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Homem é preso após lamber e sugar pés de cliente de loja nos EUA

Michael Brown foi acusado de lamber e sugar os pés de uma cliente de uma loja ao se passar por estudante de podologia (Foto: Divulgação/Lincolnton Police Department)Michael Brown foi acusado de lamber e sugar os pés
de uma cliente de uma loja ao se passar por
um estudante de podologia
(Foto: Divulgação/Lincolnton Police Department)

A polícia de Lincolnton, na Carolina do Norte (EUA) prendeu Michael Anthony Brown, de 31 anos, acusado de se passar por um funcionário de uma loja e lamber os pés de uma cliente que provava sapatos.

De acordo com o site “The Smoking Gun”, Michael teria se aproximado de Erika Porras, de 35 anos, afirmando que era estudante de podologia, e convenceu a cliente a provar pares de sapato na loja.

Pensando ser um funcionário da loja, a mulher concordou em provar os sapatos e, em determinado momento, Brown colocou um dos pés da cliente na boca e começou a lamber e sugar seus dedões com vigor.

Vendo a reação negativa da vítima, o americano teria se oferecido para pagar as compras da mulher, fugindo em seguida.

Imagens das câmeras de segurança foram utilizadas para identificar o criminoso, que foi preso dias depois e acusado de agressão, com fiança estabelecida em R$ 116 mil.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Governo oficializa regras sobre novos direitos do cliente em telefonia

Telefonia (Foto: Editoria de Arte/G1)

O novo regulamento sobre direitos e garantias dos consumidores dos serviços de telecomunicações do país foi publicado na edição desta segunda-feira (10) do “Diário Oficial da União” e deverá ser seguido por todas as empresas do setor. A maioria das medidas deverá entrar em vigor a partir de julho.

Esse conjunto de novas regras foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no dia 20 de fevereiro. Uma das regras determina que o cliente não precisará mais passar por um atendente para fazer o cancelamento de serviços de telefonia, banda larga ou TV por assinatura. Ele poderá realizá-lo de forma eletrônica, por telefone, internet ou terminais de autoatendimento.

Como será o cancelamento automático
A lei dos call centers, de 2008, já determina que o cancelamento de serviços possa ser feito de forma rápida pelo consumidor. No ano passado, a Anatel mencionou a ideia de que ele pudesse ser feito sem que o cliente tivesse que conversar com um atendente.

A nova regra diz que, quando o cliente optar pelo cancelamento automático, a operadora terá um prazo máximo de 2 dias úteis para efetivar a decisão. Nesse período, o serviço continua em vigor e o consumidor pode desistir do encerrá-lo. Nesses 2 dias de prazo, qualquer gasto feito pelo cliente será cobrado, mas, ao fim dele, a operadora não poderá mais fazer qualquer tido de cobrança.

Continua valendo a opção de o cliente fazer o cancelamento junto a um atendente. Nesse caso, o serviço deve ser encerrado imediatamente.

Crédito do pré-pago
Outra medida definida é que os créditos para celulares pré-pagos terão validade mínima de 30 dias. Atualmente, não existe prazo mínimo para validade: as empresas são apenas obrigadas a oferecer aos clientes o acesso a créditos com validade para 90 e 180 dias – obrigação que será mantida.

Esse assunto chegou a ser discutido na Justiça: no ano passado, uma decisão judicial proibiu a fixação de prazo mínimo de validade dos créditos e determinou a revalidação daqueles que haviam expirado. Essa decisão, porém, foi suspensa.

De acordo com a Anatel, os créditos com validade eterna trariam prejuízo às empresas e aos próprios consumidores, já que sem a previsão de vencimento a tendência seria o valor do serviço subir. Cerca de 80% dos telefones celulares ativos no país hoje são pré-pagos.

O regulamento também prevê a obrigatoriedade de as operadoras informarem seus clientes quando o crédito estiver próximo de expirar. O objetivo é evitar que a pessoa seja pega de surpresa e não consiga fazer uso do telefone em um momento de emergência.

Fatura do pós-pago
A agência também definiu novas regras para garantir direitos de clientes de planos pós-pago de telefonia celular. Entre elas está a criação da fatura detalhada, que deverá informar aos clientes o valor dos tributos cobrados sobre cada serviço contratado por ele.

O regulamento estabelece ainda que as faturas deverão ter um espaço para levar aos usuários desse serviço informações consideradas importantes, como alterações nas condições de provimento de um serviço, expiração de uma determinada promoção, reajuste no valor cobrado por serviços e existência de débitos vencidos. A agência, porém, dá prazo de 2 anos para que essa exigência comece a valer. O objetivo é dar tempo para que as operadoras se adaptem às mudanças.

Outra novidade é que as empresas passam a ser obrigadas a informar o usuário quando o consumo de um serviço, como número de mensagens tipo SMS ou uso de internet móvel, estiver próximo do limite da franquia contratada. Essa regra deverá valer em 18 meses.

Lojas farão atendimento pós-venda
A Anatel também decidiu que as lojas que hoje fazem apenas a venda de celulares e de produtos relacionados serão obrigadas também a oferecer atendimento às demanda dos clientes. Isso significa que o cliente poderá procurar as lojas associadas às marcas dessas operadoras para tentar registrar reclamações, solucionar problemas ou mesmo cancelar o serviço.

Essa regra vale apenas para as lojas associadas às marcas das operadoras e não terá que ser cumprida, por exemplo, por varejistas ou supermercados, que também oferecem a venda de telefones celulares. Além disso, o texto abre a possibilidade de que esse atendimento ao cliente seja feito por um funcionário ou um em um terminal de autoatendimento que ofereça acesso ao site da operadora. A medida deverá vigorar em 18 meses.

O relator do regulamento, conselheiro da Anatel Rodrigo Zerbone, disse que essa medida vai ampliar os pontos e as possibilidades de atendimento aos consumidores de serviços de telefonia. Hoje, é necessário acessar a central de atendimento das operadoras por telefone ou pela internet. De acordo com ele, apenas uma das quatro grandes operadoras do país dispõe hoje de 2,4 mil lojas associadas à sua marca no país.

Operadora tem de retornar ligação
Outra exigência é que as prestadoras retornem as ligações telefônicas quando há queda dela no meio de um atendimento. As centrais das empresas também deverão passar a receber tanto chamadas de telefones fixos quanto celulares.

Ainda de acordo com o regulamento, as operadoras dos serviços de telecomunicação serão obrigadas a gravar todas as conversas feitas pelo telefone com seus usuários, inclusive aquelas que partiram da empresa para, por exemplo, oferta de um serviço ou promoção. O objetivo dessa medida é garantir aos consumidores prova do descumprimento de promessas feitas pelas operadoras nesse tipo de contato, alvo de reclamações.

O regulamento também detalha como deve ser feito o atendimento pela internet. Todas as operadoras serão obrigadas a manter em seus sites um espaço destinado a cada usuário e que deverá conter: cópia e sumário do contrato, plano de serviço contratado, documentos de cobrança, histórico das demandas desse cliente, mecanismo para solicitar cópia das gravações de conversas mantidas com o call center, além da ferramenta para cancelamento automático do serviço. Após encerrar um contrato, a pessoa terá garantia de acesso a esses dados por seis meses.

A Anatel definiu ainda que os consumidores terão prazo de 3 anos para contestar débitos lançados nas contas desses serviços. E que a emissão de nova fatura sem os valores questionados será gratuita nesse período. Além disso, ao receber uma reclamação desse tipo a prestadora terá 30 dias para responder. Se não cumprir o prazo, terá que devolver em dobro o valor questionado e já pago.

Ofertas e contratação de combos
O regulamento determina que os combos – pacotes de serviços de telefonia, internet e TV por assinatura – devem estar sob um único contrato. E que esse contrato deverá detalhar ao consumidor o valor de cada serviço dentro e fora do combo, para que ele saiba quanto está economizando com a opção pelo pacote.

Ele define ainda que a página na internet das prestadoras desses serviços terá que apresentar todos os planos que estão à venda. E que as ofertas devem estar disponíveis a todos os interessados, inclusive aos que já são seus clientes, sem qualquer tipo de discriminação.

Atualmente existem casos de clientes que, ao verem uma promoção da sua operadora que oferece um serviço por preço mais baixo do que ele paga, são impedidos de aproveitá-la por cláusulas de contrato. O objetivo do novo regulamento é evitar esse tipo de situação.

O regulamento mantém o direito do consumidor de optar por receber ou bloquear o envio, para o seu telefone, de propaganda por meio de mensagens.

A Anatel determinou a criação de um grupo, com a participação das operadoras de serviços de telecom, para discutir os meios de implementação das novas medidas.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Confeiteira briga com cliente e entrega bolo em formato de fezes

A dona de uma confeitaria na Nova Zelândia se desentendeu com uma cliente e “se vingou” ao fazer um bolo em formato de fezes, e espetar uma placa com os dizeres “coma m…”.

Após brigar com cliente, dona de confeitaria entregou bolo no formato de fezes com placa 'coma m...' (Foto: Reprodução/Facebook/Oh Cakes)Após brigar com cliente, dona de confeitaria entregou bolo no formato de fezes com placa ‘coma m…’ (Foto: Reprodução/Facebook/Oh Cakes)

De acordo com o site “Stuff.co.nz”, Micaela Harris tinha um bolo pronto para sua festa de noivado, mas sua irmã insistiu em trazer mais um. No entanto, a mulher acabou brigando com Emma McDonald, dona da empresa Oh Cakes, que preparou uma surpresa nada agradável à noiva.

Assim que o pacote foi aberto na frente de 100 convidados, todos viram o bolo no formato de fezes, com uma placa espetada com uma ofensa à noiva. McDonald chegou a postar a imagem do bolo em sua página no Facebook, como forma de provocação.

A briga teria acontecido porque a irmã teria tentado usar um cupom de desconto de US$ 50 no novo pedido, mas a confeiteira alegou que a cliente já devia US$ 20 de um pedido anterior. A discussão se tornou acalorada e, após a mulher insistir, Emma fez questão de entregar um bolo no valor de US$ 30.

“Acho que o desentendimento foi longe de mais. Como dona de um negócio, você lida com clientes que não gosta, mas é preciso aguentar os altos e baixos, engolir sapo”, desabafou Micaela.

“Ele teve o que merecia”, disparou Emma em sua postagem.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Stripper é presa por agredir cliente que rejeitou ‘dança’ nos EUA

Nicole Maxine Passmore foi presa depois que agrediu um cliente que rejeitou 'sua dança' (Foto: Myrtle Beach Police Department/Divulgação)Nicole Maxine Passmore foi presa depois que
agrediu um cliente que rejeitou ‘sua dança’ (Foto:
Myrtle Beach Police Department/Divulgação)

A stripper americana Nicole Maxine Passmore, de 25 anos, foi presa depois que agrediu um cliente que rejeitou “sua dança”. O incidente ocorreu em um clube de strip-tease de Myrtle Beach, no estado da Carolina do Sul (EUA).

O cliente Ernest Kadlick , de 31, disse à polícia que estava no clube com os amigos quando a stripper se aproximou e tentou repetidas vezes “dançar para ele”. Depois de Kadlick recusar três vezes, a dançarina o agrediu, segundo a polícia.

Nicole alegou que atacou Kadlick após ter sido empurrada por ele. No entanto nenhuma testemunha confirmou a agressão. A stripper deixou a cadeia após pagar fiança.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Veja ‘mordida salgada’ em hospital e outras contas de assustar o cliente

AppId is over the quota
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‘Mordida salgada’
A americana Jules Weiss disse ter ficado em choque ao receber a conta de um hospital em Bethesda, em Maryland (EUA), onde foi tratada após ser mordida por uma cobra. Após o tratamento, Jules recebeu conta de US$ 55 mil (R$ 125 mil). (leia a matéria).

Após mordida de cobra, Jules Weiss recebeu conta de US$ 55 mil (Foto: Reprodução/Facebook/Jules Weiss)Após mordida de cobra, Jules Weiss recebeu conta de US$ 55 mil (Foto: Reprodução/Facebook/Jules Weiss)


Chat por telefone
Depois de terminar um relacionamento, o britânico Kevin Waldrum começou a ligar para chats por telefone na busca de uma nova companheira. O que o homem não esperava era acumular uma fatura de 92 mil libras esterlinas no fim do mês (leia a matéria).

De coração partido, Kevin Waldrum ligou para um chat por telefone e acabou gastando 92 mil libras (Foto: Reprodução/Twitter/Kevin Gooner Waldrum)De coração partido, Kevin Waldrum ligou para um chat por telefone e acabou gastando 92 mil libras (Foto: Reprodução/Twitter/Kevin Gooner Waldrum)

Mais de US$ 100 mil
Em 2010, a americana Ayanna Yancy Cato ficou chocada quando recebeu a conta de água em Brockton, no estado de Massachusetts (EUA). Mãe de três filhos, a mulher recebeu uma conta de mais de US$ 100 mil (leia a matéria).

Mulher recebeu conta de mais de US$ 100 mil (Foto: Reprodução)Mulher recebeu conta de mais de US$ 100 mil (Foto: Reprodução)

Destruiu celular
Em 2009, após sua filha receber uma conta de celular de US$ 4.756,25 (cerca de R$ 10,9 mil), o norte-americano Gregg Christoffersen, que mora em Cheyenne, não pensou duas vezes: ele pegou um martelo e destruiu o aparelho da filha Dena (leia a matéria).

Após conta de mais de R$ 10 mil, pai destruiu celular da filha com martelo (Foto: Reprodução)Após conta de mais de R$ 10 mil, pai destruiu celular da filha com martelo (Foto: Reprodução)

Mais de US$ 1 milhão
Em 2012, a americana Kristin Harriger recebeu uma conta de luz de US$ 1,38 milhão (mais de R$ 3,16 milhões) em Abilene, no Texas (EUA). A mulher disse ter levado um susto com o valor, já que tinha pago em sua conta anterior apenas US$ 100,78 (leia a matéria).

Americana Kristin Harriger recebeu uma conta de luz de US$ 1,38 milhão (Foto: Reprodução)Americana Kristin Harriger recebeu uma conta de luz de US$ 1,38 milhão (Foto: Reprodução)

Mais de R$ 2 bilhões
O francês Gerard Chaussee levou um susto ao receber uma conta de telefone de mais de 700 milhões de euros. Chaussee, que é gerente de uma vinícola em Nuits-Saint-Georges, recebeu uma fatura de 716.414.273 euros, equivalente a R$ 2,18 bilhões (leia a matéria).

Gerard Chaussee mostra a fatura de 716.414.273 euros. (Foto: Jeff Pachoud/AFP)Gerard Chaussee mostra a fatura de 716.414.273 euros. (Foto: Jeff Pachoud/AFP)

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Música, Tecnologia

 

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Tribunal do MT condena TIM a indenizar cliente por derrubar chamada

Juiz do Quinto Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá, mandou operadora pagar R$ 24,8 mil a consumidora do plano Infinity. Tele é acusada de desligar propositalmente chamadas de usuários.

O juiz Yale Sabo Mendes, do Quinto Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá, condenou a TIM a paga pagar uma indenização de 24,8 mil reais a uma cliente por “derrubar” chamadas.

O magistrado firmou entendimento que a empresa vinha desligando de forma proposital as chamadas de usuários do plano Infinity, como alegou a consumidora. Ao valor da indenização devem ser acrescidos juros de 1% ao mês a partir da citação inicial e correção monetária a partir da presente decisão.

Em matéria publicada no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (7/08), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) acusou a TIM, por meio de um relatório, de interromper de propósito chamadas feitas no plano Infinity, no qual o usuário é cobrado por ligação, e não pelo tempo da chamada.

Na decisão, o juiz ressaltou que ficou comprovada a responsabilidade na conduta da operadora, pois no sistema do Código de Defesa do Consumidor (CDC) é dever e risco profissional do fornecedor de serviços agir corretamente e segundo lhe permitem as normas jurídicas imperativas.

“O simples fato de a parte reclamada ter constantemente ‘derrubado’ de forma proposital as chamadas de usuários do plano Infinity já é suficiente para configurar o dano moral, pois é pacífico que o dano moral não depende de prova, bastando comprovação do fato que o causou”, assegurou o magistrado.

Em ação de cunho indenizatório, o magistrado avaliou que, além da ação ou omissão, há que se apurar se houve ou não dolo ou culpa do agente no evento danoso bem como se houve relação de casualidade entre o ato do agente e o prejuízo sofrido pela vítima. “Concorrendo tais requisitos, surge o dever de indenizar”, salientou.

*Com informações da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça do MT

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Publicado por em 8 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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