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Classificação dos gamers

Achei essa imagem aí pelas deep web (mentira), e tô apenas repassando, interpretem como quiser…

gamers

Conheci um cara que jogava um jogo que era uma tela preta, que você precisava digitar algo tipo “abrir porta” e o jogo respondia “porta trancada”. Deve ser um desses do último nível.

Ainda bem que eu nunca mais ouvi falar desse cara.

Fonte: ahnegao.com.br

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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Games e aplicativos passam a ter classificação indicativa

Medida do Ministério da Justiça vale para jogos e apps baixados pela web. Fabricantes podem determinar as faixas caso softwares já tenham classificação no exteriorO Ministério da Justiça determinou, por meio de publicação no Diário Oficial, que os games e aplicativos vendidos ou baixados de forma gratuita pela web passem a ter classificação indicativa.

Com a mudança, os usuários de jogos e apps para essas plataformas, como iOS e Android e computadores, passarão a ser informados sobe as respectivas faixas etárias recomendadas para cada produto. A medida vale para games disponibilizados para download.

De acordo com a portaria 1.643/2012, essa classificação fica sob responsabilidade das empresas que oferecem ou comercializam os títulos. Assim, elas poderão fazer a chamada autoclassificação e usar classificação estrangeira para isso, desde que ela seja aceita pelo MJ. 

O Ministério que a mudança faça aumentar o número de produtos classificados. Mas essa classificação estabelecida pelos fabricantes será monitorada pela Anatel, podendo ser contestada pelo órgão público.

As faixas de classificação incluem livre, não recomendado para menores de 10 anos, 12 anos, 14 anos, 16 anos e 18 anos. Essas recomendações terão de ser exibidas nitidamente nos meios de divulgação dos jogos e apps, mas não haverá bloqueio de venda quando o comprador não corresponder à faixa estipulada.

De acordo com o comunicado do Ministério da Justiça, as novas regras valem “para todos os programas audiovisuais de entretenimento que permitam ao usuário interagir com imagens enviadas a um dispositivo que as exibe, sejam eles vendidos e distribuídos gratuitamente no Brasil ou mesmo hospedados em servidores localizados em outros países desde que sejam voltados ao público brasileiro”.

A classificação passa a ser válida 30 dias depois da publicação da portaria. As empresas que não respeitarem podem ser punidas pelo Ministério Público.

cuttherope_390.jpg
Games e aplicativos que já possuem classificação no exterior podem ser autoclassificados pelas fabricantes no Brasil

Games físicos não mudam

Vale notar que para os games em lojas físicas continua valendo a determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente que indica que somente pessoas com a idade mínima indicada tem permissão para comprar o jogo sem o acompanhamento de um responsável.

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Games e aplicativos passam a ter classificação indicativa

Medida do Ministério da Justiça vale para jogos e apps baixados pela web. Fabricantes podem determinar as faixas caso softwares já tenham classificação no exteriorO Ministério da Justiça determinou, por meio de publicação no Diário Oficial, que os games e aplicativos vendidos ou baixados de forma gratuita pela web passem a ter classificação indicativa.

Com a mudança, os usuários de jogos e apps para essas plataformas, como iOS e Android e computadores, passarão a ser informados sobe as respectivas faixas etárias recomendadas para cada produto. A medida vale para games disponibilizados para download.

De acordo com a portaria 1.643/2012, essa classificação fica sob responsabilidade das empresas que oferecem ou comercializam os títulos. Assim, elas poderão fazer a chamada autoclassificação e usar classificação estrangeira para isso, desde que ela seja aceita pelo MJ. 

O Ministério que a mudança faça aumentar o número de produtos classificados. Mas essa classificação estabelecida pelos fabricantes será monitorada pela Anatel, podendo ser contestada pelo órgão público.

As faixas de classificação incluem livre, não recomendado para menores de 10 anos, 12 anos, 14 anos, 16 anos e 18 anos. Essas recomendações terão de ser exibidas nitidamente nos meios de divulgação dos jogos e apps, mas não haverá bloqueio de venda quando o comprador não corresponder à faixa estipulada.

De acordo com o comunicado do Ministério da Justiça, as novas regras valem “para todos os programas audiovisuais de entretenimento que permitam ao usuário interagir com imagens enviadas a um dispositivo que as exibe, sejam eles vendidos e distribuídos gratuitamente no Brasil ou mesmo hospedados em servidores localizados em outros países desde que sejam voltados ao público brasileiro”.

A classificação passa a ser válida 30 dias depois da publicação da portaria. As empresas que não respeitarem podem ser punidas pelo Ministério Público.

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Games e aplicativos que já possuem classificação no exterior podem ser autoclassificados pelas fabricantes no Brasil

Games físicos não mudam

Vale notar que para os games em lojas físicas continua valendo a determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente que indica que somente pessoas com a idade mínima indicada tem permissão para comprar o jogo sem o acompanhamento de um responsável.

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Publicado por em 17 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Games e aplicativos passam a ter classificação indicativa no Brasil

O Ministério da Justiça determinou, por meio de publicação no Diário Oficial, que os games e aplicativos vendidos ou baixados de forma gratuita pela web passem a ter classificação indicativa.

Com a mudança, os usuários de jogos e apps para essas plataformas, como iOS e Android e computadores, passarão a ser informados sobe as respectivas faixas etárias recomendadas para cada produto. A medida vale para games disponibilizados para download.

De acordo com a portaria 1.643/2012, essa classificação fica sob responsabilidade das empresas que oferecem ou comercializam os títulos. Assim, elas poderão fazer a chamada autoclassificação e usar classificação estrangeira para isso, desde que ela seja aceita pelo MJ.

O Ministério que a mudança faça aumentar o número de produtos classificados. Mas essa classificação estabelecida pelos fabricantes será monitorada pela Anatel, podendo ser contestada pelo órgão público.

As faixas de classificação incluem livre, não recomendado para menores de 10 anos, 12 anos, 14 anos, 16 anos e 18 anos. Essas recomendações terão de ser exibidas nitidamente nos meios de divulgação dos jogos e apps, mas não haverá bloqueio de venda quando o comprador não corresponder à faixa estipulada.

De acordo com o comunicado do Ministério da Justiça, as novas regras valem “para todos os programas audiovisuais de entretenimento que permitam ao usuário interagir com imagens enviadas a um dispositivo que as exibe, sejam eles vendidos e distribuídos gratuitamente no Brasil ou mesmo hospedados em servidores localizados em outros países desde que sejam voltados ao público brasileiro”.

A classificação passa a ser válida 30 dias depois da publicação da portaria. As empresas que não respeitarem podem ser punidas pelo Ministério Público.

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Games e aplicativos que já possuem classificação no exterior podem ser autoclassificados pelas fabricantes no Brasil

Games físicos não mudam

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Publicado por em 15 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Games e aplicativos passam a ter classificação indicativa no Brasil

O Ministério da Justiça determinou, por meio de publicação no Diário Oficial, que os games e aplicativos vendidos ou baixados de forma gratuita pela web passem a ter classificação indicativa.

Com a mudança, os usuários de jogos e apps para essas plataformas, como iOS e Android e computadores, passarão a ser informados sobe as respectivas faixas etárias recomendadas para cada produto. A medida vale para games disponibilizados para download.

De acordo com a portaria 1.643/2012, essa classificação fica sob responsabilidade das empresas que oferecem ou comercializam os títulos. Assim, elas poderão fazer a chamada autoclassificação e usar classificação estrangeira para isso, desde que ela seja aceita pelo MJ.

O Ministério que a mudança faça aumentar o número de produtos classificados. Mas essa classificação estabelecida pelos fabricantes será monitorada pela Anatel, podendo ser contestada pelo órgão público.

As faixas de classificação incluem livre, não recomendado para menores de 10 anos, 12 anos, 14 anos, 16 anos e 18 anos. Essas recomendações terão de ser exibidas nitidamente nos meios de divulgação dos jogos e apps, mas não haverá bloqueio de venda quando o comprador não corresponder à faixa estipulada.

De acordo com o comunicado do Ministério da Justiça, as novas regras valem “para todos os programas audiovisuais de entretenimento que permitam ao usuário interagir com imagens enviadas a um dispositivo que as exibe, sejam eles vendidos e distribuídos gratuitamente no Brasil ou mesmo hospedados em servidores localizados em outros países desde que sejam voltados ao público brasileiro”.

A classificação passa a ser válida 30 dias depois da publicação da portaria. As empresas que não respeitarem podem ser punidas pelo Ministério Público.

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