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Cientista cria guarda-chuva inteligente para coletar dados sobre o clima

Um sensor acoplado à cobertura do guarda-chuva detecta a chuva e envia os dados por redes sem fio (Foto: Rolf Hut/BBC)Um sensor acoplado à cobertura do guarda-chuva detecta a chuva e envia os dados por redes sem fio (Foto: Rolf Hut/BBC)

O cientista Rolf Hut, da Universidade de Tecnologia Delft, na Holanda, tem um plano ambicioso: transformar cada guarda-chuva do mundo em uma pequena estação meteorológica.

E ele já tem um protótipo. Seu invento usa um pequeno sensor que detecta gotas de chuva que caem sobre o tecido do guarda-chuva e envia informações por bluetooth, um tipo de rede sem fio, para um celular, que por sua vez transmite os dados para um computador.

Na visão de Hut, milhares desses equipamentos em ação trariam melhorias significativas para a medição do clima.

“Hoje usamos satélites e radares, mas não medimos a chuva conforme ela atinge o solo, como costumávamos fazer. É muito caro manter um aparelho de medição tradicional”, disse o pesquisador à BBC.

“Por isso, o número desses aparelhos em uso por agências meteorológicas está caindo, e isso é um problema no gerenciamento de recursos hídricos ou para a pesquisa hidrológica porque não há mais como ter em mão dados suficientes como antes.”

Resultados animadores
Hut exibiu seu protótipo de guarda-chuva inteligente na assembleia geral da União Europeia de Geociências, em Viena, na Áustria.

O sensor acoplado à cobertura do guarda-chuva mede a vibração gerada pelas gotas d’água. O sensor fica conectado a um aparelho que transmite sinais por bluetooth para um programa instalado no celular, que envia a informação para um laptop.

Segundo Hut, os resultados dos testes feitos em seu laboratório e no quintal de sua casa foram animadores e indicam que vale a pena seguir desenvolvendo a ideia.

“Alguma dia, todo guarda-chuva viria com esse tipo de tecnologia, ou os modelos mais caros ao menos. Para começar a enviar dados, bastaria abrir o guarda-chuva”, diz o cientista.

“Teríamos assim centenas de medidores circulando por uma cidade, o que melhoraria muito nossa habilidade para compreender a hidrologia urbana e nossa capacidade de prever inundações e tomar medidas quando houver uma situação crítica.”

Para-brisa inteligente
Outros grupos de cientistas vêm investigando abordagens similares com para-brisas inteligentes que acionam automaticamente os limpadores de um carro quando detecta chuva e ajustam sua velocidade conforme a intensidade da chuva.

Uma análise feita pelo cientista Chris Kidd, da Nasa, revelou que o número de medidores de chuva em uso atualmente é pequeno e eles dificilmente fornecem dados em tempo real.

Além disso, Kidd explica que as informações produzidas por satélites e radares devem ser complementadas com os dados coletados no solo:

“Precisamos encontrar formas de melhorar isso. Há um projeto interessante em Sahel, na África, em que estão pagando fazendeiros pela coleta de dados e pela manutenção dos medidores. Assim, eles têm incentivos para manter tudo em bom funcionamento.”

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientista russo fotografa a alma no momento da morte!

Cientista russo fotografa a alma no momento da morte! : E-farsas.com – Desvendando farsas da web desde 2002!.recentcomments a{display:inline !important;padding:0 !important;margin:0 !important;} E-farsas.com – Desvendando farsas da web desde 2002! RSS Delicious Digg Facebook Twitter Google Plus Youtube HomeSobreO AutorE-farsasArquivãoContatoAnuncieCientista russo fotografa a alma no momento da morte! Postado por Gilmar Lopes no dia 2 de outubro de 2013 47 Comentários

Com uma câmera bioeletrográfica, o cientista russo Konstantin Korotkov afirma ter conseguido fotografar o exato momento de que a alma saiu do corpo de uma pessoa! Será?

A notícia, acompanhada da imagem abaixo, apareceu nas redes sociais e em diversos sites e blogs na última semana de setembro de 2013. De acordo com o texto, um cientista russo chamado Konstantin Korotkov afirmou ter conseguido registrar o momento em que a alma de uma pessoa saia do corpo, no momento exato de sua morte.

A foto teria sido obtida através de um método de visualização de descarga de gás, uma técnica avançada conhecida como “fotografia Kirlian”, que mostra em azul a força de vida da pessoa deixando o corpo gradualmente.

O artigo ainda afirma que, de acordo com Korotkov, “a alma” das pessoas que sofrem uma morte violenta e inesperada geralmente se manifesta um estado de confusão em suas configurações de energia e tentam retornar ao corpo nos dias seguintes à morte.

Cientista teria conseguido fotografar a alma saindo do corpo! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução)Cientista teria conseguido fotografar a alma saindo do corpo! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução)

 

Verdadeiro ou falso?

Antes de responder a essa pergunta, uma série de outras perguntas devem ser feitas:

Quando exatamente ocorre a morte?

Médicos, cientistas, religiosos, filósofos… Ninguém ainda chegou a um consenso sobre a hora definitiva de declarar alguém realmente morto.

Antigamente, quando o coração parava já era o fim. Anos mais tarde, com os avanços da medicina, as massagens cardíacas e remédios mais poderosos podiam trazer o paciente de volta.

O jovem Steven Thorpe foi declarado morto, mas saiu do coma! (foto: Divulgação)O jovem Steven Thorpe foi declarado morto, saiu do coma e se recuperou! (foto: Divulgação)

Hoje em dia, os médicos realizam testes no doente para determinar o quão vivo seu cérebro está, mas erros de interpretações ainda acontecem.

Citando um caso de 2008, por exemplo, o jovem britânico de 17 anos Steven Thorpe entrou em coma após um acidente de carro que lhe deixou feridas graves em sua cabeça. Os médicos realizaram 3 exames minuciosos e concluíram que o diagnóstico era morte encefálica. Os sinais cerebrais eram tão fracos que a morte já estava dada como certa. Depois de duas semanas, para espanto de todos, Steven saiu do coma e começou a se recuperar e hoje, inexplicavelmente, tem uma vida quase normal.

Para os médicos, a morte cerebral é “a” morte! Mas não é todo mundo que pensa assim… Para a família, um coração batendo ainda pode significar um fio de esperança (ainda que o cérebro tenha sido declarado morto).

Como foram inventados aparelhos que funcionam como pulmões e corações artificiais, que dão uma sobrevida ao paciente na UTI, ficou muito mais complicado de se saber exatamente o que é (e quando ocorre) a morte. Os médicos tiveram que chegar a um “acordo” (se é que podemos chamar assim) para decidir o que fazer quando o cérebro do paciente parar de vez. Decidiram, então, “desligar” o encéfalo (o pedaçinho do sistema nervoso central que controla todas as funções que nosso corpo faz de forma automática: respiração, batimento cardíaco e etc.) nos casos de morte cerebral. Dessa forma, o corpo morre também (e os órgãos ainda podem servir para doações!).

Onde fica a alma?

Não se sabe ao certo o que é a alma e, muito menos, onde ela fica (caso exista de fato)!

Religiosos tratam a existência da alma de maneiras diferentes até entre eles mesmos e cada religião acredita naquilo que lhes foram ensinados. Os católicos, por exemplo, acreditam que a alma possui a mesma forma que a do nosso corpo. Já os espíritas veem a alma como uma entidade que reencarna várias vezes aqui na Terra e, a cada nova encarnação, essa alma evolui e muda a sua forma.

Alguns acham que a alma nem exista… De qualquer maneira, não podemos medir a alma com nenhuma ferramenta.

O peso da alma

E por falar em medir a alma, seria bom acrescentar aqui um estudo (sem nenhum embasamento científico, que fique bem claro!) de um doutor norte-americano chamado Duncan MacDougall. Em 1901, o doutor chegou à conclusão de que a alma de cada indivíduo pesaria 21 gramas.

O Dr. Duncan chegou a esse resultado após pesar vários cadáveres de seis cães antes e depois das suas mortes e percebeu que os bichos continuavam pesando a mesma coisa. Depois, o doutor fez o mesmo teste com seis mulheres e notou que, diferente dos animais, as defuntas ficavam 21 gramas mais leves, em media.

Olha só que legal! De uma só vez, o Dr. Duncan MacDougall teria feito duas “importantes” descobertas. Em primeiro lugar, que a alma possuía massa e pesava 21 gramas e, em segundo lugar, que cachorros não tinham alma!

O que parece engraçado hoje foi tido como uma grande descoberta na época, mas descobriu-se posteriormente que os resultados apresentados por MacDougall eram falsos, pois a metodologia usada nos testes era cheia de falhas. Por exemplo, das seis cobaias humanas, apenas uma apresentou uma perda de peso real de 21 gramas. As outras cinco… Nem tchun!

Ah! Esse mito criado pelo Dr. Duncan MacDougall ficou famoso nos Estados Unidos e no mundo, acabou entrando para a literatura de ficção e, em 2003, serviu de roteiro para o filme 21 Gramas!

Capa do filme '21 GramasCapa do filme ’21 Gramas” de 2003! (foto: Divulgação)

O doutor Konstantin Korotkov

O doutor Korotkov possui um currículo invejável, como podemos ver em seu site que ele mantém para também vender as suas câmeras e outros aparelhos. Dentre outros títulos e cargos, ele é Vice-Diretor do Instituto de Saint-Petersburg Federal de Pesquisa de Cultura Física, Professor de Ciência da Computação e Biofísica em Saint-Petersburg Universidade Federal de tecnologias informacionais, Mecânica e Ótica e Presidente da União Internacional para a médica e Aplicada Bioeletrografia.

Não vamos aqui encher de explicações sobre o trabalho do ilustríssimo doutor, só gostaríamos de compartilhar a pequena pesquisa feita pelo cientista Gennady Shevelev, que fez uma busca dentre os ex-colegas do dr. Konstantin Korotkov e descobriu que muitas das coisas publicadas por ele são meramente ficcionais. Shevelev também encontrou diversas falhas nas pesquisas publicadas por Korotkov.

Mais um detalhe que não pode passar em branco é uma das frases atribuídas ao doutor Konstantin. Segundo o texto que circula pela web, o doutor consegue medir (e fotografar) as diferenças na alma de quem teve uma morte violenta e inesperada daquela de quem teve uma morte natural.

A dúvida que fica é: Como ele fez para registrar a alma da pessoa que teve uma morte violenta? Será que ele teve que esperar alguém morrer de forma violenta para, então, fotografar a alma?

Um ponto que chama a atenção na sua vasta lista de títulos é seu enorme conhecimento na Bioelegrafia. Esse tipo de fotografia, que é chamado de “técnica avançada” nas diversas versões da notícia que circulam pela web, é uma forma de fotografia não tão nova assim. Foi criada por um inventor russo chamado Semyon Davidovich Kirlian, em 1939.

A Kirliangrafia é um processo que ocorre quando um objeto aterrado eletricamente descarrega faíscas entre ele e um eletrodo gerando o campo elétrico. Quando estas faíscas são capturadas no filme dão a aparência de uma aura em volta do objeto (sendo ele vivo ou não). A tal aura pode mudar de cor e de formato devido a variações nas descargas elétricas, temperatura, umidade, pressão e outros fatores externos, mas mesmo assim algumas entidades ainda usam isso hoje em dia para diagnosticar doenças. Você acredita que tem gente que paga (caro) pra ter um diagnóstico assim?

Kirliangrafia (foto: Reprodução)Kirliangrafia (foto: Reprodução)

Mas se a técnica é antiga e não possui nenhum embasamento científico, por que o doutor está fazendo sucesso ao afirmar que consegue fotografar a alma?

Sinceramente, não sabemos! Talvez seja o marketing (sempre ele).

As fotos

Uma das poucas fotos publicadas por Konstantin Korotkov é essa aqui:

alma2

Podemos notar que a fotografia acima não tem nada a ver com a Kirliangrafia. Enquanto que a fotografia de Kirlian exibe uma aura em volta do objeto fotografado, essa imagem publicada por Konstantin se parece mais com uma foto de infravermelho, daquelas que colorem de acordo com o calor. Isso não prova em nada a existência da alma e tampouco que ela teria sido fotografada pelo doutor.

E, pra terminar, não podemos deixar de falar sobre a imagem que acompanha essa notícia. Será que ela é real?

Cientista teria conseguido fotografar a alma saindo do corpo! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução)“Transfiguração: figura fantasmagórica deixando o corpo” (Oscar Burriel/Science)

Negativo. A foto é falsa!

Essa imagem é uma montagem feita por Oscar Burriel para o Science Photo Library. A fotomontagem se chama “Transfiguração: figura fantasmagórica deixando o corpo”.

Alguém deve ter achado a “fotografia da alma” publicada por Konstantin meio sem graça, resolveu trocar por essa montagem (bem mais legal, diga-se de passagem) e espalhou pela web.

Conclusão

Farsa! A notícia da fotografia da alma não deve ser levada à sério.

 

 

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Tags: alma, bioeletrográfica, Cientista, farsa, fotografa, Kirlian, Konstantin Korotkov, momento, morte, russo
11 respostas para “Cientista russo fotografa a alma no momento da morte!”Anderson disse:3 de outubro de 2013 às 6:59

Como disse o caca silva pelo face

Ótima matéria.
Só não entendi uma parte não ficou nada incompleto aqui?
…Decidiram, então, fazer com que o encéfalo (o pedaçinho do sistema nervoso central que controla todas as funções que nosso corpo faz de forma automática: respiração, batimento cardíaco e etc.). Dessa forma, o corpo morre também…
Decidiram fazer com que o encéfalo o que?

ResponderGilmar Lopes disse:3 de outubro de 2013 às 9:20

já arrumei! Valeu

ResponderNeemias Watzko disse:3 de outubro de 2013 às 8:32

Bom dia!

Poderia revisar o texto nesta parte? Acho que está faltando alguma coisa:

“Decidiram, então, fazer com que o encéfalo (o pedaçinho do sistema nervoso central que controla todas as funções que nosso corpo faz de forma automática: respiração, batimento cardíaco e etc.).”

ResponderGilmar Lopes disse:3 de outubro de 2013 às 8:46

verdade! obrigado pelo toque!

ResponderNeemias Watzko disse:3 de outubro de 2013 às 11:16

Éh Gilmar,

Você tem leitores chatos…
Hahahahahaha.

ResponderGilmar Lopes disse:3 de outubro de 2013 às 11:17

:) Mas é muito bem-vinda essa ajuda!

ResponderMarcos A. disse:3 de outubro de 2013 às 8:59

O sucesso do doutor em questão com certeza é pelo marketing somado a vontade enorme das pessoas de ter alguma prova de que a morte não é o fim. É dessa forma que charlatões, inclusive inúmeras igrejas por ai, conseguem vender seu produto que é a promessa de algo além da vida terrena. Se eu fosse uma pessoa carismática, cara de pau e pilantra, com certeza deixaria meu emprego e abriria minha própria fábrica de ilusões.

ResponderLuiz Roberto Turatti disse:3 de outubro de 2013 às 9:00

Para onde vai a alma… (http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=40286&cat=Artigos).

ResponderLuiz Roberto Turatti disse:3 de outubro de 2013 às 9:02

Para onde vai a alma das pessoas que morrem?

(http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=40286&cat=Artigos).

ResponderDevanir Nunes disse:3 de outubro de 2013 às 9:14

A palavra “áurea” foi utilizada diversas vezes. Em todas elas o correto seria “aura”.

ResponderGilmar Lopes disse:3 de outubro de 2013 às 10:39

Corrigido! Obrigado!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Cientista divulga gravação de idioma que deu origem a línguas europeias

Cientistas dizem ter conseguido, pela primeira vez, criar um registro fonético de um antigo idioma falado por nosso ancestrais há quatro mil anos.

Acredita-se que o idioma, conhecido como PIE (língua protoindo-europeia), era falado entre 4.500 e 2.500 a.C na Europa e na Ásia, e deu origem a línguas atuais como o português.

Em 1868, o linguista alemão August Schleicher reconstruiu um vocabulário da PIE e escreveu uma fábula no idioma, chamada “A ovelha e os cavalos”. Em uma gravação, o linguista Andrew Byrd, da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, lê a fábula em uma simulação da língua.

Aproximação educada
A língua protoindo-europeia teria sido um ancestral comum das línguas indo-europeias. Uma descrição desta protolíngua, feita a partir da observação sobre as semelhanças e diferenças sistemáticas entre as línguas indo-europeias, é tida como uma das grandes realizações dos linguistas a partir do início do século 19.

A imagem mostra a hipótese Kurgan, possivelmente a explicação mais provável para como a cultura e a língua se espalharam pela Europa e Ásia (Foto: BBC)A imagem mostra a hipótese Kurgan, possivelmente a
explicação mais provável para como a cultura e a língua
se espalharam pela Europa e Ásia (Foto: BBC)

Apesar de não haver registro concreto da PIE, Byrd recriou a fala baseada no som de palavras antigas de idiomas indo-europeus como latim, grego e sânscrito. Não há maneira de criar uma versão definitiva da língua, e Byrd disse à BBC Brasil que sua pronúncia é uma aproximação baseada em uma “visão particular de como os sons seriam pronunciados.”

A fábula foi primeiramente escrita em alemão, para depois ser traduzida para PIE como uma forma de experimentar o vocabulário. “As línguas diferem em como elas combinam os sons, e elas usam essas combinações para criar novas palavras”, contou Byrd.

A gravação foi publicada na versão online da revista “Archaeology”, como parte de um estudo baseado em descobertas arqueológicas ligadas a tradições da cultura indo-europeia. Apesar do interesse gerado por sua gravação, Byrd diz que não tem intenção de fazer outras, principalmente porque ele teria que criar novas histórias que ainda não foram escritas.

A mesma fábula é usada por outros linguistas e é atualizada à medida que mais descobertas são feitas sobre a língua.

Controvérsias
As línguas indo-europeias descendem de um idioma comum que deu origem tanto às línguas europeias quanto às asiáticas. Algumas das muitas línguas modernas que provêm da família indo-europeia incluem inglês, sueco e persa. “Há 6.500 anos, farsi (persa) e inglês eram a mesma língua. Isso é muito legal, e te dá um sensação de união”, disse Byrd ao site de notícias “Huffington Post”.

Devido à falta de informação disponível, a PIE é um tema bastante discutido entre pesquisadores. Byrd acredita que a PIE provavelmente foi falada nas estepes da Eurásia há cerca de 6.500 anos, mas outros pesquisadores defendem a teoria de que ela teria sido falada na Turquia milhares de anos antes.

Provavelmente nunca saberemos o verdadeiro som da PIE, e Byrd brincou dizendo que a única maneira de criar uma gravação definitiva seria com a criação de uma máquina do tempo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Maior montanha da Suécia pode estar diminuindo de tamanho, diz cientista

A Suécia poderá em breve ser obrigada designar um novo pico mais alto do país, já que sua montanha mais elevada está perdendo altura a cada ano devido ao degelo.

O pico sul do Kebnekaise, situado no extremo norte do país, está perdendo sua altura original com o passar dos anos, afirmou a geógrafa da Universidade de Estocolmo, Gunhild Rosqvist.

A especialista em história climática, que dirige uma estação de pesquisas na região, assinalou que o processo de degelo é provocado por um clima mais quente que o normal. As primeiras medições do pico feitas em 1902 revelavam uma altura de 2.121 metros.

Este ano, a altura registrada foi de 2.099 metros, ou seja, apenas três metros a mais que o pico norte de Kebnekaise que, por ser feito de rocha, não varia. Rosqvist afirma que o pico mais alto do país terá de ser revisado nos manuais de geografia daqui dois ou três anos.

O Kebnekaise é um destino turístico famoso, que pode ser escalado por pessoas com pouca experiência.

Na Suécia, montanha Kebnekaise está sofrendo com a mudança climática (Foto: Mg-k/Wikimedia Commons)Na Suécia, montanha Kebnekaise está sofrendo com a mudança climática (Foto: Mg-k/Wikimedia Commons)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Carreira em TI: Cientista de dados é profissão do futuro

Companhias precisam de pessoas boas em matemática e estatística, que dominem tecnologias digitais e saibam transformar informações em negócios

Apaixonado por números, o estatístico Julio Guedes aprendeu em seus 17 anos de experiência no mercado financeiro a analisar grandes bancos de dados para encontrar informações que possam aumentar a lucratividade dos negócios. Com essa habilidade, ele tornou-se cientista de dados e ocupa atualmente o cargo de gerente-executivo de Analytics e Data Intelligence para a América Latina da Serasa Experian, onde é desafiado diariamente pelo fenômeno do Big Data.

A companhia onde Guedes trabalha processa mais de 6 milhões de consultas por dia para atender os mais de 500 mil clientes direitos e indiretos. Para tentar extrair ouro dessa grande mina de dados e dar inteligência aos negócios, o executivo conta com ajuda de uma equipe de mais de cem especialistas em Big Data distribuídos pela América Latina, sendo que 70 estão baseados no Brasil.

O desafio desse cientista de dados é capturar informações em tempo real, sendo a maioria não-estruturadas, como as publicadas em redes sociais, sites e nos diferentes Diários Oficiais. Guedes filtra tudo, cruza, analisa com os diversos bancos de dados da companhia e entrega relatórios valiosos que apóiam as estratégias de negócios. Desse trabalho surgem novos produtos que a Serasa Experian vende para seus clientes com a proposta de ajudá-los a reduzir o risco na concessão de crédito e coibir operações fraudulentas.

“Checamos se as pessoas que estão fazendo novas compras são realmente quem dizem ser”, explica Guedes, destacando que esse trabalho diminui calotes no mercado. “Dar crédito para inadimplente é um problema e trava a economia”, avalia o executivo. Ele considera que o cientista de dados é peça-chave para as companhias que operam com grandes massas de informações. Na sua visão, esse profissional é a conexão com o mercado porque transforma dados em negócios.

Profissionais como Guedes estão sendo muito demandados pelo mercado. Com aumento do interesse das organizações pela implementação de projetos de Big Data, a profissão de cientista de dados ganhou importância e se tornou uma carreira promissora, tendo sido considerada pela revista Harvard Busines Review como o emprego mais sexy do século 21.

Esses talentos estão sendo recrutados por empresas como PayPal, Amazon e HP. Os departamentos de TI também estão procurando por cientistas de dados e especialistas em ferramentas Hadoop, projetadas para uso intensivo de dados e aplicações distribuída e adotadas por sites populares como o Yahoo, Facebook, LinkedIn e eBay. As oportunidades de trabalho para esses profissionais estão surgindo em todos os setores, entre eles varejo, finanças, energia, saúde, utilities e mídia.

Porém, como se trata de uma profissão nova, achar gente com esse tipo de capacitação não é tarefa fácil. Especialmente no Brasil, onde há déficit de talentos qualificados em TI. A procura por cientista de dados vai crescer, alerta o instituto de pesquisas Gartner. Segundo estudos da consultoria, a ampliação das iniciativas de Big Data exigirá a contratação de um exército de 4,4 milhões de especialistas nessa área em todo o mundo até 2015.

Segundo Peter Sondergaard, vice-presidente sênior do Gartner, ter profissionais especializados para dar suporte a Big Data é um desafio global. Ele constata que os sistemas de educação tanto públicos quanto privados são falhos e não têm como formar essa quantidade de profissionais na velocidade que as empresas precisam.

“Essa área vai movimentar a economia no mundo todo, mas apenas um terço dos cargos será preenchido”, estima Sondergaard. Ele prevê que os especialistas em dados serão muito valorizados no mercado global. Das 4,4 milhões de oportunidades que serão geradas, 1,9 milhão serão oferecidas na América do Norte, 1,2 milhão serão abertas na Europa Ocidental e o 1,3 milhão restante será distribuído pela Ásia/Pacifico e América Latina.

Pelas projeções do Gartner, o Brasil deverá abrir 500 mil vagas para profissionais com habilidades em Big Data nesse período. O problema é onde buscar esses talentos, considerados uma preciosidade não só aqui, mas também no mercado externo.

Busca por especialização

As universidades do Brasil ainda não oferecem graduação para formação de cientistas de dados. Os Estados Unidos estão um passo adiante e algumas instituições estão criando cursos nesse nível para os que querem seguir a carreira. Por aqui, os programas oferecidos são mais no campo da pós-graduação. A Serasa Experian, por exemplo, resolveu criar um curso sob medida para capacitar seus talentos em Big Data.

A empresa fechou uma parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo (USP) para oferecer uma pós-graduação em “Inteligência Analítica”, com duração de 18 meses. O curso começou no ano passado, mas por enquanto é fechado para funcionários da companhia. A empresa tem intenção de abrir essa especialização para o mercado.

A Escola de Matemática Aplicada (Emap) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro também está oferecendo especialização em Big Data pelo seu programa de pós-graduação. O mestrado é em Modelagem Matemática da Informação, tem duração de dois anos e engloba disciplinas de Matemática Aplicada, Ciência da Informação e Ciência da Computação.

O coordenador da pós-graduação da Emap FGV, Renato Rocha Souza, explica que o mestrado foi criado para atender a demanda por profissionais com habilidades em Big Data no Brasil. O curso tem o objetivo de apresentar aos alunos as diferentes técnicas de data mining, processo de exploração e mineração de dados para tentar preencher a lacuna existente pela falta de graduação nessa área.

Segundo Souza, os que procuram a pós-graduação da Emap FGV são geralmente profissionais de áreas técnicas e os que “gostam” de números como engenheiros, matemáticos, estatísticos, cientistas da computação e economistas. São alunos que procuram o curso em busca de novas oportunidades do mercado de trabalho.

De acordo com o professor, esses talentos têm sido bastante requisitados pelas empresas e ganham bons salários. Alunos do curso estão trabalhando em organizações como Petrobras e Gávea Investimentos. “Temos visto universidades oferecendo mestrado em Big Data porque é mais fácil misturar as matérias que são importantes para o currículo”, constata Pedro Desouza, cientista de dados brasileiro, que exerce o cargo de gerente sênior de Consultoria Inteligência de Negócios da EMC, baseado em Dallas, nos Estados Unidos.

Competências necessárias

O cientista de dados tem de saber programação, ser capaz de criar modelos estatísticos e ter o conhecimento e domínio apropriado de negócios. Precisa também compreender as diferentes plataformas de Big Data e como elas funcionam. Usualmente esse profissional é formado em estatística, matemática ou ciências da computação.

Desouza explica que cientista de dados tem capacidade analítica para identificar informações de valor e fazer previsões de situações com base na tecnologia de Big Data. Ele tem de transformar tabelas de números em palavras e ser bom em comunicação para traduzir dados na linguagem dos negócios.

“O cientista de dados também precisa ter muita criatividade para conseguir construir gráficos bonitos, com boa visualização e que possam ser compreendidos pelos clientes. Eles têm de saber transformar cem tabelas em duas com dados fáceis de serem interpretados”, ensina Desouza.

É para ajudar na formação desses profissionais que a EMC promoveu em janeiro no Brasil a primeira edição da Summer School on Big Data (Escola de Verão EMC em Big Data). O curso gratuito de uma semana recebeu cerca de 700 inscrições, sendo que 160 foram selecionados para participar das aulas.

O programa reuniu pesquisadores, estudantes de pós-graduação e profissionais interessados em atuar nessa área. Segundo Angelo Ciarlini, gerente de Pesquisa do Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Big Data da EMC, a Escola de Verão teve o objetivo incentivar a pesquisa em Big Data no Brasil e formar especialistas no assunto.

 

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Publicado por em 22 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Carreira em TI: Cientista de dados é profissão do futuro

Companhias precisam de pessoas boas em matemática e estatística, que dominem tecnologias digitais e saibam transformar informações em negócios

Apaixonado por números, o estatístico Julio Guedes aprendeu em seus 17 anos de experiência no mercado financeiro a analisar grandes bancos de dados para encontrar informações que possam aumentar a lucratividade dos negócios. Com essa habilidade, ele tornou-se cientista de dados e ocupa atualmente o cargo de gerente-executivo de Analytics e Data Intelligence para a América Latina da Serasa Experian, onde é desafiado diariamente pelo fenômeno do Big Data.

A companhia onde Guedes trabalha processa mais de 6 milhões de consultas por dia para atender os mais de 500 mil clientes direitos e indiretos. Para tentar extrair ouro dessa grande mina de dados e dar inteligência aos negócios, o executivo conta com ajuda de uma equipe de mais de cem especialistas em Big Data distribuídos pela América Latina, sendo que 70 estão baseados no Brasil.

O desafio desse cientista de dados é capturar informações em tempo real, sendo a maioria não-estruturadas, como as publicadas em redes sociais, sites e nos diferentes Diários Oficiais. Guedes filtra tudo, cruza, analisa com os diversos bancos de dados da companhia e entrega relatórios valiosos que apóiam as estratégias de negócios. Desse trabalho surgem novos produtos que a Serasa Experian vende para seus clientes com a proposta de ajudá-los a reduzir o risco na concessão de crédito e coibir operações fraudulentas.

“Checamos se as pessoas que estão fazendo novas compras são realmente quem dizem ser”, explica Guedes, destacando que esse trabalho diminui calotes no mercado. “Dar crédito para inadimplente é um problema e trava a economia”, avalia o executivo. Ele considera que o cientista de dados é peça-chave para as companhias que operam com grandes massas de informações. Na sua visão, esse profissional é a conexão com o mercado porque transforma dados em negócios.

Profissionais como Guedes estão sendo muito demandados pelo mercado. Com aumento do interesse das organizações pela implementação de projetos de Big Data, a profissão de cientista de dados ganhou importância e se tornou uma carreira promissora, tendo sido considerada pela revista Harvard Busines Review como o emprego mais sexy do século 21.

Esses talentos estão sendo recrutados por empresas como PayPal, Amazon e HP. Os departamentos de TI também estão procurando por cientistas de dados e especialistas em ferramentas Hadoop, projetadas para uso intensivo de dados e aplicações distribuída e adotadas por sites populares como o Yahoo, Facebook, LinkedIn e eBay. As oportunidades de trabalho para esses profissionais estão surgindo em todos os setores, entre eles varejo, finanças, energia, saúde, utilities e mídia.

Porém, como se trata de uma profissão nova, achar gente com esse tipo de capacitação não é tarefa fácil. Especialmente no Brasil, onde há déficit de talentos qualificados em TI. A procura por cientista de dados vai crescer, alerta o instituto de pesquisas Gartner. Segundo estudos da consultoria, a ampliação das iniciativas de Big Data exigirá a contratação de um exército de 4,4 milhões de especialistas nessa área em todo o mundo até 2015.

Segundo Peter Sondergaard, vice-presidente sênior do Gartner, ter profissionais especializados para dar suporte a Big Data é um desafio global. Ele constata que os sistemas de educação tanto públicos quanto privados são falhos e não têm como formar essa quantidade de profissionais na velocidade que as empresas precisam.

“Essa área vai movimentar a economia no mundo todo, mas apenas um terço dos cargos será preenchido”, estima Sondergaard. Ele prevê que os especialistas em dados serão muito valorizados no mercado global. Das 4,4 milhões de oportunidades que serão geradas, 1,9 milhão serão oferecidas na América do Norte, 1,2 milhão serão abertas na Europa Ocidental e o 1,3 milhão restante será distribuído pela Ásia/Pacifico e América Latina.

Pelas projeções do Gartner, o Brasil deverá abrir 500 mil vagas para profissionais com habilidades em Big Data nesse período. O problema é onde buscar esses talentos, considerados uma preciosidade não só aqui, mas também no mercado externo.

Busca por especialização

As universidades do Brasil ainda não oferecem graduação para formação de cientistas de dados. Os Estados Unidos estão um passo adiante e algumas instituições estão criando cursos nesse nível para os que querem seguir a carreira. Por aqui, os programas oferecidos são mais no campo da pós-graduação. A Serasa Experian, por exemplo, resolveu criar um curso sob medida para capacitar seus talentos em Big Data.

A empresa fechou uma parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo (USP) para oferecer uma pós-graduação em “Inteligência Analítica”, com duração de 18 meses. O curso começou no ano passado, mas por enquanto é fechado para funcionários da companhia. A empresa tem intenção de abrir essa especialização para o mercado.

A Escola de Matemática Aplicada (Emap) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro também está oferecendo especialização em Big Data pelo seu programa de pós-graduação. O mestrado é em Modelagem Matemática da Informação, tem duração de dois anos e engloba disciplinas de Matemática Aplicada, Ciência da Informação e Ciência da Computação.

O coordenador da pós-graduação da Emap FGV, Renato Rocha Souza, explica que o mestrado foi criado para atender a demanda por profissionais com habilidades em Big Data no Brasil. O curso tem o objetivo de apresentar aos alunos as diferentes técnicas de data mining, processo de exploração e mineração de dados para tentar preencher a lacuna existente pela falta de graduação nessa área.

Segundo Souza, os que procuram a pós-graduação da Emap FGV são geralmente profissionais de áreas técnicas e os que “gostam” de números como engenheiros, matemáticos, estatísticos, cientistas da computação e economistas. São alunos que procuram o curso em busca de novas oportunidades do mercado de trabalho.

De acordo com o professor, esses talentos têm sido bastante requisitados pelas empresas e ganham bons salários. Alunos do curso estão trabalhando em organizações como Petrobras e Gávea Investimentos. “Temos visto universidades oferecendo mestrado em Big Data porque é mais fácil misturar as matérias que são importantes para o currículo”, constata Pedro Desouza, cientista de dados brasileiro, que exerce o cargo de gerente sênior de Consultoria Inteligência de Negócios da EMC, baseado em Dallas, nos Estados Unidos.

Competências necessárias

O cientista de dados tem de saber programação, ser capaz de criar modelos estatísticos e ter o conhecimento e domínio apropriado de negócios. Precisa também compreender as diferentes plataformas de Big Data e como elas funcionam. Usualmente esse profissional é formado em estatística, matemática ou ciências da computação.

Desouza explica que cientista de dados tem capacidade analítica para identificar informações de valor e fazer previsões de situações com base na tecnologia de Big Data. Ele tem de transformar tabelas de números em palavras e ser bom em comunicação para traduzir dados na linguagem dos negócios.

“O cientista de dados também precisa ter muita criatividade para conseguir construir gráficos bonitos, com boa visualização e que possam ser compreendidos pelos clientes. Eles têm de saber transformar cem tabelas em duas com dados fáceis de serem interpretados”, ensina Desouza.

É para ajudar na formação desses profissionais que a EMC promoveu em janeiro no Brasil a primeira edição da Summer School on Big Data (Escola de Verão EMC em Big Data). O curso gratuito de uma semana recebeu cerca de 700 inscrições, sendo que 160 foram selecionados para participar das aulas.

O programa reuniu pesquisadores, estudantes de pós-graduação e profissionais interessados em atuar nessa área. Segundo Angelo Ciarlini, gerente de Pesquisa do Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Big Data da EMC, a Escola de Verão teve o objetivo incentivar a pesquisa em Big Data no Brasil e formar especialistas no assunto.

 

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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