apple vai resistir.

Lex: Ah, acho que a Apple quer uma tela Retina no iPad mini o mais rápido possível (para a Foxconn também, que monta os aparelhos da empresa). Mas acho também que o custo deve ser proibitivo. Algumas pessoas já ficaram surpresas ano passado pelo fato de a Apple não ter conseguido vender o iPad mini por um valor um pouco menor (o preço de entrada é de 329 dólares nos EUA). Por isso, suspeito que adotar a Retina muito rápido seria um golpe muito duro para as margens de venda do mini.

Dan: Certamente que o custo é a questão, mas a Apple produz muitas telas Retinas atualmente (não diretamente); eles estão muito melhores (e provavelmente com um melhor custo-benefício) nisso do que estavam quando o iPhone 4 foi lançado (primeiro aparelho a ter tela Retina). Por isso, não acho que seja algo desmedido. Mas vamos ver.

Um novo iPad tradicional

Já vimos dois novos iPads full-size nos últimos doze meses: o modelo de terceira geração, que estreiou em março de 2012, e seu sucessor de quarta geração, que foi anunciado em outubro. Assim, dependendo de como você encara a situação, podemos estar à espera de um novo modelo revisado dentro de um intervalo de seis meses; ou por um período de “descanso” um pouco maior enquanto a quarta geração segue seu caminho no mercado.

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Dan: Imagino que será a segunda opção. As pessoas já ficaram bravas o bastante com a chegada do iPad 4 apenas sete após o lançamento da terceira geração. E esse tablet é um produto maduro o bastante que não consigo imaginar nenhuma renovação que não seja algo mais do que evolucionária. Por que a pressa? Os upgrades mais revolucionários estão no lado do software (sistema) – o hardware é bastante sólido atualmente.

Lex: Certo. Acho que no caso dos iPads, a Apple não precisa se preocupar com os consumidores achando que a companhia está ficando para trás dos rivais em termos de recursos. Mas sabe onde acho que a Apple talvez precise acelerar o passo?

Dan: Nos 100 metros sem barreiras?

Lex: Agora vejo por que nos damos tão bem. Mas não. Acho que a Apple pode ficar com um ciclo de um ano para lançamentos do iPad, mas pode se sentir obrigada a acelerar seu ciclo de lançamentos do iPhone para dois ao ano.

Dan: O que???????

O iPhone 5S

Assim como outubro sucede setembro, muitos novos iPhones substituem modelos antigos nas prateleiras da Apple. Não é uma questão de “se a Apple vai lançar um iPhone novo”, mas sim sobre se teremos apenas um novo aparelho nesta temporada.

Em virtude dos iPhones anteriroes, os recursos mais esperados para o possível iPhone 5S seriam as melhorias de sempre, na câmera, na velocidade do processador e no suporte Wi-Fi do aparelho. Além, é claro, do iOS 7.

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Lex: O iPhone 3G foi seguido pelo 3GS, assim como o iPhone 4 foi sucedido pelo iPhone 4S. Penso que um iPhone 5S chegar depois do iPhone 5 é algo inevitável – mas não acho que será o único lançado pela Apple em 2013.

Dan: Concordo que o iPhone 5S parece mais provável do que um iPhone 6 completamente novo. A esse ponto, a Apple parece ter estabelecido um padrão muito claro de renovações significativas a cada dois anos mais ou menos, com melhorias complementares no intervalo. Mas não sei se consigo embarcar nessa história de “mais de um iPhone no ano”.

Lex: Por alguma razão – ingenuidade, provavelmente – estou disposto a atribuir alguma verdade a esses rumores de um “iPhone mais barato”. Sim, você consegue pegar um iPhone 4 “de graça” nos EUA atualmente (no Brasil, isso está bem longe de ser verdade), mas você precisa de um contrato de dois anos com a operadora para isso. Penso que a Apple quer se sair melhor no mercado pré-pago, onde você tem seu telefone sem nenhuma obrigação contratual. Atualmente, a única maneira de você comprar um iPhone 5 sem contrato da Apple é desembolsando 650 dólares (ou 2.400 reais aqui no Brasil). Se a Apple conseguir encontrar uma maneira de criar um iPhone menos caro para focar nesse mercado, especialmente em outros países, não vejo por que eles não fariam isso.

Dan: Para mim, isso não “encaixa” com a filosofia da Apple de criar produtos dos quais possa ter orgulho. Penso que oferecer os iPhones anteriorees por preços menores parece uma solução bastante razoável. Concordo que a companhia iria gostar de entrar no mercado de vender telefones independentemente das operadoras, mas penso que agora que está para ter disponibilidade em todas as grandes operadoras dos EUA, assim como continuar expandindo sua cobertura em outros países, ela tem as opções que precisa no momento.

Lex: Talvez ele será o “Mac Mini dos iPhones”. Eles fornecem o telefone, e você a tela. Mas falando sério: minha opinião é que se a Apple puder fabricar um iPhone com partes mais baratas – um chip mais antigo e lento, menos alumínio, qualquer coisa desse tipo – sem sacrificar a qualidade do produto de forma geral, eles vão fazer isso. Sei que parece heresia dizer isso, mas talvez um iPhone mais barato possa até vir sem uma tela Retina.

Dan: Claro, e eles poderiam chamá-lo de iPhone 3GS. Apenas não vejo a Apple voltando para iPhones sem telas Retina – ela quer as pessoas seguindo para frente, não retrocedendo. E em termos de preço, ela quer empurrá-los para cima, não lateralmente. Acho que teremos de concordar em discordar nessa questão.

Lex: Eu não concordo.

Dan: Boa, muito boa Friedman.

Lex: Obrigado! Agora, quanto ao iPhone 5S, minha aposta de um novo recurso que eles podem adicionar em uma ferramenta já disponível no smartphone: um rastreador de passos (para exercícios). A Fitbit, a Jawbone, e a Nike possuem acessório que rastreiam os seus passos, e isso parece o tipo de tecnologia que a Apple poderia embutir diretamente no iPhone para consciência em termos de saúde. Você coloca o iPhone no seu bolso, e ele registra os passos caminhados, quantidade de metros, e talvez até quantos andares você subiu.

Dan: A Apple tentou isso com o Nike+ anteriormente, e era algo incompleto. Definitivametne podem ser feitas melhorias nessa área, mas não tenho certeza se a Apple tem tanto interesse assim em fitness.

Macs

Apesar de informações ocasionais que sugerem o contrário, a Apple não se esqueceu do Mac. Na verdade, no meio de 2012, o CEO Tim Cook foi notícia ao dizer para um consumidor desapontado que o Mac Pro finalmente veria um update “realmente ótimo” em 2013. Também já vimos renovações para o iMac e Mac Mini, o que significa que provavelmente não veremos nada além de atualizações menores para essas linhas. E, é claro, o MacBook Pro acabou de entrar no mundo da tela Retina.

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Lex: Sobre o update do Mac Pro, algumas atualizações são óbvias: Thunderbolt, suporte para Fusion drive, e coisas do tipo. Mas será que o Mac mais poderoso finalmente terá um novo visual?

Dan: Acho que já passou da hora. A parte externa do Mac Pro atual é lá da época do Powermac G5, que, acredite ou não, estreiou há 10 anos. É hora de mudar.

Lex: Minha previsão? Um cubo.

Dan: Sua e do Picasso.

Lex: Em outra nota, atualmente temos MacBooks Pro com telas Retina, outros MacBook Pro sem Retina, e MacBooks Air também essas telas de altíssima resolução. Acha que neste ano a linha de laptops da Apple ficará apenas com tela Retina?

Dan: Ainda pode ser muito cedo para a Apple lançar telas Retina para o Air – atualmente, eles são os modelos com preços menores na linha MacBook. Meu palpite é que eles querem que os MacBooks Pro tenham o recurso com exclusividade por mais um tempo. Mas digo o que não me surpreenderia: o adeus final dos MacBook Pros sem tela Retina.

Lex: Concordo com o fim dos MacBooks. E ainda acho que poderemos ver um MacBook Air Retina neste ano – a Apple gosta muito desse display. Mas enquanto isso é um palpite, sabe o que é certo para o Mac em 2013, Dan?

Dan: Que eu terei um aumento?

Lex: Boa, mas não. Penso que é uma aposta segura que veremos outra sequência na já longa lista de upgrades do OS X com temas felinos. Vale lembrar que a Apple liberou o primeiro preview do Mountain Lion (versão mais recente) em fevereiro do ano passado. Quem sabe como o update desse ano será chamado?

Dan: Mac OS X 10.9 Cuddly Ocelot.

Lex: Algo do tipo. E suspeito que o sistema dos Macs vai continuar a empresas muita coisa do iOS, abraçar o iOS ainda mais, e – um recurso que já está na minha lista de desejos – ganhar algum tipo de suporte para o Siri também.

Dan: Todas boas previsões. A isso, adiciono que espero que o iCloud receba alguns recursos de colaboração, para competir com rivais como o Google Docs. E se eles adicionarem suporte de verdade para dois monitores no modo tela-cheia, vou até Cupertino dar um abraço em cada um dos funcionários da equipe do OS X. 

Todo o restante

A Apple possui algumas outras linhas de produtos, obviamente: o iPod, a Apple TV, AirPort. Além disso, há a sempre popular categoria “produtos completamente novos”.

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Lex: Pelo lado da Apple TV, honestamente penso que o trabalho da empresa em hardware está quase feito. Agora, a companhia precisa de atualizações de software (e conteúdo) mais do que qualquer outra coisa.

Dan: Então você é da opinião que a Apple não vai fazer nada além das set-top boxes que fez até então?

Lex: Eu não disse isso exatamente. Estou apenas falando que o set-top box parece bem encaixado tecnologicamente atualmente. Sobre se a Apple pode lançar um aparelho de TV algum dia – cara, eu não sei. Os rumores sobre o assunto tão tantos que é impossível ignorar a possibilidade, mas faço parte da minoria que não foi convencido que esse é um mercado que a Apple deveria entrar.

Dan: Sei que tentei ignorar (os rumores). E falhei nisso. E concordo, não acho que um aparelho de TV em si seja algo iminente para a Apple. Mas espero que a companhia continue melhorando a Apple TV atual. Tenho uma que uso frequentemente, só que ela poderia certamente ter mais conteúdo, uma interface mais rápida, e uma arquitetura mais amigável para os desenvolvedores.

Lex: Tudo isso dito, acho que não espero nenhum novo produto revolucionário da Apple neste ano.

Dan: Pois é, concordo com você quanto a novas linhas.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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