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HP inaugura segundo centro de excelência em cloud no Brasil

Espaço instalado em parceria com a Microsul vai funcionar em São Paulo e tem a proposta de apoiar clientes em projetos de nuvem.

O HP Enterprise Group inaugura, em parceria com a Microsul, integradora de soluções de TI & Telecom, mais um Centro de Excelência em Cloud. Instalado em São Paulo, este é o segundo de um total de seis Centros que a HP lançará no Brasil em 2013. 

Além da Microsul, a Planus (SP), Decatron (RJ), Sercompe (PR e SC), Teevo (RS) e Torino (DF), que já são parceiros de negócio da HP, também assumirão o papel de disseminar e oferecer ao mercado brasileiro as inovações trazidas pela computação em nuvem.

O HP Cloud Center of Excellence (CCoE) da Microsul é mais um centro especializado para demonstração de soluções de computação em nuvem convergente, baseado nas tecnologias da HP. É um espaço para discussão e avaliação sobre o impacto da computação em nuvem e, principalmente, sobre como projetar, implantar e utilizar este modelo nas empresas. 

Segundo a HP, esses espaços possibilitam que os clientes tenham conhecimento em primeira mão e experimentem diretamente como é criar e consumir serviços na nuvem, reconhecendo na prática os benefícios gerados por esta tecnologia. Para as organizações, soluções que ofereçam uma entrega híbrida de serviços, quer seja a partir de uma nuvem pública ou privada, e eficiência operacional superior, serão encorajadas a mudar sua visão tradicional a respeito de infraestrutura e serviços de TI com a utilização da nuvem.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud Computing e a guerra fria no mercado de software corporativo

Empresas do Vale do Silício que produzem aplicativos de negócios na nuvem disputam o território com fabricantes tradicionais.

Em um discurso convincente na semana passada na conferência AIIM, em Nova Orleans, (EUA), o CIO Laurence Hart do AIIM (The Global Community of Information Professionals) falou sobre uma nova guerra que está acontecendo no mercado de TI. É a batalha que vem sendo travada entre empresas do Vale do Silício, que fornecem software em nuvem, com as tradicionais que atendem o mercado com soluções no modelo on-premise, ou seja, para rodar dentro de casa.

Hart se referiu ao contexto de gerenciamento de conteúdo. Entretanto, sua abordagem se aplica à gestão de qualquer software empresarial.

“Há uma guerra acontecendo todos os dias na área de software empresarial. Os novos fornecedores estão atacando esse mercado com muita força”, constata o CIO. Ele observou que as startups do Vale do Silício são disruptivas e nada sutis.

Hart chegou a comparar a batalha travada entre os fornecedores de aplicações empresariais na nuvem com os tradicionais de software com a Guerra Fria que aconteceu entre a União Soviética e os Estados Unidos. Havia duas filosofias distintas lutando por um ideal. 

O CIO salientou que nessa disputa não há armas ou bombas envolvidas. Mencionou como exemplo a fornecedora de soluções corporativas na nuvem Box, que estava no evento com um estande ao lado de IBM. Durante a conferência era visível essa batalha entre os dois tipos de provedores.

A Box nasceu para fornecer uma solução para compartilhamento de conteúdo na nuvem. Em seu estande, a IBM mostrava uma aplicação similar para proteção de conteúdo na cloud. Coincidência? “Pensamos que não”, responde o CIO.

E não foi só a IBM. Em seu estande, a HP estava mostrando o HP Flow – uma solução para baseada na nuvem para gerenciar conteúdo móvel, seguindo discurso parecido ao da empresa Box.

Mas apesar destas tentativas de fornecedores estabelecidos há mais tempo no mercado como HP e IBM, as grandes empresas estão apenas começando a entender o que as nascidas na nuvem sempre compreenderam: o sucesso de um software empresarial começa com o usuário e depois se move para TI.

Como um profissional de TI, Hart não quer voltar a um mundo onde grandes fornecedores vendem diretamente para TI pacotes monolíticos. Apesar disso, ele não acha que precisa trabalhar mais estreitamente com os fornecedores de nuvem para dizer o que eles precisam fazer. 

Falhas das soluções tradicionais

“Não temos a opção de deixar as coisas explodirem. Temos que encontrar maneiras de trabalhar juntos”, explicou o CIO. Hart disse que a razão principal de os fornecedores iniciantes do Vale do Silício terem feito tanto progresso é que dos muitos softwares empresariais das empresas tradicionais não atenderem os objetivos dos usuários corporativos.

Ele observa que os projetos são complexos e falham muitas vezes. “Por que [fornecedores de nuvem] são bem sucedido?”, questionou Hart. “Porque estamos falhando. A maioria dos projetos de TI falham. Isso significa que o sucesso é uma exceção”, disse ele.

Os fornecedores novos de soluções na nuvem estão suprindo uma necessidade. Eles veem os usuários finais frustrados e estão provendo interfaces mais simples. Eles retiram toda a complexidade e deixam que as pessoas façam o seu trabalho de uma forma mais fácil. 

“Vale do Silício é a resolução de problemas para os usuários. Estamos resolvendo problemas para a empresa. Esta situação acontece porque há muita coisa errada”,  disse Hart.

Então, como é possível resolver esses conflito no mundo do software corporativo? Hart diz que os gestores de TI precisam parar de lutar contra a tendência e começar a contar ao Vale do Silício o que eles precisam. 

Ele reconhece as startups não apresentam todas as soluções chaves para atender as necessidades das empresas. Entretanto, ressalta que “estamos fazendo o nosso trabalho mais difícil por não trabalhar com eles.”

A comunicação é fundamental. Diga aos fornecedores de nuvem o que você precisa. “O sucesso não deve ser a exceção”, conclui Hart.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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HP inaugura segundo centro de excelência em cloud no Brasil

Espaço instalado em parceria com a Microsul vai funcionar em São Paulo e tem a proposta de apoiar clientes em projetos de nuvem.

O HP Enterprise Group inaugura, em parceria com a Microsul, integradora de soluções de TI & Telecom, mais um Centro de Excelência em Cloud. Instalado em São Paulo, este é o segundo de um total de seis Centros que a HP lançará no Brasil em 2013. 

Além da Microsul, a Planus (SP), Decatron (RJ), Sercompe (PR e SC), Teevo (RS) e Torino (DF), que já são parceiros de negócio da HP, também assumirão o papel de disseminar e oferecer ao mercado brasileiro as inovações trazidas pela computação em nuvem.

O HP Cloud Center of Excellence (CCoE) da Microsul é mais um centro especializado para demonstração de soluções de computação em nuvem convergente, baseado nas tecnologias da HP. É um espaço para discussão e avaliação sobre o impacto da computação em nuvem e, principalmente, sobre como projetar, implantar e utilizar este modelo nas empresas. 

Segundo a HP, esses espaços possibilitam que os clientes tenham conhecimento em primeira mão e experimentem diretamente como é criar e consumir serviços na nuvem, reconhecendo na prática os benefícios gerados por esta tecnologia. Para as organizações, soluções que ofereçam uma entrega híbrida de serviços, quer seja a partir de uma nuvem pública ou privada, e eficiência operacional superior, serão encorajadas a mudar sua visão tradicional a respeito de infraestrutura e serviços de TI com a utilização da nuvem.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Receita de cloud deverá crescer 74% no Brasil em 2013

Projeções da Frost & Sullivan são de que os negócios com serviços na nuvem vão movimentar US$ 302 milhões este ano no País.

27 de fevereiro de 2013 – 18h45

Os negócios com cloud computing no Brasil vão crescer 74% em 2013 e gerar uma receita de 302 milhões de dólares. As projeções são de estudo apresentado hoje pela Frost & Sullivan, durante seminário, promovido em São Paulo, pelo jornal Valor Econômico.

Em entrevista ao jornal, Fernando Belfort, analista sênior da consultoria, destacou o aumento do interesse das empresas por esse modelo de compra de TI. Ele lembrou que há dois anos a principal barreira para contratação de aplicações na nuvem eram as questões de segurança, mencionadas por 87% dos CIOs. Hoje esse índice caiu para 72,7%, apontam estudos da Frost & Sullivan.

Outra preocupação dos líderes de TI para adesão do modelo é a infraestrutura de telecomunicação que, segundo Belfort, é um fator importante para impulsionar os negócios na nuvem brasileira.   

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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HP abre centro de excelência em cloud no Brasil

Unidade foi inaugurada em parceria com a Planus com o objetivo de educar o mercado sobre o modelo de nuvem.

A divisão de Enterprise da HP inaugurou no Brasil o seu primeiro centro de excelência em cloud. Unidade foi instalada em parceria com a Planus, canal especializado no atendimento de organizações públicas e privadas de diversos portes e segmentos da indústria. 

Além da Planus (SP), a Decatron (RJ), Microsul (SP), Sercompe (PR e SC), Teevo (RS) e Torino (DF), que já são parceiros de negócio da HP, assumem o papel de disseminar e oferecer ao mercado brasileiro as inovações trazidas pela computação em nuvem.

O HP Cloud Center of Excellence (CCoE) da Planus é o primeiro centro especializado para demonstração de soluções de computação em nuvem convergente instalado no Brasil, com base nas tecnologias da HP. 

Resultado da parceria entre Planus e HP, o CCoE cria um espaço para discussão e avaliação sobre o impacto da computação em nuvem e, principalmente, como projetar, implantar e utilizar este modelo nas empresas. No local, especialistas da empresa operam e demonstram soluções reais para que os clientes vejam na prática a computação em nuvem.

 “Acreditamos no conhecimento de nossos canais e na solução completa da HP para oferecer uma experiência inédita no País. Nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, em que a tecnologia de nuvem é amplamente difundida e utilizada por empresas de todos os portes, já existem mais de 50 CCoE’s. Em 2013, a HP vai inaugurar outros seis CCoE’s, que já estão em fase final de implantação no Brasil”, afirma Denoel Eller, vice-presidente de vendas do HP Enterprise Group no Brasil.

O programa CCoE inclui as soluções que fazem parte da estratégia da HP para infraestrutura convergente, apresentando o software de orquestração para a nuvem, treinamento e incentivos financeiros, para transformar estes sites num centro de demonstrações de soluções em nuvem, aumentando suas oportunidades de negócios. 

O objetivo da HP com esta iniciativa é educar, certificar e construir novas parcerias com empresas de TI de todas as regiões do País, ampliando a abrangência do programa.

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Como ter sucesso na adoção de cloud

Publicada em 22/04/2013 9:27

Adotar cloud computing não é mais questão de se vamos ou não, mas sim de quando e com qual intensidade e velocidade. Este ritmo vai depender, entre outros fatores, do grau de maturidade da empresa e de sua área de TI, da sua estratégia de posicionamento no mercado, do seu grau de aderência a inovações e, é claro, também de aspectos externos como disponibilidade e capacidade da infraestrutura de comunicações que atende a empresa. A área de TI deve liderar este processo e, portanto, analisar os riscos envolvidos é de sua responsabilidade. O sucesso ou fracasso da adoção de cloud depende de quão bem for desenhada e executada sua estratégia.

Há poucos anos, cloud era curiosidade e é natural que os próprios provedores de cloud estejam ainda em diversos graus de evolução e maturidade. Como a palavra cloud tornou-se um hype, todo e qualquer provedor de serviços começou a se mostrar ao mercado como fornecedor ou expert em ofertas de cloud. Assim, provedores de hosting e colocation, de um dia para o outro, tornaram-se provedores de cloud, apenas mudando a propaganda de suas ofertas. A nuvem ofertada por eles ainda é hosting ou colocation. Empresas de software on-premise tornaram-se provedoras de soluções SaaS simplesmente criando instâncias do seu aplicativo em um data center externo. É o velho ASP (lembram?) travestido de SaaS. Portanto, embora cloud seja uma tendência inevitável, o caminho até ele pode ser meio pedregoso…

Como TI deve agir? Desenhar uma estratégia de cloud é fundamental. Isto implica em definir quais aplicações irão para a nuvem, sua sequência de migração, e se estas nuvens serão privadas ou públicas, ou mesmo se ambas as soluções conviverão interoperando. A estratégia deve definir por onde começar. Pelas aplicações de menor importância? Ou pelas que são mais independentes e não demandam interoperabilidade com outras? Ou pelas aplicações sazonais? Enfim, cada organização vai definir sua própria estratégia.

Por exemplo, um ERP tem por característica demandar muita interconexão com diversos outros aplicativos. Levá-lo para a nuvem significa que estas interconexões terão que funcionar a contento. E onde estarão estas aplicações? Na mesma nuvem do ERP ou em outras nuvens? Ou continuarão on-premise? Um fator importante e muitas vezes pouco lembrado é que, na maioria das vezes, olhamos os baixíssimos custos de processamento ofertados pelos provedores de cloud, mas os custos de conexão (comunicações) podem ser altos se o volume de dados trafegados para manter a interoperabilidade entre as diversas aplicações em nuvens e on-premise for muito elevado.

Este é um cenário que a maioria das médias e grandes empresas vai ter que suportar por muito tempo. Será muito difícil migrar para cloud computing no modelo de Big Bang. É um processo gradual e, portanto, a convivência deste ambiente complexo e interoperável deve ser considerada na estratégia de migração.

Migrar para uma cloud pública não significa abdicar da governança de TI. Esta, pelo contrário, torna-se mais importante. A área de TI deixa de se preocupar com questões como instalação de novo release de sistema operacional, mas deve manter controle do nível de serviço praticado pelo provedor de cloud. Os papéis e responsabilidades existentes hoje em TI devem ser redesenhados para serem distribuídos e compartilhados entre TI e o provedor.

A escolha do provedor é outra variável importante. Qual o grau de maturidade dele? Qual o nível de capacitação que ele dispõe? Qual o nível de segurança, disponibilidade e privacidade que ele garante? Um aspecto interessante: qual o seu DNA? Corporativo ou voltado a usuário final? Dificilmente uma empresa nascida e criada pela ótica B2C consegue se transformar em uma bem sucedida B2B.

A estratégia de cloud deve envolver outras áreas além da TI. Risk Management, auditoria e o jurídico são alguns exemplos. Questões como soberania dos dados, garantia de aderência às regulamentações do setor onde a empresa atua, as questões de trilha de auditoria, aspectos relativos à migração de dados e aplicativos em caso de troca de provedor de nuvem, estão entre fatores que TI vai precisar de muito apoio. Existem também questões legais referentes ao uso das atuais licenças de software on-premise em nuvens externas. O próprio contrato com o provedor demanda variáveis que, no modelo on-premise, não precisam ser considerados. Um exemplo: se você encerrar o contrato com um provedor de nuvem, os seus dados continuarão armazenados nele. Que condições e tecnologias ele oferece para que você os migre para outro provedor? Ou então o provedor muda, sem aviso, seus dados de um data center localizado em seu país para outro país, gerando um questionamento regulatório. Enfim, são variáveis que a área de TI não tem expertise suficiente para agir de forma autônoma.

O processo de migração é um elemento de grande importância. Como serão tratadas eventuais falhas na operação? De quem será a responsabilidade? Qual o papel do provedor e da sua área de TI em cada aspecto da migração? Um aspecto importante e que deve ser analisado com cuidado é que, para aproveitar a potencialidade de determinadas nuvens públicas, você vai ser obrigado a utilizar tecnologias e APIs específicas, o que pode criar um lock-in e atrasar substancialmente uma eventual mudança de provedor. Alguns provedores de nuvem mantém sob segredo sua tecnologia e o acesso aos seus data centers. Isto pode criar complicações em caso de necessidade de investigação forense e auditorias.

Cloud computing não é magia. Você, adotando uma nuvem pública, está transferindo seu hardware para software. Você passa a ver apenas servidores virtuais. Mas estes servidores virtuais precisam dos data centers do provedor da nuvem. O seu limite é o limite do provedor. Geralmente, este limite é infinitamente maior que o que a maioria das empresas dispõe em seu data center, mas mesmo assim, alguns cuidados devem ser tomados. Não esqueça que um provedor de nuvem, para ter lucro, precisa compartilhar ao máximo os seus recursos físicos entre seus clientes. Eventualmente, poderão aparecer gargalos decorrentes deste compartilhamento, como interferências das aplicações de outros clientes que coabitem os mesmos servidores físicos que compõem os seus servidores virtuais ou no compartilhamento do storage e redes locais que ligam estas máquinas. E o sempre presente gargalo, aqui no Brasil, das limitações das nossas bandas largas.

Portanto, a área de TI tem um papel de extrema importância no desenho da estratégia de cloud. Deve conduzir o processo e não ser conduzido por ele. Caso contrário, quando os problemas aparecerem (e sempre aparecem), vai ser obrigado a correr atrás do prejuízo. Assim, nada mais adequado que liderar o processo, criando políticas e práticas de adoção e uso de computação em nuvem.

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud amadurece em solo nacional em termos de adoção e conhecimento

Estudo da Frost & Sullivan indica que 53% das empresas afirmam ter um bom conhecimento sobre o conceito, enquanto 15% declaram ter ótimo conhecimento.

19 de fevereiro de 2013 – 14h50

As empresas brasileiras estão mais familiarizadas com o conceito de cloud computing, indica estudo realizado pela Frost & Sullivan. Dos entrevistados no Brasil, 53% afirmaram ter um bom conhecimento sobre o tema, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. 

O levantamento, realizado no País e no México, teve como objetivo analisar o grau de adoção de computação em nuvem nos próximos dois anos, em relação à infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS) e software como serviço (SaaS). 

Embora as organizações conheçam melhor o conceito, o relatório aponta que algumas questões devem ser esclarecidas e melhor explicadas para o mercado, principalmente em relação a segurança desse modelo de negócio, que ainda é considerada a principal barreira para sua adoção.

“Quando perguntamos às empresas a respeito de quem seriam os principais provedores de soluções de nuvem, concluímos que algumas tinham sido citadas pelo simples fato de possuírem um data center”, observa Bruno Tasco da Frost & Sullivan.

Ele afirma que ainda há um longo caminho a percorrer para educar o mercado e reduzir as barreiras culturais principalmente relacionadas à segurança. “Dessa maneira, as empresas têm optado por investir em nuvens privadas por receio de ter a infraestrutura compartilhada com outras companhias”, completa.

Para Tasco, 2013 será um ano que veremos cada vez mais adoções de nuvem. “Inclusive em função do fortalecimento de novos provedores, como Embratel e Oi, que tendem a investir em comunicação com o mercado para atrair novos clientes”, finaliza.

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Publicado por em 1 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud: 50 melhores serviços para funcionários de sua empresa

Além de populares, eles são considerados seguros, segundo o monitoramento feito pela SkyHigh Networks

A SkyHigh Networks, empresa que ajuda as empresas a descobrirem o que os funcionários de serviços em nuvem estão usando, acaba de elaborar a lista dos 50 melhores serviços que os funcionários dessas empresas clientes usam.  A maior surpresa é que os funcionários estão usando toneladas de serviços diferentes para armazenar e compartilhar arquivos on-line, mostrando que existe uma demanda enorme para esses serviços – sem um player dominante, ainda.

O serviço da Skyhigh , que se tornou amplamente disponível no final de fevereiro, tem apenas 15 clientes-piloto no momento, mas alguns deles, como a GE e a Cisco, são grandes. Nas suas estimativas, monitora diariamente cerca de 500 mil usuários finais. 

Aqui estão as dez melhores serviços que essas pessoas estão usando:

1. Facebook (rede social)
2. Dropbox (compartilhamento de arquivos)
3. Google e-mail (e-mail)
4. ICloud da Apple (compartilhamento de arquivos)
5. LinkedIn (rede social de recrutamento,)
6. Disqus (comentários)
7. Salesforce (CRM)
8. Amazon Web Services (plataforma para aplicações web)
9. Hotmail (e-mail)
10. Box.net (compartilhamento de arquivos)

Três dos top 10 (e 10 do top 50) são serviços que permitem o armazenamento e o compartilhamento de arquivos. O que mostra que os trabalhadores estão muito interessados ??em compartilhar documentos, seja com outras pessoas ou com dispositivos móveis.

Três desses serviços de armazenamento e compartilhamento são pouco conhecidos: o 4shared (que aparece na décima sétima posição), o CloudFiles Rackspace (número 39), e o Screencast (número 50), mostrando que há muitos novos operadores neste segmento popular de mercado.

Outros serviços populares que me surpreenderam foram o Disqus, o serviço  de comentários (usado inclusive aqui na CIO), o Hotmail (que aparece  à frente do Twitter) e a AOL, na vigésima posição.

A Skyhigh também procura manter os clientes informados sobre os motivos que deveriam preocupá-los com o uso de determinadas aplicações. Por exemplo, segundo a empresa, o auto-sync e falta de controle sobre o  iCloud pode levar a vazamentos acidentais de dados.

Skyhigh insiste que seu objetivo não é limitar o uso dos serviços online, mas “permitir que as empresas tenham informações sobre os hábitos online de seus funcionários para que  possam evitar o uso de serviços considerados de alto risco”, afirma Rajiv Gupta, CEO da Skyhigh . “Queremos permitir que digam sim para algusn serviços, em vez de dizerem não para todos.”

Segundo Gupta, a maioria de suas clientes acredita que seus funcionários usem cerca de 40 aplicativos, quando na verdade eles fazem uso de aproximadamente 200.

Além de serviços de monitoramento e de alertas para os riscos de segurança, a Skyhigh também permite que os administradores de TI apliquem políticas para limitar o acesso por parte dos usuários finais.

A Skyhigh se junta a uma série de empresas que tentam atacar a gestão de APPs. Os funcionários estão gravitando para os serviços móveis, na nuvem, fáceis de usar,  que os ajudem a ser mais produtivos, mas alguns departamentos de TI querem garantir que esse uso não provoque vazamentos de  dados confidenciais.

Tradicionais fornecedores de gestão de dispositivos móveis, como a Zenprise , que foi adquirida pela Citrix , e arWatch, estão adicionando ferramentas de gerenciamento de aplicativos para seus serviços para atender a essa necessidade.

Completam a lista do 50 serviços de clod mais usados por funcionários das empresas clientes da Skyhigh esses 40 serviços:

11. Amazon S3 (hospedado e armazenamento de dados para aplicações web)
12. Google Apps (produtividade e compartilhamento de arquivos)
13. Evernote (anotações)
14. Twitter (rede social)
15. Microsoft Office365 (produtividade e compartilhamento de arquivos)
16. 4shared (compartilhamento de arquivos)
17. A Oracle RightNow (atendimento ao cliente)
18. EMC Mozy (backup)
19. AOL (conteúdo, comunicações)
20. Sourceforge (código de gerenciamento)
21. Netsuite (financeiros)
22. Marketo (automação de marketing)
23. Flickr (compartilhamento de fotos)
24. Verisign Geotrust (certificados SSL)
25. Google Analytics (web analytics)
26. Yousendit (compartilhamento de arquivos)
27. New Relic (web Application Performance Management)
28. Oracle Taleo (gestão de talentos)
29. Slideshare (apresentações)
30. Workday (RH e financeiro)
31. Carbonite (backup)
32. DocuSign (assinatura de documentos)
33. Prezi (apresentações)
34. Typekit (incorporação de fontes)
35. Skype (videoconferência)
36. SlideRocket (apresentações)
37. Github (gerenciamento de código)
38. CloudFiles Rackspace (armazenamento online e compartilhamento de arquivos)
39. SugarSync (compartilhamento de arquivos)
40. Pagerduty (on-line de TI da expedição)
41. Bitbucket (gerenciamento de código)
42. Intuit Quickbase (financeiros)
43. Constant Contact (gerenciamento de lista de e-mail)
44. Xobni (gestão de e-mail)
45. Snapfish (impressão digital da foto)
46. Spiceworks (TI grupo de discussão e respostas)
47. Olark (bate-papo ao vivo com os clientes)
48. Symantec Brightmail (e-mail filtragem)
49. Addthis (social bookmarking)
50. Screencast (compartilhamento de arquivos)

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud amadurece em solo nacional em termos de adoção e conhecimento

Estudo da Frost & Sullivan indica que 53% das empresas afirmam ter um bom conhecimento sobre o conceito, enquanto 15% declaram ter ótimo conhecimento.

19 de fevereiro de 2013 – 14h50

As empresas brasileiras estão mais familiarizadas com o conceito de cloud computing, indica estudo realizado pela Frost & Sullivan. Dos entrevistados no Brasil, 53% afirmaram ter um bom conhecimento sobre o tema, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. 

O levantamento, realizado no País e no México, teve como objetivo analisar o grau de adoção de computação em nuvem nos próximos dois anos, em relação à infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS) e software como serviço (SaaS). 

Embora as organizações conheçam melhor o conceito, o relatório aponta que algumas questões devem ser esclarecidas e melhor explicadas para o mercado, principalmente em relação a segurança desse modelo de negócio, que ainda é considerada a principal barreira para sua adoção.

“Quando perguntamos às empresas a respeito de quem seriam os principais provedores de soluções de nuvem, concluímos que algumas tinham sido citadas pelo simples fato de possuírem um data center”, observa Bruno Tasco da Frost & Sullivan.

Ele afirma que ainda há um longo caminho a percorrer para educar o mercado e reduzir as barreiras culturais principalmente relacionadas à segurança. “Dessa maneira, as empresas têm optado por investir em nuvens privadas por receio de ter a infraestrutura compartilhada com outras companhias”, completa.

Para Tasco, 2013 será um ano que veremos cada vez mais adoções de nuvem. “Inclusive em função do fortalecimento de novos provedores, como Embratel e Oi, que tendem a investir em comunicação com o mercado para atrair novos clientes”, finaliza.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud computing: é preciso deixar claro o conceito

Gartner avalia que cloud computing tornou-se confuso para o mercado diante da postura “cloudwashing” de fornecedores.

21 de novembro de 2012 – 07h30

O hype em torno da computação em nuvem e o mau uso do termo por alguns provedores criam confusão no mercado e se isso continuar, pode prejudicar muitos benefícios do modelo, diz o Gartner. Em seu relatório anual Hype Cycle, o instituto de pesquisas afirma que o termo tornou-se confuso para o mercado à medida que os vendedores adotam a postura “cloudwashing”, intitulando-se como fornecedores de nuvem quando na verdade não são. 

Essa falta de comunicação pode, em última instância, prejudicar os usuários finais e ofuscar as bandeiras da cloud. “A confusão continua a ser a norma do mercado”, afirma relatório do Gartner sobre a indústria. “Muitos equívocos existem em torno de potenciais benefícios, armadilhas e, claro, redução de custos. Cloud é, muitas vezes, parte da discussão de corte de custos, apesar de essa capacidade não ser a principal”, observa o estudo.

“Há também muitas razões para falar sobre os recursos ativados pela computação em nuvem: velocidade, agilidade e inovação. Esses são os benefícios potenciais que podem ser negligenciados quando tratam o tema com exagero”, ensina.

A cada ano, o Gartner avalia o hype que cerca várias tecnologias e diz que, em geral, o burburinho em torno da computação em nuvem está realmente nivelado em relação aos anos anteriores.

As empresas estão adotando a nuvem com variados graus de sucesso. Mas o modelo é um termo amplo que inclui várias tecnologias, e algumas estão apenas alcançando o pico das expectativas infladas. Entre elas, Big Data, plataforma como serviço (PaaS), infraestrutura como serviço (IaaS) e computação em nuvem privada.

Formas mais tradicionais de computação em nuvem já estão sendo experimentadas pelo mercado e tornaram-se convencionais, como software como serviço (SaaS) e virtualização.

John Howie, COO da Cloud Security Alliance, entidade que trabalha para adotar os padrões na indústria em nuvem, afirma que cloud é muito mais do que um chavão. Segundo ele, é uma ferramenta poderosa para as empresas explorarem o que pode ser, em muitas circunstâncias, um método de computação mais eficiente. 

“Entre os consumidores, a expectativa sobre o que a nuvem pode proporcionar é exagerada”, admite. “Mas os provedores tornaram-se muito mais realistas e acho que tem feito o seu melhor para definir as expectativas apropriadas. As pessoas que estão realmente tomando decisões sobre a implementação de nuvem na empresa têm alto nível de compreensão do que o modelo pode possibilitar”, completa.

Para Howie, é de interesse dos fornecedores de cloud retratar com precisão seus serviços de nuvem, especialmente para os grandes como Amazon Web Services, Google e Microsoft. “Eles não querem perder a credibilidade de seus clientes”, indica.

Em razão do interesse na indústria haverá “fornecedores fly-by-night”, ou o que o Gartner descreve como “cloudwashing”, aqueles que se aproveitam da oportunidade. O Gartner define essas companhias como aquelas que, por exemplo, oferecem computação pay-per-use, [pago pelo uso], mas não têm a capacidade de escalar recursos de forma dinâmica.

Howie diz que há definições explícitas apresentadas pelo National Institute for Standards in Technology (Instituto Nacional de Padrões em Tecnologia) para a computação em nuvem que, segundo ele, são geralmente aceitas na indústria para definir o modelo.

O executivo não se preocupa com a confusão de mercado levando ao exagero do tema. Em vez disso, ele diz que o maior problema com a computação em nuvem é que muitos usuários pensam que o modelo irá automaticamente contribuir para redução de custos.

Claro que o modelo pode contribuir, diz, mas tem de ser implementado corretamente e pelas razões certas. Esse equívoco sobre os benefícios monetários da nuvem não é culpa dos fornecedores, acrescenta, e está relacionado ao planejamento e à implementação de computação em nuvem na organização.

Equívocos sobre nuvem privada

O Gartner também observou erros que empresas cometem ao definir o modelo. Virtualização é um deles. O debate em curso em torno da computação em nuvem privada tem criado percepções erradas sobre cloud privada, na visão do instituto de pesquisas.

“O crescimento da computação em nuvem privada está sendo impulsionado pela rápida penetração da virtualização e seu gerenciamento, salto de ofertas de cloud e pressão para entregar projetos mais baratos e mais rapidamente”, avalia Tom Bittman, vice-presidente e analista do Gartner.

“No entanto, na pressa para responder a essas pressões, a TI precisa ter cuidado para evitar o hype, e, em vez disso, deve concentrar esforços no modelo que mais faz sentido aos negócios.” A seguir, o Gartner lista os cinco equívocos mais comuns sobre a nuvem privada.

1. Cloud privada não é virtualização: virtualização de servidores e infraestrutura são base importante para a computação em nuvem privada.

No entanto, virtualização e gerenciamento de virtualização não são, por si só, nuvem privada. Virtualização torna mais fácil realocar recursos de infraestrutura e pode ser ativada de várias maneiras, incluindo máquinas virtuais, sistemas operacionais (OS) ou middleware. Cloud privada, portanto, utiliza alguma forma de virtualização para criar um serviço de computação em nuvem.

2. Nuvem privada não busca apenas redução de custos: uma empresa pode reduzir custos operacionais por meio de uma nuvem privada, eliminando tarefas repetitivas comuns. Uma nuvem privada pode realocar recursos de forma mais eficiente para atender às necessidades da empresa.

Nuvens privadas exigem investimento em software de automação, e as economias por si só não podem justificar o investimento. Por isso, redução de custos não é o principal benefício da computação em nuvem privada.

3. Nuvem privada não é necessariamente on premise: cloud privada é definida por privacidade, não propriedade, localização ou responsabilidade de gestão.

Enquanto a maioria das nuvens privadas é baseada na infraestrutura local, uma parte crescente de nuvens privadas será contratada também fora da empresa.

Nuvens de terceiros podem compartilhar instalações do data center com outros, e ainda equipamentos ao longo do tempo e recursos, mas mantendo uma rede privada virtual (VPN) isolada, por exemplo.

4. Nuvem privada não é somente infraestrutura como serviço (IaaS): virtualização de servidores é uma grande tendência e, portanto, um elemento importante para a nuvem privada. No entanto, o modelo não se limita de modo algum à IaaS. Pode, por exemplo, incluir ofertas de desenvolvimento e teste, permitindo uso de plataforma como serviço (PaaS).

Hoje, o segmento de crescimento mais rápido da computação em nuvem é IaaS. Mas ele fornece apenas um dos níveis de recursos do data center.

Desenvolvedores usarão PaaS para criar aplicativos projetados para serem compatíveis com a nuvem, produzindo serviços diferentes em comparação com aplicações antigas.

5. Nuvem privada nem sempre será privada: os analistas do Gartner apontam que a nuvem privada é paliativa.

Com o tempo, nuvens públicas vão amadurecer, melhorando os níveis de serviço, segurança e gerenciamento de conformidade. Novos serviços de nuvem pública surgirão. Algumas nuvens privadas vão mover-se totalmente para a nuvem pública.

No entanto, a maioria dos serviços de nuvem privada irá evoluir para permitir a cloud híbrida, ampliando a capacidade efetiva de uma nuvem privada para alavancar os serviços públicos de nuvem e recursos de terceiros.

Futuro híbrido

Um estudo global revela ainda que 43% das empresas entrevistadas devem investir entre 500 mil dólares e 1 milhão de dólares por ano em cloud computing até 2020. A pesquisa foi realizada pela Coleman Parkes Research, a pedido da HP, e mostra a necessidade de as organizações implementarem uma estratégia híbrida de entrega de tecnologia para acelerar a inovação, aumentar a agilidade e melhorar o seu gerenciamento financeiro durante a migração para a computação em nuvem.

Resultado de entrevistas com 550 executivos de negócios e executivos de tecnologia de empresas de grande e médio portes, em fevereiro de 2012, o levantamento contou com Brasil e México representando a América Latina. 

Entre os registros interessantes está o posicionamento de mais de 80% dos executivos de negócios e tecnologia em acreditar que cloud computing será pelo menos tão impactante para o cenário da tecnologia como foram a virtualização e a internet.

Isso porque, apesar da perspectiva de crescimento na adoção de serviços de nuvem pública e privada até 2020, a tecnologia tradicional continuará fazendo parte das companhias.

A pesquisa apresenta ainda que, atualmente, apenas 24% dos modelos de delivery corporativos são baseados em nuvem. Até 2020, a expectativa dos principais executivos de negócios e tecnologia é que os modelos de fornecimento de nuvem pública e privada praticamente dupliquem. Cerca de um em cada dois CEOs e diretores financeiros estão elaborando estratégias de nuvem para suas empresas. 

Além disso, as organizações estão priorizando investimentos em nuvem, sendo que a expectativa é que 43% das empresas invistam entre 500 mil dólares a 1 milhão de dólares por ano em cloud computing de hoje até 2020, e quase 10% planejam gastar mais de 1 milhão de dólares por ano.

Os participantes da pesquisa listaram as três principais barreiras para a adoção em massa de serviços de nuvem: preocupação com segurança (35%), com a transformação do seu ambiente de TI (33%) e com conformidade e governança (17%).

De acordo com as empresas e os executivos ouvidos, com a aceleração na adoção de serviços de nuvem, também cresce a necessidade por estratégias ‘holísticas’ de conformidade e governança a serem aplicadas em toda a empresa para controlar e gerenciar ambientes de TI. 

Quase 50% dos entrevistados admitiram que suas companhias usam soluções de nuvem que não são autorizadas pelo departamento de TI, enquanto 18% não tinham uma perspectiva clara sobre as soluções de computação em nuvem que “rodam” sem autorização da área de TI.

A expectativa é que esse problema continue aumentando e isso pode ser observado pelas respostas de 69% dos principais executivos de negócios e de 54% dos executivos de tecnologia, que estimam que o uso de soluções de cloud não homologadas pela TI chegue à casa dos 50% até 2020. 

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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