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Cloud: 50 melhores serviços para funcionários de sua empresa

Além de populares, eles são considerados seguros, segundo o monitoramento feito pela SkyHigh Networks

A SkyHigh Networks, empresa que ajuda as empresas a descobrirem o que os funcionários de serviços em nuvem estão usando, acaba de elaborar a lista dos 50 melhores serviços que os funcionários dessas empresas clientes usam.  A maior surpresa é que os funcionários estão usando toneladas de serviços diferentes para armazenar e compartilhar arquivos on-line, mostrando que existe uma demanda enorme para esses serviços – sem um player dominante, ainda.

O serviço da Skyhigh , que se tornou amplamente disponível no final de fevereiro, tem apenas 15 clientes-piloto no momento, mas alguns deles, como a GE e a Cisco, são grandes. Nas suas estimativas, monitora diariamente cerca de 500 mil usuários finais. 

Aqui estão as dez melhores serviços que essas pessoas estão usando:

1. Facebook (rede social)
2. Dropbox (compartilhamento de arquivos)
3. Google e-mail (e-mail)
4. ICloud da Apple (compartilhamento de arquivos)
5. LinkedIn (rede social de recrutamento,)
6. Disqus (comentários)
7. Salesforce (CRM)
8. Amazon Web Services (plataforma para aplicações web)
9. Hotmail (e-mail)
10. Box.net (compartilhamento de arquivos)

Três dos top 10 (e 10 do top 50) são serviços que permitem o armazenamento e o compartilhamento de arquivos. O que mostra que os trabalhadores estão muito interessados ??em compartilhar documentos, seja com outras pessoas ou com dispositivos móveis.

Três desses serviços de armazenamento e compartilhamento são pouco conhecidos: o 4shared (que aparece na décima sétima posição), o CloudFiles Rackspace (número 39), e o Screencast (número 50), mostrando que há muitos novos operadores neste segmento popular de mercado.

Outros serviços populares que me surpreenderam foram o Disqus, o serviço  de comentários (usado inclusive aqui na CIO), o Hotmail (que aparece  à frente do Twitter) e a AOL, na vigésima posição.

A Skyhigh também procura manter os clientes informados sobre os motivos que deveriam preocupá-los com o uso de determinadas aplicações. Por exemplo, segundo a empresa, o auto-sync e falta de controle sobre o  iCloud pode levar a vazamentos acidentais de dados.

Skyhigh insiste que seu objetivo não é limitar o uso dos serviços online, mas “permitir que as empresas tenham informações sobre os hábitos online de seus funcionários para que  possam evitar o uso de serviços considerados de alto risco”, afirma Rajiv Gupta, CEO da Skyhigh . “Queremos permitir que digam sim para algusn serviços, em vez de dizerem não para todos.”

Segundo Gupta, a maioria de suas clientes acredita que seus funcionários usem cerca de 40 aplicativos, quando na verdade eles fazem uso de aproximadamente 200.

Além de serviços de monitoramento e de alertas para os riscos de segurança, a Skyhigh também permite que os administradores de TI apliquem políticas para limitar o acesso por parte dos usuários finais.

A Skyhigh se junta a uma série de empresas que tentam atacar a gestão de APPs. Os funcionários estão gravitando para os serviços móveis, na nuvem, fáceis de usar,  que os ajudem a ser mais produtivos, mas alguns departamentos de TI querem garantir que esse uso não provoque vazamentos de  dados confidenciais.

Tradicionais fornecedores de gestão de dispositivos móveis, como a Zenprise , que foi adquirida pela Citrix , e arWatch, estão adicionando ferramentas de gerenciamento de aplicativos para seus serviços para atender a essa necessidade.

Completam a lista do 50 serviços de clod mais usados por funcionários das empresas clientes da Skyhigh esses 40 serviços:

11. Amazon S3 (hospedado e armazenamento de dados para aplicações web)
12. Google Apps (produtividade e compartilhamento de arquivos)
13. Evernote (anotações)
14. Twitter (rede social)
15. Microsoft Office365 (produtividade e compartilhamento de arquivos)
16. 4shared (compartilhamento de arquivos)
17. A Oracle RightNow (atendimento ao cliente)
18. EMC Mozy (backup)
19. AOL (conteúdo, comunicações)
20. Sourceforge (código de gerenciamento)
21. Netsuite (financeiros)
22. Marketo (automação de marketing)
23. Flickr (compartilhamento de fotos)
24. Verisign Geotrust (certificados SSL)
25. Google Analytics (web analytics)
26. Yousendit (compartilhamento de arquivos)
27. New Relic (web Application Performance Management)
28. Oracle Taleo (gestão de talentos)
29. Slideshare (apresentações)
30. Workday (RH e financeiro)
31. Carbonite (backup)
32. DocuSign (assinatura de documentos)
33. Prezi (apresentações)
34. Typekit (incorporação de fontes)
35. Skype (videoconferência)
36. SlideRocket (apresentações)
37. Github (gerenciamento de código)
38. CloudFiles Rackspace (armazenamento online e compartilhamento de arquivos)
39. SugarSync (compartilhamento de arquivos)
40. Pagerduty (on-line de TI da expedição)
41. Bitbucket (gerenciamento de código)
42. Intuit Quickbase (financeiros)
43. Constant Contact (gerenciamento de lista de e-mail)
44. Xobni (gestão de e-mail)
45. Snapfish (impressão digital da foto)
46. Spiceworks (TI grupo de discussão e respostas)
47. Olark (bate-papo ao vivo com os clientes)
48. Symantec Brightmail (e-mail filtragem)
49. Addthis (social bookmarking)
50. Screencast (compartilhamento de arquivos)

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud amadurece em solo nacional em termos de adoção e conhecimento

Estudo da Frost & Sullivan indica que 53% das empresas afirmam ter um bom conhecimento sobre o conceito, enquanto 15% declaram ter ótimo conhecimento.

19 de fevereiro de 2013 – 14h50

As empresas brasileiras estão mais familiarizadas com o conceito de cloud computing, indica estudo realizado pela Frost & Sullivan. Dos entrevistados no Brasil, 53% afirmaram ter um bom conhecimento sobre o tema, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. 

O levantamento, realizado no País e no México, teve como objetivo analisar o grau de adoção de computação em nuvem nos próximos dois anos, em relação à infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS) e software como serviço (SaaS). 

Embora as organizações conheçam melhor o conceito, o relatório aponta que algumas questões devem ser esclarecidas e melhor explicadas para o mercado, principalmente em relação a segurança desse modelo de negócio, que ainda é considerada a principal barreira para sua adoção.

“Quando perguntamos às empresas a respeito de quem seriam os principais provedores de soluções de nuvem, concluímos que algumas tinham sido citadas pelo simples fato de possuírem um data center”, observa Bruno Tasco da Frost & Sullivan.

Ele afirma que ainda há um longo caminho a percorrer para educar o mercado e reduzir as barreiras culturais principalmente relacionadas à segurança. “Dessa maneira, as empresas têm optado por investir em nuvens privadas por receio de ter a infraestrutura compartilhada com outras companhias”, completa.

Para Tasco, 2013 será um ano que veremos cada vez mais adoções de nuvem. “Inclusive em função do fortalecimento de novos provedores, como Embratel e Oi, que tendem a investir em comunicação com o mercado para atrair novos clientes”, finaliza.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud computing: é preciso deixar claro o conceito

Gartner avalia que cloud computing tornou-se confuso para o mercado diante da postura “cloudwashing” de fornecedores.

21 de novembro de 2012 – 07h30

O hype em torno da computação em nuvem e o mau uso do termo por alguns provedores criam confusão no mercado e se isso continuar, pode prejudicar muitos benefícios do modelo, diz o Gartner. Em seu relatório anual Hype Cycle, o instituto de pesquisas afirma que o termo tornou-se confuso para o mercado à medida que os vendedores adotam a postura “cloudwashing”, intitulando-se como fornecedores de nuvem quando na verdade não são. 

Essa falta de comunicação pode, em última instância, prejudicar os usuários finais e ofuscar as bandeiras da cloud. “A confusão continua a ser a norma do mercado”, afirma relatório do Gartner sobre a indústria. “Muitos equívocos existem em torno de potenciais benefícios, armadilhas e, claro, redução de custos. Cloud é, muitas vezes, parte da discussão de corte de custos, apesar de essa capacidade não ser a principal”, observa o estudo.

“Há também muitas razões para falar sobre os recursos ativados pela computação em nuvem: velocidade, agilidade e inovação. Esses são os benefícios potenciais que podem ser negligenciados quando tratam o tema com exagero”, ensina.

A cada ano, o Gartner avalia o hype que cerca várias tecnologias e diz que, em geral, o burburinho em torno da computação em nuvem está realmente nivelado em relação aos anos anteriores.

As empresas estão adotando a nuvem com variados graus de sucesso. Mas o modelo é um termo amplo que inclui várias tecnologias, e algumas estão apenas alcançando o pico das expectativas infladas. Entre elas, Big Data, plataforma como serviço (PaaS), infraestrutura como serviço (IaaS) e computação em nuvem privada.

Formas mais tradicionais de computação em nuvem já estão sendo experimentadas pelo mercado e tornaram-se convencionais, como software como serviço (SaaS) e virtualização.

John Howie, COO da Cloud Security Alliance, entidade que trabalha para adotar os padrões na indústria em nuvem, afirma que cloud é muito mais do que um chavão. Segundo ele, é uma ferramenta poderosa para as empresas explorarem o que pode ser, em muitas circunstâncias, um método de computação mais eficiente. 

“Entre os consumidores, a expectativa sobre o que a nuvem pode proporcionar é exagerada”, admite. “Mas os provedores tornaram-se muito mais realistas e acho que tem feito o seu melhor para definir as expectativas apropriadas. As pessoas que estão realmente tomando decisões sobre a implementação de nuvem na empresa têm alto nível de compreensão do que o modelo pode possibilitar”, completa.

Para Howie, é de interesse dos fornecedores de cloud retratar com precisão seus serviços de nuvem, especialmente para os grandes como Amazon Web Services, Google e Microsoft. “Eles não querem perder a credibilidade de seus clientes”, indica.

Em razão do interesse na indústria haverá “fornecedores fly-by-night”, ou o que o Gartner descreve como “cloudwashing”, aqueles que se aproveitam da oportunidade. O Gartner define essas companhias como aquelas que, por exemplo, oferecem computação pay-per-use, [pago pelo uso], mas não têm a capacidade de escalar recursos de forma dinâmica.

Howie diz que há definições explícitas apresentadas pelo National Institute for Standards in Technology (Instituto Nacional de Padrões em Tecnologia) para a computação em nuvem que, segundo ele, são geralmente aceitas na indústria para definir o modelo.

O executivo não se preocupa com a confusão de mercado levando ao exagero do tema. Em vez disso, ele diz que o maior problema com a computação em nuvem é que muitos usuários pensam que o modelo irá automaticamente contribuir para redução de custos.

Claro que o modelo pode contribuir, diz, mas tem de ser implementado corretamente e pelas razões certas. Esse equívoco sobre os benefícios monetários da nuvem não é culpa dos fornecedores, acrescenta, e está relacionado ao planejamento e à implementação de computação em nuvem na organização.

Equívocos sobre nuvem privada

O Gartner também observou erros que empresas cometem ao definir o modelo. Virtualização é um deles. O debate em curso em torno da computação em nuvem privada tem criado percepções erradas sobre cloud privada, na visão do instituto de pesquisas.

“O crescimento da computação em nuvem privada está sendo impulsionado pela rápida penetração da virtualização e seu gerenciamento, salto de ofertas de cloud e pressão para entregar projetos mais baratos e mais rapidamente”, avalia Tom Bittman, vice-presidente e analista do Gartner.

“No entanto, na pressa para responder a essas pressões, a TI precisa ter cuidado para evitar o hype, e, em vez disso, deve concentrar esforços no modelo que mais faz sentido aos negócios.” A seguir, o Gartner lista os cinco equívocos mais comuns sobre a nuvem privada.

1. Cloud privada não é virtualização: virtualização de servidores e infraestrutura são base importante para a computação em nuvem privada.

No entanto, virtualização e gerenciamento de virtualização não são, por si só, nuvem privada. Virtualização torna mais fácil realocar recursos de infraestrutura e pode ser ativada de várias maneiras, incluindo máquinas virtuais, sistemas operacionais (OS) ou middleware. Cloud privada, portanto, utiliza alguma forma de virtualização para criar um serviço de computação em nuvem.

2. Nuvem privada não busca apenas redução de custos: uma empresa pode reduzir custos operacionais por meio de uma nuvem privada, eliminando tarefas repetitivas comuns. Uma nuvem privada pode realocar recursos de forma mais eficiente para atender às necessidades da empresa.

Nuvens privadas exigem investimento em software de automação, e as economias por si só não podem justificar o investimento. Por isso, redução de custos não é o principal benefício da computação em nuvem privada.

3. Nuvem privada não é necessariamente on premise: cloud privada é definida por privacidade, não propriedade, localização ou responsabilidade de gestão.

Enquanto a maioria das nuvens privadas é baseada na infraestrutura local, uma parte crescente de nuvens privadas será contratada também fora da empresa.

Nuvens de terceiros podem compartilhar instalações do data center com outros, e ainda equipamentos ao longo do tempo e recursos, mas mantendo uma rede privada virtual (VPN) isolada, por exemplo.

4. Nuvem privada não é somente infraestrutura como serviço (IaaS): virtualização de servidores é uma grande tendência e, portanto, um elemento importante para a nuvem privada. No entanto, o modelo não se limita de modo algum à IaaS. Pode, por exemplo, incluir ofertas de desenvolvimento e teste, permitindo uso de plataforma como serviço (PaaS).

Hoje, o segmento de crescimento mais rápido da computação em nuvem é IaaS. Mas ele fornece apenas um dos níveis de recursos do data center.

Desenvolvedores usarão PaaS para criar aplicativos projetados para serem compatíveis com a nuvem, produzindo serviços diferentes em comparação com aplicações antigas.

5. Nuvem privada nem sempre será privada: os analistas do Gartner apontam que a nuvem privada é paliativa.

Com o tempo, nuvens públicas vão amadurecer, melhorando os níveis de serviço, segurança e gerenciamento de conformidade. Novos serviços de nuvem pública surgirão. Algumas nuvens privadas vão mover-se totalmente para a nuvem pública.

No entanto, a maioria dos serviços de nuvem privada irá evoluir para permitir a cloud híbrida, ampliando a capacidade efetiva de uma nuvem privada para alavancar os serviços públicos de nuvem e recursos de terceiros.

Futuro híbrido

Um estudo global revela ainda que 43% das empresas entrevistadas devem investir entre 500 mil dólares e 1 milhão de dólares por ano em cloud computing até 2020. A pesquisa foi realizada pela Coleman Parkes Research, a pedido da HP, e mostra a necessidade de as organizações implementarem uma estratégia híbrida de entrega de tecnologia para acelerar a inovação, aumentar a agilidade e melhorar o seu gerenciamento financeiro durante a migração para a computação em nuvem.

Resultado de entrevistas com 550 executivos de negócios e executivos de tecnologia de empresas de grande e médio portes, em fevereiro de 2012, o levantamento contou com Brasil e México representando a América Latina. 

Entre os registros interessantes está o posicionamento de mais de 80% dos executivos de negócios e tecnologia em acreditar que cloud computing será pelo menos tão impactante para o cenário da tecnologia como foram a virtualização e a internet.

Isso porque, apesar da perspectiva de crescimento na adoção de serviços de nuvem pública e privada até 2020, a tecnologia tradicional continuará fazendo parte das companhias.

A pesquisa apresenta ainda que, atualmente, apenas 24% dos modelos de delivery corporativos são baseados em nuvem. Até 2020, a expectativa dos principais executivos de negócios e tecnologia é que os modelos de fornecimento de nuvem pública e privada praticamente dupliquem. Cerca de um em cada dois CEOs e diretores financeiros estão elaborando estratégias de nuvem para suas empresas. 

Além disso, as organizações estão priorizando investimentos em nuvem, sendo que a expectativa é que 43% das empresas invistam entre 500 mil dólares a 1 milhão de dólares por ano em cloud computing de hoje até 2020, e quase 10% planejam gastar mais de 1 milhão de dólares por ano.

Os participantes da pesquisa listaram as três principais barreiras para a adoção em massa de serviços de nuvem: preocupação com segurança (35%), com a transformação do seu ambiente de TI (33%) e com conformidade e governança (17%).

De acordo com as empresas e os executivos ouvidos, com a aceleração na adoção de serviços de nuvem, também cresce a necessidade por estratégias ‘holísticas’ de conformidade e governança a serem aplicadas em toda a empresa para controlar e gerenciar ambientes de TI. 

Quase 50% dos entrevistados admitiram que suas companhias usam soluções de nuvem que não são autorizadas pelo departamento de TI, enquanto 18% não tinham uma perspectiva clara sobre as soluções de computação em nuvem que “rodam” sem autorização da área de TI.

A expectativa é que esse problema continue aumentando e isso pode ser observado pelas respostas de 69% dos principais executivos de negócios e de 54% dos executivos de tecnologia, que estimam que o uso de soluções de cloud não homologadas pela TI chegue à casa dos 50% até 2020. 

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Oracle OpenWorld América Latina 2012 terá como foco cloud e experiência do usuário

Evento acontece de 4 a 6 de dezembro, em São Paulo. Empresa também realiza o JavaOne 2012, voltado para a comunidade Java.

30 de novembro de 2012 – 15h33

A Oracle realiza, de 4 a 6 de dezembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, o Oracle OpenWorld Latin America 2012. De acordo com Ana Laporta, diretora sênior de Marketing da Oracle para a América Latina, tendências como cloud computing, experência do usuário e Engineered Systems serão destaque do evento. 

“Queremos reforçar a posição da Oracle como o único fornecedor capaz de oferecer o stack completo de produtos, simplificando a estrutura de TI”, afirma.

Segundo a Oracle, o evento reunirá parceiros, clientes, desenvolvedores, jornalistas, analistas e toda comunidade de tecnologia e de negócios. Neste ano serão mais de 200 palestras e 90 patrocinadores e expositores.

Mark Hurd, presidente mundial da Oracle, e Edward Screven, chefe de Arquitetura Corporativa da Oracle, serão os destaques entre os keynotes de abertura, e falarão sobre a convergência dos negócios e a tecnologia da informação, em uma sessão liderada por Cyro Diehl, presidente da Oracle do Brasil.

Em paralelo ao Oracle OpenWorld, acontece o JavaOne Latin America 2012. Voltado para mais de mil desenvolvedores, o evento contará com palestras de representantes da comunidade Java sobre a diversidade de aplicações e a evolução da linguagem de programação. 

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Publicado por em 21 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Fujitsu traz serviços em cloud para o Brasil

Empresa aposta na demanda crescente por aquisição de tecnologia de maneira mais flexível e acessível.

A Fujitsu, fornecedora de produtos e soluções de TI, anuncia lançamento de serviços Fujitsu Cloud no mercado brasileiro. Segundo a empresa, trata-se de um ambiente de TI on-demand, configurável com serviços associados que permitem a implementação mais rápida de ambientes de TI ágeis e de baixo custo.

Com os serviços na nuvem, a companhia passará a oferecer infraestrutura de TI virtualizada empacotada, como servidores e funcionalidades de armazenamento, aplicativos e serviços de habilitação e gerenciamento. A fornecedora informa que esses recursos podem ser usados sob demanda de acordo com as necessidades dos clientes, garantindo confiabilidade para suportar a implementação de missão crítica das empresas.

A oferta reúne três tipos de serviço. Um deles é Infraestrutura como serviço (IaaS), que provê computação sob demanda (compartilhada ou dedicada), storage e rede. O outro é Gerenciamento como serviço (ITMaaS), para monitorar aplicativos. E o Global Enterprise Management Services for SAP, que oferece um modelo industrializado global para a entrega de serviços de infraestrutura e suporte para soluções SAP hospedadas em data centers Fujitsu. 

“Flexibilidade é a palavra-chave para empresas que adotam cloud computing. O grande diferencial é promover alternativas mais flexíveis às empresas para o software tradicional de gerenciamento de TI e mover ferramentas de gereciamento de TI à medida que as cargas de trabalho deslocam-se para a nuvem”, diz Nilton Cruz, diretor da Fujitsu do Brasil.

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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Um terço dos norte-americanos acredita que cloud está relacionada ao tempo

Apenas 16% dos entrevistados apontam que a nuvem é o modelo caracterizado por armazenar, acessar e compartilhar dados de um dispositivo conectado à internet.

Cloud tornou-se palavra-chave em tecnologia, mas o termo é mal interpretado pela maioria dos norte-americanos. A constatação é de um estudo patrocinado pela Citrix e conduzido pela empresa de pesquisas Wakefield.

Um em cada três americanos entrevistados disse acreditar que “nuvem” está relacionado com o tempo, resposta dada quando perguntados para definir o termo.

Apenas 16% responderam que a nuvem é o modelo caracterizado por armazenar, acessar e compartilhar dados de um dispositivo conectado à internet. Um em cada cinco entrevistados admitiu que mentiu, fingindo saber o que é o modelo em nuvem durante conversas. Entre os ouvidos pelo estudo, 14% apontaram que fingiram saber a definição do termo durante entrevistas de emprego.

Pouco mais da metade dos entrevistados disse que nunca usou a nuvem, mas quando pressionados 65% apontaram que usam serviços bancários online e um em cada cinco disseram que já usou serviços de compartilhamento de arquivos, que normalmente são baseados em cloud.

No entanto, os 1.006 mil ouvidos pelo estudo estavam corretos em alguns pontos. Um em cada três disse acreditar que a computação em nuvem pode ser afetada pelo clima. A Amazon Web Services (AWS) é um exemplo. Os serviços da empresa ficaram fora do ar em junho após forte tempestade na Virgínia, nos Estados Unidos.

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Publicado por em 13 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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IBM cria centro de desenvolvimento em cloud para gerenciar cidades

Projeto realizado em parceira com Centro Universitário Senac e Flextronics vai permitir ainda capacitação de profissionais em nuvem e rápida criação de software.

A IBM, o Centro Universitário Senac e a Flextronics estabeleceram parceria para abrir o Centro InovaCidades, que tem o objetivo de desenvolver soluções baseadas em cloud para o gerenciamento de cidades inteligentes. O espaço também vai atuar na capacitação de profissionais da área de TI para suprir a demanda do mercado de trabalho nacional.

Segundo a fabricante, a iniciativa contará com uma equipe formada por professores e alunos do Centro Universitário Senac, em São Paulo, que será responsável pela elaboração de um projeto para mapear as principais necessidades das cidades e desenhar os sistemas necessários para que os problemas sejam sanados com o auxílio da tecnologia.

De acordo com José Carlos Duarte, CTO da IBM Brasil, a iniciativa faz parte da estratégia da IBM de investir em capacitação local por meio de transferência de conhecimento acadêmico. A alinça também prevê, diz, o desenvolvimento de mais cidades inteligentes no Brasil, de pequenas a grandes localidades.

As capacitações são gratuitas e vão englobar os temas cloud computing e rápido desenvolvimento  de software. Ambos os cursos permitirão que os participantes conquistem as certificações IBM Certified Solution Advisor (Cloud Computing Architecture V2) e IBM Certified Specialist (Rational Team Concert). Cada curso contará com cerca de 30 alunos.

“Os cursos permitem que os profissionais tenham uma visão de como o usuário vai interagir com as aplicações desenvolvidas”, explica Luciana Mara Ribeiro Marino, coordenadora Institucional de Pesquisa do Centro Universitário Senac Campus Santo Amaro.

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Publicado por em 10 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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