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Cientistas do MIT e da Nasa levam conexão Wi-Fi para a Lua

Foto da Lua (Foto: Thiago Souza)Foto da Lua (Foto: Thiago Souza)

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) e da Agência Espacial Americana (Nasa) demonstraram pela primeira vez ser possível levar à Lua conexão à internet sem fio (Wi-Fi), com banda larga o suficiente para fazer a transferência de um vídeo em alta definição.

Os cientistas conseguiram vencer os 384,6 mil quilômetros que separam a Terra da Lua para transmitir dados. Enviararam arquivos da Terra para a Lua a uma velocidade de 19,44 Megabits por segundo (Mbps) e da Lua para Terra a uma taxa de transferência de 622 Mbps. Para isso, usaram uma tecnologia que fornece conexão à internet por meio de raios laser.

“Comunicações a altas taxas da Terra à Lua usando raios laser são desafiantes porque a distância de 400 mil quilômetros dissipa os raios de luz”, afirmou em nota Mark Stevens, um dos pesquisadores do Laboratório Lincoln do MIT, que conduziu a pesquisa.

“É duplamente difícil ir além da atmosfera, porque a turbulência pode dobrar a luz, causando um rápido desvanecimento ou quedas do sinal para o receptor”, diz. Para fugir das interferências, os pesquisadores usaram quatro telescópios localizados no Novo México.

Esses transmissores enviaram sinal para um receptor na órbita da Lua. Esse aparelho, por sua vez, possuía um telescópio embutido que coletava o sinal para retransmiti-lo para fibras óticas similares às usadas na Terra. A partir daí a conexão era amplificada 30 mil vezes. Outro aparelho convertia os pulsos de luz em estímulos elétricos, que eram transformados novamente em bits. São esses pacotes que contém as mensagens enviadas por meio da internet.

A equipe do MIT e da NASA irá apresentar novos detalhes da experiência em 9 de junho durante a Conferência de Lasers e Eletro-Óptica (Cleo, na sigla em inglês), que ocorre na Califórnia.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas descobrem 14 novas espécies de ‘rãs dançarinas’ na Índia

Exemplar de nova espécie de "rã dançarina" que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Exemplar de nova espécie de “rã dançarina” que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

Um grupo de cientistas descobriu na Índia 14 novas espécies de um tipo de rã único no mundo, consideradas “relíquias viventes”, embora seu habitat esteja cada vez mais ameaçado. Esse anfíbio conhecido como “rã dançarina”, pelo movimento das patas traseiras dos machos durante o cortejo, só é encontrado em Western Ghats, uma cordilheira ao oeste da Índia em frente ao mar da Arábia, disse o cientista Sathyabhama Dás Biju.

O trabalho científico foi dirigido por este especialista em anfíbios, um reconhecido biólogo da Universidade de Délhi, que estudou durante 12 anos essas espécies com outros especialistas de diferentes centros do gigante asiático.

A investigação, publicada no “Ceylon Journal of Science”, é fruto do trabalho de campo realizado nos estados indianos de Kerala, Tamil Nadu, Karnataka e Maharashtra. Análises de DNA e características morfológicas foram indispensáveis na identificação das novas espécies.

As rãs pertencem à família das Micrixalidae e a um gênero único da Índia, denominado Micrixalus, do qual eram conhecidas outras 11 espécies até agora e cujas origens se remetem há 85 milhões de anos, o que justifica a consideração de “relíquias viventes”.

Estes pequenos animais vivem em correntes rápidas de água nas montanhas, em um habitat no qual 75 novos anfíbios foram descobertos nos últimos 15 anos. Segundo a fonte, uma centena de espécies ainda pode ser descrita cientificamente no local.

No entanto, os locais onde vivem se mostram cada vez mais ameaçados pela ação humana. Por isso as novas espécies “requerem ações imediatas para sua conservação”, já que a maioria vive em áreas sem proteção ambiental, advertem os cientistas.

O trabalho realizado pelos cientistas pôs em evidência a fragilidade do local, “altamente degradado e ameaçado pela pressão humana”, com consequências como a dissecação dos riachos vitais para a sobrevivência dessas rãs consideradas “espécies raras”.

Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas querem estudar terremotos silenciosos na Nova Zelândia

Produtos caídos ao chão após o terremoto desta segunda-feira (20) na pequena cidade de Wairarapa (Foto: Marty Melville/AFP)Produtos caídos ao chão após o terremoto em janeiro deste ano na pequena cidade de Wairarapa, que fica na Ilha Norte da Nova Zelândia (Foto: Marty Melville/AFP)

Uma equipe de sismólogos vai estudar os chamados “terremotos silenciosos” na fossa de Hikurangi, uma área de convergência de placas tectônicas que ficam em frente à ilha Norte da Nova Zelândia e que, acreditam os cientistas, seja capaz de gerar tremores de 9 graus de magnitude.

Durante as próximas duas semanas os cientistas vão colocar instrumentos de medição sísmica procedentes do Japão e dos Estados Unidos para estudar por um ano a atividade nesta área, situada na baía Poverty. As informações são do jornal “New Zealand Herald”.

O projeto representa a maior instalação de instrumentos no leito marinho na Nova Zelândia para estudar os eventos sísmicos lentos ou terremotos silenciosos, nos quais os deslocamentos não causam estrondos e acontecem, ao contrário de um terremoto convencional, em um período de horas, semanas ou meses. Os instrumentos fornecerão maior informação sobre os tremores e tsunamis na fossa de Hikurangi.

Tremores silenciosos na Nova Zelândia

Fossa de Hikurangi fica em frente à llha Norte do país, onde está a capital, Wellington

Ali, os terremotos silenciosos acontecem com um intervalo aproximado de cerca de 18 meses e deslocam porções de terreno dois centímetros para leste a cada uma ou duas semanas. Se este mesmo deslocamento se desse em alguns segundos, em vez de semanas, registraria terremotos de uma intensidade de seis a sete graus.

“As zonas de subducção, como a que se encontra em frente à ilha do Norte, podem gerar os maiores terremotos do mundo”, explicou o sismólogo neozelandês Bill Fry ao lembrar os tremores de Sumatra (Indonésia) em 2004 e o de Tohuku (Japão) em 2011, que registraram uma intensidade de 9,1 e 9 graus, respectivamente.

A Nova Zelândia se assenta na falha entre as placas tectônicas do Pacífico e Oceania e registra cerca de 14 mil terremotos a cada ano, dos quais entre 100 e 150 têm a potência suficiente para serem percebidos.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas encontram nova cepa de gripe aviária em pinguins da Antártica

Um novo tipo de gripe das aves foi detectada pela primeira vez em pinguins-de-adélia, na Antártica, embora o vírus não pareça deixar os animais doentes, anunciaram cientistas.

O vírus é diferente de qualquer outra cepa conhecida da ciência, destacaram os pesquisadores em um estudo publicado no periódico “mBio”, da Sociedade Americana de Microbiologia.

“Ele deixa um monte de perguntas sem resposta”, afirmou o principal autor do estudo, Aeron Hurt, cientista sênior do Centro de Colaboração da Organização Mundial da Saúde para Referência e Pesquisa sobre Influenza, em Melbourne, Austrália.

Segundo a agência France Presse, as descobertas mostram que o “vírus da gripe das aves podem descer até a Antártica e se manter nas populações de pinguins”, afirmou.

Exemplar de pinguim-de-Adéle, espécie que pode ser encontrada na Antártica (Foto: Stan Shebs/Wikimedia Commons)Exemplar de pinguim-de-Adéle, espécie que pode
ser encontrada na Antártica
(Foto: Stan Shebs/Wikimedia Commons)

O estudo é o primeiro a detectar vírus vivos da gripe em pinguins vivos, embora uma pesquisa anterior tenha encontrado evidências de anticorpos de gripe no sangue dessas aves. No entanto, não se sabe com que frequência diferentes cepas são introduzidas na Antártica, se os tipos letais poderiam sobreviver lá e quais animais ou ecossistemas permitiriam a sobrevivência do vírus.

Hurt e seus colegas coletaram amostras de cerca de 300 pinguins-de-adélia na Baía do Almirantado e em Rada Covadonga, em janeiro e fevereiro de 2013. A Baía é onde está localizada a Estação Científica Comandante Ferraz, pertencente ao Brasil e que abriga militares e pesquisadores.

Eles encontraram vírus vivos e infecciosos da gripe das aves em oito amostras: quase 3% das aves. Os pinguins não aparentavam estar doentes. Todas as amostras eram de vírus da gripe H11N2, que são muito similares uns aos outros.

Mas quando os cientistas compararam as sequências do genoma de quatro dos vírus com uma base de dados pública de vírus humanos e animais, “nós descobrimos que este vírus era diferente de qualquer outra coisa detectada no mundo”, disse Hurt.

“Todos os genes eram altamente diferentes dos contemporâneos AIVs (vírus da gripe das aves) que circulam em outros continentes dos hemisférios Norte ou Sul”, prosseguiu.

Um tipo bastante conhecido de gripe das aves é o H5N1, que acredita-se que seja transportado por patos migratórios. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 650 pessoas foram infectadas com o H5N1 e cerca de 60% morreram vítimas da doença. O vírus também é altamente letal em aves de criação.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas descobrem 14 novas espécies de ‘rãs dançarinas’ na Índia

Exemplar de nova espécie de "rã dançarina" que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Exemplar de nova espécie de “rã dançarina” que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

Um grupo de cientistas descobriu na Índia 14 novas espécies de um tipo de rã único no mundo, consideradas “relíquias viventes”, embora seu habitat esteja cada vez mais ameaçado. Esse anfíbio conhecido como “rã dançarina”, pelo movimento das patas traseiras dos machos durante o cortejo, só é encontrado em Western Ghats, uma cordilheira ao oeste da Índia em frente ao mar da Arábia, disse o cientista Sathyabhama Dás Biju.

O trabalho científico foi dirigido por este especialista em anfíbios, um reconhecido biólogo da Universidade de Délhi, que estudou durante 12 anos essas espécies com outros especialistas de diferentes centros do gigante asiático.

A investigação, publicada no “Ceylon Journal of Science”, é fruto do trabalho de campo realizado nos estados indianos de Kerala, Tamil Nadu, Karnataka e Maharashtra. Análises de DNA e características morfológicas foram indispensáveis na identificação das novas espécies.

As rãs pertencem à família das Micrixalidae e a um gênero único da Índia, denominado Micrixalus, do qual eram conhecidas outras 11 espécies até agora e cujas origens se remetem há 85 milhões de anos, o que justifica a consideração de “relíquias viventes”.

Estes pequenos animais vivem em correntes rápidas de água nas montanhas, em um habitat no qual 75 novos anfíbios foram descobertos nos últimos 15 anos. Segundo a fonte, uma centena de espécies ainda pode ser descrita cientificamente no local.

No entanto, os locais onde vivem se mostram cada vez mais ameaçados pela ação humana. Por isso as novas espécies “requerem ações imediatas para sua conservação”, já que a maioria vive em áreas sem proteção ambiental, advertem os cientistas.

O trabalho realizado pelos cientistas pôs em evidência a fragilidade do local, “altamente degradado e ameaçado pela pressão humana”, com consequências como a dissecação dos riachos vitais para a sobrevivência dessas rãs consideradas “espécies raras”.

Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas criam vulcão em laboratório para estudar raios em cinzas

Cientistas conseguiram reproduzir raios em meio à coluna de fumaça no laboratório (Foto: BBC)Cientistas conseguiram reproduzir raios em meio à coluna de fumaça no laboratório (Foto: BBC)

Um estudo realizado na Universidade Ludwig Maximilian em Munique, Alemanha, usa um vulcão criado em laboratório para estudar a incidência de raios que ocorre na coluna de fumaça durante uma erupção.

Corrado Cimarelli, um pesquisador italiano, estuda os raios que são observados frequentemente durante uma erupção em um pequeno vulcão, cuja abertura tem apenas três centímetros de diametro.

O “vulcão de laboratório” permite recriar e estudar os processos que dão origem às condições elétricas necessárias para que estes raios aconteçam. O objetivo é aprender mais sobre a natureza dos vulcões a partir do comportamento destes raios em suas colunas de fumaça.

“Os raios podem nos dizer muito sobre a estrutura da coluna de fumaça da erupção e sobre os tamanhos das partículas de cinzas”, disse Cimarelli à BBC.

Estas informações poderão dar uma indicação se uma erupção pode apresentar algum tipo de risco para aviões, acrescentou o cientista.

Raios
Apesar de ser pequeno, o vulcão de laboratório conseguiu reproduzir as condições que desencadeiam os raios em volta da coluna de fumaça durante a erupção. O mecanismo é simples: um tubo de metal quente e pressurizado do qual cinzas verdadeiras de vulcão, coletadas no Popocateptl do México, são aceleradas e lançadas em alta velocidade.

O vídeo em câmera lenta conseguiu capturar imagens dos minúsculos raios ‘dançando’ em volta da coluna de cinzas e fumaça.

Para conseguir descargas elétricas em um vulcão real é necessário um grande potencial elétrico entre as diferentes regiões da nuvem de erupção. As partículas de cinza podem ser carregadas ao serem quebradas ou friccionadas umas contra as outras.

Se as cargas são grandes o bastante e estão nos lugares certos dentro da coluna de fumaça e cinzas, um raio pode ‘pular’ de um lugar para outro. A partir da experiência na universidade alemã ficou claro que o tamanho das partículas é um fator muito importante. Quanto menores forem as partículas, maior o número de raios.

“Nós mudamos sistematicamente os tamanhos do material que estávamos usando e notamos que, se diminuíssemos o tamanho do grão da cinza, produzíamos mais raios”, afirmou Cimarelli.

A equipe do cientista italiano agora está levando os dados coletados no vulcão de laboratório para estudar um vulcão de verdade, o Sakurajima, no Japão. Este vulcão produz regularmente raios espetaculares.

Os cientistas vão verificar alguns fatos relativos ao tamanho das partículas das cinzas expelidas pelo vulcão. “O tamanho das partículas determina o tempo de permanência na atmosfera e, quanto menores elas forem, mais tempo elas ficam para serem carregadas pelo vento”, disse o cientista italiano.

“Isto, é claro, significa que se você tem partículas menores, elas podem ser carregadas por longas distâncias. E isto é uma má notícia para a aviação, algo que já sabemos depois da erupção do Eujafjallajokull em 2010.”

A fumaça expelida durante uma erupção do vulcão islandês paralisou o tráfego aéreo no continente europeu por diversos dias, causando imenso transtorno.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas fazem música com robôs voadores

Drones fazem música tirando sons de copos (Foto: BBC/Reprodução)Drones fazem música tirando sons de copos (Foto: BBC/Reprodução)

Cientistas americanos criaram uma banda de música com pequenas aeronaves não tripuladas, conhecidas como drones.

Daniel Mellinger, ex-estudante da Universidade da Pensilvânia e um dos fundadores da empresa KMel Robotics, afirmou que o grupo trabalha há anos com este tipo de tecnologia.

O resultado foi a ‘banda de drones’, composta por pequenos robôs voadores que carregam sensores.

Por meio de computadores, a equipe de Melliger envia comandos para as aeronaves e, com isso, controla seus movimentos nos instrumentos musicais.

Além disso, os cientistas criaram novos instrumentos, como uma guitarra de uma corda só, tudo para que os drones pudessem fazer música mais facilmente.

Cientistas criaram guitarra de uma corda para drone tocar (Foto: BBC/Reprodução)Cientistas criaram guitarra de uma corda para drone tocar (Foto: BBC/Reprodução)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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