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Obama liga mudança climática a riscos para a saúde

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O presidente dos EUA, Barack Obama, durante um discurso na academia militar de West Point, no estado de Nova York, nesta quinta-feira (28) (Foto: Kevin Lamarque/Reuters)Obama relacionou mudanças climáticas com piora
de qualidade de vida para pessoas com asma e
doenças similares (Foto: Kevin Lamarque/Reuters)

O presidente Barack Obama deu início neste sábado (31) a uma campanha para estimular a criação de novas restrições às emissões das usinas de energia dos Estados Unidos, ao relacionar a luta contra as mudanças climáticas com os esforços para promover melhores condições de saúde para crianças e idosos.

Em seu programa semanal de rádio, Obama disse que os EUA precisam se esforçar mais para reduzir as emissões de carbono, para que as crianças que sofrem de asma e outras doenças relacionadas não tenham mais problemas, como resultado do ar poluído.

Seu argumento foi uma indicação do que a sua administração vai apresentar nas próximas semanas, depois de a Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA) revelar na segunda-feira (26) as novas regras limitando as emissões de dióxido de carbono das usinas de energia existentes no país.

Embora as regras se destinem a ajudar Washington a cumprir as obrigações internacionais de redução das emissões de gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global, o foco da Casa Branca nos benefícios à saúde humana faz parte de uma tentativa de angariar o apoio do povo americano.

“Frequentemente, essas doenças são agravadas pela poluição do ar, pela poluição das mesmas fontes que liberam carbono e contribui para as mudanças climáticas”, disse Obama. “E, pelo bem dos nossos filhos, precisamos nos esforçar mais para reduzi-las.”

Obama observou que cerca de 40% das emissões de carbono dos EUA se originam de usinas que, anteriormente, não tinham restrições.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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EUA pedem ação urgente para combater a mudança climática

O governo dos Estados Unidos pediu uma ação urgente para combater a mudança climática, ao divulgar nesta terça-feira (6) o impacto dos efeitos deste fenômeno nos Estados Unidos.

O relatório – que aponta residências e infraestruturas ameaçadas, ecossistemas alterados, setores inteiros da economia forçados a uma adaptação – é o resultado de quatro anos de trabalho entre centenas de climatologistas e outros cientistas.

O documento pretende ser uma ferramenta pedagógica para ajudar os americanos a reagir ante as mudanças, afirma a Casa Branca em um comunicado.

O presidente Barack Obama, que se comprometeu durante a campanha eleitoral a agir contra o aquecimento global antes de esbarrar na intransigência do Congresso, deve falar sobre o tema nesta terça durante uma série de entrevistas para a TV, segundo o governo.

Um resumo de cem páginas do relatório antecipa as críticas dos céticos da mudança climática com vários exemplos, argumentados e ilustrados, sobre a realidade do fenômeno e, em especial, sua origem na atividade humana.

O inventário compila dados publicados anteriormente, em particular sobre o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, a violência cada vez maior dos fenômenos meteorológicos e o aumento do nível dos oceanos que, caso medidas não sejam adotadas, provocarão a longo prazo a perda inexorável de áreas de baixa altitude como a Flórida ou o delta do Mississippi na Louisiana.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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EUA pedem ação urgente para combater a mudança climática

O governo dos Estados Unidos pediu uma ação urgente para combater a mudança climática, ao divulgar nesta terça-feira (6) o impacto dos efeitos deste fenômeno nos Estados Unidos.

O relatório – que aponta residências e infraestruturas ameaçadas, ecossistemas alterados, setores inteiros da economia forçados a uma adaptação – é o resultado de quatro anos de trabalho entre centenas de climatologistas e outros cientistas.

O documento pretende ser uma ferramenta pedagógica para ajudar os americanos a reagir ante as mudanças, afirma a Casa Branca em um comunicado.

O presidente Barack Obama, que se comprometeu durante a campanha eleitoral a agir contra o aquecimento global antes de esbarrar na intransigência do Congresso, deve falar sobre o tema nesta terça durante uma série de entrevistas para a TV, segundo o governo.

Um resumo de cem páginas do relatório antecipa as críticas dos céticos da mudança climática com vários exemplos, argumentados e ilustrados, sobre a realidade do fenômeno e, em especial, sua origem na atividade humana.

O inventário compila dados publicados anteriormente, em particular sobre o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, a violência cada vez maior dos fenômenos meteorológicos e o aumento do nível dos oceanos que, caso medidas não sejam adotadas, provocarão a longo prazo a perda inexorável de áreas de baixa altitude como a Flórida ou o delta do Mississippi na Louisiana.

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Governo Obama defende política climática na Suprema Corte

O governo do presidente americano, Barack Obama, defendeu nesta segunda-feira (24) na Suprema Corte de Justiça sua política de combate ao aquecimento global, que alguns grupos industriais e países tentam invalidar parcialmente devido ao seu custo elevado.

Empresas e estados, como o Texas e Michigan, recorreram à Suprema Corte para que invalide algumas regulamentações da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) que limita a emissão de gases de efeito estufa – inclusive o dióxido de carbono (CO2) – em fábricas poluentes que querem ampliar ou modernizar suas plantas.

“Este é um problema ambiental urgente e que piora com o passar do tempo (…) Criamos uma ameaça maior para as futuras gerações”, disse Donald Verrilli, advogado do governo Obama, durante audiência na qual recebeu o apoio explícito dos juízes progressistas do tribunal.

Frustrada pela inação do Congresso, a EPA adotou em 2010 regulamentações para limitar as emissões de carbono de instalações fixas – como usinas de energia – e de carros motorizados. Segundo as regras da agência, as novas fábricas e outras instalações industriais terão que usar tecnologias mais avançadas no campo da eficiência energética.

Para o grupo de indústrias manufatureiras dos Estados Unidos (NAM, na sigla em inglês), representado na audiência pelo advogado Peter Keisler, a EPA abusa de sua autoridade, ao estabelecer “os controles mais caros, complexos e nocivos” vistos até o momento, que “ameaçam” a competitividade mundial das empresas.

Regulação dos gases
Verrilli pediu à justiça que não dê razão a grupos industriais que buscam “invalidar 34 anos de interpretação da EPA”. “Trinta e quatro anos de interpretação não têm valor de lei”, afirmou durante a sessão o juiz conservador Antonin Scalia.

Além disso, se a EPA vencer, significaria que 86% dos gases de efeito estufa serão regulados. Mas se perder, serão 83%, razão pela qual trata-se de “um combate por apenas 3% das emissões”, argumentou o presidente conservador John Roberts.

Mas “3% são milhares e milhares de entidades”, disse a juíza progressista Sonia Sotomayor, em uma troca marcada pelas preferências políticas dos juízes.

Como o campo da regulamentação é relativamente limitado, é pouco provável que uma condenação à EPA apareça como um desafio aos esforços do governo pelo meio ambiente.

A decisão da Suprema Corte de Justiça, aguardada para o fim de junho, dependerá do voto do juiz Anthony Kennedy.

O que é o Plano de Ação Climática?
Os Estados Unidos dividiram em três pilares as formas de enfrentar os efeitos climáticos e contribuir na redução da poluição global de carbono: diminuir as emissões domésticas de CO2, preparar o país para ser resistente aos impactos climáticos e liderar esforços internacionais sobre o tema. A plataforma foi lançada em junho de 2013.

Entre as ações internas dos EUA, o objetivo primordial é reduzir as emissões de dióxido de carbono em 17% até 2020, utilizando como parâmetro os níveis de emissões de 2005.

Além disso, Obama instruiu a Agência de Proteção Ambiental (EPA, em inglês e que tem status de Ministério de Meio Ambiente nos Estados Unidos) a elaborar normas para regulamentar as emissões de gases causadores do efeito estufa nas usinas a carvão.

Com o apoio das empresas de energia, dos estados e de outras partes interessadas, a agência vai estabelecer padrões para reduzir as emissões em usinas já existentes e terá que entregar até 20 de setembro deste ano novas regras que delimitam as emissões em novas usinas. Até junho de 2014, o órgão terá ainda que definir limites de emissões em usinas que já operam nos EUA.

Outro ponto do plano é que o Departamento do Interior terá que permitir a implantação de projetos voltados à geração de energia renovável que permitam abastecer mais de 6 milhões de casas até 2020. O departamento também terá que trabalhar para que o país produza 100 MW vindos de fontes renováveis, como plantas eólicas, solares ou geotérmicas, para abastecer moradias populares nos EUA.

Os Estados Unidos estabeleceram ainda como meta a redução da poluição de carbono em pelo menos 3 bilhões de toneladas, cumulativamente até 2030, com a implantação de parâmetros de eficiência para instalações e prédios federais.

Novos padrões de combustíveis menos poluentes serão desenvolvidos para veículos pesados e caminhões a partir de 2018 e haverá ainda um plano para reduzir as emissões de gases provenientes do uso de aparelhos de ar-condicionado e geladeiras.

Ação internacional
Como medidas internacionais, o Plano de Ação Climática se compromete a expandir para outros países iniciativas, novas ou já existentes, que tenham o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Ele prevê o fim do apoio dos EUA ao financiamento público de novas usinas energéticas movidas a carvão no exterior, exceto para países mais pobres ou instalações com tecnologia capaz de capturar o carbono emitido.

Outro ponto citado é que o país se compromete em trabalhar com parceiros comerciais para iniciar negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), no intuito de promover o livre comércio global de bens considerados ambientais, como tecnologias limpas para geração de energia (paineis solares e turbinas eólicas)

Prevenção contra desastres ambientais
De acordo com o novo projeto, as agências federais serão direcionadas para apoiar investimentos voltados à redução do impacto de desastres ambientais por meio da redução ou remoção de barreiras políticas.

O plano estabelece a criação, a curto prazo, de uma força-tarefa em vários níveis (estadual e municipais) para que esses grupos informem ao governo federal quais medidas deverão ser tomadas para fortalecer a proteção dessas comunidades contra desastres ambientais.

Além disso, serão estabelecidas estratégias-piloto para áreas afetadas pelo furacão Sandy, que atingiu a Costa Leste dos EUA em 2012, como forma de proteger a região de possíveis condições climáticas extremas no futuro.

O plano pede que seja feita uma parceria nacional contra os impactos da seca e amplia os esforços de restauração de florestas e pastagens, para que diversas regiões se tornem menos vulneráveis a incêndios catastróficos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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EUA vão implantar polos agrícolas para combater mudança climática

Imagem feita em 4 de fevereiro mostra área seca do Lago Mendocino, na Califórnia. O reservatório está com apenas 37% de sua capacidade, de acordo com o governo do estado norte-americano (Foto: Rich Pedroncelli/AP)Imagem feita em 4 de fevereiro mostra área seca do Lago Mendocino, na Califórnia. O reservatório está com apenas 37% de sua capacidade, de acordo com o governo do estado norte-americano (Foto: Rich Pedroncelli/AP)

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira a implantação de polos agrícolas regionais para combater as mudanças climáticas e seus efeitos, em um momento em que o sudoeste do país sofre com uma seca sem precedentes.

O secretário da Agricultura, Tom Vilsack, informou por meio de comunicado que serão instalados sete centros em regiões diferentes e estes reunirão representantes de organizações federais e associações profissionais envolvidas com o tema.

Estes centros “tratarão os riscos crescentes” resultantes das mudanças climáticas, como “os incêndios, as espécies invasivas, as cheias devastadoras e a seca”.

A ideia é “traduzir a ciência e a pesquisa em informações para os agricultores, os pecuaristas e os produtores florestais, sobre a forma de adaptar e ajustar” suas atividades às alterações do clima, segundo a fonte.

Em meados de janeiro, o governador da Califórnia (oeste) decretou estado de emergência devido à seca que afeta o estado e que poderia ser mais a mais grave do do último século, o que ameaça com a perda de colheitas e incêndios florestais devastadores.

O nível de muitos reservatórios d’água no sudoeste, como o Lago Mead, que abastece Las Vegas (Nevada), também se encontra no nível mais baixo.

A luta contra o aquecimento global estava entre as grandes promessas de Barack Obama durante sua campanha presidencial de 2008, mas o tema ficou em segundo plano após o fracasso de um projeto de lei no Congresso, no começo de seu primeiro mandato.

As medidas anunciadas por Vilsack se inscrevem na continuidade do discurso sobre o estado da União, proferido por Obama em 28 de janeiro. Na ocasião, o presidente repetiu que “as mudanças climáticas são um fato demonstrado” e prometeu tomar medidas unilaterais, sem esperar o Congresso, para promover seu programa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Mudança climática reduz camada de gelo em lagos do Alasca

Entre os impactos das mudanças climáticas está o possível desaparecimento das estradas que cruzam lagos congelados no Alasca (Foto: BBC/Nasa)Entre os impactos das mudanças climáticas está o possível desaparecimento das estradas que cruzam lagos congelados no Alasca (Foto: BBC/Nasa/USGS)

Os onipresentes lagos gelados que dominam a costa do Alasca sofreram mudanças significativas nas últimas duas décadas: eles estão derretendo muito mais cedo, e muitos deles não permanecem mais congelados durante todo o inverno. O motivo, segundo um estudo publicado na revista Cryosphere, é que a camada de gelo nesses lagos foi reduzida em 22% nas últimas duas décadas, em consequência das mudanças climáticas.

A pesquisa analisou os lagos entre 1991 e 2011 e, durante esse período, a capa de gelo diminuiu até 38 centímetros –a maior redução ocorreu nos últimos seis anos estudados, sendo que o nível mais baixo foi alcançado em 2011.

Quebra-cabeça
A autora principal da pesquisa, Cristina Surdu, disse ter ficado “chocada ao observar uma redução de gelo tão dramática em um período de apenas 20 anos”.

“Essa é mais uma peça no quebra-cabeça da mudança climática na região. Estamos vendo subirem as temperaturas do ar, estamos vendo o gelo do mar ser reduzido, e estamos vendo cada vez mais áreas verdes no Ártico. Os lagos são parte dessa história.”

O comportamento dos lagos muito provavelmente reflete as temperaturas mais quentes da região, que subiu até 1,7° C na primeira década do século 21 na cidade de Barrow. Para algumas pessoas, impactos serão benéficos, como uma maior disponibilidade de água na região durante os meses do inverno.

Mas outras consequências vão causar problemas. Um exemplo são as chamadas estradas geladas, que passam pelos lagos congelados. Elas podem se tornar inviáveis à medida que o gelo fica mais fino.

O estudo se baseou em imagens captadas por satélites da Agência Espacial Europeia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Mudança climática pode ser causa da onda de frio na América do Norte

 Foto tirada nesta segunda-feira (6) mostra homem retirando neve de uma calçada de Detroit, em Michigan, nos Estados Unidos. O estado foi atingido por uma grande tempestade de neve. (Foto: Joshua Lott/Getty Images/AFP) Foto tirada nesta segunda-feira (6) mostra homem retirando neve de uma calçada de Detroit, em Michigan, nos Estados Unidos. O estado foi atingido por uma grande tempestade de neve (Foto: Joshua Lott/Getty Images/AFP)

A forte onda de frio que tem castigado a América do Norte é resultado de um “desvio” do ar do Ártico para o sul e as mudanças climáticas podem ser a causa deste evento incomum, afirmou um especialista nesta segunda-feira (6).

O ar do Ártico costuma ficar confinado no topo do mundo devido a um potente vento circular chamado vórtice polar, explicou Dim Coumou, cientista sênior do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático (PIK), perto de Berlim.

Quando o vórtice perde força, o ar começa a se dirigir para o sul, levando neve e frio excepcionais para latitudes intermediárias. A mudança climática também é impulsionada por mudanças em um vento de altitude elevada chamada corrente de jato.

Esta convecção, que costuma circundar o hemisfério norte de forma robusta e previsível, começa a oscilar, criando círculos de clima extremamente frio ou de um clima moderado fora de época, dependendo da localização.

“Nós vimos uma forte oscilação da corrente de jato e o ar frio associado ao vórtice polar se moveu na direção sul. Neste caso, sobre as regiões leste do Canadá e dos Estados Unidos, levando este clima frio extremo”, afirmou Coumou.

Ele destacou que o fenômeno se repetiu nos últimos anos. O que impulsiona o vórtice polar é a diferença de temperaturas entre o Ártico e as latitudes medianas, disse Coumou.

Antes agudo, este diferencial foi perdendo nitidez nos últimos anos à medida que o Ártico – onde as temperaturas estão subindo cerca de duas vezes acima da média mundial – aquece, explicou.

“Nós temos visto este tipo de onda de frio com mais frequência nos últimos invernos na Europa, mas também nos Estados Unidos”, disse Coumou em entrevista por telefone.

“A razão pela qual nós vemos estas fortes oscilações ainda não é totalmente conhecida, mas está claro que o Ártico está esquentando muito rapidamente. Temos dados confiáveis sobre isto. As temperaturas no Ártico aumentaram muito mais do que em outras partes do globo”, acrescentou.

No mês passado, cientistas europeus indicaram que o volume de gelo marinho em novembro tinha sido cerca de 50% maior do que há um ano. Apesar dessa recuperação, o gelo marinho mantém baixas próximas do recorde documentado e a tendência geral é de recuo, afirmaram.

Coumou alertou que o gelo marinho do Ártico “é apenas um dos fatores importantes” por trás da disfunção do vórtice polar. “Outros fatores incluem a cobertura de neve, eventos de aquecimento estratosférico ou outros fenômenos de curto prazo”, afirmou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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