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‘World Wide Web’ completa 25 anos

Há 25 anos a internet não era mais que uma ideia de um especialista em informática desconhecido em um laboratório europeu, e ninguém sonharia que pouco depois a “World Wide Web” (www) se transformaria em um fenômeno mundial que mudou a vida de bilhões de pessoas.

O britânico Tim Berners-Lee trabalhava em um laboratório da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) quando pensou em uma maneira fácil de acessar os arquivos de computadores interconectados.

Ele deu forma a essa ideia em um artigo publicado em 12 março de 1989, data adotada como a partida para o nascimento da “World Wide Web”.

A ideia era tão ousada que corria o risco de nunca se transformar em realidade.

“Existiu uma grande dose de orgulho no início do projeto”, disse em entrevista à AFP Marc Weber, criador e curador do programa sobre a história da internet no Museu da História do Computador em Mountain View, Califórnia.

“Tim Berners-Lee propôs do nada, sem que alguém tivesse pedido, todo esse sistema de gestão de documentos”, e no início seus colegas o “ignoraram por completo”, conta Weber.

A web e suas rivais
Em uma explicação básica, a web é um software para navegar pela informação que está on-line. Seu diferencial é a possibilidade de clicar em links para abrir os arquivos em computadores que podem estar em qualquer lugar.

Berners-Lee finalmente convenceu o CERN a adotar o sistema após demonstrar sua utilidade compilando um anuário de laboratório em um índice on-line.

Mas, mesmo assim, a batalha não estava ganha.

Os militares dos Estados Unidos começaram a estudar a ideia de conectar os computadores em redes na década de 1950, e em 1969 lançaram a Arpanet, precursora da atual internet.

Inicialmente, a web tinha rivais como CompuServe e Minitel, por exemplo. Mas eram pagas, enquanto o sistema de Berners-Lee permitia publicar conteúdo gratuitamente em máquinas conectadas à rede, disse Marc Weber.

O vice-presidente Al Gore teve um papel importante na decisão dos departamentos de governo de se incorporarem à web, e o lançamento em 1994 do site da Casa Branca foi um selo de aprovação.

A partir de então, enquanto crescia a um ritmo trepidante a quantidade de informação alojada nos servidores, gigantes como Google e Yahoo nasceram como serviços para ajudar as pessoas a encontrar páginas interessantes.

“O computador pessoal mudou nossa forma de trabalhar, mas a web revolucionou e mudou muitas áreas”, diz Michael McGuire, analista da empresa de pesquisas Gartner.

A possibilidade de acessar e baixar gratuitamente os arquivos na internet transformou os modelos tradicionais de atividades como música, cinema e os meios de comunicação.

“Qualquer um pode ser um ouvinte, qualquer um pode ser um editor, na mesma rede. Nunca existiu nada como isso”, disse Jim Dempsey, vice-presidente a cargo de políticas públicas no Center for Democracy & Technology, com sede em Washington.

Liberdade ameaçada
Um princípio importante da internet é sua natureza igualitária e aberta, mas essa condição está ameaçada, adverte Jim Dempsey.

“O problema é que se pode limitar a capacidade das pessoas para criticar o governo, ou criar uma internet de várias velocidades que seja mais difícil para os inovadores, os críticos ou os defensores dos direitos humanos alcançarem um público mundial”.

A web unificou a internet, mas nada está “escrito em pedra” e poderia se fragmentar de novo, segundo Marc Weber.

Nos Estados Unidos, os grandes provedores de acesso à internet se atribuíram o direito de tratar de maneira preferencial alguns dados que circulam on-line.

Os governos tentam diminuir a proteção de dados privados on-line e em alguns casos restringem a liberdade de acesso à internet com o bloqueio de páginas ou serviços.

Outra questão em jogo é o acesso à web de bilhões de pessoas nos mercados emergentes, principalmente com o uso dos smartphones. “A web tem apenas meio caminho andado, e ainda não é mundial”, lembra Marc Weber.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Facebook completa 10 anos; veja a evolução da rede social

Página da primeira versão do Facebook, lançado em 2004 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)Página da primeira versão do Facebook, lançada
em 2004 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)

Com mais de 1,19 bilhão de usuários em todo o mundo, o Facebook, a maior rede social do planeta, completa 10 anos nesta terça-feira (4). O que começou como um site voltado para alunos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, se tornou um ponto de encontro para amigos conversarem, compartilharem fotos e vídeos, e até organizarem manifestações.

Veja como o Facebook evoluiu na última década:

2004
O Facebook vai ao ar em 4 de fevereiro com o nome “Thefacebook”. O site foi criado por Mark Zuckerberg, de apenas 20 anos, e seus colegas de quarto em Harvard – Dustin Moskovitz, Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin – para ser usado por estudantes da universidade.

O sucesso chegou porque o Facebook permitia saber quais dos alunos estavam solteiros ou comprometidos, aumentando a visibilidade do indivíduo na universidade.

Facebook em sua versão de 2004 (Foto: Divulgação/Facebook)Facebook em sua versão de 2004 (Foto: Divulgação/Facebook)

2005
Com o sucesso em Harvard, o site se expandiu para outras universidades dos Estados Unidos e de outros países e mudou de nome para “Facebook”, como é conhecido até hoje. Em dezembro de 2005, a rede social alcançou 5,5 milhões de membros.

2006
Para aumentar o número de usuários conectados, o Facebook começou a aceitar o cadastro de qualquer pessoa com mais de 13 anos. Ou seja, não era mais necessário estar em uma faculdade.

A quantidade maior de usuários – 12 milhões em 2006 – fez o visual das páginas mudar, adotando uma aparência similar à atual. Foi aí que foi definida a barra azul no topo e as páginas com fundo branco. Também foi criado um “feed” pessoal na página de cada usuário que mostrava tudo o que estava sendo publicado. A mudança ajudou a aumentar ainda mais o número de usuários.

Visual do Facebook em 2006 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)Visual do Facebook em 2006 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)

2007
O ano registrou mais de 50 milhões de pessoas conectadas ao Facebook, que recebia uma “ajuda” da Microsoft – a gigante de softwares comprou 1,6% de participação na rede social. Outra mudança, já de olho em dispositivos móveis, foi a inclusão do celular como forma de acessar o site e de publicar e visualizar imagens enviadas por amigos.

Também foi nessa época que os aplicativos começaram a ser integrados ao Facebook, o que permitiu outro tipo de interação com amigos. Foi a partir daí que posteriormente surgiram fenômenos como “Farmville”, um dos games de maior sucesso na rede social, e “Mafia Wars”, que permitiam compartilhar feitos ou pedir ajuda aos amigos da rede social. No aplicativo “Trip Advisor”, por exemplo, era possível mostrar para onde o usuário já tinha viajado.

2008
Foi em 2008 que o Facebook ultrapassou o MySpace e se tornou a rede social com maior quantidade de usuários do planeta. Em outubro daquele ano, eram 100 milhões de pessoas conectadas.

O site também mudou o design das páginas no que foi chamado de “Novo Facebook” (“The New Facebook”, em inglês). Uma novidade era o recurso de abas, que levava o visitante de um perfil a área de notícias, às fotos e vídeos de um usuário, etc.

Neste mesmo ano, o Facebook criou a ferramenta de bate-papo e lançou um aplicativo para iPhone. Até então, só era possível entrar na rede social pelo navegador do celular, mas o acesso era lento e com menos opções do que a versão para computadores.

O português falado no Brasil foi um dos novos idiomas adicionados em 2008.

Página do Facebook em 2008 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)Página do Facebook em 2008 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)

2009
No ano em que teve lucro pela primeira vez desde o seu lançamento, o Facebook criou o botão Curtir, o famoso ícone do polegar para cima utilizado até hoje.

O site também teve seu primeiro game de sucesso, “Farmville”. As fazendinhas que exigiam atenção constante dos usuários viraram febre, e as páginas dos usuários acabavam lotadas de pedidos de ajuda para conseguir itens e animais.

Em 2009, também foi lançado o “Facebook Lite”, uma versão mais leve da rede social. As páginas eram simplificadas e tinham como foco usuários com conexões de internet mais lentas. No entanto, a novidade foi tão impopular que o site foi tirado do ar oito meses após sua estreia.

2010
O Facebook registrou 500 milhões de usuários em julho de 2010, sendo que mais de 100 milhões desses acessavam a rede social por smartphones. Houve uma limpeza no visual do site, melhorando alguns dos elementos que confundiam alguns usuários. Muito do estilo adotado na mudança de 2008 foi mantido.

A criação da ferramenta de detecção de rostos aumentou o compartilhamento de imagens e possibilitou a marcação de amigos em fotos, fazendo que elas aparecessem em seus murais.

Recursos como o “Places”, um serviço de check-in similar ao Foursquare, e as enquetes também foram lançados, mas sem muito sucesso.

2010 também marcou o lançamento do filme “A rede social”, que conta a história da criação do site e todas as desavenças entre Zuckerberg e os cofundadores da rede.

Facebook em 2010 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)Página do Facebook em 2010 (Foto: Reprodução/Wayback Machine)

2011
No ano em que o Google tentou contra-atacar com a rede social Google+, que não conquistou os internautas, o Facebook implementou a Linha do Tempo (“Timeline”) nas páginas dos usuários.

A mudança trazia um visual diferenciado e organizava o conteúdo cronologicamente, como em um “feed” de notícias. As publicações e fotos também tinham maior destaque. Na época, o Facebook armazenava em seus servidores mais de 100 bilhões de imagens de usuários.

O Brasil foi alvo da rede em 2011 e viu a empresa abrindo um escritório local e contratando uma equipe de 16 pessoas.

Em novembro daquele ano, o Facebook alcançou 845 milhões de usuários.

Modelo de Timeline, o novo perfil do Facebook (Foto: Reprodução)Visual da Linha do Tempo, reforma gráfica implementada no Facebook em 2011 (Foto: Reprodução)

2012

A compra bilionária do aplicativo de fotografias Instagram foi um dos destaques do Facebook em 2012. A Linha do Tempo se tornou obrigatória, inclusive para empresas, e a rede social começou a exibir anúncios entre as publicações de amigos e de páginas que o usuário seguia. 85% dos US$ 3,7 bilhões que o Facebook arrecadou em 2011 vieram da publicidade.

2012 foi o ano em que o Facebook se tornou empresa pública, abrindo capital em um esperado IPO que avaliou a rede social em mais de US$ 100 bilhões. No entanto, nos meses seguintes, o valor das ações caiu até 40%.

Em outubro de 2012, o site alcançou 1 bilhão de usuários ativos. Naquele ano, o game que virou febre foi “Candy Crush” e o aplicativo mais falado foi o “Tinder”, de encontros.

Imagem do primeiro anúncio do Instagram (Foto: Reprodução/Instagram)App de fotos Instagram foi comprado em 2012 pelo
Facebook (Foto: Reprodução/Instagram)

2013
Neste ano, os acessos móveis ao Facebook superaram pela primeira vez as visitas feitas por computador. Isso fez com que Zuckerberg se preocupasse ainda mais com o investimento de aplicativos móveis para a rede social.

Como dono do aplicativo de imagens Instagram, o Facebook viu o serviço superar os 100 milhões de usuários mensais. A função de vídeos foi implementada no app.

O site também apresentou o sistema “Graph”, para pesquisas, que permite encontrar conteúdo relevante usando dados de amigos e de outros usuários da rede social. O “Graph” teve entrar em operação para todos os usuários em 2014.

2014
Ainda com foco em aplicativos, o Facebook lançou o “Pages”, aplicativo para a leitura e compartilhamento de notícias dentro da rede social. O site afirma ter 1,19 bilhão de usuários em todo o mundo.

Timeline atual do Facebook (Foto: Divulgação/Facebook)Timeline atual do Facebook (Foto: Divulgação/Facebook)

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Viber é ‘ferramenta mais completa’ que WhatsApp, diz fundador

Viber (Foto: Divulgação)Viber (Foto: Divulgação)

O fundador do aplicativo de mensagens Viber, Talmon Marco, afirmou na quinta-feira (30) durante a Campus Party Brasil 2014 que seu app é uma “ferramenta mais completa” que o popular WhatsApp. Em entrevista no evento, Marco aproveitou para anunciar que a empresa irá abrir um escritório no Brasil como parte de sua estratégia de expansão internacional.

“Temos uma função que a concorrência não tem, como avisar se uma mensagem foi lida, e a possibilidade de detectar se você está interessado nas mensagens que estão sendo enviadas em um grupo ou não, para não incomodar o usuário com alertas todo o momento”, disse.

A empresa dona do Viber, que abrirá escritório em São Paulo, prevê contratar profissionais do campo do marketing e aumentar o número de 10 milhões de usuários que atualmente existem no Brasil.

“O Brasil é o principal centro de negócios da América do Sul e é uma das principais economias emergentes globais. A escolha do Brasil dá seguimento à estratégia da divulgação local da marca”, afirmou Talmon em entrevista coletiva no Anhembi, na capital paulista

“Vamos investir pouco em meios de imprensa tradicionais. No final, vocês conhecem alguma rede social que se tornou famosa no Brasil por fazer propaganda na televisão?”, assinalou o empresário israelense.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Computador inovador da Apple, Macintosh completa 30 anos

O Macintosh, computador pessoal da Apple que inovou o mercado da informática ao introduzir uma interface gráfica e o mouse, completa 30 anos nesta sexta-feira (24). A máquina sucedeu outros aparelhos da empresa que fracassaram e voltaram a fazer sucesso com o retorno de Steve Jobs à companhia com o iMac.

A Apple aproveitou a data e lançou um vídeo comemorativo. Assista ao lado.

Conheça os principais computadores da linha Macintosh.

Macintosh original (Foto: Divulgação/Wikimedia Commons)Macintosh (Foto: Divulgação/Wikimedia Commons)

Macintosh (1984)
A apresentação do Macintosh ocorreu dois dias após a Apple ter veiculado um anúncio durante o SuperBowl, a final do futebol americano, que falava que o mundo seria muito diferente do livro “1984” de George Orwell.

A propaganda de US$ 900 mil dirigida pelo diretor Ridley Scottt (“Alien”, “Prometheus”) conseguiu chamar a atenção para o computador, que chegou às lojas custando quase US$ 2,5 mil, um valor alto principalmente para a época.

Mesmo com o preço elevado, em maio de 1984, a Apple divulgou que 70 mil unidades do Macintosh foram vendidas.

O computador tinha um monitor CRT de 9 polegadas (um ponto menor que a do iPad, que tem 9,7 polegadas) e um drive de disquete de 3,5 polegadas que armazenava 400 KB de dados. Logo, o tamanho reduzido exigiu que programas mais sofisticados viessem em diversos discos, um para os arquivos e outro para a instalação. Por isso, os usuários eram obrigados a trocar de disquetes constantemente.

O processador era um Motorola 68000 e o Macintosh tinha 128 KB de memória RAM, que não podia ser melhorada. O mouse foi o diferencial, chegando a ser copiado nos computadores IBM que usavam o sistema operacional Windows, da Microsoft. Uma das falhas do Macintosh era a ausência de um sistema de ventilação – característica que acompanhou os computadores da linha até 1987 – o que provocava uma série de falhas no sistema quando ele era utilizado por muito tempo.

Pouco tempo depois, a Apple lançou uma versão com 512 KB de RAM, que melhorou o uso do sistema operacional e de programas na máquina.

iMac G3, de 1998 (Foto: Divulgação/Wikimedia Commons)iMac G3 (Foto: Divulgação/Wikimedia Commons)

iMac G3 (1998)
O lançamento do iMac G3 marcou o retorno de Steve Jobs à Apple e fez com que os computadores da empresa, que estava quase falida, alcançassem sucesso no mercado. Um dos motivos para isso foi seu design, diferente de qualquer outro PC comercializado na época.

O “tudo-em-um” era colorido, semitransparente e tinha um formato arredondado, com uma alça para transporte. Até mesmo mouse e teclado vinham com design similar e acompanhavam as cores da máquina. Foi o primeiro computador a oferecer portas USB como padrão para conectar os dois acessórios. Também abandonou os disquetes para usar apenas CDs graváveis.

O iMac G3 tinha uma tela de 14 polegadas, processador PowerPC G3 de 23 MHz, 32 MB de memória RAM, disco rígido de 4 GB e custava US$ 1,3 mil no lançamento.

Versões lançadas posteriormente vieram com configurações melhores, incluindo a porta FireWire e conexão sem fio com a internet.

Power Mac G4Power Mac G4 (Foto: Divulgação/Apple)Power Mac G4 (Foto: Divulgação/Apple)

Power Mac G4 (1999)
Anunciado pela Apple como o primeiro “supercomputador pessoal”, o computador unia o design apresentado pelo iMac G3 com o formato de torre tradicional dos PCs.

Fabricado até 2004, recebeu diversas versões com processadores e configurações melhores, mas os modelos iniciais vinham com 400 MHz de processamento.

As máquinas usavam um drive de DVD como padrão, sendo que algumas versões usavam o falecido Zip Drive, disquetes que armazenavam 100 MB.

A primeira versão teve entre 64 MB e 256 MB de memória RAM, expansível até 1 GB, enquanto versões mais poderosas tiveram até 2 GB de RAM. O disco rígido variava de 10 GB até 128 GB.

Power Mac G4 Cube (Foto: Divulgação/Apple)Power Mac G4 Cube (Foto: Divulgação/Apple)

Power Mac G4 Cube (2000)
Um Macintosh pequeno e no formato de cubo – tem 18 centímetros de altura, comprimento e largura e está envolto em uma capa plástica – o modelo está no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). Foi criado por Jonathan Ive, responsável pelo design de outros produtos da Apple, como o iPad e o iPhone.

Mesmo assim, não teve sucesso comercial por custar muito caro: US$ 1,8 mil, US$ 200 mais caro que o Power Mac G4 da época, além de não acompanhar um monitor, algo que o iMac possuía. Falhas na produção provocavam rachaduras na capa plástica, o que afetava o design do aparelho.

O cubo tinha processador PowerPC G4 com versões entre 450 MHz e 500 MHz, de 128 MB até 1,5 GB de memória RAM e disco rígido de 20 GB a 60 GB. Tinha leitor de DVD e gravador de CDs, além de se conectar à internet sem fios.

Novo desktop Mac Pro anunciado pela Apple nesta segunda-feira (10/6). (Foto: Reprodução/Apple)NMac Pro  (Foto: Reprodução/Apple)

Mac Pro – segunda geração (2013)
A nova geração dos Macintosh mais poderosos da Apple mudou radicalmente seu design, saindo de uma estrutura tradicional de torre para um cilindro preto.

Voltado para o uso profissional por conta de sua configuração mais potente, a versão que chegou às lojas em 2013 tem processador de até 12 núcleos Intel Xeon 256-bit de até 3 GHz e possui suporte para até três monitores 4K, resolução quatro vezes maior que as imagens Full HD (1080p) atuais. Pode ter até 16 GB de memória RAM e 1 TB de espaço de armazenamento.

O modelo mais caro é vendido nos Estados Unidos por US$ 4 mil.

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘Lulu’ completa 25 dias fora das lojas de aplicativos

Mulheres podem avaliar o desempenho masculino por meio do aplicativo Lulu. (Foto: Divulgação/Lulu)Mulheres podem avaliar o desempenho masculino por meio do aplicativo Lulu. (Foto: Divulgação/Lulu)

O aplicativo ‘Lulu’, em que mulheres avaliavam o desempenho de homens, completou 25 dias fora das lojas digitais da Apple e do Google nesta sexta-feira (17). Mesmo ausente da AppStore e da Google Play, no Brasil, a Justiça do Distrito Federal decidiu que o app retirasse os dados de usuários que não concordaram em participar.

“Nós estamos atualmente renovando o produto e estaremos de volta”, informou um porta-voz ao G1 por e-mail.

A repercussão do aplicativo levou homens insatisfeitos com a exposição no site a entrarem com diversas ações na Justiça. A insatisfação levou o aplicativo a mudar sua estratégia no Brasil e somente manter nos sistemas aqueles usuários que optarem por informações seus dados.

No meio da onda de emissão de liminares para que o aplicativo retirasse de seu banco de dados os perfis de homens insatisfeitos, a Justiça até chegou a avalizar a transferência de dados entre Facebook e o “Lulu”.

Em dezembro, a companhia anunciou que iria paralisar seu funcionamento para manutenção em 24 de dezembro. Desde então, porém, o “Lulu” não voltou às lojas de aplicativos. A empresa não informou quais foram os motivos, apenas afirmou, por e-mail, que o “Lulu mudou seus sistemas desde que o lançamento no Brasil”.

Nos Estados Unidos, país onde a operação começou, o funcionamento do aplicativo continua o mesmo.

Mesmo indisponível, o aplicativo não evitou que a Justiça do Distrito Federal pedisse para que o aplicativo excluísse os dados pessoais dos homens insatisfeitos.

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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Soltura de papagaios-de-peito-roxo completa três anos no Oeste de SC

Primeiros papagaios foram soltos há três anos (Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)Primeiros papagaios foram soltos há três anos (Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)

O projeto de reintrodução do papagaio-de-peito-roxo no Oeste de Santa Catarina comemorou o aniversário de três anos da primeira soltura de aves nesta segunda-feira (6). Desde 2010, a espécie está sendo reintroduzida na mata. A ave é uma espécie natural da região, mas há 20 anos não era mais vista no local. “O objetivo geral do projeto é estabelecer uma população viável a longo prazo, o que faria com que as solturas não fossem mais necessárias”, explica a Doutora Vanessa Kanaan, diretora técnica do Espaço Silvestre-Instituto Carijós, responsável pelo projeto. Veja Galeria de fotos do projeto e dos papagaios.

Ao todo, 43 papagaios foram soltos (Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)Ao todo, 43 papagaios foram soltos
(Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)

O programa faz parte do primeiro projeto de reintrodução de uma espécie de ave dentro de uma unidade de conservação federal no Brasil aprovado pelo ICMBio. As aves são soltas no Parque Nacional das Araucárias. Desde o início, 43 aves foram soltas e são monitoradas periodicamente pelo Espaço Silvestre – Instituto Carijós.

Todas as aves reintroduzidas foram apreendidas pela polícia em casos de tráfico de animais e passaram por diversos treinamentos de reabilitação. Os papagaios vivem livremente em casais ou em pequenos bandos, o que, segundo a Doutora Vanessa Kanaan, demostra que é possível reabilitar animais vitimas do tráfico, melhorando o bem-estar de indivíduos que passariam o resto da vida em cativeiro.

Além disso, o trabalho também tem impacto direto na saúde da floresta, uma vez que os indivíduos soltos tem a chance de cumprir seus papeis biológicos como a dispersão de sementes e de interagir com outras espécies da fauna e flora.

Animais são apreendidos e enviados ao projeto para reabilitação (Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)Animais são apreendidos e enviados ao projeto para reabilitação (Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)

“Apesar de parecer um número pequeno, as duas solturas são de extrema importância para a preservação dessa espécie. Ameaçada de extinção, a população atual está estimada entre mil e 2,5 mil aves em vida livre e pode ser encontrada do Sul da Bahia ao Rio Grande do Sul, e também no Paraguai e Argentina, revelando a existência de poucos indivíduos para uma grande extensão de área”, explica a Doutora Vanessa Kanaan.

Aves soltas visitam moradores da região (Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)Aves soltas visitam moradores da região
(Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)

O trabalho é feito em parceria com a comunidade local. “São realizadas visitas às propriedades, escolas e empresas. As pessoas não só se tornaram protetoras dos papagaios, como passaram a observar outras espécies de animais, e muitas nos auxiliam no monitoramento dos papagaios-de-peito-roxo, relatando seus avistamentos”, afirma a doutora.

Em 2013, foi iniciado o projeto de geração de trabalho e renda para as comunidades, onde mulheres produzem itens artesanais com o tema papagaio-de-peito-roxo e Araucária. “Mais de 15 comunidades locais são atendidas pelo projeto e nossa área de trabalho e número de pessoas atendidas aumenta a cada mês”, comenta a diretora técnica.

Próximos passos
Quatro papagaios-de-peito-roxo apreendidos no Oeste no fim de 2013 já estão à disposição do projeto. “Recentemente, conseguimos autorização dos órgãos governamentais responsáveis para uma nova soltura. Estamos buscando parceiros e patrocinadores para uma nova soltura de 30 aves no Parque Nacional das Araucárias em 2014. Desde 2010, todo o trabalho é realizado por voluntários e depende de parceiros, patrocinadores e doadores. Quem quiser pode colaborar através de doações, patrocínio, ou trabalho voluntário”, sugere a Vanessa.

Ao longo desses três anos o projeto firmou parcerias com empresas e com a ONG SAVE Brasil e Birdlife Internacional. Além disso, recebeu o prêmio Expressão de ecologia 2012 na categoria Conservação da Vida Silvestre. Mais informações sobre a conservação dos papagaios-de-peito-roxo no site do projeto.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Fórum onde nascem memes, 4chan completa 10 anos

Poole publicou imagem no Twitter comemorando os 10 anos do 4chan (Foto: Reprodução/Twitter)Poole publicou imagem no Twitter comemorando
os 10 anos do 4chan (Foto: Reprodução/Twitter)

O fórum de imagens 4chan, popular na internet por ser um local onde os usuários podem se comunicar de forma anônima sobre qualquer assunto e um local onde nascem muitos dos memes – termo é usado para designar frases, imagens, vídeos e piadas que se disseminam rapidamente pela rede – completa 10 anos nesta terça-feira (1º).

O site foi criado por Christopher “Moot” Poole, que o lançou em 1º de outubro de 2003 quando tinha apenas 15 anos. “Eu não sou influente, o 4chan é”, afirmou Poole em entrevista ao G1 em 2011. Ele foi eleito em 2008 em votação popular na revista Time como a pessoa mais importante do ano.

Ele publicou uma foto no Twitter para comemorar o aniversário do fórum.

Atualmente, o 4chan tem mais de 22,5 milhões de usuários. Nele, há diversas áreas divididas por temas onde os visitantes podem ver e compartilhar imagens anonimamente sobre qualquer tema. Lá é possível ver imagens de games, brincadeiras, pegadinhas, armas, sexo e outros temas nada convencionais.

Sobre a possibilidade de anonimato na web proporcionada pelo 4chan, Poole disse ao G1: “As pessoas merecem ter o direito ao anonimato, caso elas escolham permanecer assim. Claro, deve existir um meio termo entre a impossibilidade de se identitificar o autor de uma ofensa, por exemplo, e a identificação constante e precisa, como no Facebook. Gostaria que as pessoas tentassem entender que é possível viver nesse caminho do meio, em vez de defender um extremo.”

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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