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Chip anti-espionagem para celular promete proteger comunicação

Chip em forma de cartão SD pode ser colocado em smartphones e tablets para proteger ligações e mensagens de espionagem (Foto: Divulgação/FGX)Chip em forma de cartão SD pode ser colocado
em smartphones e tablets para proteger ligações
e mensagens de espionagem (Foto: Divulgação/FGX)

Em tempos em que não se sabe se smartphones, tablets ou computadores estão sendo espionados, uma das poucas soluções para continuar usando os dispositivos sem ter medo de ter dados privados acessados por terceiros.

Uma destas soluções, um chip que pode ser usado tanto em celulares e tablets como em PCs e notebooks chamado TrustChip chega ao Brasil pela empresa FGX, que oferece o serviço com mensalidades de R$ 150. O chip é fabricado pela KoolSpan, empresa americana que desenvolve aplicações de criptografia e de segurança baseados em hardware para proteger os dados e comunicações de voz sobre dispositivos conectados à rede.

Segundo a companhia, usando tanto redes Wi-Fi ou de dados 3G e 4G ou as rede de voz de celular, os usuários estarão protegidos já que o chip codifica a voz e os dados, criando chaves dinâmicas que mudam a todo o instante. Isso, seguindo a empresa, diminui o risco de invasão e, com isso, de alguém espionar suas ligações telefônicas e mensagens.

Com chip instalado, usuário pode optar por fazer ligação com ou sem a proteção (Foto: Divulgação/FGX)Com chip instalado, usuário pode optar por fazer
ligação com ou sem a proteção
(Foto: Divulgação/FGX)

“É um chip com padrão militar, usado por agências do governo norte-americano”, explica Fábio Guimarães, presidente da FGX, ao G1. “Há softwares similares, mas o chip tem melhor proteção e otimiza o consumo de bateria. Quando se fala de software, há certificados e chaves expostas à vulnerabilidades. Quando falamos de hardware, de proteção no chip, não há exposição de chaves. A previsão é que sejam vendidos 5 mil chips pela empresa em 2014.

O chip está em um cartão microSD que pode ser colocado em dispositivos com essa entrada – no iPhone é usada uma capinha que tem uma entrada microSD para o chip. Aparelhos da Apple não têm entrada para este tipo de cartão.

Capa para iPhone traz entrada microSD e permite usar o chip anti-espionagem (Foto: Divulgação/FGX)Capa para iPhone traz entrada microSD
e permite usar o chip anti-espionagem
(Foto: Divulgação/FGX)

Com o chip no aparelho, o usuário usa um aplicativo para fazer as ligações e outro para mandar mensagens de texto. Segundo Guimarães, é necessário que tanto quem liga quanto de quem recebe a ligação que tenham o chip para garantir a segurança. Ele também afirma que no segundo semestre haverá uma aplicação para mandar imagens e documentos importantes e impedir que a pessoa o copie ou envie para outro destinatário. Também será possível definir quantas vezes é possível ver o documento antes que ele seja apagado.

Guimarães conta que o público-alvo do TrustChip são as empresas, mas o executivo afirma que qualquer pessoa pode contratar o serviço. Com a mensalidade, a empresa dá suporte técnico e atualizações de segurança, por exemplo.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Malásia diz que ‘alguém’ desligou comunicação de avião sumido

Primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak. (Foto: Manan Vatsyayana / AFP Photo)Primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak. (Foto: Manan Vatsyayana / AFP Photo)VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, confirmou neste sábado (15), em entrevista coletiva em Kuala Lumpur, que o voo MH-370 da Malaysia Airlines, que desapareceu com 239 pessoas no dia 7 de março, teve os sistemas de comunicação desligados por “alguém” que depois a conduziu até dois pontos possíveis: Indonésia ou a fronteira entre Cazaquistão e Turcomenistão. Mas o premiê não confirmou que a aeronave foi sequestrada.

Najib disse que o voo mudou de rota e voou durante 6 horas na direção oeste, após o último sinal da aeronave. O governante se recusou a falar de sequestro, mas a exposição que apresentou aponta para esse sentido, segundo interpretação das agências de notícias.

A polícia local realiza buscas na casa do piloto Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, que pilotava a aeronave.

O primeiro-ministro explicou que, com as novas informações obtidas, o voo MH-370 continuou emitindo sinais para um satélite até as 8h14 locais de sábado (21h14 de Brasília da sexta-feira).

A Malaysia Airline divulgou um comunicado após a fala do premiê, dizendo que a situação é sem precedentes para a companhia e para toda a indústria da aviação. “Nunca houve um caso em que informações captadas apenas por sinais de satélites pudessem potencialmente serem usadas para identificar a localização de um voo comerical sumido. Dada a natureza da situação e sua extrema sensibilidade, era imprescindível que os sinais de satélite isolados fossem verificados e analisados por autoridades especializadas para que seu significado pudesse ser entendido. Isso naturalmente nos tomou tempo, durante o qual não pudemos confirmar sua existência [dos sinais].”

Uma fonte militar malaia afirmou à agência de notícias France Presse que os investigadores acreditam que o avião pode ter sido desviado para o Índico por uma pessoa com profundo conhecimento das rotas aéreas e das posições dos radares. “Com certeza seria um piloto experiente, competente e em atividade”, disse a fonte, que, no entanto, não revelou se as suspeitas apontam para um sequestrador entre os passageiros ou um integrante da tripulação.

O avião saiu de Kuala Lumpur às 0h41 locais do sábado (13h41 de Brasília da sexta-feira) e tinha previsão de chegada a Pequim cerca de seis horas mais tarde, mas desapareceu dos radares 40 minutos depois da decolagem.

O Boeing tinha combustível para 7 horas e meia de voo, segundo a Malaysia Airlines, e transportava 239 pessoas: 227 passageiros, entre eles duas crianças, e uma tripulação de 12 malaios.

Depois de vários dias, Najib confirmou que os dados recebidos por um radar militar correspondem ao MH-370 e provam que o avião mudou de rota, cruzou o Estreito de Málaca e seguiu rumo ao oeste.

“As buscas entraram em uma nova fase. Esperamos que esta nova informação nos aproxime de sua localização”, afirmou o primeiro-ministro.

As buscas pelo avião tinham se concentrado até o momento no Mar da China Meridional.

Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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Última comunicação de avião desaparecido não indicava problema

As últimas comunicações entre o avião da Malaysian Airlines que desapareceu no sudeste asiático na madrugada de sábado (tarde de sexta-feira em Brasília) e as torres de controle não indicavam problemas com a aeronave.

A última comunicação emitida pela tripulação do voo MH370, que seguia entre Kuala Lumpur e Pequim com 239 pessoas a bordo, foi divulgada nesta quarta-feira (12) pelas autoridades da Malásia aos familiares de 154 passageiros chineses que estavam no avião.

Milhares de quilômetros quadrados do mar já foram vasculhados, sem sinal do avião (Foto: AFP)Milhares de quilômetros quadrados do mar já foram vasculhados, sem sinal do avião (Foto: AFP)

Cerca de 300 pessoas estão reunidas em um hotel de Pequim em busca de informações sobre os familiares que estavam no avião, em meio ao crescente mistério sobre seu paradeiro e as informações contraditórias sobre o que ocorreu com a aeronave.

Em resposta aos questionamentos recebidos, as autoridades malaias divulgaram a última comunicação registrada do avião, com a Torre de Controle Aéreo da Malásia, quando o avião sobrevoava a fronteira entre os espaços aéreos malaio e do Vietnã, sobre o Mar do Sul da China.

A torre enviou uma mensagem de rádio avisando que estava transferindo o controle à torre de Ho Chi Minh, no Vietnã, e recebeu uma resposta padrão: “Alright, roger that” (no jargão usado pelo controle aéreo, algo como “Tudo bem, entendido”).

Minutos depois dessa comunicação, o avião desapareceu dos radares.

Mudança de rota
Equipes de buscas vasculham as águas de ambos os lados da península da Malásia, em meio à confusão de informações e hipóteses sobre o que poderia ter ocorrido ao avião.

Passados mais de cinco dias do desaparecimento da aeronave, uma área de milhares de quilômetros quadrados no mar já foi vasculhada, mas até agora não há sinais do avião.

As autoridades responsáveis pelas investigações estão considerando seriamente a possibilidade de que a aeronave pode ter alterado sua rota em meio ao voo, mas o comandante da Força Aérea da Malásia negou relatos de que os radares militares mostrariam o avião no outro lado da península da Malásia.

Outra nova pista que está sob investigação é o relato de um funcionário de uma plataforma de petróleo no Mar do Sul da China, que disse ter visto um objeto em chamas no céu nas primeiras horas do sábado.

As autoridades afirmaram também que estão verificando os relatos de familiares de passageiros que afirmam que seus celulares ainda estão tocando quando contactados, o que indicaria que não foram destruídos e estariam em área coberta por sinais de telefonia.

Pistas desencontradas
Até o momento, há poucas informações concretas sobre o que pode ter ocorrido com o avião, ainda que pistas esporádicas venham sendo aventadas, sem conclusão definitiva.

Na terça-feira, as autoridades da Malásia divulgaram que dois homens que viajavam no voo MH370 com passaportes roubados eram iranianos sem ligações aparentes com grupos terroristas.

Enquanto isso, a Malaysia Airlines disse em um comunicado que estava ‘chocada’ com relatos sobre Fariq Ab Hamid, co-piloto do avião desaparecido.

Uma turista australiana disse a uma TV local que ela e uma amiga foram convidadas a se sentar dentro da cabine de comando por Hamid e o piloto durante um voo em 2011, em uma aparente violação das normas de segurança da companhia.

A Malaysia Airlines disse estar analisando os relatos ‘com seriedade’.

“Não fomos capazes de confirmar a validade das fotos e dos vídeos do incidente alegado. Como vocês sabem, estamos no meio de uma crise, e não queremos desviar a atenção”, disse o comunidado da empresa.

Nos Estados Unidos, o diretor da CIA (a agência de inteligência dos Estados Unidos), John Brennan, disse que a possibilidade de um ataque terrorista contra o avião não poderia ser descartada.

Apesar disso, ele afirmou que “nenhuma reivindicação de autoria” sobre o desaparecimento do avião havia sido “confirmada ou corroborada”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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EUA estudam tornar obrigatória comunicação entre automóveis

Órgão reguladores dos Estados Unidos podem exigir que carros e caminhões tenham a capacidade de se comunicar uns com os outros de forma a evitar acidentes de trânsito e congestionamentos, disse nesta segunda-feira (3) o Departamento de Transporte dos EUA.

Tornar obrigatória uma tecnologia outro dia pensada como ficção científica vai “abrir caminho para aplicativos de segurança entre veículos”, disse o Departamento em comunicado.

“A tecnologia de comunicação entre veículos representa a próxima geração de melhora da segurança, salvando vidas como os air-bags e os cintos de segurança”, disse o secretário de Transportes norte-americano, Anthony Foxx.

Em breve, a administração de trânsito do Departamento iniciará os primeiros passos para a comunicação de veículo a veículo, mas não informou quanto tempo vai demorar para a exigência da tecnologia.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Agência internacional pede plano de comunicação para Fukushima

Funcionários de Fukushima inspecionam usina para verificar possíveis vazamentos. (Foto: AFP Photo/Nuclear Regulation Authority)Funcionários de Fukushima inspecionam usina. (Foto: AFP Photo/Nuclear Regulation Authority)

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) defende a elaboração de um plano de comunicação sobre a central de Fukushima que explique cada problema em termos de segurança.

O objetivo é ‘evitar o envio de mensagens contraditórias aos meios de comunicação e ao público sobre uma longa série eventos classificados na escala Ines (escala internacional de eventos nucleares)’.

Em uma resposta escrita à autoridade de regulação nuclear japonesa, a AIEA questiona o motivo da diferenciação oficial de um recente vazamento de água radioativa de Fukushima, enquanto muitos outros incidentes não tiveram o mesmo tratamento.

Na semana passada, a autoridade de regulação japonesa classificou como nível 3 (‘incidente grave’) na escala Ines um vazamento de 300 toneladas de água altamente radioativa de um gigantesco depósito cilíndrico da central nuclear de Fukushima Daiichi.

A avaliação foi confirmada nesta quarta-feira (28). As autoridades japonesas decidiram perguntar à AIEA sobre a pertinência de utilizar a escala Ines para diferenciar o incidente.

‘A aplicação da escala Ines e a determinação de uma nota Ines são uma responsabilidade nacional’, respondeu a AIEA por escrito, que advertiu sobre a adoção de uma estratégia de classificação em função de critérios mais ou menos pertinentes, pois ‘as frequentes mudanças de nota não ajudam a explicar a situação real de uma maneira mais clara’.

Segundo documentos publicados pelas autoridades japonesas, a AIEA insistiu no fato de que ‘a prioridade é atenuar as consequências do vazamento e adotar medidas para que não volte a acontecer’.

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Agência internacional pede plano de comunicação para Fukushima

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Funcionários de Fukushima inspecionam usina para verificar possíveis vazamentos. (Foto: AFP Photo/Nuclear Regulation Authority)Funcionários de Fukushima inspecionam usina. (Foto: AFP Photo/Nuclear Regulation Authority)

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) defende a elaboração de um plano de comunicação sobre a central de Fukushima que explique cada problema em termos de segurança.

O objetivo é ‘evitar o envio de mensagens contraditórias aos meios de comunicação e ao público sobre uma longa série eventos classificados na escala Ines (escala internacional de eventos nucleares)’.

Em uma resposta escrita à autoridade de regulação nuclear japonesa, a AIEA questiona o motivo da diferenciação oficial de um recente vazamento de água radioativa de Fukushima, enquanto muitos outros incidentes não tiveram o mesmo tratamento.

Na semana passada, a autoridade de regulação japonesa classificou como nível 3 (‘incidente grave’) na escala Ines um vazamento de 300 toneladas de água altamente radioativa de um gigantesco depósito cilíndrico da central nuclear de Fukushima Daiichi.

A avaliação foi confirmada nesta quarta-feira (28). As autoridades japonesas decidiram perguntar à AIEA sobre a pertinência de utilizar a escala Ines para diferenciar o incidente.

‘A aplicação da escala Ines e a determinação de uma nota Ines são uma responsabilidade nacional’, respondeu a AIEA por escrito, que advertiu sobre a adoção de uma estratégia de classificação em função de critérios mais ou menos pertinentes, pois ‘as frequentes mudanças de nota não ajudam a explicar a situação real de uma maneira mais clara’.

Segundo documentos publicados pelas autoridades japonesas, a AIEA insistiu no fato de que ‘a prioridade é atenuar as consequências do vazamento e adotar medidas para que não volte a acontecer’.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Embratel e Multicom lançam plataforma de comunicação corporativa

Solução é evolução da rede X-25 para uma infraestrutura 100% IP. Tecnologia integra soluções de EDI, Web EDI e Web Services para facilitar a integração de dados dos clientes.

A Embratel anunciou uma parceria com a Multicom.net, especialista em troca eletrônica de documentos, para o lançamento do CCS Embratel – Comunidade de Clientes de Serviços Embratel. O novo serviço oferece uma plataforma para a integração eletrônica de comunidades de negócios por meio de soluções de EDI (Electronic Data Interchange), Web EDI e Web Services. Com o lançamento, as duas empresas prometem facilitar a padronização da comunicação entre clientes corporativos que realizam troca de dados.

“Estamos focados em proporcionar ao mercado corporativo soluções que apoiem nossos clientes na obtenção de maior competitividade. O CCS Embratel permite a integração eletrônica de comunidades de negócios oferecendo uma família de produtos em nuvem privada para empresas de pequeno, médio e grande porte”, diz Ney Acyr Rodrigues, diretor executivo de serviços de valor agregado da Embratel. Segundo ele, a nova oferta destina-se a indústrias e empresas dos setores de serviços, finanças e governo.

O CCS Embratel é uma evolução da plataforma X-25 para uma infraestrutura 100% IP. Integra soluções de EDI, Web EDI e Web Services com ferramentas de gestão, possibilitando a troca eletrônica de documentos entre empresas por meio de portais que transformam dados em informações gerenciais.

Segundo Rodrigues, o novo pacote proporcionará maior colaboração e aumento de produtividade na troca de documentos e em outras iniciativas de integração eletrônica lideradas pelo governo, como a Nota Fiscal Eletrônica, o Conhecimento de Transporte Eletrônico e o Sistema Brasileiro de Pagamentos. A plataforma também permitirá a criação de mapas e conversores de formatos, com integração de novos processos ou parceiros com um único layout de entrada e saída de dados.

“A segurança será garantida pelo uso de sistemas de autenticação criptografados e ambientes seguros”, diz Jose Tadeu Bijos, diretor executivo da Multicom.net. Para ele, outra vantagem é o ganho de produtividade no envio de dados para o Serpro e a Receita Federal. Ao interligar a internet à rede privada dos clientes, os clientes podem integrar seus negócios, atualizar ou fazer pedidos em tempo real, gerenciar os estoques e realizar movimentações bancárias referentes às transações.

“A integração de cadeias de negócios em um único meio para troca de arquivos permite ganhos sem precedentes”, explica Bijos. “Imagine as vantagens dessa solução para um fabricante automotivo que precisa integrar-se com fornecedores e com sua rede de concessionárias em um único ambiente.”

A comercialização do CCS será realizada pela Embratel.

Agência IPNews

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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