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Bradesco e Claro iniciam oferta nacional de conta-corrente pré-paga

O Bradesco e a Claro anunciaram nesta terça-feira (28) o início da comercialização da conta de pagamento pré-paga em todo território nacional.  Batizado de “Meu Dinheiro Claro”, o serviço é uma espécie de conta-corrente que permite a realização de transações financeiras e compras diretamente pelo celular. Entre as funções permitidas estão compras em estabelecimentos comerciais, transferências entre clientes, saques e recargas.

Segundo as empresas, a adesão ao produto é gratuita e o uso da tecnologia não consome os créditos ou a franquia de dados da linha de celular.

“O cliente pode fazer cargas de valores e operações do Meu Dinheiro Claro em uma ampla rede de atendimento, incluindo mais de 47 mil unidades do Bradesco Expresso, correspondentes no País que funcionam em estabelecimentos comerciais em todo o Brasil, nos mais de 35 mil terminais de Autoatendimento Bradesco Dia & Noite, 14 mil Banco24horas, entre outras opções”, informaram o Bradesco e a Claro.

As empresas explicam que o produto foi concebido em conformidade com as novas regras de meios de pagamento anunciadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2013, permitindo a adesão através de cadastro simplificado, sem a necessidade de documentação, ou conta-corrente.

Um dos objetivos do novo serviço é incentivar a inclusão de mais de 55 milhões de brasileiros no sistema financeiro.

O lançamento acontece após a realização de um projeto piloto, iniciado em outubro de 2013, nas cidades de Belford Roxo, São João do Meriti e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e Goiânia, em Goiás.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisa da Unesp de Rio Claro, SP, estuda uso de lodo como fertilizante

Pesquisadores da Unesp de Rio Claro (SP) estudam o uso do lodo, sobra tóxica do tratamento de esgoto, como fertilizante na agricultura. Uma análise feita apontou que na mistura com o solo durante um ano, a substância perdeu a carga poluente. Em 2013, a descoberta ganhou um prêmio do Ministério Federal de Educação e Pesquisa na Alemanha para jovens cientistas do mundo.

Atualmente, Rio Claro trata 55% do esgoto gerado pelos moradores. Na estação ele passa por vários processos até que a água fique em condições de retornar ao rio. O problema é o que o lodo que sobra do tratamento é prejudicial ao meio ambiente.

“O lodo é o resíduo da estação de tratamento de esgoto, ou seja, é o mesmo que o esgoto no meio ambiente. Então hoje existe um cuidado muito grande com esse lodo nas nossas estações de tratamento, onde armazenamos ele, transportamos e dispomos em aterro controlado”, afirmou o gerente de operações Alexandre Leite.

Além de poluente, o transporte ao aterro sanitário e a armazenagem desse material tem um custo alto. Na condição em que fica não teria nenhuma utilidade até a descoberta feita pelos pesquisadores da Unesp.

Lodo foi misturado ao solo em pesquisa feita pela Unesp de Rio Claro (Foto: César Fontenele/EPTV)Lodo foi misturado ao solo em pesquisa feita pela
Unesp de Rio Claro (Foto: César Fontenele/EPTV)

Análise de lodo no solo
A pesquisa, feita pela aluna de pós-graduação do curso de ciências biológicas Dânia Elisa Christtofoleti Mazzeo, levou quatro anos para ser publicada.

A aluna misturou lodo ao solo em várias proporções e o enterrou. Depois de um ano, a análise mostrou que a carga tóxica contida no lodo havia desaparecido.

“Todos aqueles defeitos inicialmente encontrados, tanto nas plantas quanto nos peixes, na minhoca, nas células humanas, em leveduras, iam decrescendo. Com 12 meses, na proporção de 50% solo e 50% lodo, esses efeitos não eram mais observados”, afirmou Dânia.

O maior desafio foi trabalhar com o  material contaminado. “Esse resíduo tem uma carga tóxica alta, mas ele também tem um conteúdo orgânico muito alto. O nosso desafio foi transformar esse material em um material que pudesse ser reutilizado como fertilizante em agricultura”, explicou a coordenadora do estudo, a pesquisadora Maria Aparecida Marin Morales.

Uso como fertilizante
A meta agora é fazer os últimos testes para descobrir se o lodo pode ser usado como fertilizante nas lavouras. Os estudos começam já no primeiro semestre deste ano.

“Queremos saber se ele realmente vai produzir um benefício na agricultura, aumentar a produtividade agrícola. Então faltam esses testes gerais para que ele possa ser usado”, ressaltou Maria Aparecida.

O produtor rural Euclides Donizeti Altarugio espera que a descoberta possa no futuro baratear os custos. Ele tem uma lavoura de 700 hectares de cana-de-açúcar e gasta o equivalente a R$ 100 mil por ano só com fertilizantes. “Posso aumentar a produção e comprar um trator novo para melhorar a lavoura”, afirmou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Claro e Poli/USP promovem competição de aplicativos móveis

Iniciativa vai eleger os melhores projetos de soluções para dispositivos móveis desenvolvidas por estudantes de todo o Brasil

Não é necessário ser especialista nem mesmo ter noções avançadas de tecnologia da informação (TI). Basta ter uma boa ideia de aplicativo na cabeça e decidir colocá-la em prática. Esta é a proposta do Campus Mobile, uma iniciativa promovida pelo Instituto Claro com o apoio do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (LSI/Poli/USP).

O programa tem o objetivo de revelar talentos e estimular o empreendedorismo entre jovens estudantes de todo o Brasil, independentemente de sua área do conhecimento. As inscrições terminam no dia 12 de abril e podem ser feitas pelo hotsite da competição. 

Em sua segunda edição, o Campus Mobile aceitará projetos em duas categorias: tecnologias sociais, na qual serão selecionados aplicativos que promovam benefícios ambientais, educativos, de saúde ou cidadania; e empreendedorismo, cujo foco são inovações em dispositivos móveis que facilitem o dia-a-dia das pessoas. 

Na categoria tecnologias sociais, até três colocados ganharão uma viagem para conhecer o MIT – Massassuchets Institute of Tecnology, celeiro de jovens inovadores dos EUA. Já na categoria empreendedorismo, a premiação é de 10 mil reais (5 mil reais para o 1º colocado, 3 mil reais para o 2º colocado, e 2 mil reais para o 3º colocado). 

Prêmio maior 

Para os jovens que participam do Campus Mobile, o prêmio maior é a perspectiva de colocar em prática uma ideia, pois eles recebem suporte para o desenvolvimento do projeto e podem finalizá-lo, caso sejam vencedores. 

Na edição passada, o universitário Iury Valls, de um curso de administração de Porto Alegre (RS), teve a ideia de criar um serviço de geolocalização para rastrear ofertas de produtos e serviços mais baratos, que estivessem disponíveis na área próxima ao dispositivo móvel. Ao andar por uma rua, o usuário seria avisado de uma promoção relâmpago, por exemplo. Batizado de Offering, o aplicativo foi finalizado com a ajuda do Campus Mobile. 

O desenvolvimento deste aplicativo, feito por um jovem sem relação direta com a área de TI, foi possível graças ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), do Campus Mobile. Os autores dos projetos recebem apoio virtual de tutores para alavancar suas ideias. Também participam de um encontro presencial no qual recebem orientações práticas e participam de oficinas e palestras sobre telecomunicações, criatividade, inovação e empreendedorismo. Neste ano, o encontro será no mês de julho, em São Paulo. 

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Claro e Poli/USP promovem competição de aplicativos Campus Mobile

Iniciativa vai eleger os melhores projetos de soluções para dispositivos móveis desenvolvidas por estudantes de todo o Brasil.

Não é necessário ser especialista nem mesmo ter noções avançadas de tecnologia da informação (TI). Basta ter uma boa ideia de aplicativo na cabeça e decidir colocá-la em prática. Esta é a proposta do Campus Mobile, uma iniciativa promovida pelo Instituto Claro com o apoio do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (LSI/Poli/USP).

O programa tem o objetivo de revelar talentos e estimular o empreendedorismo entre jovens estudantes de todo o Brasil, independentemente de sua área do conhecimento. As inscrições terminam no dia 12 de abril e podem ser feitas pelo hotsite da competição. 

Em sua segunda edição, o Campus Mobile aceitará projetos em duas categorias: tecnologias sociais, na qual serão selecionados aplicativos que promovam benefícios ambientais, educativos, de saúde ou cidadania; e empreendedorismo, cujo foco são inovações em dispositivos móveis que facilitem o dia-a-dia das pessoas. 

Na categoria tecnologias sociais, até três colocados ganharão uma viagem para conhecer o MIT – Massassuchets Institute of Tecnology, celeiro de jovens inovadores dos EUA. Já na categoria empreendedorismo, a premiação é de 10 mil reais (5 mil reais para o 1º colocado, 3 mil reais para o 2º colocado, e 2 mil reais para o 3º colocado). 

Prêmio maior 

Para os jovens que participam do Campus Mobile, o prêmio maior é a perspectiva de colocar em prática uma ideia, pois eles recebem suporte para o desenvolvimento do projeto e podem finalizá-lo, caso sejam vencedores. 

Na edição passada, o universitário Iury Valls, de um curso de administração de Porto Alegre (RS), teve a ideia de criar um serviço de geolocalização para rastrear ofertas de produtos e serviços mais baratos, que estivessem disponíveis na área próxima ao dispositivo móvel. Ao andar por uma rua, o usuário seria avisado de uma promoção relâmpago, por exemplo. Batizado de Offering, o aplicativo foi finalizado com a ajuda do Campus Mobile. 

O desenvolvimento deste aplicativo, feito por um jovem sem relação direta com a área de TI, foi possível graças ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), do Campus Mobile. Os autores dos projetos recebem apoio virtual de tutores para alavancar suas ideias. Também participam de um encontro presencial no qual recebem orientações práticas e participam de oficinas e palestras sobre telecomunicações, criatividade, inovação e empreendedorismo. Neste ano, o encontro será no mês de julho, em São Paulo. 

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Publicado por em 25 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Promoção da Claro dá aos usuários dois milhões de torpedos

Ação acontece em comemoração aos dois milhões de fãs em sua página do Facebook, e mensagens poderão ser enviadas a qualquer parte do Brasil de Claro para Claro

A Claro ultrapassou os 2 milhões de fãs no Facebook. Para comemorar, a operadora oferecerá aos seus usuários dois milhões de torpedos gratuitos. 

As mensagens poderão ser utilizadas por meio de uma aba especial na página do Facebook da Claro Brasil (facebook.com/clarobrasil), enviados a qualquer parte do Brasil de Claro para Claro. A ação, desenvolvida pela Ogilvy & Mather, terá início essa semana e durará até o saldo de mensagens ser zerado.

Um dos focos da Claro, de acordo com a empresa, é o engajamento com os consumidores e “a operadora aproveita este canal como parte da sua estratégia de relacionamento com este público”.

Para engajar ainda mais esse público, os clientes podem, também, acessar alguns serviços da Claro por meio do Facebook, como, por exemplo, o canal de recargas, explicou a operadora.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Claro começa a oferecer 4G no Recife, e cidades do Rio e São Paulo

Recife foi a capital escolhida para a estréia do novo serviço, que também irá operar em Búzios, Parati e Campos do Jordão

A Claro anunciou nesta quinta-feira o início das operações de sua rede 4G em Recife, se tornando assim a primeira operadora a oferecer a tecnologia (que chama de “4GMax”) no Brasil. 

Além da capital pernambucana, as cidades de Campos do Jordão, Paraty e Búzios, onde desde agosto operavam redes em caráter experimental, também contam com o novo serviço.

Vantagens do 4G

Redes 4G prometem acesso móvel à internet em velocidades muito superiores às atuais redes 3G, e em alguns casos até mesmo às conexões de banda larga doméstica.

Em testes com a rede experimental da Claro em Campos do Jordão, interior de SP, conseguimos velocidade de download de até 52 Mbit/s, e até 14 Mbit/s no upload. O equivalente a uma conexão doméstica a cabo de  “7 Mega” (7 MB/s).

Mas estes números foram obtidos em uma rede experimental praticamente vazia, com apenas meia dúzia de aparelhos conectados a uma antena a alguns metros de distância. Os números no “mundo real”, com milhares de aparelhos conectados a uma antena no centro de uma cidade, cercada por prédios, podem ser bem menores.

Aparelhos

Para tirar proveito da nova rede, é necessário ter um aparelho compatível. Dois deles já estão disponíveis no mercado nacional, o RAZR HD, da Motorola, e o Galaxy S III 4G, da Samsung. A Claro comercializa o RAZR por R$ 649 e o Galaxy S III por R$ 999, ambos atrelados ao plano Claro Ilimitado 200 4G. O plano inclui 200 minutos de ligações para telefones fixos e celulares, ligações locais e de longa distância ilimitadas (para aparelhos da Claro), torpedos ilimitados e uma franquia de 5 GB de dados mensais, por R$ 229,70

A empresa também oferece modems para acesso móvel em um notebook ou desktop. O modelo Huawei E392 sai por R$ 320 no plano Claro Internet 5 GB.

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Publicado por em 23 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Claro começa a oferecer 4G no Recife, e cidades do Rio e São Paulo

Recife foi a capital escolhida para a estréia do novo serviço, que também irá operar em Búzios, Parati e Campos do Jordão

A Claro anunciou nesta quinta-feira o início das operações de sua rede 4G em Recife, se tornando assim a primeira operadora a oferecer a tecnologia (que chama de “4GMax”) no Brasil. 

Além da capital pernambucana, as cidades de Campos do Jordão, Paraty e Búzios, onde desde agosto operavam redes em caráter experimental, também contam com o novo serviço.

Vantagens do 4G

Redes 4G prometem acesso móvel à internet em velocidades muito superiores às atuais redes 3G, e em alguns casos até mesmo às conexões de banda larga doméstica.

Em testes com a rede experimental da Claro em Campos do Jordão, interior de SP, conseguimos velocidade de download de até 52 Mbit/s, e até 14 Mbit/s no upload. O equivalente a uma conexão doméstica a cabo de  “7 Mega” (7 MB/s).

Mas estes números foram obtidos em uma rede experimental praticamente vazia, com apenas meia dúzia de aparelhos conectados a uma antena a alguns metros de distância. Os números no “mundo real”, com milhares de aparelhos conectados a uma antena no centro de uma cidade, cercada por prédios, podem ser bem menores.

Aparelhos

Para tirar proveito da nova rede, é necessário ter um aparelho compatível. Dois deles já estão disponíveis no mercado nacional, o RAZR HD, da Motorola, e o Galaxy S III 4G, da Samsung. A Claro comercializa o RAZR por R$ 649 e o Galaxy S III por R$ 999, ambos atrelados ao plano Claro Ilimitado 200 4G. O plano inclui 200 minutos de ligações para telefones fixos e celulares, ligações locais e de longa distância ilimitadas (para aparelhos da Claro), torpedos ilimitados e uma franquia de 5 GB de dados mensais, por R$ 229,70

A empresa também oferece modems para acesso móvel em um notebook ou desktop. O modelo Huawei E392 sai por R$ 320 no plano Claro Internet 5 GB.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Bradesco e Claro firmam parceria para pagamento móvel

Empresas anunciaram cartão pré-pago para transações financeiras e tecnologia para facilitar a realização de compras por meio do celular.

O Bradesco e a Claro fecharam aliança para atuarem no setor de pagamento móvel (m-payment) no País. A parceria, firmada até então de forma silenciosa, teve início no ano passado, gerou a joint venture MPO, e já apresenta os primeiros resultados.

Entre as iniciativas que estão sendo desenvolvidas em conjunto estão o cartão pré-pago cobranded (batizado de Moedeiro) pelo celular e o uso de tecnologia sem contato (Near Field Communication – NFC) nas transações com plásticos do Bradesco nos aparelhos da Claro. O cartão poderá ser usado para compras, pagamentos, saques e consultas de saldo e transferências, explica Márcio Parizotto, diretor do Bradesco Cartões. 

A Cielo ficará responsável pela aceitação do m-payment, oferecendo a rede de captura por meio de celular. A Alelo entrará como gestora do cartão pré-pago e a Scopus, braço de TI do Bradesco, vai realizar a construção da plataforma móvel.

“Queremos encurtar o caminho da inclusão financeira e de acesso. Esse é mais um passo nessa direção”, afirma Marcelo Noronha, diretor-executivo do Bradesco. O presidente da Claro no Brasil, Carlos Zenteno, lembra que o cadastro para usar o cartão será simples e exigirá apenas alguns dados dos interessados.

No momento, Bradesco e Claro estão em fase piloto do projeto. O lançamento do Moedeiro deve acontecer no início do segundo trimestre de 2013 e o lançamento do NFC vai consumir mais tempo, já que depende de tecnologias hospedadas em celulares. Parizotto, lembra, no entanto, 20% dos aparelhos comercializados pela Claro contam com o NFC.

Apesar de não existir uma regulamentação específica para esse tipo de pagamento, os produtos vão obedecer diretrizes dos órgãos reguladores. “Ainda que a regulação efetivamente não exista estamos alinhados com as diretrizes regulatórias”, ressalta Parizotto.

De acordo com o executivo, o NFC é destinado para o público que já tem conta no banco e busca comodidade para o pagamento. O sistema para empresas para pagamento por aproximação incluem SIM Card seguro, autenticação sem senha, transações rápidas e de baixo valor, interoperabilidade, produtos, bancos e bandeiras. Atualmente, prossegue, a rede de aceitação da Cielo para NFC é de quase 300 mil pontos de venda. “Esse não será problema para aceitação do produto”, acredita.

Ao optar pelo pagamento via NFC, por exemplo, o usuário acessa uma imagem do cartão no aparelho móvel, aproxima da pagamento de pagamento, digita a senha e efetua o pagamento. “É mais rápido, seguro e oferece elementos como controle da transação. O comprovante fica automaticamente guardado e registrado no dispositivo”, garante.

Já a modalidade pré-paga mira a população desbancarizada, que atualmente soma quase 47 milhões de pessoas pelos cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Desenhamos duas ofertas distintas para que a adesão aconteça em grande escala. A população de alto poder aquisitivo quer encontrar no elemento celular valor agregado em relação à transação feita pelo plástico”, comenta. 

O Moedeiro, diz, efetuará o pagamento de contas, recarga de celular, transferências, saque, compras em estabelecimentos e carregamento via canais Bradesco. Bradesco e Claro vão estabelecer um limite para as transferências, que não foi divulgado. O envio de dinheiro para pessoas que têm pré-pago Bradesco e Claro será realizado por meio de SMS. O cartão pré-pago poderá ainda ser usado nas máquinas de autoatendimento do Bradesco e nas lojas da Claro para carregamento, consulta e movimentação de saldo. O apelo do produto, segundo Parizotto, é a possibilidade múltiplas transações. 

Parizotto afirma que, em um primeiro momento, os usuários do moedeiro vão poder contar com o cartão de plástico de forma opcional. “Imaginamos que até que a curva de adesão aconteça, o cartão tradicional terá papel importante”, assinala.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud computing: é preciso deixar claro o conceito

Gartner avalia que cloud computing tornou-se confuso para o mercado diante da postura “cloudwashing” de fornecedores.

21 de novembro de 2012 – 07h30

O hype em torno da computação em nuvem e o mau uso do termo por alguns provedores criam confusão no mercado e se isso continuar, pode prejudicar muitos benefícios do modelo, diz o Gartner. Em seu relatório anual Hype Cycle, o instituto de pesquisas afirma que o termo tornou-se confuso para o mercado à medida que os vendedores adotam a postura “cloudwashing”, intitulando-se como fornecedores de nuvem quando na verdade não são. 

Essa falta de comunicação pode, em última instância, prejudicar os usuários finais e ofuscar as bandeiras da cloud. “A confusão continua a ser a norma do mercado”, afirma relatório do Gartner sobre a indústria. “Muitos equívocos existem em torno de potenciais benefícios, armadilhas e, claro, redução de custos. Cloud é, muitas vezes, parte da discussão de corte de custos, apesar de essa capacidade não ser a principal”, observa o estudo.

“Há também muitas razões para falar sobre os recursos ativados pela computação em nuvem: velocidade, agilidade e inovação. Esses são os benefícios potenciais que podem ser negligenciados quando tratam o tema com exagero”, ensina.

A cada ano, o Gartner avalia o hype que cerca várias tecnologias e diz que, em geral, o burburinho em torno da computação em nuvem está realmente nivelado em relação aos anos anteriores.

As empresas estão adotando a nuvem com variados graus de sucesso. Mas o modelo é um termo amplo que inclui várias tecnologias, e algumas estão apenas alcançando o pico das expectativas infladas. Entre elas, Big Data, plataforma como serviço (PaaS), infraestrutura como serviço (IaaS) e computação em nuvem privada.

Formas mais tradicionais de computação em nuvem já estão sendo experimentadas pelo mercado e tornaram-se convencionais, como software como serviço (SaaS) e virtualização.

John Howie, COO da Cloud Security Alliance, entidade que trabalha para adotar os padrões na indústria em nuvem, afirma que cloud é muito mais do que um chavão. Segundo ele, é uma ferramenta poderosa para as empresas explorarem o que pode ser, em muitas circunstâncias, um método de computação mais eficiente. 

“Entre os consumidores, a expectativa sobre o que a nuvem pode proporcionar é exagerada”, admite. “Mas os provedores tornaram-se muito mais realistas e acho que tem feito o seu melhor para definir as expectativas apropriadas. As pessoas que estão realmente tomando decisões sobre a implementação de nuvem na empresa têm alto nível de compreensão do que o modelo pode possibilitar”, completa.

Para Howie, é de interesse dos fornecedores de cloud retratar com precisão seus serviços de nuvem, especialmente para os grandes como Amazon Web Services, Google e Microsoft. “Eles não querem perder a credibilidade de seus clientes”, indica.

Em razão do interesse na indústria haverá “fornecedores fly-by-night”, ou o que o Gartner descreve como “cloudwashing”, aqueles que se aproveitam da oportunidade. O Gartner define essas companhias como aquelas que, por exemplo, oferecem computação pay-per-use, [pago pelo uso], mas não têm a capacidade de escalar recursos de forma dinâmica.

Howie diz que há definições explícitas apresentadas pelo National Institute for Standards in Technology (Instituto Nacional de Padrões em Tecnologia) para a computação em nuvem que, segundo ele, são geralmente aceitas na indústria para definir o modelo.

O executivo não se preocupa com a confusão de mercado levando ao exagero do tema. Em vez disso, ele diz que o maior problema com a computação em nuvem é que muitos usuários pensam que o modelo irá automaticamente contribuir para redução de custos.

Claro que o modelo pode contribuir, diz, mas tem de ser implementado corretamente e pelas razões certas. Esse equívoco sobre os benefícios monetários da nuvem não é culpa dos fornecedores, acrescenta, e está relacionado ao planejamento e à implementação de computação em nuvem na organização.

Equívocos sobre nuvem privada

O Gartner também observou erros que empresas cometem ao definir o modelo. Virtualização é um deles. O debate em curso em torno da computação em nuvem privada tem criado percepções erradas sobre cloud privada, na visão do instituto de pesquisas.

“O crescimento da computação em nuvem privada está sendo impulsionado pela rápida penetração da virtualização e seu gerenciamento, salto de ofertas de cloud e pressão para entregar projetos mais baratos e mais rapidamente”, avalia Tom Bittman, vice-presidente e analista do Gartner.

“No entanto, na pressa para responder a essas pressões, a TI precisa ter cuidado para evitar o hype, e, em vez disso, deve concentrar esforços no modelo que mais faz sentido aos negócios.” A seguir, o Gartner lista os cinco equívocos mais comuns sobre a nuvem privada.

1. Cloud privada não é virtualização: virtualização de servidores e infraestrutura são base importante para a computação em nuvem privada.

No entanto, virtualização e gerenciamento de virtualização não são, por si só, nuvem privada. Virtualização torna mais fácil realocar recursos de infraestrutura e pode ser ativada de várias maneiras, incluindo máquinas virtuais, sistemas operacionais (OS) ou middleware. Cloud privada, portanto, utiliza alguma forma de virtualização para criar um serviço de computação em nuvem.

2. Nuvem privada não busca apenas redução de custos: uma empresa pode reduzir custos operacionais por meio de uma nuvem privada, eliminando tarefas repetitivas comuns. Uma nuvem privada pode realocar recursos de forma mais eficiente para atender às necessidades da empresa.

Nuvens privadas exigem investimento em software de automação, e as economias por si só não podem justificar o investimento. Por isso, redução de custos não é o principal benefício da computação em nuvem privada.

3. Nuvem privada não é necessariamente on premise: cloud privada é definida por privacidade, não propriedade, localização ou responsabilidade de gestão.

Enquanto a maioria das nuvens privadas é baseada na infraestrutura local, uma parte crescente de nuvens privadas será contratada também fora da empresa.

Nuvens de terceiros podem compartilhar instalações do data center com outros, e ainda equipamentos ao longo do tempo e recursos, mas mantendo uma rede privada virtual (VPN) isolada, por exemplo.

4. Nuvem privada não é somente infraestrutura como serviço (IaaS): virtualização de servidores é uma grande tendência e, portanto, um elemento importante para a nuvem privada. No entanto, o modelo não se limita de modo algum à IaaS. Pode, por exemplo, incluir ofertas de desenvolvimento e teste, permitindo uso de plataforma como serviço (PaaS).

Hoje, o segmento de crescimento mais rápido da computação em nuvem é IaaS. Mas ele fornece apenas um dos níveis de recursos do data center.

Desenvolvedores usarão PaaS para criar aplicativos projetados para serem compatíveis com a nuvem, produzindo serviços diferentes em comparação com aplicações antigas.

5. Nuvem privada nem sempre será privada: os analistas do Gartner apontam que a nuvem privada é paliativa.

Com o tempo, nuvens públicas vão amadurecer, melhorando os níveis de serviço, segurança e gerenciamento de conformidade. Novos serviços de nuvem pública surgirão. Algumas nuvens privadas vão mover-se totalmente para a nuvem pública.

No entanto, a maioria dos serviços de nuvem privada irá evoluir para permitir a cloud híbrida, ampliando a capacidade efetiva de uma nuvem privada para alavancar os serviços públicos de nuvem e recursos de terceiros.

Futuro híbrido

Um estudo global revela ainda que 43% das empresas entrevistadas devem investir entre 500 mil dólares e 1 milhão de dólares por ano em cloud computing até 2020. A pesquisa foi realizada pela Coleman Parkes Research, a pedido da HP, e mostra a necessidade de as organizações implementarem uma estratégia híbrida de entrega de tecnologia para acelerar a inovação, aumentar a agilidade e melhorar o seu gerenciamento financeiro durante a migração para a computação em nuvem.

Resultado de entrevistas com 550 executivos de negócios e executivos de tecnologia de empresas de grande e médio portes, em fevereiro de 2012, o levantamento contou com Brasil e México representando a América Latina. 

Entre os registros interessantes está o posicionamento de mais de 80% dos executivos de negócios e tecnologia em acreditar que cloud computing será pelo menos tão impactante para o cenário da tecnologia como foram a virtualização e a internet.

Isso porque, apesar da perspectiva de crescimento na adoção de serviços de nuvem pública e privada até 2020, a tecnologia tradicional continuará fazendo parte das companhias.

A pesquisa apresenta ainda que, atualmente, apenas 24% dos modelos de delivery corporativos são baseados em nuvem. Até 2020, a expectativa dos principais executivos de negócios e tecnologia é que os modelos de fornecimento de nuvem pública e privada praticamente dupliquem. Cerca de um em cada dois CEOs e diretores financeiros estão elaborando estratégias de nuvem para suas empresas. 

Além disso, as organizações estão priorizando investimentos em nuvem, sendo que a expectativa é que 43% das empresas invistam entre 500 mil dólares a 1 milhão de dólares por ano em cloud computing de hoje até 2020, e quase 10% planejam gastar mais de 1 milhão de dólares por ano.

Os participantes da pesquisa listaram as três principais barreiras para a adoção em massa de serviços de nuvem: preocupação com segurança (35%), com a transformação do seu ambiente de TI (33%) e com conformidade e governança (17%).

De acordo com as empresas e os executivos ouvidos, com a aceleração na adoção de serviços de nuvem, também cresce a necessidade por estratégias ‘holísticas’ de conformidade e governança a serem aplicadas em toda a empresa para controlar e gerenciar ambientes de TI. 

Quase 50% dos entrevistados admitiram que suas companhias usam soluções de nuvem que não são autorizadas pelo departamento de TI, enquanto 18% não tinham uma perspectiva clara sobre as soluções de computação em nuvem que “rodam” sem autorização da área de TI.

A expectativa é que esse problema continue aumentando e isso pode ser observado pelas respostas de 69% dos principais executivos de negócios e de 54% dos executivos de tecnologia, que estimam que o uso de soluções de cloud não homologadas pela TI chegue à casa dos 50% até 2020. 

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Claro dá início à operação de rede 4G no Brasil

Recife foi a capital escolhida para a estreia do novo serviço, que também irá operar em Búzios, Parati e Campos do Jordão.

13 de dezembro de 2012 – 18h07

A Claro anunciou nesta quinta-feira o início das operações de sua rede 4G em Recife, se tornando assim a primeira operadora a oferecer a tecnologia (que chama de “4GMax”) no Brasil. 

Além da capital pernambucana, as cidades de Campos do Jordão, Paraty e Búzios, onde desde agosto operavam redes em caráter experimental, também contam com o novo serviço.

Vantagens do 4G

Redes 4G prometem acesso móvel à internet em velocidades muito superiores às atuais redes 3G, e em alguns casos até mesmo às conexões de banda larga doméstica.

Em testes com a rede experimental da Claro em Campos do Jordão, interior de SP, conseguimos velocidade de download de até 52 Mbit/s, e até 14 Mbit/s no upload. O equivalente a uma conexão doméstica a cabo de  “7 Mega” (7 MB/s).

Mas estes números foram obtidos em uma rede experimental praticamente vazia, com apenas meia dúzia de aparelhos conectados a uma antena a alguns metros de distância. Os números no “mundo real”, com milhares de aparelhos conectados a uma antena no centro de uma cidade, cercada por prédios, podem ser bem menores.

Aparelhos

Para tirar proveito da nova rede, é necessário ter um aparelho compatível. Dois deles já estão disponíveis no mercado nacional, o RAZR HD, da Motorola, e o Galaxy S III 4G, da Samsung. A Claro comercializa o RAZR por R$ 649 e o Galaxy S III por R$ 999, ambos atrelados ao plano Claro Ilimitado 200 4G. 

A empresa também oferece modems para acesso móvel em um notebook ou desktop. O modelo Huawei E392 sai por R$ 320 no plano Claro Internet 5 GB.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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