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Força Aérea chinesa recruta macacos contra aves que atrapalham voos

Militar caminha com exemplar de macaco que deve ser utilizado em operação contra pássaros na China (Foto: Divulgação/Ministério Nacional da Defesa da China)Militar caminha com exemplar de macaco que deve ser utilizado em operação contra pássaros na China (Foto: Divulgação/Ministério Nacional da Defesa da China)

A Força Aérea da China treinou um grupo de macacos para ajudar a proteger uma base aérea próxima a Pequim contra uma superpopulação de pássaros, considerada ameaça aos voos.

Os macacos foram treinados para destruir os ninhos nas árvores da região e afugentar os pássaros. As aves têm atrapalhado com frequência os pousos e decolagens de caças na base, cuja localização exata não foi revelada.

A base já havia tomado diversas medidas para tentar solucionar o problema com os pássaros. As soluções foram desde fogos de artifício até espantalhos e armas de fogo, mas nada demonstrou ser tão eficaz como os macacos.

Os primatas respondem com “obediência de recrutas” aos assobios por meio dos quais seus treinadores dão ordens. Eles já destruíram mais de 180 ninhos nos arredores da base – uma média de seis por macaco.

Revolução dos bichos
Essa não é a primeira vez que um exército utiliza animais domesticados em corpos de elite: nos Estados Unidos, por exemplo, é comum o uso de golfinhos em missões de detecção de minas.

Os principais ajudantes dos exércitos do mundo, no entanto, são os cachorros, fundamentais em diversas operações militares, inclusive na que levou à morte do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, da qual o pastor belga chamado “Cairo” participou.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Força Aérea chinesa recruta macacos contra aves que atrapalham voos

Militar caminha com exemplar de macaco que deve ser utilizado em operação contra pássaros na China (Foto: Divulgação/Ministério Nacional da Defesa da China)Militar caminha com exemplar de macaco que deve ser utilizado em operação contra pássaros na China (Foto: Divulgação/Ministério Nacional da Defesa da China)

A Força Aérea da China treinou um grupo de macacos para ajudar a proteger uma base aérea próxima a Pequim contra uma superpopulação de pássaros, considerada ameaça aos voos.

Os macacos foram treinados para destruir os ninhos nas árvores da região e afugentar os pássaros. As aves têm atrapalhado com frequência os pousos e decolagens de caças na base, cuja localização exata não foi revelada.

A base já havia tomado diversas medidas para tentar solucionar o problema com os pássaros. As soluções foram desde fogos de artifício até espantalhos e armas de fogo, mas nada demonstrou ser tão eficaz como os macacos.

Os primatas respondem com “obediência de recrutas” aos assobios por meio dos quais seus treinadores dão ordens. Eles já destruíram mais de 180 ninhos nos arredores da base – uma média de seis por macaco.

Revolução dos bichos
Essa não é a primeira vez que um exército utiliza animais domesticados em corpos de elite: nos Estados Unidos, por exemplo, é comum o uso de golfinhos em missões de detecção de minas.

Os principais ajudantes dos exércitos do mundo, no entanto, são os cachorros, fundamentais em diversas operações militares, inclusive na que levou à morte do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, da qual o pastor belga chamado “Cairo” participou.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Chinesa é flagrada com mochila em formato de cabeça de tigre realista

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02/05/2014 10h09 – Atualizado em 02/05/2014 10h09

Mulher espera para atravessar cruzamento com mochila em formato de cabeça de tigre realista em Xangai, na China (Foto: Aly Song/Reuters)Mulher espera para atravessar cruzamento com mochila em formato de cabeça de tigre realista em Xangai, na China (Foto: Aly Song/Reuters)

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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EUA espionaram servidores de empresa chinesa, diz ‘NYT’

A Agência Nacional de Inteligência (NSA) dos Estados Unidos teve acesso aos servidores da gigante tecnológica chinesa Huawei, que Washington considerou nos últimos anos como uma ameaça para a segurança, segundo informou neste sábado (22) o jornal “The New York Times”.

A informação, publicada na edição digital do jornal, cita como fonte documentos facilitados pelo ex-analista da CIA Edward Snowden.

Segundo esta publicação, a NSA penetrou nos servidores da Huawei em sua sede de Shenzhen, na China, obtendo informações sobre as operações da empresa e controlando as comunicações de seus diretores.

Um dos objetivos da operação, batizada de “Shotgiant”, era tentar localizar possíveis vínculos entre a Huawei e o Exército Popular de Libertação, segundo um documento datado em 2010.

Os planos, no entanto, iam além e passavam também por explorar a tecnologia da empresa para poder controlar comunicações em seus aparatos exportados a outros países, afirma o “The New York Times”.

“Muitos de nossos objetivos se comunicam com produtos produzidos pela Huawei”, assinala o documento da NSA citado pelo jornal, que acrescenta: “Queremos assegurar que sabemos como explorar estes produtos” para “conseguir acesso às redes de interesse”.

Nos últimos anos, os EUA acusaram em várias ocasiões a China de atos de ciberespionagem e roubo de dados de empresas do país.

Além disso, as autoridades americanas trataram de frear a expansão da Huawei e outras empresas chinesas em seu território, alegando que ameaçam a segurança nacional.

Assim assinalava um relatório do Congresso aprovado em 2012, que recomendava ao governo não utilizar produtos da companhia e pedia às empresas americanas não se associar com ela ao considerar que poderia oferecer uma porta à espionagem chinesa.

O movimento produziu então um forte conflito entre Washington e Pequim.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Google vende unidade de celulares da Motorola para chinesa Lenovo

Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)

O Google anunciou nesta quarta-feira (29) a venda da unidade de aparelhos celulares Motorola para a chinesa Lenovo. O acordo foi fechado por cerca de US$ 3 bilhões, segundo comunicado da empresa americana.

O valor é bem abaixo dos US$ 12,5 bilhões pagos pelo Google em 2012, na conclusão da compra da Motorola Mobility, como é chamada a área de celulares da empresa.

A Lenovo irá comprar a divisão do Google que inclui os smartphones Moto X, o primeiro desenvolvido pela Motorola em parceria com o Google e apresentado no ano passado, e Moto G. A empresa chinesa usará combinação de dinheiro e ações, assim como receitas antecipadas, para financiar o acordo, diz a Reuters. Segundo a agência, a Lenovo está sendo assessorada pelo Credit Suisse e a Lazard assessora o Google na transação.

Segundo comunicado, “esse acordo fortalece a posição da Lenovo no mercado de smartphones”. A Motorola Mobility, parceira do sistema operacional Android, é responsável pela fabricação de tablets e smartphones, como o Xoom e o Atrix. A Lenovo tem negócio forte na área de computadores e crescente de smartphones.

Procuradas pelo G1, a Lenovo do Brasil e a Google Brasil disseram que não comentarão o assunto nesta quarta-feira.

A Lenovo anunciou, no começo deste ano, que a operação de aquisição da brasileira CCE foi concluída no dia 2 de janeiro. A empresa se tornou dona de 100% da CCE, após uma transação que envolveu ações e dinheiro em espécie, totalizando R$ 300 milhões.

Peso da marca
Para o gerente de pesquisas da consultoria IDC Brasil, Bruno Freitas, a aquisição reforça a estratégia da Lenovo de ser o maior produtor do mercado de dispositivos móveis. “É um passo extremamente importante porque, no mercado de mobilidade, a marca tem um peso fundamental”, disse ao G1.

Em 2013, a Lenovo ficou em quinto lugar no mercado mundial de smartphones, com 4,5% de participação de mercado. Para superar a líder Samsung, que tem 31% do mercado, segundo Freitas, “a Lenovo ainda tem que remar bastante”. Na segunda posição do mercado em 2013 está a Apple, com 15% das vendas, seguida pela Huawei (4,9%) e pela LG (4,8%).

No Brasil, o analista afirma que a junção CCE, adquirida pela Lenovo em 2012, e Motorola é positiva. “A CCE tem uma presença importante no Brasil em algumas regiões, com unidades de fabricação local. Por sua vez, a Motorola já vinha se fortalecendo no Brasil, especialmente com lançamento Moto X, que foi um movimento muito importante. É um bom momento para a Lenovo no Brasil”, avalia.

Freitas não acredita que o Google tenha feito um mau negócio ao vender a Motorola já que a gigante de buscas deve manter patentes de desenvolvimento. “O Google tem dado alguns passos em direção à mobilidade, especialmente em relação à internet. Talvez em termos de patentes houvesse algo ali que pudesse mais beneficiar a plataforma do que fazer a empresa ganhar com uma unidade de hardware. Difícil dizer se foi um passo errado. Talvez a gente consiga enxergar daqui a alguns anos”, conclui.

Moto X, novo celular da Motorola montado no Brasil (Foto: Divulgação)Moto X, celular da Motorola  (Foto: Divulgação)

Entenda a venda
Desde que foi adquirida pelo Google em 2011, a Motorola vinha dando prejuízo ao Google. Mas as perdas diminuíam trimestre a trimestre. Na época, a aquisição da companhia finlandesa foi tratada como um marco da virada de paradigmas: uma companhia de internet se tornava dona de uma fabricante icônica de celulares.

A venda pode ser considerada inesperada pelo mercado, porque os primeiros celulares projetados pela companhia após ser adquirida pelo Google foram lançados na segunda metade de 2013. O Moto X se destaca por conjugar bem aplicativos nativos do Android e as potencialidades do sistema – o outro aparelho é o Moto G, uma versão mais simples.

A negociação pode ser também explicada pelo domínio do Google em smartphones, mas no campo dos sistemas operacionais. Mais de 80% dos smartphones em todo o mundo rodam o Android, um produto com a marca Google.

As últimas aquisições do Google mostram que a companhia está migrando para outros campos de negócios, como a robótica (Boston Dynamics) e a automação doméstica (Nest).  Para a Lenovo, a negociação pode ser a porta de entrada para o mercado de smartphones no ocidente. Potência dos eletrônicos na Ásia, a companhia ainda reluta em começar a vender seus celulares em países europeus, latino-americanos e nos EUA.

A empresa chinesa avança rápido. Nasceu em 2005 após comprar a área de computadores pessoais da IBM e se tornou em 2013 a maior fabricante de PCs do mundo. Essa trajetória passou pelo Brasil, com a compra da empresa nacional CCE em 2012. Recentemente, adquiriu a área de servidores da IBM.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pinguins ganham roupa tradicional chinesa em festa do Ano Novo Lunar

A celebração do Ano Novo Lunar tem envolvido não apenas os moradores do Japão, mas até os animais. Dois pinguins foram flagrados vestindo roupas tradicionais chinesas em uma caminhada de celebração neste domingo (25) em Tóquio.

As festas de comemoração da data serão realizadas até 9 de fevereiro.

Pinguins são flagrados vestindo roupas tradicionais chinesas em uma caminhada de celebração neste domingo (25) em Tóquio (Foto: Toru Yamanaka/AFP)Pinguins são flagrados vestindo roupas tradicionais chinesas em uma caminhada de celebração neste domingo (25) em Tóquio (Foto: Toru Yamanaka/AFP)

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Poluição chinesa cruza o Pacífico e atinge os EUA, diz estudo

Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China; estudo mostra que poluição chinesa chega até os Estados Unidos (Foto: Reuters/Stringer)Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China; estudo mostra que poluição chinesa chega até os Estados Unidos (Foto: Reuters/Stringer)

A poluição chinesa viaja em grandes quantidades pelo Pacífico até os Estados Unidos, concluiu um novo estudo. Dessa forma, problemas ambientais e de saúde tornam-se efeitos colaterais inesperados da demanda norte-americana pelos produtos manufaturados baratos vindos da China.

Em alguns dias, a queima de combustíveis fósseis na China pode ser responsável por até um quarto da poluição de sulfato no oeste dos Estados Unidos, disse uma equipe de pesquisadores chineses e norte-americanos num relatório publicado pela Academia Nacional de Ciência dos EUA, uma associação de acadêmicos sem fins lucrativos.

Cidades como Los Angeles recebem pelo menos um dia extra de fumaça por ano do óxido de nitrogênio e monóxido de carbono das fábricas chinesas dependentes das exportações, segundo o estudo.

“Nós terceirizamos a nossa produção e muito da nossa poluição, mas parte dela está sendo soprada de volta pelo Pacífico para nos assombrar”, declarou Steve Davis, um dos autores do estudo.

Um terço dos gases do efeito estufa produzidos na China vem das indústrias exportadoras, de acordo com o instituto norte-americano Worldwatch. Vizinhos da China como o Japão e a Coréia do Sul têm sofrido com a poluição chinesa nas últimas décadas.

A poluição que atravessa fronteiras tem sido por vários anos um tema das negociações internacionais sobre mudanças climáticas, nas quais a China defende que países desenvolvidos devem se responsabilizar por uma parcela da sua emissão de gases do efeito estufa, já que ela é consequência da produção de bens para o Ocidente.

A pesquisa mostra que temas comerciais devem ser considerados no diálogo global para diminuir a poluição. “A cooperação internacional para reduzir o transporte da poluição pelo ar entre fronteiras deve enfrentar a questão sobre quem é o responsável pelas emissões em um país durante a produção de bens para o consumo no outro”, afirmou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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