RSS

Arquivo da tag: chefe

Chefe de Inteligência dos EUA pede documentos roubados a Snowden

O chefe da Direção de Inteligência Nacional dos Estados Unidos (DNI), James Clapper, pediu nesta quarta-feira (29) ao ex-analista Edward Snowden que devolva os documentos ‘roubados’ da Agência de Segurança Nacional (NSA), parte dos quais tornou públicos, porque isso supõe ‘uma grave ameaça’ à segurança nacional.

‘Snowden disse que ganhou e que cumpriu sua missão. Se esse é o caso, peço-lhe, assim como a seus cúmplices, que devolva os documentos roubados que ainda não tornou públicos para evitar danos extras à segurança dos Estados Unidos’, declarou Clapper à Comissão de Inteligência do Senado.

Clapper afirmou que ‘o que Snowden roubou e expôs vai muito além de suas preocupações declaradas com os programas de vigilância nacional’.

‘Como consequência, perdemos fontes de inteligência estrangeira crucial’, acrescentou.

O comportamento do ex-analista, refugiado na Rússia, é ‘uma ameaça grave para nossa segurança nacional’, disse o diretor de Inteligência Militar, general Michael Flynn, que também prestou esclarecimentos aos senadores.

O governo americano acusa Snowden de ter roubado cerca de 58 mil documentos da NSA. Até agora, veículos de comunicação de diferentes países teriam publicado pelo menos mil deles.

‘Os terroristas e outros inimigos do nosso país vão seguir a escola dos métodos da Inteligência americana e o que conseguem é tornar nosso trabalho muito mais difícil’, advertiu Clapper, acrescentando que os grupos extremistas mudaram seu sistema de comunicação.

Fonte G1

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , ,

Chefe das Forças Armadas da Tailândia descarta golpe militar

O chefe da Forças Armadas da Tailândia, Thanasak Patimaprakorn, descartou neste sábado (18) que esteja sendo planejado um golpe militar e que queira se tornar no próximo primeiro-ministro do país.

Thanasak disse que os rumores de levante não têm fundamento e que a situação atual, após meses de manifestações antigoverno, não é crítica e não é preciso recorrer a legislações especiais, como a de exceção, segundo a web tailandesa Than Setthakij citada pelo jornal ‘Bangcoc Post’.

Manifestante anti-governo protestavam neste sábado (Foto: Reuters)Manifestante anti-governo protestavam neste sábado (Foto: Reuters)

O militar afirmou que os canais com a polícia estão abertos e mantêm boas relações.

A mobilização antigovernamental, que começou em outubro e cobrou força no final de novembro com a ocupação de ministérios, iniciou na segunda-feira passada um novo plano para paralisar Bangcoc com manifestações em pontos nevrálgicos da capital.

Desde então, houve atos de violência diários, e o mais grave aconteceu na sexta-feira em uma rua de Bangcoc, quando um desconhecido lançou uma granada contra uma passeata e feriu 36 pessoas, das quais uma faleceu nesta madrugada, um manifestante de 46 anos.

Alguns viram no aumento da violência uma tentativa de criar as condições adequadas para justificar um levante.

A última vez que os militares tailandeses se levantaram foi em 2006, em uma cruel operação que derrubou Thaksin Shinawatra, irmão da atual primeira-ministra, Yingluck.

Os manifestantes antigovernamentais exigem a formação de um conselho popular não eleito que reforme o sistema político e, uma vez limpa a administração de corrupção, chamar às urnas.

Yingluck, por sua vez, convocou eleições antecipadas para o próximo 2 de fevereiro e confia, como repetiu hoje, em que o resultado das urnas permita o país remontar a crise.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , , , ,

Chefe do exército do Egito é promovido a marechal

O general Abdel Fattah Al-Sissi, homem forte do Egito desde que anunciou a destituição do presidente islamita Mohamed Morsi em julho, foi promovido nesta segunda-feira (27) a marechal, a mais alta patente do exército egípcio, anunciou a presidência.

Há várias semanas, pessoas próximas ao marechal, que é também ministro da Defesa e vice-primeiro-ministro, não escondiam a intenção de Sissi de se apresentar às eleições presidenciais previstas para os próximos três meses.

Poucos militares egípcios alcançaram esta patente.

Entre eles o marechal Hussein Tantawi, ex-chefe do Conselho Supremo das Forças Armadas (CSFA), que assumiu um governo interino após a revolta popular que derrubou o ditador Hosni Mubarak, no início de 2011.

O CSFA é agora liderado pelo marechal Sissi, que sucedeu o marechal Tantawi no Ministério da Defesa, quando Morsi o afastou do cargo durante o verão de 2012.

Mursi, o único presidente democraticamente eleito do Egito, foi o primeiro líder que não pertencia ao exército a dirigir o mais populoso de todos os países árabes, mas nenhum dos seus antecessores, incluindo o ícone Gamal Abdel Nasser, chegou a ser marechal.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , ,

Chefe do Exército tem aval para ser candidato à presidência do Egito

General Abdel-Fattah el-Sissi faz um pronunciamento à população na televisão estatal egípcia nesta quarta-feira (3). O líder militar afirmou que o presidente será substituido presidente da corte constitucional (Foto: AP)General Abdel-Fattah el-Sissi (Foto: AP)

O comando militar do Egito aprovou nesta segunda-feira (27) a possibilidade de candidatura à presidência do general Abdel Fattah Al-Sissi, poucas horas após o anúncio de sua promoção a marechal, segundo a agência oficial Mena.

Esses anúncios representam para o chefe do exército e popular homem forte do Egito um passo importante para a sua candidatura nas eleições, previstas para acontecer em três meses.

Coube ao presidente interino Adli Mansur, instaurado pelo exército no início de julho após a destituição e prisão do islamita Mohamed Morsi, anunciar a promoção de Sissi.

No domingo, o chefe de Estado interino indicou que a eleição presidencial seria organizada ao mesmo tempo que as legislativas, um calendário que parece feito sob medida para o marechal, de 59 anos.

Há várias semanas, pessoas próximas ao marechal, que também é ministro da Defesa e vice-primeiro-ministro, não escondiam a intenção de Sissi de se apresentar às eleições.

Mas a Constituição adotada em meados de janeiro do ano passado determina que o presidente deve ser, obrigatoriamente, um civil. Portanto, se o marechal Sissi desejar, de fato, brigar pelo cargo, deverá desligar-se do exército ou aposentar-se.

A este respeito, um funcionário do governo explicou à AFP que a patente de marechal “poderia ser uma honraria concedida a Sissi antes de deixar o exército”.

A opinião é compartilhada por um segundo oficial, que pediu para não ser identificado.

A reunião do comando militar foi anunciada pela agência de notícias oficial Mena.

Para além dos imperativos constitucionais, para Karim Bitar, especialista em Oriente Médio, a promoção a marechal, a mais alta patente do exército egípcio, é “mais um passo na construção política e midiática do mito do salvador, o herói e o homem providencial”.

Além disso, o diretor de pesquisas do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (IRIS) nota que esta distinção, extremamente rara, acontece no momento em que as autoridades, lideradas de fato pelo exército, reprimem com um banho de sangue os islamitas partidários de Morsi.

“Normalmente, está distinção é concedida só depois de uma grande vitória militar. O que significa que consideram a repressão em curso uma ‘guerra contra o terrorismo’ e que vale como um triunfo no campo de batalha”, afirma.

Vice-premiê sai
Ao mesmo tempo, o vice-primeiro-ministro egípcio e titular da pasta de Cooperação Internacional, Ziad Baha Eldin, anunciou que apresentou sua renúncia ao chefe do governo, Hazem al Beblaui.

Em carta à Beblaui divulgada em sua página oficial no Facebook, o vice-primeiro-ministro considera que seu papel no próximo período da transição “será mais coerente e eficaz na ação política de partido e na ação jurídica”.

Repressão
Em sete meses, mais de 1.000 manifestantes pró-Morsi foram mortos na repressão implacável dos policiais e soldados, enquanto milhares de islamitas foram presos, incluindo quase todos os líderes da Irmandade Muçulmana, a influente confraria à qual pertence Morsi, o único presidente democraticamente eleito no Egito.

Desde então, os líderes do movimento islâmico estão sendo, assim como Morsi, julgados em processos nos quais enfrentam a pena de morte.

No final de dezembro, a Irmandade foi declarada uma “organização terrorista”, após um ataque mortal contra a polícia reivindicado por um grupo jihadista do Sinai, sem ligação conhecida com o movimento.

Esta península desértica se tornou desde a destituição de Morsi palco quase diário de ataques contra as forças de ordem, que perderam dezenas de homens em sete meses.

No sábado, o mesmo grupo jihadista, o Ansar Beit al-Maqdess, que diz se inspirar na rede terrorista da Al-Qaeda, afirmou ter derrubado um helicóptero do exército.

E os ataques, incluindo com carros-bomba, chegaram a atingir o Cairo, abalado por cinco explosões no último fim de semana.

A imprensa, em uníssono com o exército e a polícia, reiteram a retórica da ‘guerra contra o terrorismo’, e no sábado, por ocasião do terceiro aniversário da revolta que derrubou Hosni Mubarak do poder, milhares de egípcios se reuniram na simbólica praça Tahrir em favor de Sissi.

“Eu compreendo que as pessoas queiram Sissi como candidato. Elas temem pela sua segurança e exigem um homem forte”, diz Alfred Raouf, do partido liberal Al-Dostour, que apoiou a destituição de Morsi. Mas “eu teria preferido uma eleição presidencial entre candidatos civis para estabelecer uma democracia civil”.

Pois “o (futuro) presidente vai anunciar suas crenças e orientações políticas e os partidos políticos mais próximos irão se beneficiar” nas eleições parlamentares, ressalta, por sua vez, o cientista político Gamal Abdel Gawad Soltan.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 27 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , ,

Chefe da ONU retira convite para Irã participar de negociações sobre Síria

 A Organização das Nações Unidas afirmou nesta segunda-feira (20) que o secretário-geral, Ban Ki-moon, retirou um convite para o Irã participar das conversações sobre a paz na Síria, depois que Teerã declarou que não poderia aceitar um acordo alcançado em junho de 2012 que previa uma transição política síria.

“Ele (Ban) continua a exortar o Irã a se juntar ao consenso global por trás do comunicado de Genebra”, disse o porta-voz de Ban, Martin Nesirky. “Dado que ele (Irã) escolheu permanecer fora desta compreensão básica, (Ban) decidiu que a reunião de um dia em Montreux prosseguirá sem a participação do Irã”.

Ban disse anteriormente que a declaração pública do Irã de que não apoiava o acordo de 2012, que previa um governo de transição para a Síria, “não era consistente” com as garantias que lhe haviam sido dadas pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, antes de convidar o Irã a Montreux, na Suíça.

Ele acrescentou que Ban estava “profundamente decepcionado” com o repúdio do Irã ao acordo de 2012 que pretendia encerrar uma guerra de quase três anos na Síria, depois que Zarif sugeriu em conversas anteriores com o chefe da ONU que Teerã iria acatá-lo.

Um inesperado convite de última hora da ONU para que o Irã comparecesse à conferência de paz sobre a Síria colocou as negociações em dúvida, com a oposição síria dizendo que não participaria do diálogo se Ban não retirasse o convite.

Depois que Ban recuou, a oposição apoiada pelo Ocidente confirmou que fará parte das negociações de paz conhecidas amplamente como “Genebra 2”, marcadas para começar na quarta-feira.

Pouco antes de Nesirky falar a jornalistas, o embaixador iraniano na ONU, Mohammad Khazaee, emitiu uma declaração dizendo: “Se a participação do Irã está condicionada a aceitar o comunicado de Genebra 1, o Irã não vai participar da conferência Genebra 2”.

Irã e Rússia são os principais apoiadores estrangeiros do presidente sírio, Bashar al-Assad, e a presença de Teerã tem sido uma das questões mais controversas que pesam sobre a primeira negociação com participação do governo de Assad e seus opositores.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , , ,

Afeganistão tem primeira mulher chefe de polícia

A coronel Jamila Bayaz em seu escritório nesta quarta-feira (15) (Foto: Reuters)A coronel Jamila Bayaz em seu escritório nesta quarta-feira (15) (Foto: Reuters)

A coronel Jamila Bayaz começou nesta quarta-feira (15) seu trabalho como chefe de polícia de um distrito de Cabul, após sua nomeação ontem como a primeira mulher a ocupar o cargo de principal responsável policial em uma área no Afeganistão.

“É a primeira vez que o Ministério do Interior nomeia uma mulher para um cargo assim e servirei ao meu país da melhor maneira possível”, disse Bayaz à Agência Efe.

Bayaz, que até agora trabalhava no setor de investigação do quartel-general da polícia na capital, foi nomeada na terça como responsável pelo distrito número 1 de Cabul, uma zona administrativa e de negócios situada na parte velha da cidade.

“Prometo que servirei aos oprimidos e lutarei contra os ataques de nossos inimigos”, acrescentou a oficial.

O Afeganistão conta com 160 mil policiais, dos quais 2.200 são mulheres, que trabalham principalmente em questões de gênero e em unidades administrativas.

Entre os anos de 1996 e 2001, os talibãs proibiram as mulheres de trabalhar e sair de casa sem estarem acompanhadas por um homem da família.

Após a derrubada do grupo extremista por parte das forças da Otan lideradas pelos Estados Unidos, algumas mulheres começaram a trabalhar e ocupar cargos de responsabilidade no país asiático.

“O Ministério tem planos de nomear mais mulheres policiais em postos de mais importância, como chefe de polícia provincial e vice-ministras”, disse o porta-voz do Ministério do Interior, Sadiq Seddiqi, na cerimônia em que Bayaz foi nomeada.

A nova responsável pelo distrito 1 de Cabul terá que enfrentar um trabalho perigoso, já que nos últimos tempos as mulheres policiais se transformaram em alvo dos talibãs.

Em setembro passado, a tenente Negar foi baleada em Lashkar, capital da província de Helmad, poucos meses depois de que sua predecessora no cargo, Islam Bibi, foi assassinada, entre outros casos recentes.

O trabalho se torna mais inseguro a cada dia com a retirada das tropas internacionais, a ser concluída no final de 2014. A retirada obriga as forças de segurança afegãs a assumirem mais responsabilidades e riscos.

“Esta claro que é um trabalho complicado, especialmente como mulher, mas no lugar de sentir medo pelos possíveis ataques dos inimigos, realizarei meu trabalho igual a um homem”, afirmou Bayaz.

“Os talibãs não só se opõem às mulheres trabalharem fora de casa, mas também estão contra muitos homens por diferentes razões”, acrescentou a policial.

“Tenho certeza que serei uma boa chefe de polícia”, finalizou Bayaz.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , ,

Doadores prometeram US$ 2,4 bi em ajuda à Síria, diz chefe da ONU

A conferência de doadores para as vítimas da guerra na Síria, reunida nesta quarta-feira (15) no Kuwait, permitiu arrecadar promessas de ajuda de mais de US$ 2,4 bilhões, anunciou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Quase três anos de guerra civil no país deixaram milhões de pessoas com fome, doentes ou deslocadas da região onde viviam.

“Mais de 2,4 bilhões de dólares foram prometidos durante a conferência”, declarou Ban ao final da reunião, cuja organização esperava arrecadar US$ 6,5 bilhões em fundos para cobrir as necessidades dos milhões de deslocados e refugiados sírios.

A ONU estima que o conflito reverteu os ganhos de desenvolvimento da Síria em até 35 anos e que, agora, metade de sua população viva na pobreza.

O Kuwait anunciou a maior contribuição, com US$ 500 milhões, seguido pelos Estados Unidos, que se comprometeram em doar US$ 380 milhões.

A Grã-Bretanha anunciou uma ajuda de US$ 164 milhões, o Japão, de US$ 120 milhões, a Noruega, de US$ 75 milhões, enquanto a Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos prometeram US$ 60 milhões cada.

Desde o início da revolta em março de 2011 contra o regime de Bashar al-Assad, a violência na Síria causou mais de 130.000 mortes, 2,4 milhões de refugiados e milhões de deslocados.

Mas somente cerca de 70% do montante de US$ 1,5 bilhão prometido em um encontro semelhante no ano passado chegou aos cofres da ONU, numa indicação da fadiga dos doadores com a falta de perspectivas para o fim de derramamento de sangue no país.

A chefe da ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas, Valerie Amos, disse que todas as partes no conflito demonstraram “total desconsideração com suas responsabilidades perante as leis internacionais humanitárias e de direitos humanos.

“Crianças, mulheres, homens estão encurralados, com forme, doentes, perdendo a esperança”, disse Valerie aos representantes de 69 países que participam da conferência de doadores, realizada no Kuweit.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , ,