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Meninas contam como escaparam de sequestro coletivo na Nigéria

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Há um mês, numa ação rápida e coordenada, o grupo islamita Boko Haram sequestrou cerca de 200 meninas, todas estudantes.

Algumas delas tiveram sorte e conseguiram fugir do cativeiro.

Uma das meninas conta que os sequestradores disseram que matariam todas as garotas se elas corressem. Mas ela diz que preferia ser morta a ser capturada. Ela afirma que pulou um muro e se escondeu atrás de um muro durante toda a noite. Assista.

Protestos pedem libertação de meninas sequestradas por Boko Haram na Nigéria (Foto: BBC)Protestos pedem libertação de meninas sequestradas por Boko Haram na Nigéria (Foto: BBC)

Outra adolescente diz que os rebeldes do Boko Haram tiraram as meninas à força da escola e a queimaram. Em seguida, dez caminhões carregaram as garotas floresta adentro. Ela diz que conseguiu fugir e correu até alcançar a casa de uma pessoa.

Na capital da Nigéria, Abuja, um protesto pedindo pela libertação das meninas ocorre todos os dias.

Os manifestantes acreditam que a pressão interna e externa está tirando o governo da Nigéria da inércia.

A ativista Hadiza Bala Usman diz que a ação do Boko Haram é inaceitável e que pessoas de todo o mundo tem demonstrado apoio pela libertação das meninas. Usman acrescenta que essa pressão tem feito provocado uma reflexão no governo nigeriano que, segundo ela, ignorou inicialmente o caso.

Fórum Econômico Mundial
Nem mesmo o Fórum Econômico Mundial, que está sendo realizado em Abuja, foi capaz de tirar as atenções internacionais para o sequestro das meninas.

Durante o evento, houve um minuto de silêncio em homenagem às estudantes.

Em entrevista à BBC, o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, afirmou que “o terrorismo não impedirá o mundo, nem a África nem a Nigéria de seguir o curso”.

Ele diz acreditar que os investimentos feitos pelo país agora vão poder acabar com o terrorismo.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Indiana denuncia estupro coletivo como punição por militância política

Uma indiana muçulmana denunciou que mais de 12 homens a estupraram para puni-la por seu trabalho em favor da oposição nacionalista hindu nas eleições legislativas, informou a polícia nesta terça-feira (29).

A mulher, do estado oriental de Jharkhand, denunciou à polícia que um grupo de homens a atacou em sua casa na segunda-feira e também agrediu sua filha de 13 anos.

Seu marido teria sido amarrado durante o ataque.

Anurag Gupta, porta-voz da polícia de Jharkhand, declarou que o caso estava sendo investigado, mas disse que era muito cedo para confirmar se o ataque foi motivado por razões políticas.

“É muito difícil dizer neste momento qual foi a razão exata por trás do incidente”, disse à AFP.

A vítima, de 30 anos, faz parte de uma ala “minoritária” do Partido Bharatiya Janata (BJP), que tenta atrair os eleitores muçulmanos a esta organização, favorita nas eleições.

Poucos muçulmanos são esperados para votar em favor do BJP, liderado pelo político linha-dura Narendra Modi, cuja reputação foi afetada pelos distúrbios religiosos em seu estado natal de Gujarat, em 2002.

Modi, que segundo as pesquisas deve ser eleito primeiro-ministro em 16 de maio, era o chefe do Governo deste estado no momento em que conflitos religiosos explodiram, deixando mais de 1.000 mortos, em sua maioria muçulmanos.

A situação das mulheres é uma prioridade na agenda eleitoral, após a morte de um estudante devido a um estupro coletivo em um ônibus em Nova Delhi, em dezembro de 2012. Este caso provocou um debate nacional sobre a violência sexual no país.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Polícia prende grupo suspeito de estupro coletivo de turista na Índia

Fachada do hotel em que estava hospedada a turista dinamarquesa vítima de estupro em Nova Déli, na Índia (Foto: AP)Fachada do hotel em que estava hospedada a turista
dinamarquesa vítima de estupro (Foto: AP)

A polícia indiana deteve um grupo de homens sem-teto após o suposto estupro de uma turista dinamarquesa de 51 anos que havia se perdido na noite de terça-feira (14) no centro de Nova Délhi, indicaram nesta quarta-feira autoridades policiais.

A mulher havia se aproximado de um grupo de homens para perguntar o caminho de volta ao seu hotel, no bairro de Paharganj, uma zona de hotéis baratos e muito utilizados por mochileiros no centro da capital indiana.

Seis homens jovens, armados com facas, a agrediram e roubaram seus pertences, segundo um policial e o recepcionista de um hotel, que informaram que ela estava sozinha em Nova Délhi, onde chegou na segunda-feira depois de ter visitado o Taj Mahal, em Agra.

“Detivemos um grupo de homens e estamos interrogando-os”, declarou o delegado Deepak Mishra à AFP.

Um investigador da delegacia de polícia de Paharganj informou à AFP que a vítima foi mantida refém sob a ameaça de facas por três horas e recebeu chutes e tapas. Seu telefone celular e dinheiro também foram levados.

O suposto ataque ocorrido a poucos minutos da Connaught Place, no coração da capital indiana, é o mais recente envolvendo um estrangeiro na Índia e traz novamente à tona dúvidas quanto à segurança das mulheres no segundo país mais populoso do mundo.

No mês passado, a Índia lembrou o primeiro aniversário da morte de uma estudante estuprada por vários homens em um ônibus na capital, um ataque que chocou toda a nação.

Vítima estava traumatizada
A vítima dinamarquesa se recusou a ser examinada por médicos e estava claramente traumatizada pela experiência, mas forneceu uma declaração detalhada durante a noite na presença do embaixador de seu país, informou a polícia.

“Identificamos de quatro a seis pessoas, que são os principais suspeitos do crime”, declarou um policial a cargo do caso, acrescentando que eles aparentemente eram “vagabundos”.

“Ela nos disse que os criminosos eram em sua maioria jovens”, acrescentou. A mulher já deixou a Índia.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Dinamarca informou que “será oferecido à vítima apoio e cuidados quando ela chegar em casa na Dinamarca”, mas se recusou a fornecer mais detalhes.

O crime ocorreu no terreno do Clube dos Oficiais Ferroviários, e a vítima afirmou que foi arrastada para uma área isolada rodeada de árvores perto de uma estátua, segundo a polícia. Uma equipe de investigação visitou na manhã desta quarta-feira o local e a polícia está em posse das roupas que a vítima estava utilizando no momento do ataque.

Kuldeep Singh, um recepcionista no hotel da vítima, disse que a mulher parecia estar calma quando retornou, por volta das 20h30 locais (13h00 de Brasília), mas, em seguida, confidenciou o ocorrido a outro viajante. “Primeiro ela veio na minha direção na recepção e me disse que precisava de 200 rúpias para dar ao motorista do carro, já que tinha sido assaltada”, declarou Singh.

Este caso é registrado dez dias após uma polonesa ter sido supostamente drogada e estuprada por um taxista quando se dirigia à capital com sua filha de dois anos.

Mulheres com medo
Mulheres em viagem a Paharganj afirmaram que estavam cientes de casos passados de violência sexual, e o novo incidente aumentou ainda mais a sua preocupação.

‘Eu me senti muito insegura ao andar pelas ruas e ver o que você vê, e todos estão olhando para você, mas você não pode deixar de viajar para a Índia por causa disso’, declarou Jessica Orpwood, uma mochileira de 21 anos da Nova Zelândia.

Protestos contra a violência sexual no último ano levaram o Parlamento da Índia a endurecer as leis para estupradores e outros criminosos, enquanto outras reformas judiciais e policiais têm incentivado as mulheres a denunciar os ataques.

Mas os casos de agressões e estupros brutais continuam enchendo as páginas dos meios de comunicação indianos.

Uma estudante foi estuprada no domingo por três homens em Ranchi, no leste do país, enquanto um amigo seu era contido, relatou o jornal Hindustan Times nesta quarta-feira.

E três nepaleses foram condenados a 20 anos de prisão no mês passado pelo estupro em grupo de uma turista americana em junho, no norte do país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Turista dinamarquesa é vítima de estupro coletivo na Índia

Fachada do hotel em que estava hospedada a turista dinamarquesa vítima de estupro em Nova Déli, na Índia (Foto: AP)Fachada do hotel em que estava hospedada a turista dinamarquesa vítima de estupro em Nova Déli, na Índia (Foto: AP)

Uma mulher dinamarquesa foi vítima de um estupro coletivo na terça-feira no centro de Nova Déli, indicou nesta quarta-feira (15) a polícia indiana.

A mulher, de 51 anos, foi agredida por um grupo de ao menos seis homens depois de perguntar a eles como chegar ao seu hotel em um bairro turístico no centro da capital indiana.

“Estava perdida quando ocorreu o incidente. A polícia identificou os suspeitos, que estão sendo interrogados”, declarou à AFP um porta-voz da polícia de Nova Déli, Rajan Bhagat.

Quando finalmente conseguiu chegar ao seu hotel, no bairro de Paharganj, a mulher explicou a uma amiga que havia sido estuprada, indicou o porta-voz policial.

A turista, que acabava de visitar um museu, perguntou como chegar ao seu hotel a um grupo de homens perto da estação de Déli. Mas eles a levaram a um local isolado e a estupraram ameaçando-a com uma faca, indicou a agência Press Trust of India, citando fontes policiais.

De acordo com o jornal “The Times of India”, a mulher e sua amiga estavam na Índia havia uma semana e visitaram primeiro a cidade de Agra, antes de chegar na terça-feira a Nova Déli.

Há dez dias, uma mulher polonesa foi supostamente drogada e estuprada por um taxista quando se dirigia à capital com sua filha de dois anos.

Em dezembro, a Índia lembrou o primeiro ano da morte de uma estudante que sofreu um estupro coletivo em Nova Déli, falecendo posteriormente como consequência de seus ferimentos.

O caso comoveu todo o país e colocou em evidência a violência contra as mulheres.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Refugiados sírios no Iraque protestam contra estupro coletivo

Refugiados sírios no Iraque protestam contra estupro coletivo nesta quinta-feira (9) em Erbil (Foto: Safin Hamed/AFP)Refugiados sírios no Iraque protestam contra estupro coletivo nesta quinta-feira (9) em Erbil (Foto: Safin Hamed/AFP)

Dezenas de curdos sírios protestaram nesta quinta-feira (9) em frente ao Parlamento curdo iraquiano, exigindo a execução de seis homens acusados do estupro coletivo de uma jovem refugiada.

Os homens, todos iraquianos, foram presos após uma refugiada síria de 16 anos ser estuprada pelo grupo na terça-feira na periferia de Erbil, capital da região autônoma do Curdistão, no norte do Iraque, indicou a polícia.

Três dos suspeitos negaram ter participado do ataque, segundo a polícia.

A jovem voltava para sua casa em Erbil após o trabalho quando três homens a renderam e a levaram para uma fazenda na periferia, indicou a polícia em um comunicado.

No local, ela foi agredida sexualmente pelos três e por mais três que se juntaram ao grupo.

Os seis iraquianos abandonaram a refugiada, que conseguiu retornar à cidade, onde denunciou o crime à polícia. Três homens foram presos na quarta-feira, e os demais nesta quinta-feira.

“Nós exigimos a pena máxima, a execução, para esses homens”, indicou nesta quinta-feira ante o Parlamento, Amama Hassan, uma manifestante.

Os manifestantes exibiam faixas nas quais era possível ler: “Não violem a nossa honra” ou “Não fique triste, minha irmã (…), enquanto os criminosos não forem executados, nós não nos calaremos”.

Mais de 210 mil sírios fugiram da guerra em seu país e se refugiaram no Iraque, a grande maioria estão no Curdistão iraquiano, segundo a ONU.

Esta agressão é o mais grave incidente denunciado contra os refugiados sírios curdos.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Farc querem perdão coletivo para conflito armado na Colômbia

A guerrilha das Farc se manifestou nesta quinta-feira (3) a favor de um perdão coletivo e de um ressarcimento para as vítimas do conflito armado na Colômbia ao retomar as negociações com o governo de Bogotá em Havana depois de um recesso de duas semanas.

“Trata-se de abrir nas negociações de Havana o capítulo que permitirá estabelecer a verdade histórica que levou a mais de 60 anos de derramamento de sangue nacional, à identificação das vítimas e sua necessária reparação”, afirmou a guerrilha em um documento lido por seu negociador-chefe, Iván Márquez.

“Tudo com o ânimo de ressaltar a necessidade de que o ressarcimento inclua a obrigação para as duas partes do perdão coletivo, uma vez que, alcançada a paz definitiva – se chegarmos a ela -, que nos obriguemos todos a um ‘nunca mais”, acrescentou.

A delegação do governo, liderada por Humberto de la Calle, não fez declarações à imprensa no início desse 15º ciclo de negociações, que tem por objetivo acabar com um conflito armado de quase meio século e que deixou 600 mil mortos e mais de três milhões de deslocados.

Já a delegação de guerrilheiros divulgou um documento no qual resumiu os avanços e dificuldades do diálogo, e onde lamentou que em dez meses de negociações os avanços tenham sido modestos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Casamento coletivo de cães causa polêmica no Sri Lanka

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Autoridades disseram que cerimônia desrespeitou tradições budistas. (Foto: BBC)Autoridades disseram que cerimônia desrespeitou tradições budistas. (Foto: BBC)

Um ‘casamento’ coletivo de cães farejadores promovido pelos policiais do Sri Lanka provocou polêmica no país. Veja galeria de fotos.

A intenção dos policiais era fazer um evento divertido que promovesse a reprodução de cães farejadores, que são importantes no dia a dia dos oficiais.

No entanto, as autoridades não viram graça no evento. O ministro da Cultura, T.B. Ekanayake, disse que o casamento de cães desrespeitou uma cerimônia que é importante para os valores religiosos do Sri Lanka.

Os policiais foram obrigados a soltar uma nota oficial pedindo desculpas pela cerimônia. Agora, o incidente será investigado.

Ao todo, nove ‘casais’ de cães participaram do casamento. Um ponto polêmico foi o uso de um palco, semelhante ao usado em cerimônias budistas.

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Brasil

 

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