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Ex-primeiro-ministro de Israel é condenado a seis anos de prisão

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Ex-primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, no Tribunal Distrital de Tel Aviv. (Foto: Finbarr O'Reilly / Pool / AP Photo)Ex-primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, no Tribunal Distrital de Tel Aviv. (Foto: Finbarr O’Reilly / Pool / AP Photo)

O ex-primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, foi condenado nesta terça-feira (13) a seis anos de prisão. O Tribunal Distrital de Tel Aviv considerou que ele aceitou suborno durante mandato como prefeito de Jerusalém, entre 1993 e 2003.

O tribunal informou que ficou provado que o ex-premiê aceitou propina dos promotores do projeto “Holyland”, um complexo de casas de luxo que fica no sul de Jerusalém.

Depois de dois anos de procedimento judicial, o tribunal de Tel Aviv condenou Olmert a seis anos de prisão e ao pagamento de uma multa de um milhão de shekels (US$ 290 mil).

Olmert demonstrou cansaço durante o anúncio da pena.

“Desempenha o cargo mais central e importante, e acabou condenado pelos crimes mais abjetos”, declarou o juiz David Rosen.

“Uma autoridade pública que aceita subornos é comparável a um traidor”, completou.

Em 31 de março, o ex-chefe de Governo, de 68 anos, foi declarado culpado de ter recebido subornos quando era prefeito de Jerusalém e por falso testemunho, por ter tentado manchar a reputação da principal testemunha de acusação.

Olmert, envolvido em vários casos de corrupção, já havia sido condenado em condenado em 2012 a uma pena de prisão condicional por abuso de confiança.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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‘Vovô do crime’ é condenado a 3 anos de cadeia no dia do aniversário

Leo Sharp deve pegar 5 anos de prisão por tráfico de drogas (Foto: U.S. Marshals Service/AP)Leo Sharp ao ser preso em 2011, após transportar
mais de 635 kg de cocaína nos EUA
(Foto: U.S. Marshals Service/AP)

Leo Earl Sharp, um senhor de 89 anos preso em Detroit, nos EUA, ao auxiliar no transporte de mais de 635 kg de cocaína, foi condenado a 3 anos de cadeia por tráfico de drogas.

O julgamento ocorreu no último dia 7/5, data em que Sharp chegou aos seus 90 anos.

O americano foi um dos criminosos mais velhos a serem julgados pela corte. Em sua primeira audiência em 2013, o idoso foi extremamente comunicativo, e afirmou arrependido que nunca havia cometido um crime antes, e que trabalhou para a organização criminosa porque precisava de dinheiro.

“Em seis meses farei 90 anos”, disse Sharp à época. O homem foi preso enquanto transportava parte da carga, ao ser parado por um policial rodoviário, que foi verificar o que o senhor levava no veículo.

Apesar da pena mínima para esse caso ser de 14 anos de cadeia, os promotores recomendaram apenas 5 anos de prisão, visto a idade avançada de Leo e pelo fato de o senhor ser um veterano de guerra. “Foi uma péssima decisão para ser tomada nesse momento da vida, disse o juiz”.

O advogado do americano chegou a recorrer e pedir prisão domiciliar ao homem, mas apenas conseguiu reduzir a pena a três anos em regime fechado.

Leo Sharp é fotografado a caminho de sua audência em 7/5 em Detroit, nos EUA, no dia de seu aniversário. Idoso foi condenado a 3 anos de prisão por transportar mais de 635 kg de cocaína em 2011 (Foto: Ed White/AP)Leo Sharp é fotografado a caminho de sua audência em 7/5 em Detroit, nos EUA, no dia de seu aniversário. Idoso foi condenado a 3 anos de prisão por transportar mais de 635 kg de cocaína em 2011 (Foto: Ed White/AP)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Baterista do Scorpions é condenado em Dubai por ‘insulto ao islã’

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Foto de 16 de setembro de 2010 mostra James Kottak, baterista do Scorpions, durante show em La Paz, na Bolívia (Foto: Juan Karita/AP)Foto de 16 de setembro de 2010 mostra James Kottak, baterista do Scorpions, durante show em La Paz, na Bolívia (Foto: Juan Karita/AP)

O baterista do grupo de rock alemão Scorpions, o americano James Kottak, está detido há um mês em Dubai por “insulto ao islã”, informa a imprensa local.

Nesta terça-feira (29), um tribunal condenou a Kottak a um mês de detenção, depois de ele ter ofendido passageiros paquistaneses no aeroporto, segundo meios de comunicação. Kottak será liberado em breve, depois de cumprir a totalidade da pena.

Os insultos aconteceram no aeroporto de Dubai em 3 de abril, quando James Kottak, ao que parece embriagado, se negou a subir em um avião ao lado de passageiros paquistaneses e afegãos, tapando o nariz como em um gesto para evitar o odor, descreve o jornal “Gulf News”.

Em seguida, Kottak começou a insultar os passageiros, que chamou de “muçulmanos não educados”, destaca o jornal “The National”.

No julgamento, Kottak admitiu que estava embriagado, mas negou ter insultado os passageiros.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Condenado agoniza antes de morrer após falha em injeção letal nos EUA

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Clayton Lockett (esquerda) e Charles Warner, os dois condenados á morte em Oklahoma. (Foto: REUTERS/Oklahoma Department of Corrections/Handout)Clayton Lockett (esquerda) e Charles Warner, os dois condenados à morte em Oklahoma (Foto: Reuters/Oklahoma Department of Corrections/Handout)

Um condenado à morte por injeção letal agonizou por mais de 30 minutos devido a complicações durante a execução da pena em Oklahoma, nos Estados Unidos, na noite de terça-feira (29). Segundo as autoridades penitenciárias, o corpo do homem teve rejeição à substância aplicada e ele morreu em decorrência de um ataque cardíaco. A falha fez as autoridades adiarem a execução de um segundo detento, prevista para ocorrer na sequência.

Segundo o jornal local “The Oklahoman”, antes de morrer, o preso Clayton Lockett, de 38 anos, condenado à morte pelo assassinato de uma jovem de 19 anos em 1999, se contorceu e teve convulsões quando recebeu a injeção, que continha uma combinação de substâncias que nunca havia sido utilizada em Oklahoma.

O diretor de prisões do estado, Robert Patton, ordenou a suspensão da execução de Lockett cerca de 3 minutos após a aplicação da injeção. Era a primeira vez que o medicamento “midazolam” era usado como parte de uma injeção em Oklahoma. A execução do condenado cumpria um inédito protocolo de injeção letal que continha três componentes: um sedativo, um anestésico e uma dose letal de cloreto de potássio.

Em março, os advogados de Lockett haviam conseguido o adiamento de sua execução por falta de anestésico para a aplicação da injeção intravenosa, mas o estado obteve a substância e decidiu mudar o procedimento de execução.

Diante do ocorrido, o diretor decidiu adiar por 14 dias a execução do condenado Charles Warner, prevista para ocorrer na mesma noite, segundo informou Jerry Massie, porta-voz das prisões de Oklahoma, à agência de notícias France Presse. Warner recebeu a pena capital em 1997 pelo estupro e assassinato da filha de 11 meses de sua companheira.

Essa seria a primeira execução dupla dos Estados Unidos no século XXI, já que a última vez em que a pena capital foi aplicada em dois condenados no mesmo dia foi em 9 de agosto de 2000, no Texas. Além disso, essa seria a primeira execução dupla em Oklahoma desde 1937.

Nos últimos meses, houve vários episódios de complicações na aplicação da pena de morte no país. A maioria dos 32 estados onde a pena capital está em vigor está tendo problemas para conseguir as substâncias com as quais são feitas as injeções letais convencionais. Com isso, alguns estados estão testando fórmulas alternativas, enquanto outros determinaram o uso obrigatório da cadeira elétrica se não houver medicamentos disponíveis.

Oklahoma mudou a lei que regulamenta a aplicação da pena de morte no final de março, e permitiu o uso de cinco diferentes combinações de substâncias para a injeção letal, após os problemas que ocorreram nas primeiras execuções do ano.

No início de abril, o estado informou aos advogados dos condenados que usaria uma injeção letal com o anestésico midazolam, o paralisante brometo de pancurônio e cloreto de potássio, que interrompe o ritmo cardíaco.

Lockett e Warner processaram o estado por não terem recebido informações sobre onde o estado havia adquirido os medicamentos, nem evidências de que esses remédios fossem seguros. A Suprema Corte de Oklahoma suspendeu na época as execuções de ambos os réus, mas acabou cancelando depois a decisão.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Médico condenado por morte de Michael Jackson perde novo recurso

O médico Conrad Murray, que é acusado pela morte de Michael Jackson (Foto: Reuters)O médico Conrad Murray (Foto: Reuters)

A Suprema Corte da Califórnia rejeitou na quarta-feira (23) o recurso apresentado pelo médico Conrad Murray, condenado pelo homicídio culposo do cantor Michael Jackson. Murray foi libertado em outubro, após cumprir dois anos de prisão em Los Angeles, e agora deseja limpar seu nome.

Seu advogado havia solicitado à corte que revogasse a condenação de 2011, alegando que a intensa cobertura midiática do caso pode ter influenciado o júri.

Valerie Mass, advogada do cardiologista, disse que ele agora provavelmente recorrerá a um tribunal federal. A Suprema Corte da Califórnia não chegou nem a avaliar o mérito do recurso, rejeitando-o em princípio.

Contratado para acompanhar Michael Jackson numa temporada de ensaios, Murray administrou a dose de analgésicos que acabou por matar o artista, em 2009, aos 50 anos.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Ex-apresentador do Animal Planet é condenado por vender lagartos raros

Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)

O ex-apresentador de um programa do canal Animal Planet, Donald Schultz, foi condenado nesta segunda-feira (24), nos Estados Unidos, a dois anos de liberdade condicional, 200 horas de serviço comunitário e uma multa de US$ 9 mil depois de admitir que tentou vender dois lagartos iranianos, uma espécie em extinção, sem autorização.

Em novembro, Schultz, que é sul-africano, fez um acordo judicial e se declarou culpado de violar a Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção. Em 2010, ele tentou vender dois lagartos raros por US$ 2,5 mil a um agente federal disfarçado de cliente.

No seu programa, “Wild Recon”, que foi cancelado, Schultz se aventurava em locais remotos para recolher amostras biológicas a partir de cobras venenosas e outros animais perigosos. Ele também fez o programa “Venom in Vegas”, no qual ficou em uma grande estrutura de vídeo fechado com mais de cem cobras, algumas venenosas, em frente a um cassino de Las Vegas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Ex-apresentador do Animal Planet é condenado por vender lagartos raros

Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)Donald Schultz exibe uma cobra em frente a um cassino em Las Vegas, em 2010 (Foto: Glenn Pinkerton/Las Vegas News Bureau/AP)

O ex-apresentador de um programa do canal Animal Planet, Donald Schultz, foi condenado nesta segunda-feira (24), nos Estados Unidos, a dois anos de liberdade condicional, 200 horas de serviço comunitário e uma multa de US$ 9 mil depois de admitir que tentou vender dois lagartos iranianos, uma espécie em extinção, sem autorização.

Em novembro, Schultz, que é sul-africano, fez um acordo judicial e se declarou culpado de violar a Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção. Em 2010, ele tentou vender dois lagartos raros por US$ 2,5 mil a um agente federal disfarçado de cliente.

No seu programa, “Wild Recon”, que foi cancelado, Schultz se aventurava em locais remotos para recolher amostras biológicas a partir de cobras venenosas e outros animais perigosos. Ele também fez o programa “Venom in Vegas”, no qual ficou em uma grande estrutura de vídeo fechado com mais de cem cobras, algumas venenosas, em frente a um cassino de Las Vegas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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