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Michelle Obama insiste na defesa de direitos civis na China

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, insistiu nesta terça-feira (25) na China na importância dos direitos civis e da liberdade religiosa, em uma visita a priori sem conteúdo político.

“Nos Estados Unidos acreditamos que independentemente de onde vive, de quanto dinheiro seus pais têm, ou de qual seja sua raça ou religião, se você trabalha duro e acredita em si mesmo deve ter a chance de vencer”, declarou a centenas de estudantes em um instituto de Chengdu, capital da província de Sichuan (sudoeste).

A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, visitou uma escola de Chengdu, na China, nesta terça-feira (25) (Foto: Peter Parks/AFP)A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, visitou uma escola de Chengdu, na China, nesta terça-feira (25) (Foto: Peter Parks/AFP)

Sichuan e outras províncias vizinhas do Tibete abrigam uma minoria de tibetanos, que, segundo ativistas pró-direitos humanos, são vítimas de repressão religiosa e cultural por parte das autoridades chinesas.

Michelle Obama, que está visitando a China com sua mãe e suas duas filhas, comerá na quarta-feira em um restaurante tibetano de Chengdu, segundo o programa comunicado pela Casa Branca.

A primeira-dama apresentou a si mesma e seu marido, o presidente Obama, como exemplos dos resultados positivos do movimento dos direitos civis, um assunto delicado na China.

“Em certo momento, o povo decidiu que estas leis eram injustas”, disse Michelle Obama referindo-se às leis de segregação racial em vigor nos Estados Unidos até a década de 60.

“Então as pessoas organizaram protestos pacíficos e marchas. Pediram que o governo mudasse estas leis e votaram para eleger políticos novos que compartilhassem este ponto de vista”.

“Pouco a pouco, mas com firmeza, os Estados Unidos mudaram”, disse Michelle Obama.

“Nos livramos destas leis injustas. E hoje, 50 anos depois, meu marido e eu somos presidente e primeira-dama dos Estados Unidos”, acrescentou.

Michelle Obama já defendeu no domingo perante os estudantes da Universidade de Pequim os direitos de expressão e religião, afirmando que “se expressar livremente e professar a religião que a pessoa escolhe, assim como ter um acesso aberto à informação, são direitos universais, inerentes a qualquer pessoa neste mundo”.

Fonte G1

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Atentado suicida mata mais de dez civis no Afeganistão

Policiais afegãos e civis inspecionam o local de um ataque suicida no Afeganistão. (Foto: AP Photo)Policiais afegãos e civis inspecionam o local de um ataque suicida no Afeganistão. (Foto: AP Photo)

Pelo menos 15 civis morreram, entre eles mulheres e crianças, e outros 39 ficaram feridos nesta terça-feira (18) em um atentado suicida em um mercado da cidade de Meymaneh, no norte do Afeganistão, informou uma autoridade local.

“O suicida explodiu nesta manhã as bombas que levava em um ‘rickshaw’ – veículo de três rodas -, em um movimentado mercado de Meymaneh, capital da província de Faryab”, disse o governador provincial, Ahmadullah Batash, de acordo com a agência “AIP”.

“Há mulheres e crianças entre as vítimas. Mas não podemos precisar o número exato neste momento”, acrescentou a fonte. Ele detalhou que o número de mortos e feridos pode aumentar, já que as vítimas ainda estavam sendo transferidas para os hospitais.

Afegãos ajudam no resgate de um ferido. (Foto: AP Photo)Afegãos ajudam no resgate de um ferido. (Foto: AP Photo)

Os atentados suicidas são, junto com os artefatos explosivos improvisados (IED, sigla em inglês), os métodos mais recorrentes dos talibãs para atacar as forças afegãs e internacionais, e que acabam causando um alto número de vítimas civis.

Segundo um relatório recente da ONU, a guerra do Afeganistão se tornou mais violenta para os civis em 2013, quando causou quase 3 mil mortes e 5,7 mil pessoas ficaram feridas, sendo que 34% do total foram atingidos pela explosão de artefatos improvisados – 962 mortos e 1.928 feridos.

O conflito afegão se encontra em um de seus momentos mais violentos desde a invasão dos EUA, que propiciou a queda do regime talibã há 12 anos.

O país asiático vai realizar eleições presidenciais no próximo dia 5 de abril.

Este ano é o último com a presença de tropas da Otan no Afeganistão, de acordo com um calendário de retirada gradual que será concluído em dezembro, quando as forças locais assumirão a segurança em todo o território do país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Apesar de ataques, ao menos 65 civis são retirados da cidade síria de Homs

O Crescente Vermelho sírio afirmou ter entregado mantimentos e remédios em áreas rebeldes da cidade de Homs, enquanto a imprensa oficial anunciou a retirada de ao menos 65 civis sitiados, no terceiro e último dia de uma trégua violada por tiros contra um comboio humanitário.

Este esforço humanitário acontece na véspera da segunda rodada de negociações entre o regime e os rebeldes sírios sob a égide da ONU em Genebra, dez dias após uma primeira tentativa que não resultou em medidas concretas para acabar com o conflito, que já deixou mais de 130 mil mortos em quase três anos, segundo uma ONG.

“Distribuímos 250 pacotes de alimentos, 190 kits de higiene e remédios para doenças crônicas”, afirmou o Crescente Vermelho em sua conta no Twitter, acrescentando que todos os seus funcionários e os da ONU conseguiram deixar Homs sem ferimentos.

A organização não apontou nenhuma das partes em conflito como responsável pelo ataque ao comboio humanitário.

A ajuda foi entregue em áreas de Homs controladas pelos rebeldes e sitiadas pelas tropas do regime sírio há mais de 600 dias.

E, segundo a agência oficial Sana, “65 civis, todos eles crianças, mulheres e idosos, foram retirados da cidade velha de Homs, em aplicação ao acordo entre a ONU e o governador de Homs”.

A televisão estatal indicou que a operação aconteceu, “apesar dos tiros de grupos terroristas armados”, em referência aos rebeldes que controlam os bairros sitiados pelo exército há 20 meses.

O Observatório Sírios dos Direitos Humanos (OSDH) e ativistas no terreno disseram, por sua vez, que disparos foram realizados contra o bairro de Qarabis, onde dezenas de civis se reuniram para serem retirados do local por veículos da ONU.

“Dezenas de civis foram retirados (…) o local em que estavam foi alvo de tiros”, declarou o OSDH. Os militantes acusam as milícias pró-regime de disparar contra civis a partir de bairros controlados pelo exército.

Desde sábado, as duas partes em conflito se acusam mutuamente de violar o cessar-fogo de três dias e de atacar os comboios de ajuda humanitária.

Neste contexto, quase 300 pessoas, entre civis e combatentes dos dois lados, morreram em meio à violência no sábado no país, segundo o OSDH.

Entre as vítimas estão 20 homens executados pelas forças do regime em Hama, no centro do país, de acordo com a ONG, e uma mulher e dois homens mortos de inanição no campo de refugiados palestinos de Yarmuk, em Damasco, que está sitiado desde junho de 2013.

A ONU e o Crescente Vermelho sírio deveriam levar no sábado uma ajuda de emergência aos civis que escolheram permanecer nos bairros sitiados de Homs e retirar outras pessoas em risco, mas a violência, que terminou com cinco mortos, incluindo um comandante rebelde, impediu a operação.

Na sexta-feira, 83 civis foram retirados da parte antiga da cidade.

A chefe das operações humanitárias da ONU, Valerie Amos, expressou em um comunicado sua “decepção” após a violação da trégua, insistindo que as Nações Unidas irão continuar a “se esforçar o máximo possível para levar ajuda para aqueles que necessitam”.

“Esperamos que mais ajuda possa entrar na cidade e que os civis possam ser retirados em segurança, mas não sei se isso vai acontecer. Tememos novos bombardeios”, declarou à AFP o ativista Abu Bilal, acrescentando que os ataques de ontem “deixaram 20 feridos, e não temos medicamentos suficientes para tratá-los”.

Em um comunicado recebido pela AFP na noite de sábado, o governador da província de Homs, Talal al-Barazi, indicou que os esforços continuarão neste domingo para retirar os civis que desejarem sair da cidade velha.

“As tropas do governo permanecem engajadas pela observância da trégua para permitir a entrada de ajuda e a saída de civis, apesar das violações do cessar-fogo por grupos armados”, disse.

Enquanto as operações continuam, bem como os confrontos no campo de batalha, o regime e a oposição se preparam para se reunir novamente em Genebra sob os auspícios do mediador internacional Lakhdar Brahimi, em uma nova tentativa de aproximar duas posições irreconciliáveis.

O regime rejeita qualquer discussão sobre a saída do presidente Bashar al-Assad e insiste em tratar do “terrorismo”, referindo-se à rebelião, enquanto, para a oposição, a questão da transição política sem Assad é primordial.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Primeira ação da ONU termina com centenas de civis resgatados na Síria

Centenas de civis sírios foram retirados neste domingo (9) dos bairros sitiados da cidade de Homs, apesar da violência que prejudicou a primeira operação humanitária em 20 meses nesta região devastada pela guerra. Segundo informou o governo, o número de resgatados chega a 600 pessoas, que foram retiradas de uma área que está sob controle dos rebeldes. As pessoas estavam há mais de um ano enfrentando a fome e a privação de liberdade devido aos bloqueios gerados pela guerra.

Os desalojados, principalmente mulheres, crianças e velhos, foram retirados pela ONU e o Crescente Vermelho sírio no terceiro dia de uma operação durante a qual os comboios de ajuda foram alvejados e ficaram brevemente retidos no centro velho de Homs.

“O último veículo chegou e o total é de 611 pessoas”, disse o governador de Homs, Talal al-Barazi, ao canal regional de televisão árabe Al Mayadeen, em um ponto de encontro fora da cidade, acrescentando que mais ajuda foi enviada à área rebelde.

Este esforço humanitário acontece na véspera da segunda rodada de negociações entre o regime e os rebeldes sírios sob a égide da ONU em Genebra, dez dias após uma primeira tentativa que não resultou em medidas concretas para acabar com o conflito, que já deixou mais de 136 mil mortos em quase três anos, segundo uma ONG.

Retiradas seguidas
Após a retirada na sexta-feira de um primeiro grupo de 83 civis, em cumprimento ao acordo concluído entre rebeldes e regime por intermédio da ONU, 420 civis, todos ‘mulheres, crianças e idosos’, deixaram os bairros da cidade velha de Homs (centro).

Segundo o governador da província de Homs, Talal Barazi, a operação foi dificultada por um morteiro que caiu sobre os bairros sitiados pelo exército desde junho de 2012, e que matou ‘cinco homens’, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Além disso, o Crescente Vermelho sírio anunciou a distribuição ‘de 250 pacotes de alimentos, 190 kits de higiene e remédios para doenças crônicas’, acrescentando que todos os seus funcionários e os da ONU conseguiram deixar Homs sem ferimentos. A organização não apontou nenhuma das partes em conflito como responsável pelo ataque ao comboio humanitário.

Desde sábado, as duas partes em conflito se acusam mutuamente de violar o cessar-fogo de três dias e de atacar os comboios de ajuda humanitária.

Arte entenda Síria 31/08 (Foto: Editoria de Arte / G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Civis sitiados na cidade síria de Homs esperam ajuda humanitária da ONU

Ônibus do Crescente Vermelho retiram civis sírios de Homs nesta sexta-feira (7) (Foto: AFP)Ônibus do Crescente Vermelho retiram civis sírios de Homs nesta sexta-feira (7) (Foto: AFP)

A ONU se prepara neste sábado (8) para distribuir ajuda humanitária de emergência aos civis dos bairros sitiados em Homs, em mãos rebeldes, de onde saíram na sexta-feira dezenas de pessoas após um cerco de mais de 600 dias.

A retirada de civis de Homs, no centro do país, e a distribuição de alimentos e material médico forma parte de um acordo entre a ONU, o governo sírio e os rebeldes após meses de negociações.

Uma fonte governamental afirmou neste sábado à AFP que vários comboios se preparavam para entrar ao longo da manhã nos bairros cercados pelo exército desde junho de 2012 para a distribuição desta ajuda.

“O comboio de ajuda está carregado e pronto para partir em direção à parte antiga de Homs”, declarou o Crescente Vermelho em um tuíte antes das 11h locais (7h de Brasília).

Segundo as Nações Unidas, trata-se de uma ajuda de emergência para 2.500 pessoas, composta por alimentos, material de saúde e higiênico, colchões e cobertores, assim como dinheiro e apoio logístico “para enfrentar as necessidades imediatas daqueles que desejam deixar a zona e dos que permanecem em seu interior”.

Apesar do acordo, os rebeldes acusaram neste sábado o regime de atrapalhar a operação, ao lançar um obus contra os bairros cercados, violando a trégua humanitária.”

“Os bairros sitiados e, em especial, as zonas próximas ao local de entrada dos comboios de ajuda, em Hamidiya, foram atacados por obuses de morteiro provenientes dos bairros pró-regime” em Homs, declarou Yazan, um rebelde da parte antiga de Homs.

“Os rebeldes acusaram as tropas de lançar obuses para atrasar a ajuda”, afirmou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

A oposição síria no exílio alertou em um comunicado que um fracasso na chegada da ajuda seria “devastador para os civis inocentes que permanecem nas zonas sitiadas”.

Um total de 83 civis, entre mulheres, crianças e maiores de 55 anos, deixaram Homs na sexta-feira, segundo a ONU.

Um vídeo divulgado por um rebelde mostra um idoso enrolado em um cobertor enquanto abraça seu filho pela primeira vez em 18 meses.

Durante o cerco, estes civis se alimentavam de ervas e azeitonas devido à falta de alimentos, segundo vários testemunhos. O exército do regime, que bombardeava quase diariamente estes bairros rebeldes para tentar retomar seu controle, acusava os rebeldes de utilizar os civis como escudos humanos.

Segundo o porta-voz adjunto da ONU, Farhan Haq, as pessoas retiradas na sexta-feira foram “transportadas aos locais de sua escolha, escoltadas pela ONU e pelo Crescente Vermelho sírio”.

Haq disse que foram ouvidos disparos na sexta-feira durante a retirada dos civis, mas que ambas as partes respeitaram amplamente o cessar-fogo.

O clérigo Abdul Harth al-Jalidi, que permanece no interior dos bairros sitiados, disse à AFP pela internet que a retirada de civis prosseguirá no domingo.

O acordo é o primeiro gesto humanitário do regime desde a primeira rodada de negociações em Genebra entre o governo e a oposição sob supervisão das Nações Unidas, cuja segunda rodada está prevista para a próxima segunda-feira, depois que o regime do contestado presidente Bashar al-Assad confirmou sua participação nas negociações.

No entanto, esta segunda rodada de negociações também se anuncia difícil. O regime de Damasco, que chama os rebeldes de terroristas, quer centrar o debate no terrorismo. A oposição, por sua vez, quer focá-las em uma transição política que excluiria Assad.

O conflito que atinge a Síria há mais de três anos deixou mais de 130 mil mortos, segundo o OSDH, e milhões de refugiados deslocados, de acordo com as Nações Unidas.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ataque a civis deixa ao menos 10 mortos na República Centro-Africana

Pelo menos 10 civis muçulmanos, incluindo três crianças, foram mortos, e mais de 50 ficaram feridos em um ataque contra seu comboio, na sexta-feira (17), próximo a Bouar, na República Centro-Africana, informou a ONG Save the Children neste sábado (18).

O ataque aconteceu perto da fronteira com Camarões.

“O ataque tinha como alvo um comboio que transportava muçulmanos perto da cidade de Vakap, cerca de 30 km de Bouar. Deixou pelo menos dez mortos, entre eles três crianças”, anunciou a ONG, acrescentando que o comboio transportava famílias que fugiam da violência na região.

Segundo um integrante da ONG em Bangui, Mike McCusker, o ataque teria sido cometido com uma granada.

“Esse ataque mostra mais uma vez a que ponto mulheres e crianças estão em perigo. É inaceitável”, condenou McCusker.

Atos de violência têm acontecido com frequência na província, onde várias zonas afastadas estão fora de qualquer controle das forças internacionais africana (4.400 homens) e francesa (1.600 homens), estacionadas, sobretudo, em Bangui.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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ONU diz que civis foram amarrados antes de assassinato no Sudão do Sul

O subsecretário para os Direitos Humanos da ONU, Ivan Simonovic, informou nesta sexta-feira (17) ter visto no Sudão do Sul os corpos de civis que foram amarrados antes de serem assassinados.

Depois de uma visita a Bentiu, um importante centro petroleiro, o subsecretário classificou o lugar de “cidade fantasma”. Segundo ele, os combates eliminaram quase toda sua população de 40 mil habitantes.

“Quando um bando toma o controle de Bentiu, comete violações dos direitos humanos e assassina civis. Vimos entre 15 e 20 corpos em estado de decomposição na rua. Eram claramente civis que foram amarrados antes de serem assassinados”, declarou.

A ONU afirmou que está investigando a situação de violação dos direitos humanos. O primeiro relatório deve ser entregue em duas semanas.

Tanto o setor do presidente Salva Kiir como o de seu adversário, o ex-vice-presidente Riek Machar, foram acusados de ter cometido atrocidades durante este conflito.

Fontes humanitárias e analista calculam que o conflito já deixou 10.000 mortos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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