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Irã rejeita condições prévias para participar de conferência sobre Síria

O Irã, principal aliado regional do regime do presidente Bashar al-Assad na Síria, participará da conferência de paz Genebra II, mas não aceita as condições prévias para comparecer à mesma, declarou a porta-voz do ministro das Relações Exteriores, Marzieh Afkham, citada pela agência oficial Irna.

“Com base no convite oficial (do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon), o Irã participará desta conferência sem condições prévias”, declarou a porta-voz.

O Irã se comprometeu a ter “um papel positivo e construtivo” para colocar fim ao conflito sírio, afirmou no domingo Ban, quando anunciou o convite feito a Teerã.

No entanto, Washington, Paris e Londres disseram nesta segunda-feira que, para poder participar da conferência de paz sobre a Síria prevista para começar na quarta-feira, Teerã deveria aceitar o comunicado adotado em Genebra no dia 30 de junho de 2012 que pede um governo de transição na Síria.

Para a Rússia, outro aliado de Damasco, a ausência do Irã na conferência seria “um erro imperdoável”.

Por sua vez, a oposição síria ameaçou se retirar da conferência se o convite ao Irã se mantiver.

Já a Arábia Saudita rejeitou a participação do Irã na conferência de paz, já que Teerã rejeita a instauração de um governo de transição em Damasco.

“Todo convite à conferência de Genebra deve estar vinculado à aceitação (…) de um governo de transição” na Síria, declarou um porta-voz oficial de Riad. “Ao não adotar publicamente esta posição, o Irã se encontra desqualificado para participar da conferência”, acrescentou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Ativistas estão em condições desumanas na prisão, diz advogado

Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo neste domingo (29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo no domingo(29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)

Os tripulantes do Greenpeace indiciados por pirataria por terem participado de um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico estão vivendo em “condições desumanas” na prisão e são transportados entre centros prisionais russos como “galinhas de uma granja ruim”, afirmou um advogado nesta segunda-feira (7).

Na semana passada, autoridades russas indiciaram por pirataria os 30 tripulantes do navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, entre eles a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, provocando uma onda de protestos em várias partes do mundo.

Os ativistas de 18 nacionalidades diferentes cumprem prisão preventiva de dois meses entre as cidades de Murmansk e Apatity, cerca de 2 mil quilômetros ao norte de Moscou e acima do círculo Ártico.

O advogado do Greenpeace Sergei Golubok afirmou durante entrevista coletiva nesta segunda-feira que muitos ativistas não tiveram acesso a água potável ou estão passando fome porque não conseguiram comer a comida das prisões.

“Sua situação na prisão não pode ser chamada de outra coisa senão de desumana”, afirmou a jornalistas Golubok, falando por videoconferência de Murmansk.

Os ativistas detidos em Apatity têm que fazer longas viagens em frias vans prisionais para as audiências em Murmansk, acrescentou.

“Ali as pessoas são confinadas como galinhas de uma granja ruim”, afirmou. “Ninguém recebe cuidados de saúde adequados”, continuou, destacando que alguns ativistas não querem a comida da prisão por questões religiosas.

Os ativistas também se queixaram da vigilância constante de suas celas por câmeras de vídeo instaladas inclusive no banheiro, acrescentou.

Ativistas do Greenpeace seguram cartazes com fotos de seus colegas presos, durante protesto neste sábado (5) em Moscou, capital da Rússia (Foto: AFP)Ativistas do Greenpeace seguram cartazes com fotos
de seus colegas presos, durante protesto neste
sábado (5) em Moscou. (Foto: AFP)

Centros de prisão preventiva, que são chamados na Rússia de Isoladores de Investigação (SIZO), não são muito diferentes das prisões comuns, conhecidas por condições degradantes e abusos.

Os problemas dos ativistas se agravam pelo fato de a maioria ser estrangeira e não falar russo, disse Golubok. Com isso, tarefas simples como tirar dinheiro de suas contas bancárias ou pedir aos guardas da prisão permissão para abrir uma janela se tornam impossíveis.

“Eles não conseguem falar com os parentes por telefone porque devem falar em um idioma que os funcionários dos centros de detenção tenham facilidade de compreender”, afirmou Golubok.

Um ativista de direitos humanos disse à AFP na semana passada que ativistas do Greenpeace estavam “à beira do choque”, devido às condições em suas celas frias e escuras. Um dos ativistas sofre de asma e outro não tem a tiroide. “Basicamente, eles foram desligados do mundo exterior”, disse Golubok.

Na semana passada, o embaixador italiano em Moscou convocou uma reunião com os embaixadores de vários países europeus para coordenar os passos para tentar assegurar a libertação dos ativistas.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores da Nova Zelândia admitiu, contudo, que havia pouco que pudessem fazer.

“Nossas autoridades não são capazes de intervir no processo judicial de outro país, nem podem tentar tirar vantagem do processo’, declarou à AFP um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores e Comércio em comentários enviados por e-mail. “Trata-se de uma questão legal atualmente em curso na justiça da Rússia”, concluiu.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Ativistas estão em condições desumanas na prisão, diz advogado

Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo neste domingo (29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo no domingo(29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)

Os tripulantes do Greenpeace indiciados por pirataria por terem participado de um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico estão vivendo em “condições desumanas” na prisão e são transportados entre centros prisionais russos como “galinhas de uma granja ruim”, afirmou um advogado nesta segunda-feira (7).

Na semana passada, autoridades russas indiciaram por pirataria os 30 tripulantes do navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, entre eles a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, provocando uma onda de protestos em várias partes do mundo.

Os ativistas de 18 nacionalidades diferentes cumprem prisão preventiva de dois meses entre as cidades de Murmansk e Apatity, cerca de 2 mil quilômetros ao norte de Moscou e acima do círculo Ártico.

O advogado do Greenpeace Sergei Golubok afirmou durante entrevista coletiva nesta segunda-feira que muitos ativistas não tiveram acesso a água potável ou estão passando fome porque não conseguiram comer a comida das prisões.

“Sua situação na prisão não pode ser chamada de outra coisa senão de desumana”, afirmou a jornalistas Golubok, falando por videoconferência de Murmansk.

Os ativistas detidos em Apatity têm que fazer longas viagens em frias vans prisionais para as audiências em Murmansk, acrescentou.

“Ali as pessoas são confinadas como galinhas de uma granja ruim”, afirmou. “Ninguém recebe cuidados de saúde adequados”, continuou, destacando que alguns ativistas não querem a comida da prisão por questões religiosas.

Os ativistas também se queixaram da vigilância constante de suas celas por câmeras de vídeo instaladas inclusive no banheiro, acrescentou.

Ativistas do Greenpeace seguram cartazes com fotos de seus colegas presos, durante protesto neste sábado (5) em Moscou, capital da Rússia (Foto: AFP)Ativistas do Greenpeace seguram cartazes com fotos
de seus colegas presos, durante protesto neste
sábado (5) em Moscou. (Foto: AFP)

Centros de prisão preventiva, que são chamados na Rússia de Isoladores de Investigação (SIZO), não são muito diferentes das prisões comuns, conhecidas por condições degradantes e abusos.

Os problemas dos ativistas se agravam pelo fato de a maioria ser estrangeira e não falar russo, disse Golubok. Com isso, tarefas simples como tirar dinheiro de suas contas bancárias ou pedir aos guardas da prisão permissão para abrir uma janela se tornam impossíveis.

“Eles não conseguem falar com os parentes por telefone porque devem falar em um idioma que os funcionários dos centros de detenção tenham facilidade de compreender”, afirmou Golubok.

Um ativista de direitos humanos disse à AFP na semana passada que ativistas do Greenpeace estavam “à beira do choque”, devido às condições em suas celas frias e escuras. Um dos ativistas sofre de asma e outro não tem a tiroide. “Basicamente, eles foram desligados do mundo exterior”, disse Golubok.

Na semana passada, o embaixador italiano em Moscou convocou uma reunião com os embaixadores de vários países europeus para coordenar os passos para tentar assegurar a libertação dos ativistas.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores da Nova Zelândia admitiu, contudo, que havia pouco que pudessem fazer.

“Nossas autoridades não são capazes de intervir no processo judicial de outro país, nem podem tentar tirar vantagem do processo’, declarou à AFP um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores e Comércio em comentários enviados por e-mail. “Trata-se de uma questão legal atualmente em curso na justiça da Rússia”, concluiu.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Apple pede para associação investigar condições da Foxconn

AppId is over the quota
Fabricante do iPad anunciou que FLA começa hoje a inspecionar suas parceiras; reportagem do NYT acusava companhia de ser conivente com violações trabalhistas

13 de fevereiro de 2012 – 18h37A Apple anunciou hoje, 13/2, que, a seu pedido, a associação trabalhista Fair Labor Association (FLA) iniciará uma série especial de inspeções voluntárias nas unidades de montagem final dos seus produtos – incluindo fábricas da Foxconn na China.

A FLA se descreve como um “esforço colaborativo de companhias, universidades e faculdades socialmente responsáveis, e organizações civis da sociedade para melhorar as condições de trabalho em fábricas no mundo todo.”

Em sua declaração oficial, a Apple afirma que uma equipe de especialistas em direitos trabalhistas, sob a liderança do presidente da FLA, Auret van Heerden, começou a inspecionar hoje a unidade da Foxconn na cidade chinesa de Shenzen. Segundo a “maçã”, a associação trabalhista vai entrevistar milhares de funcionários sobre condições de trabalho e moradia, com foco em tópicos como saúde e segurança, compensação, horas de trabalho, e comunicação da gerência. A Apple diz ainda que a FLA não inspecionará apenas áreas de produção, mas também dormitórios e outras instalações das fábricas. A associação também vai revisar a documentação para procedimentos em todos os estágios do processo de contratação.

A FLA começará a postar avaliações das inspeções em seu site oficial em março, afirma a Apple. Nos meses seguintes, verificações parecidas serão feitas em unidades da Quanta e da Pegatron; uma vez que essas inspeções tiverem terminado, as avaliações combinadas vão cobrir mais de 90% das fornecedoras de montagem de produtos da Apple.

Denúncias

A iniciativa da Apple acontece após o jornal norte-americano New York Times publicar uma série de reportagens que afirmavam que a fabricante do iPad e do iPhone era conivente com as violações de direitos trabalhistas em suas montadoras fora dos EUA. Na época, o CEO da companhia, Tim Cook, publicou um comunicado em resposta ao NYT dizendo que “Nós nos importamos com todos os trabalhadores em nossa cadeia mundial de abastecimento. Qualquer acidente é profundamente problemático, e qualquer problema com condições de trabalho é causa para preocupação. Toda insinuação de que não nos importamos é evidentemente falsa e ofensiva para nós.”

Leia também:

– Hackers atacam fabricante da Apple apenas por “diversão”

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Após denúncias, Apple pede para associação investigar condições da Foxconn

A Apple anunciou hoje, 13/2, que, a seu pedido, a associação trabalhista Fair Labor Association (FLA) iniciará uma série especial de inspeções voluntárias nas unidades de montagem final dos seus produtos – incluindo fábricas da Foxconn na China.

A FLA se descreve como um “esforço colaborativo de companhias, universidades e faculdades socialmente responsáveis, e organizações civis da sociedade para melhorar as condições de trabalho em fábricas no mundo todo.”

Em sua declaração oficial, a Apple afirma que uma equipe de especialistas em direitos trabalhistas, sob a liderança do presidente da FLA, Auret van Heerden, começou a inspecionar hoje a unidade da Foxconn na cidade chinesa de Shenzen. Segundo a “maçã”, a associação trabalhista vai entrevistar milhares de funcionários sobre condições de trabalho e moradia, com foco em tópicos como saúde e segurança, compensação, horas de trabalho, e comunicação da gerência. A Apple diz ainda que a FLA não inspecionará apenas áreas de produção, mas também dormitórios e outras instalações das fábricas. A associação também vai revisar a documentação para procedimentos em todos os estágios do processo de contratação.

A FLA começará a postar avaliações das inspeções em seu site oficial em março, afirma a Apple. Nos meses seguintes, verificações parecidas serão feitas em unidades da Quanta e da Pegatron; uma vez que essas inspeções tiverem terminado, as avaliações combinadas vão cobrir mais de 90% das fornecedoras de montagem de produtos da Apple.

Denúncias

A iniciativa da Apple acontece após o jornal norte-americano New York Times publicar uma série de reportagens que afirmavam que a fabricante do iPad e do iPhone era conivente com as violações de direitos trabalhistas em suas montadoras fora dos EUA. Na época, o CEO da companhia, Tim Cook, publicou um comunicado em resposta ao NYT dizendo que “Nós nos importamos com todos os trabalhadores em nossa cadeia mundial de abastecimento. Qualquer acidente é profundamente problemático, e qualquer problema com condições de trabalho é causa para preocupação. Toda insinuação de que não nos importamos é evidentemente falsa e ofensiva para nós.”

Leia também:

– Hackers atacam fabricante da Apple apenas por “diversão”

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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