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HP inaugura segundo centro de excelência em cloud no Brasil

Espaço instalado em parceria com a Microsul vai funcionar em São Paulo e tem a proposta de apoiar clientes em projetos de nuvem.

O HP Enterprise Group inaugura, em parceria com a Microsul, integradora de soluções de TI & Telecom, mais um Centro de Excelência em Cloud. Instalado em São Paulo, este é o segundo de um total de seis Centros que a HP lançará no Brasil em 2013. 

Além da Microsul, a Planus (SP), Decatron (RJ), Sercompe (PR e SC), Teevo (RS) e Torino (DF), que já são parceiros de negócio da HP, também assumirão o papel de disseminar e oferecer ao mercado brasileiro as inovações trazidas pela computação em nuvem.

O HP Cloud Center of Excellence (CCoE) da Microsul é mais um centro especializado para demonstração de soluções de computação em nuvem convergente, baseado nas tecnologias da HP. É um espaço para discussão e avaliação sobre o impacto da computação em nuvem e, principalmente, sobre como projetar, implantar e utilizar este modelo nas empresas. 

Segundo a HP, esses espaços possibilitam que os clientes tenham conhecimento em primeira mão e experimentem diretamente como é criar e consumir serviços na nuvem, reconhecendo na prática os benefícios gerados por esta tecnologia. Para as organizações, soluções que ofereçam uma entrega híbrida de serviços, quer seja a partir de uma nuvem pública ou privada, e eficiência operacional superior, serão encorajadas a mudar sua visão tradicional a respeito de infraestrutura e serviços de TI com a utilização da nuvem.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud Computing e a guerra fria no mercado de software corporativo

Empresas do Vale do Silício que produzem aplicativos de negócios na nuvem disputam o território com fabricantes tradicionais.

Em um discurso convincente na semana passada na conferência AIIM, em Nova Orleans, (EUA), o CIO Laurence Hart do AIIM (The Global Community of Information Professionals) falou sobre uma nova guerra que está acontecendo no mercado de TI. É a batalha que vem sendo travada entre empresas do Vale do Silício, que fornecem software em nuvem, com as tradicionais que atendem o mercado com soluções no modelo on-premise, ou seja, para rodar dentro de casa.

Hart se referiu ao contexto de gerenciamento de conteúdo. Entretanto, sua abordagem se aplica à gestão de qualquer software empresarial.

“Há uma guerra acontecendo todos os dias na área de software empresarial. Os novos fornecedores estão atacando esse mercado com muita força”, constata o CIO. Ele observou que as startups do Vale do Silício são disruptivas e nada sutis.

Hart chegou a comparar a batalha travada entre os fornecedores de aplicações empresariais na nuvem com os tradicionais de software com a Guerra Fria que aconteceu entre a União Soviética e os Estados Unidos. Havia duas filosofias distintas lutando por um ideal. 

O CIO salientou que nessa disputa não há armas ou bombas envolvidas. Mencionou como exemplo a fornecedora de soluções corporativas na nuvem Box, que estava no evento com um estande ao lado de IBM. Durante a conferência era visível essa batalha entre os dois tipos de provedores.

A Box nasceu para fornecer uma solução para compartilhamento de conteúdo na nuvem. Em seu estande, a IBM mostrava uma aplicação similar para proteção de conteúdo na cloud. Coincidência? “Pensamos que não”, responde o CIO.

E não foi só a IBM. Em seu estande, a HP estava mostrando o HP Flow – uma solução para baseada na nuvem para gerenciar conteúdo móvel, seguindo discurso parecido ao da empresa Box.

Mas apesar destas tentativas de fornecedores estabelecidos há mais tempo no mercado como HP e IBM, as grandes empresas estão apenas começando a entender o que as nascidas na nuvem sempre compreenderam: o sucesso de um software empresarial começa com o usuário e depois se move para TI.

Como um profissional de TI, Hart não quer voltar a um mundo onde grandes fornecedores vendem diretamente para TI pacotes monolíticos. Apesar disso, ele não acha que precisa trabalhar mais estreitamente com os fornecedores de nuvem para dizer o que eles precisam fazer. 

Falhas das soluções tradicionais

“Não temos a opção de deixar as coisas explodirem. Temos que encontrar maneiras de trabalhar juntos”, explicou o CIO. Hart disse que a razão principal de os fornecedores iniciantes do Vale do Silício terem feito tanto progresso é que dos muitos softwares empresariais das empresas tradicionais não atenderem os objetivos dos usuários corporativos.

Ele observa que os projetos são complexos e falham muitas vezes. “Por que [fornecedores de nuvem] são bem sucedido?”, questionou Hart. “Porque estamos falhando. A maioria dos projetos de TI falham. Isso significa que o sucesso é uma exceção”, disse ele.

Os fornecedores novos de soluções na nuvem estão suprindo uma necessidade. Eles veem os usuários finais frustrados e estão provendo interfaces mais simples. Eles retiram toda a complexidade e deixam que as pessoas façam o seu trabalho de uma forma mais fácil. 

“Vale do Silício é a resolução de problemas para os usuários. Estamos resolvendo problemas para a empresa. Esta situação acontece porque há muita coisa errada”,  disse Hart.

Então, como é possível resolver esses conflito no mundo do software corporativo? Hart diz que os gestores de TI precisam parar de lutar contra a tendência e começar a contar ao Vale do Silício o que eles precisam. 

Ele reconhece as startups não apresentam todas as soluções chaves para atender as necessidades das empresas. Entretanto, ressalta que “estamos fazendo o nosso trabalho mais difícil por não trabalhar com eles.”

A comunicação é fundamental. Diga aos fornecedores de nuvem o que você precisa. “O sucesso não deve ser a exceção”, conclui Hart.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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HP inaugura segundo centro de excelência em cloud no Brasil

Espaço instalado em parceria com a Microsul vai funcionar em São Paulo e tem a proposta de apoiar clientes em projetos de nuvem.

O HP Enterprise Group inaugura, em parceria com a Microsul, integradora de soluções de TI & Telecom, mais um Centro de Excelência em Cloud. Instalado em São Paulo, este é o segundo de um total de seis Centros que a HP lançará no Brasil em 2013. 

Além da Microsul, a Planus (SP), Decatron (RJ), Sercompe (PR e SC), Teevo (RS) e Torino (DF), que já são parceiros de negócio da HP, também assumirão o papel de disseminar e oferecer ao mercado brasileiro as inovações trazidas pela computação em nuvem.

O HP Cloud Center of Excellence (CCoE) da Microsul é mais um centro especializado para demonstração de soluções de computação em nuvem convergente, baseado nas tecnologias da HP. É um espaço para discussão e avaliação sobre o impacto da computação em nuvem e, principalmente, sobre como projetar, implantar e utilizar este modelo nas empresas. 

Segundo a HP, esses espaços possibilitam que os clientes tenham conhecimento em primeira mão e experimentem diretamente como é criar e consumir serviços na nuvem, reconhecendo na prática os benefícios gerados por esta tecnologia. Para as organizações, soluções que ofereçam uma entrega híbrida de serviços, quer seja a partir de uma nuvem pública ou privada, e eficiência operacional superior, serão encorajadas a mudar sua visão tradicional a respeito de infraestrutura e serviços de TI com a utilização da nuvem.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Receita de cloud deverá crescer 74% no Brasil em 2013

Projeções da Frost & Sullivan são de que os negócios com serviços na nuvem vão movimentar US$ 302 milhões este ano no País.

27 de fevereiro de 2013 – 18h45

Os negócios com cloud computing no Brasil vão crescer 74% em 2013 e gerar uma receita de 302 milhões de dólares. As projeções são de estudo apresentado hoje pela Frost & Sullivan, durante seminário, promovido em São Paulo, pelo jornal Valor Econômico.

Em entrevista ao jornal, Fernando Belfort, analista sênior da consultoria, destacou o aumento do interesse das empresas por esse modelo de compra de TI. Ele lembrou que há dois anos a principal barreira para contratação de aplicações na nuvem eram as questões de segurança, mencionadas por 87% dos CIOs. Hoje esse índice caiu para 72,7%, apontam estudos da Frost & Sullivan.

Outra preocupação dos líderes de TI para adesão do modelo é a infraestrutura de telecomunicação que, segundo Belfort, é um fator importante para impulsionar os negócios na nuvem brasileira.   

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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HP abre centro de excelência em cloud no Brasil

Unidade foi inaugurada em parceria com a Planus com o objetivo de educar o mercado sobre o modelo de nuvem.

A divisão de Enterprise da HP inaugurou no Brasil o seu primeiro centro de excelência em cloud. Unidade foi instalada em parceria com a Planus, canal especializado no atendimento de organizações públicas e privadas de diversos portes e segmentos da indústria. 

Além da Planus (SP), a Decatron (RJ), Microsul (SP), Sercompe (PR e SC), Teevo (RS) e Torino (DF), que já são parceiros de negócio da HP, assumem o papel de disseminar e oferecer ao mercado brasileiro as inovações trazidas pela computação em nuvem.

O HP Cloud Center of Excellence (CCoE) da Planus é o primeiro centro especializado para demonstração de soluções de computação em nuvem convergente instalado no Brasil, com base nas tecnologias da HP. 

Resultado da parceria entre Planus e HP, o CCoE cria um espaço para discussão e avaliação sobre o impacto da computação em nuvem e, principalmente, como projetar, implantar e utilizar este modelo nas empresas. No local, especialistas da empresa operam e demonstram soluções reais para que os clientes vejam na prática a computação em nuvem.

 “Acreditamos no conhecimento de nossos canais e na solução completa da HP para oferecer uma experiência inédita no País. Nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, em que a tecnologia de nuvem é amplamente difundida e utilizada por empresas de todos os portes, já existem mais de 50 CCoE’s. Em 2013, a HP vai inaugurar outros seis CCoE’s, que já estão em fase final de implantação no Brasil”, afirma Denoel Eller, vice-presidente de vendas do HP Enterprise Group no Brasil.

O programa CCoE inclui as soluções que fazem parte da estratégia da HP para infraestrutura convergente, apresentando o software de orquestração para a nuvem, treinamento e incentivos financeiros, para transformar estes sites num centro de demonstrações de soluções em nuvem, aumentando suas oportunidades de negócios. 

O objetivo da HP com esta iniciativa é educar, certificar e construir novas parcerias com empresas de TI de todas as regiões do País, ampliando a abrangência do programa.

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Como ter sucesso na adoção de cloud

Publicada em 22/04/2013 9:27

Adotar cloud computing não é mais questão de se vamos ou não, mas sim de quando e com qual intensidade e velocidade. Este ritmo vai depender, entre outros fatores, do grau de maturidade da empresa e de sua área de TI, da sua estratégia de posicionamento no mercado, do seu grau de aderência a inovações e, é claro, também de aspectos externos como disponibilidade e capacidade da infraestrutura de comunicações que atende a empresa. A área de TI deve liderar este processo e, portanto, analisar os riscos envolvidos é de sua responsabilidade. O sucesso ou fracasso da adoção de cloud depende de quão bem for desenhada e executada sua estratégia.

Há poucos anos, cloud era curiosidade e é natural que os próprios provedores de cloud estejam ainda em diversos graus de evolução e maturidade. Como a palavra cloud tornou-se um hype, todo e qualquer provedor de serviços começou a se mostrar ao mercado como fornecedor ou expert em ofertas de cloud. Assim, provedores de hosting e colocation, de um dia para o outro, tornaram-se provedores de cloud, apenas mudando a propaganda de suas ofertas. A nuvem ofertada por eles ainda é hosting ou colocation. Empresas de software on-premise tornaram-se provedoras de soluções SaaS simplesmente criando instâncias do seu aplicativo em um data center externo. É o velho ASP (lembram?) travestido de SaaS. Portanto, embora cloud seja uma tendência inevitável, o caminho até ele pode ser meio pedregoso…

Como TI deve agir? Desenhar uma estratégia de cloud é fundamental. Isto implica em definir quais aplicações irão para a nuvem, sua sequência de migração, e se estas nuvens serão privadas ou públicas, ou mesmo se ambas as soluções conviverão interoperando. A estratégia deve definir por onde começar. Pelas aplicações de menor importância? Ou pelas que são mais independentes e não demandam interoperabilidade com outras? Ou pelas aplicações sazonais? Enfim, cada organização vai definir sua própria estratégia.

Por exemplo, um ERP tem por característica demandar muita interconexão com diversos outros aplicativos. Levá-lo para a nuvem significa que estas interconexões terão que funcionar a contento. E onde estarão estas aplicações? Na mesma nuvem do ERP ou em outras nuvens? Ou continuarão on-premise? Um fator importante e muitas vezes pouco lembrado é que, na maioria das vezes, olhamos os baixíssimos custos de processamento ofertados pelos provedores de cloud, mas os custos de conexão (comunicações) podem ser altos se o volume de dados trafegados para manter a interoperabilidade entre as diversas aplicações em nuvens e on-premise for muito elevado.

Este é um cenário que a maioria das médias e grandes empresas vai ter que suportar por muito tempo. Será muito difícil migrar para cloud computing no modelo de Big Bang. É um processo gradual e, portanto, a convivência deste ambiente complexo e interoperável deve ser considerada na estratégia de migração.

Migrar para uma cloud pública não significa abdicar da governança de TI. Esta, pelo contrário, torna-se mais importante. A área de TI deixa de se preocupar com questões como instalação de novo release de sistema operacional, mas deve manter controle do nível de serviço praticado pelo provedor de cloud. Os papéis e responsabilidades existentes hoje em TI devem ser redesenhados para serem distribuídos e compartilhados entre TI e o provedor.

A escolha do provedor é outra variável importante. Qual o grau de maturidade dele? Qual o nível de capacitação que ele dispõe? Qual o nível de segurança, disponibilidade e privacidade que ele garante? Um aspecto interessante: qual o seu DNA? Corporativo ou voltado a usuário final? Dificilmente uma empresa nascida e criada pela ótica B2C consegue se transformar em uma bem sucedida B2B.

A estratégia de cloud deve envolver outras áreas além da TI. Risk Management, auditoria e o jurídico são alguns exemplos. Questões como soberania dos dados, garantia de aderência às regulamentações do setor onde a empresa atua, as questões de trilha de auditoria, aspectos relativos à migração de dados e aplicativos em caso de troca de provedor de nuvem, estão entre fatores que TI vai precisar de muito apoio. Existem também questões legais referentes ao uso das atuais licenças de software on-premise em nuvens externas. O próprio contrato com o provedor demanda variáveis que, no modelo on-premise, não precisam ser considerados. Um exemplo: se você encerrar o contrato com um provedor de nuvem, os seus dados continuarão armazenados nele. Que condições e tecnologias ele oferece para que você os migre para outro provedor? Ou então o provedor muda, sem aviso, seus dados de um data center localizado em seu país para outro país, gerando um questionamento regulatório. Enfim, são variáveis que a área de TI não tem expertise suficiente para agir de forma autônoma.

O processo de migração é um elemento de grande importância. Como serão tratadas eventuais falhas na operação? De quem será a responsabilidade? Qual o papel do provedor e da sua área de TI em cada aspecto da migração? Um aspecto importante e que deve ser analisado com cuidado é que, para aproveitar a potencialidade de determinadas nuvens públicas, você vai ser obrigado a utilizar tecnologias e APIs específicas, o que pode criar um lock-in e atrasar substancialmente uma eventual mudança de provedor. Alguns provedores de nuvem mantém sob segredo sua tecnologia e o acesso aos seus data centers. Isto pode criar complicações em caso de necessidade de investigação forense e auditorias.

Cloud computing não é magia. Você, adotando uma nuvem pública, está transferindo seu hardware para software. Você passa a ver apenas servidores virtuais. Mas estes servidores virtuais precisam dos data centers do provedor da nuvem. O seu limite é o limite do provedor. Geralmente, este limite é infinitamente maior que o que a maioria das empresas dispõe em seu data center, mas mesmo assim, alguns cuidados devem ser tomados. Não esqueça que um provedor de nuvem, para ter lucro, precisa compartilhar ao máximo os seus recursos físicos entre seus clientes. Eventualmente, poderão aparecer gargalos decorrentes deste compartilhamento, como interferências das aplicações de outros clientes que coabitem os mesmos servidores físicos que compõem os seus servidores virtuais ou no compartilhamento do storage e redes locais que ligam estas máquinas. E o sempre presente gargalo, aqui no Brasil, das limitações das nossas bandas largas.

Portanto, a área de TI tem um papel de extrema importância no desenho da estratégia de cloud. Deve conduzir o processo e não ser conduzido por ele. Caso contrário, quando os problemas aparecerem (e sempre aparecem), vai ser obrigado a correr atrás do prejuízo. Assim, nada mais adequado que liderar o processo, criando políticas e práticas de adoção e uso de computação em nuvem.

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud amadurece em solo nacional em termos de adoção e conhecimento

Estudo da Frost & Sullivan indica que 53% das empresas afirmam ter um bom conhecimento sobre o conceito, enquanto 15% declaram ter ótimo conhecimento.

19 de fevereiro de 2013 – 14h50

As empresas brasileiras estão mais familiarizadas com o conceito de cloud computing, indica estudo realizado pela Frost & Sullivan. Dos entrevistados no Brasil, 53% afirmaram ter um bom conhecimento sobre o tema, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. 

O levantamento, realizado no País e no México, teve como objetivo analisar o grau de adoção de computação em nuvem nos próximos dois anos, em relação à infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS) e software como serviço (SaaS). 

Embora as organizações conheçam melhor o conceito, o relatório aponta que algumas questões devem ser esclarecidas e melhor explicadas para o mercado, principalmente em relação a segurança desse modelo de negócio, que ainda é considerada a principal barreira para sua adoção.

“Quando perguntamos às empresas a respeito de quem seriam os principais provedores de soluções de nuvem, concluímos que algumas tinham sido citadas pelo simples fato de possuírem um data center”, observa Bruno Tasco da Frost & Sullivan.

Ele afirma que ainda há um longo caminho a percorrer para educar o mercado e reduzir as barreiras culturais principalmente relacionadas à segurança. “Dessa maneira, as empresas têm optado por investir em nuvens privadas por receio de ter a infraestrutura compartilhada com outras companhias”, completa.

Para Tasco, 2013 será um ano que veremos cada vez mais adoções de nuvem. “Inclusive em função do fortalecimento de novos provedores, como Embratel e Oi, que tendem a investir em comunicação com o mercado para atrair novos clientes”, finaliza.

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Publicado por em 1 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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