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Alog investe cerca de R$ 40 mi para iniciar obras do novo data center carioca

Unidade atenderá a demanda de empresas multinacionais do segmento financeiro, Óleo&Gas, redes e conteúdos digitais no Brasil.

A Alog Data Centers do Brasil, integrante do grupo Equinix, anuncia investimento de 40 milhões de reais na construção da primeira fase do data center carioca, no bairro de Del Castilho, que terá como missão atender à demanda de empresas multinacionais dos segmentos financeiro, Óleo&Gas , redes e conteúdos digitais no Brasil.

O nova unidade, que totalizará 17 mil m², terá capacidade de cerca de 1.170 racks, sendo 320 deles entregues na primeira fase da construção, de acordo com a empresa. A expectativa da Alog é que o projeto seja finalizado até março de 2013 e inaugurado em junho. 

Na estratégia, está o atendimento não somente do estado do Rio de Janeiro, mas também Minas Gerais e região Nordeste. A empresa irá focar em projetos modulares de colocation, sem deixar de oferecer serviços de hosting e cloud computing, além gerenciamento de ambientes.

“Estudamos mais de 20 localidades e fizemos um trabalho com os fornecedores para analisar, principalmente, a capacidade de energia sem grandes necessidades de investimento”, disse o vice-presidente da Alog, Eduardo Carvalho. Del Castilho é um lugar estratégico: tem grande capacidade de energia e fica perto da Linha Amarela (uma das principais vias expressas da cidade, com grande movimento e fácil acesso). 

Para fortalecer a operação, a Alog conta com parcerias estratégicas. Até o momento, a empresa está em negociação com seis operadoras: SAMM/CCR, Internexa, GlobalCrossing, Oi, Vivo/Telefônica e Moebius/NetBotanic. Mas informa que a finalização das obras, terão parceria com todas as principais operadoras do mercado. O novo data center terá fibras escuras até a outra unidade da empresa da cidade, que fica em Botafogo.

“Poderemos transportar qualquer operadora, uma vez que nossa unidade atual já é atendida por todas as operadoras. Isso é um grande diferencial”, conta Nelson Mendonça, diretor de Operações da Alog.

O data center de Del Castilho seguirá os mesmos princípios da unidade em Tamboré, segundo a Alog. Será totalmente desenvolvido com base em conceitos de sustentabilidade, preservando o meio ambiente, priorizando o controle do consumo da água, da poluição e do uso de material corretamente ecológico. Os equipamentos instalados utilizarão o mínimo dos recursos naturais e reduzirão ao máximo a emissão do CO2 na atmosfera. Com essa prática, a Alog pretende reduzir em pelo menos 70% o consumo de água e 10% no consumo de energia.

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Publicado por em 14 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Como melhorar a eficiência energética do data center?

Tecnologias e práticas de gestão podem ajudar a reduzir o consumo de energia em centro de dados.

Energia é o elemento básico para o funcionamento de qualquer data center. Porém, a energia elétrica de que precisam provoca mais calor e exige mais capacidade de refrigeração. Uma maneira de medir a eficiência energética nesses ambientes é por meio do Power Usage Effectiveness (PUE), razão entre a potência total consumida pela instalação de TI, refrigeração, iluminação etc, dividida pela eletricidade dos equipamentos de tecnologia. O melhor PUE é próximo de 1,0, embora 2,0 seja o mais comum entre os centros de dados.

Para melhorar o PUE e garantir eficiência energética, empresas como Google, Apple e Microsoft, em parceira com provedores de hosting, têm instalado seus centros de dados em locais adequados. A Google, por exemplo, aloca muitos de seus servidores no meio do Oceano Pacífico, prática que não é recomendada por muitos especialistas em razão de tsunamis, e também adotado técnicas para resfriamento por evaporação.
Além disso, o desenho de muitos dos datas centers mais eficientes do mundo inclui o uso de outras fontes de energia que não consomem combustível ou que tenham emissão reduzida de carbono. É o caso da Verne Global, que criou um data center neutro de carbono na Islândia, que se nutre de energia hidrelétrica e geotérmica [obtida a partir do calor proveniente da Terra].

Miguel Angel Ordonez, diretor do CPD da IBM Espanha, observa que o uso de tecnologias de refrigeração baseadas em ar externo é favorável ao meio ambiente. “A fase de seleção do local para um novo centro de dados está agora levando em conta fatores energeticamente favoráveis, como áreas com fontes mais baratas, energia renovável, edifícios mais sustentáveis de energia e certificável. O progresso tem sido significativo”, avalia.

A adoção de tecnologias de virtualização, com refrigeração de hardware ou a introdução de sistemas avançados de gerenciamento de energia no centro de dados são outros pontos de atenção desse mercado.

Outras tendências

No entanto, nem todos os analistas desse mercado concordam com a ideia de mudar centros de dados para outros países com o objetivo de reduzir os custos com energia. Jordi Torres, pesquisador do Centro Nacional de Supercomputação (BSC-CNS) em Barcelona, na Espanha, lembra que “a proximidade do data center com os usuários é essencial para garantir maior controle e disponibilidade da informação”.

Segundo José Luis Martorell, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Schneider Electric, tendências podem contribuir para melhorar a eficiência energética em centros de dados. “A fabricação de sistemas de baixa potência de computador, fornecimento eficiente de energia, refrigeração de equipamentos linha de base e/ou otimizados são alguns exemplos”, lista.

O Data Infrastructure Management Center (DCIM), prossegue, também tem sido destaque. O DCIM integra as disciplinas de TI e instalações, efetuando o acompanhamento inteligente da capacidade dos sistemas críticos.

Esse desenho permite que os gerentes de TI avaliem o consumo de energia. “Assim, é possível otimizar a localização de equipamentos de TI, tendo em conta os requisitos de energia, refrigeração e espaço. Essas capacidades são a chave para os processos de negócios em mudança de CPD,
melhorando assim a eficiência”, explica.

Mais eficiência com cloud

Para Martorell, o modelo de computação em nuvem “pode e deve ser um aditivo na jornada para a eficiência energética”. De acordo com ele, o primeiro passo para a cloud é a virtualização. “Cloud computing vai um passo além, ao adaptar as capacidades de TI aos requisitos de negócios, por isso é também um passo adiante em termos de eficiência operacional de TI e nível de energia”, acrescenta.

O executivo ressalta que a otimização da eficiência energética só será possível se houver alinhamento da infraestrutura com os equipamentos de TI. “Além disso, somente por meio de ferramentas DCIM é possível ter a visibilidade necessária para avaliar em que estágio está o ambiente”, completa.

Data centers modulares

Outra tendência crescente é a introdução de centros modulares de dados. Vários fornecedores já estão adotando essa estratégia, como IBM, HP, Oracle, Huawei e Dell.

O diretor de Desenvolvimento de Negócios de Cloud Computing da HP, Esther de Nicolas, afirma que a proposta da empresa para esse segmento, chamada de Ecopod, permite implementação de um data center em três meses e que os custos são 75% menores em comparação com o investimento realizado para a construção de um centro tradicional de dados. A economia de energia, de acordo com ele, chega a 95%.

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Publicado por em 14 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Prepare-se para a era do data center em uma caixa

Para analistas, mercado movimenta-se para integrar ofertas e unir, em um só equipamento, armazenamento, rede e storage.

Produtos integrados, que oferecem armazenamento, storage e outras tecnologias estão começando a ganhar força no mercado, indicam analistas do setor.

Basta olhar para a atuação de fornecedores de armazenamento, como EMC, Hewlett-Packard e NetApp, que ingressam no mundo do servidores, software e rede para oferecer pacotes de produtos e reforçar suas ofertas.

Até as startups estão de olho na tendência e desenhando estratégias nessa linha. No ano passado, por exemplo, a recém-criada Nutanix, de San Jose, Califórnia, Estados Unidos, apresentou um servidor virtualizado que está agrupado em conjunto com unidade de armazenamento de estado sólido e rígido, que pode ser gerido sob uma visão única.

“A tendência está começando a criar forma”, avalia Arun Taneja, analista principal da consultoria norte-americana The Taneja Group. Nos próximos dois anos, o mercado vai presenciar o que Taneja chama de “HyperConvergence” da computação.

Segundo ele, armazenamento e rede, juntos, registrarão adoção maciça nas companhias, especialmente entre empresas de pequeno e médio porte, que têm menos pessoal de TI para gerenciar infraestruturas cada vez mais complexas.

“Acredito que 2014 será o ano do HyperConvergence. Penso que 2013 será de educação, provas de conceito e testes iniciais, junto com as compras iniciais de produtos do tipo”, avalia.

Taneja afirma que embora fornecedoras de infraestrutura de TI como um todo tenham adotado conceitos mais abertos, isso não significa que as plataformas oferecidas serão mais consolidadas. Na visão do analista, grandes organizações de TI têm mais budget para lidar com o desafio de gerenciar peças separadas do ambiente tecnológico. Mas as empresas menores contam com profissionais com um perfil mais generalista para lidar com “um labirinto de equipamentos”, dificultando a tarefa, diz.

“Diante desse cenário, eu realmente acredito que é hora de consolidar a computação, redes e armazenamento para simplificar a vida de um administrador, especialmente em negócios de pequeno e médios portes”, aconselha Taneja. 

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Publicado por em 11 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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É possível gerenciar a energia de data center remotamente?

Empresas se dividem sobre a capacidade de acessar informações do centro de processamento de dados pela web.

Do conforto do seu sofá, talvez a partir de um tablet, já é possível ligar e desligar um gerador de energia de um data center tão grande quanto um prédio. Essa nova capacidade não é surpresa. O acesso remoto para executar funções do ambiente de dados, incluindo operações de rede, são rotina em muitas instalações. Qualquer pessoa que usa um serviço de nuvem para gerenciar ambientes pode fazê-lo remotamente.

Mas a capacidade de gerenciar a distância os sistemas críticos de um data center usando megawatts de energia – e também fazer backup desses sistemas com geradores enormes – ainda deixa algumas pessoas desconfortáveis. Eles veem a capacidade como um potencial risco para a segurança.

A Emerson Network Power, que atua no setor de continuidade de negócios, tem inserido capacidades semelhantes em seus produtos. Exemplo está na tecnologia Asco Powerquest, que, por meio de telas sensíveis ao toque e suporte a múltiplos dispositivos móveis, realiza o monitoramento e o controle de energia do data center.

O sistema pode ser ligado e desligado por meio da internet, uma capacidade que está sendo impulsionada. Essas mudanças exigem testes de gerador para as indústrias que prestam serviços críticos, observa Bhavesh Patel, diretor de Marketing para a linha Asco.

De acordo com ele, os usuários desse sistema, muitas vezes, conduzem testes do gerador fora do horário de pico e têm sistemas de geração espalhados em várias instalações para garantir disponibilidade e não interferir nas rotinas diárias do data center e demais funcionários da organização.

Mesmo assim, Philip Berman, ex-CIO, líder da prática de data center da PricewaterhouseCoopers, não se sente confortável com a gestão remota do ambiente por meio da web. “Prefiro ter o controle bem a minha frente”, diz.

Yves Carriere, gerente de um data center [que ele não quis revelar o nome], é contundente em relação à prática. “Se você pode desligá-lo remotamente, significa que alguém pode invadir o sistema”, preocupa-se.

Carriere e Berman não descartam a utilização de gerenciamento remoto em um futuro próximo, mas apontam que precisariam de mais informações sobre a segurança para que possam ser convencidos de que a prática não é arriscada.

Sobre o tema, Patel cita a operação do ATM [caixas eletrônicos], que hoje é amplamente usada pela internet, e até mesmo a cirurgia remota como prova de que um alto nível de confiança pode ser criado até para os sistemas mais críticos.

O diretor de Marketing para a linha Asco diz que é possível usar criptografia de 128 bits e que um dispositivo móvel com software de segurança instalado pode ser o primeiro nível de autenticação.

Keith Chapman, gerente de Arquitetura de Rede e Segurança da Stewart & Stevenson, especializada na fabricação de equipamentos para a indústria petrolífera e militar, tem um data center pequeno e o controle remoto de sistemas de potência crítica não é algo que a companhia precise. Mas ser capaz de monitorar as operações tornou-se algo vital.

Há dois anos, o data center passou a contar com uma ferramenta que notifica remotamente quando o gerador é ligado, ou se os suprimentos de bateria ou de combustível estão baixos. A tecnologia pode até mesmo verificar os níveis de combustível. Todas as mensagens colhidas são enviadas via e-mail para o administrador do data center.

Antes, o funcionário responsável pela segurança do edifício em que o data center está instalado ligaria para Chapman para dizer-lhe que o gerador foi executado. Agora, essa atividade não é mais necessária, já que os dados são enviados por meio da internet. Uma atividade simples, que segundo o executivo, passou a fazer grande diferença nas operações. E o que pensa a sua empresa sobre esse recurso?

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Publicado por em 10 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Launch Center Pro facilita suas ações no iPhone

PRÓTorna uso do iPhone mais rápido e intuitivo; várias opções de personalização; utilidade do app só cresce com o usoCONTRAFalta de opção para apenas abrir o Mail ou criar uma nova mensagem; habilidade para importar e exportar Grupos seria uma boaFabricante: App Cubby

Preço: US$2

É fácil o bastante navegar no seu Mac sem nenhum add-on. Você pode passear pelas pastas para encontrar o que precisa, e usar o menu do Spotlight para buscar por arquivos e abrir apps mais rapidamente. Usuários mais experientes tendem a preferir utilitários de terceiros como o LaunchBar ou Alfred. Esses são apps impulsionados por teclado que tornam rápido o trabalho de executar ações comuns para os usuários.

Não há um equivalente direto para esses utilitários baseados em teclado para o iOS. Mas o aplicativo Launch Center Pro (US$2), da App Cubby, oferece uma interface robusta e dirigida pelo toque que fornece aos usuários uma maneira impressionantemente inteligente para navegarem no iPhone de forma mais rápida.

launchcenterproios01.png

A tela inicial do iPhone é boa para abrir apps – apesar de ela certamente ficar pesada e desajeitada para navegar quando você possui muitas telas cheias de aplicativos. Em vez disso, o Launch Center tem um foco maior nas ações: mesmo sendo possível configurar o software para apenas abrir apps, você também pode na maioria das vezes alavancar ações específicas nesses programas, economizando tempo e toques na tela.

A maneira mais fácil de explicar o que o Launch Center Pro pode fazer é dando exemplos. Quando você instala o software pela primeira vez, algumas das suas opções padrão incluem Flashlight/Lanterna, (Brilho) Mudar, e Google Prompt/Iniciar Google. A primeira opção aciona o flash de LED do seu iPhone para funcionar como uma lanterna. A segunda faz a mudança entre duas configurações de brilho para o seu aparelho – sem exigir que você mude para o app nativo Ajustes para fazer isso. (Você pode customizar os níveis de brilho entre os quais o botão se alterna.) E a opção Google Prompt abre um campo de texto: toque no botão Go e você é rapidamente levado ao Safari com os resultados da sua busca já sendo carregados.

Os próximos três botões padrões são Dial Contact/Discar Contato, New Email/Novos E-mails, e New Message/Novas Mensagens. Apesar de as duas últimas apenas te levarem diretamente ao app associado (Mail ou Mensagens) na tela apropriada para escrever uma nova mensagem, o botão Dial Contact apresenta uma interface inteligente para ligar para outra pessoa: é uma caixa de busca. Comece a digitar o nome do seu contato, e o resultado da busca aparece instantaneamente, com botões dedicados para os diferentes números que você salvou para essa pessoa.

Todas essas ações são legais, mas, na verdade, são exemplos mais comuns e mundanos do que o Launch Center Pro pode fazer. Para mim, é na opção Groups/Grupos que o realmente brilha. Os Grupos são coleções de ações, acessadas ao se tocar e segurar o dedo pressionado em um ícone. Por exemplo, se tocar e segurar em uma ação customizada chamada Lauren (nomeada por causa da minha mulher e representada de forma carinhosa por um coração), os outros ícones que aparecem na tela me dão acesso imediato para realizar uma ligação para ela (em casa ou no celular), enviar uma iMessage, escrever um e-mail, ou abrir o recurso Find My Friends.

launchcenterproios02.png

De maneira parecida, eu configurei um grupo chamado Contatos, que oferece ícones para realizar ligações (e, em alguns locais, enviar iMessages) para as pessoas com as quais mais tenho contato. Quanto mais uso o Launch Center Pro, mais rápido fica o “músculo de memória” do app: não há dúvidas de que posso realizar ligações, contatar minha mulher, ou mudar o flash de LED mais rapidamente com o Launch Center Pro do que sem ele.

O processo de personalizar o Launch Center Pro ao seu gosto não é sem esforço. Leva algum tempo para configurar as coisas da maneira certa. Mas fazer isso é, na verdade, um pouco divertido: você toca no ícone de caneta no canto superior direito e a tela muda para um plano de fundo gráfico em azul. Você pode rearranjar atalhos, remover ícones, e criar novas ações e Grupos com relativa facilidade – é apenas um processo que consome tempo. É possível customizar ícones para diferentes ações ao se escolher a partir de diferentes planos de fundo e alguns hieróglifos, apesar de que esses últimos poderiam se beneficiar de uma melhor organização. Tenho melhorado minha tela do Launch Center Pro nos últimos dias à medida que aprendo mais sobre como posso melhor usar o app, e estou cada vez mais impressionado com a sua utilidade.

launchcenterproios03.png

O Launch Center Pro é uma sequência do app Launch Center (US$1), da App Cubby, um aplicativo focado em colocar esses atalhos e ações na Central de Notificações para você. O Launch Center Pro também pode fazer isso e muito mais pelo usuário.

O app tem algumas falhas, todas menores. Não consegui descobrir uma maneira de fazer o Launch Center Pro simplesmente abrir o app Mail. Não há ações para criar novas mensagens, mas eu queria fazer um Grupos que oferecesse um ícone para simplesmente abrir o Mail e um segundo para compor uma nova mensagem em branco. Gostaria de mais opções estilísticas para criar ícones de Grupo, que são limitadas a imagens, contra as opções muito mais coloridas para ações. E adoraria ter a habilidade de importar e exportar grupos para que eu pudesse compartilhar de modo mais fácil combos poderosos do Launch Center Pro com os amigos.

Como já foi dito, as falhas são pequenas. E o app possui muitos pontos fortes. Talvez a maior elogio que podemos dar ao Launch Center Pro é que ele finalmente tirou o Safari do meu dock – uma posição que o navegador mantinha desde meu primeiro dia com o iPhone. Coloquei o Safari na fileira de baixo na minha janela no Launch Center para que possa abrir o browser rapidamente com um toque seguinte, e minha tela também possui uma seleção de favoritos para acessar de maneira ágil meus sites favoritos. Por isso, o espaço nobre cai muito bem ao Launch Center Pro.

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Publicado por em 21 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Launch Center Pro facilita suas ações no iPhone

PRÓTorna uso do iPhone mais rápido e intuitivo; várias opções de personalização; utilidade do app só cresce com o usoCONTRAFalta de opção para apenas abrir o Mail ou criar uma nova mensagem; habilidade para importar e exportar Grupos seria uma boaFabricante: App Cubby

Preço: US$2

É fácil o bastante navegar no seu Mac sem nenhum add-on. Você pode passear pelas pastas para encontrar o que precisa, e usar o menu do Spotlight para buscar por arquivos e abrir apps mais rapidamente. Usuários mais experientes tendem a preferir utilitários de terceiros como o LaunchBar ou Alfred. Esses são apps impulsionados por teclado que tornam rápido o trabalho de executar ações comuns para os usuários.

Não há um equivalente direto para esses utilitários baseados em teclado para o iOS. Mas o aplicativo Launch Center Pro (US$2), da App Cubby, oferece uma interface robusta e dirigida pelo toque que fornece aos usuários uma maneira impressionantemente inteligente para navegarem no iPhone de forma mais rápida.

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A tela inicial do iPhone é boa para abrir apps – apesar de ela certamente ficar pesada e desajeitada para navegar quando você possui muitas telas cheias de aplicativos. Em vez disso, o Launch Center tem um foco maior nas ações: mesmo sendo possível configurar o software para apenas abrir apps, você também pode na maioria das vezes alavancar ações específicas nesses programas, economizando tempo e toques na tela.

A maneira mais fácil de explicar o que o Launch Center Pro pode fazer é dando exemplos. Quando você instala o software pela primeira vez, algumas das suas opções padrão incluem Flashlight/Lanterna, (Brilho) Mudar, e Google Prompt/Iniciar Google. A primeira opção aciona o flash de LED do seu iPhone para funcionar como uma lanterna. A segunda faz a mudança entre duas configurações de brilho para o seu aparelho – sem exigir que você mude para o app nativo Ajustes para fazer isso. (Você pode customizar os níveis de brilho entre os quais o botão se alterna.) E a opção Google Prompt abre um campo de texto: toque no botão Go e você é rapidamente levado ao Safari com os resultados da sua busca já sendo carregados.

Os próximos três botões padrões são Dial Contact/Discar Contato, New Email/Novos E-mails, e New Message/Novas Mensagens. Apesar de as duas últimas apenas te levarem diretamente ao app associado (Mail ou Mensagens) na tela apropriada para escrever uma nova mensagem, o botão Dial Contact apresenta uma interface inteligente para ligar para outra pessoa: é uma caixa de busca. Comece a digitar o nome do seu contato, e o resultado da busca aparece instantaneamente, com botões dedicados para os diferentes números que você salvou para essa pessoa.

Todas essas ações são legais, mas, na verdade, são exemplos mais comuns e mundanos do que o Launch Center Pro pode fazer. Para mim, é na opção Groups/Grupos que o realmente brilha. Os Grupos são coleções de ações, acessadas ao se tocar e segurar o dedo pressionado em um ícone. Por exemplo, se tocar e segurar em uma ação customizada chamada Lauren (nomeada por causa da minha mulher e representada de forma carinhosa por um coração), os outros ícones que aparecem na tela me dão acesso imediato para realizar uma ligação para ela (em casa ou no celular), enviar uma iMessage, escrever um e-mail, ou abrir o recurso Find My Friends.

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De maneira parecida, eu configurei um grupo chamado Contatos, que oferece ícones para realizar ligações (e, em alguns locais, enviar iMessages) para as pessoas com as quais mais tenho contato. Quanto mais uso o Launch Center Pro, mais rápido fica o “músculo de memória” do app: não há dúvidas de que posso realizar ligações, contatar minha mulher, ou mudar o flash de LED mais rapidamente com o Launch Center Pro do que sem ele.

O processo de personalizar o Launch Center Pro ao seu gosto não é sem esforço. Leva algum tempo para configurar as coisas da maneira certa. Mas fazer isso é, na verdade, um pouco divertido: você toca no ícone de caneta no canto superior direito e a tela muda para um plano de fundo gráfico em azul. Você pode rearranjar atalhos, remover ícones, e criar novas ações e Grupos com relativa facilidade – é apenas um processo que consome tempo. É possível customizar ícones para diferentes ações ao se escolher a partir de diferentes planos de fundo e alguns hieróglifos, apesar de que esses últimos poderiam se beneficiar de uma melhor organização. Tenho melhorado minha tela do Launch Center Pro nos últimos dias à medida que aprendo mais sobre como posso melhor usar o app, e estou cada vez mais impressionado com a sua utilidade.

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O Launch Center Pro é uma sequência do app Launch Center (US$1), da App Cubby, um aplicativo focado em colocar esses atalhos e ações na Central de Notificações para você. O Launch Center Pro também pode fazer isso e muito mais pelo usuário.

O app tem algumas falhas, todas menores. Não consegui descobrir uma maneira de fazer o Launch Center Pro simplesmente abrir o app Mail. Não há ações para criar novas mensagens, mas eu queria fazer um Grupos que oferecesse um ícone para simplesmente abrir o Mail e um segundo para compor uma nova mensagem em branco. Gostaria de mais opções estilísticas para criar ícones de Grupo, que são limitadas a imagens, contra as opções muito mais coloridas para ações. E adoraria ter a habilidade de importar e exportar grupos para que eu pudesse compartilhar de modo mais fácil combos poderosos do Launch Center Pro com os amigos.

Como já foi dito, as falhas são pequenas. E o app possui muitos pontos fortes. Talvez a maior elogio que podemos dar ao Launch Center Pro é que ele finalmente tirou o Safari do meu dock – uma posição que o navegador mantinha desde meu primeiro dia com o iPhone. Coloquei o Safari na fileira de baixo na minha janela no Launch Center para que possa abrir o browser rapidamente com um toque seguinte, e minha tela também possui uma seleção de favoritos para acessar de maneira ágil meus sites favoritos. Por isso, o espaço nobre cai muito bem ao Launch Center Pro.

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Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Dell passa a disputar o mercado brasileiro de data center

Fabricante vai prover infraestrutura de TI no País, usando espaço da Alog, que atualmente conta com três sites instalados em São Paulo e Rio de Janeiro.

Decidida a aumentar a presença no mercado de serviços, a Dell segue os passos de suas concorrentes IBM e HP e entra na disputa pelo mercado brasileiro de data center. A empresa de Michael Dell é a mais nova provedora de infraestrutura de TI do País. Para ganhar tempo, a fabricante alugou instalações de terceiros. Um acordo foi fechado com a companhia norte-americana Equinix, controladora da Alog.
Pela aliança, a Dell vai explorar esse segmento no Brasil, utilizando os data centers da Alog, que tem certificado Tier 3 pelo Uptime Institute e que atualmente opera com três sites: um em Tamboré (Barueri-SP), outro na região central de São Paulo e um terceiro na cidade do Rio de Janeiro.
O modelo de locação de espaço é parecido com o da Amazon, que está atuando no País desde dezembro do ano passado com infraestrutura alugada. A gigante de norte-americana, que presta serviços de cloud, está instalada no prédio da Algar Tecnologia, em Campinas (SP), e na Terremark, em Barueri.
O plano da Dell é ser um provedor de full outsourcing de TI, assim como fazem seus concorrentes multinacionais IBM, HP e as brasileiras Tivit, Algar e Ativas. A entrada da fabricante no ramo de data center no Brasil faz parte da estratégia da companhia para aumentar sua penetração na área de serviços. No começo do ano passado, a empresa já havia inaugurado aqui o seu oitavo Command Center Global instalado em São Paulo, focado no monitoramento e operações remotas de ambientes dos clientes.

Agora, a proposta da fabricante é dar um passo além e ser a responsável pela TI de seus clientes. “Hoje, somos uma alternativa de outsourcing de TI. Vamos oferecer full service”, anuncia o diretor de Serviços da Dell Brasil, Carlos Raimondi. Ele conta que a Dell já explora o ramo de data center nos EUA e México e agora chega ao mercado brasileiro com uma ampla oferta de serviços, resultado de investimento em várias aquisições nos últimos anos.
De 2006 para cá, a Dell comprou 26 empresas de diversos segmentos, para complementar sua oferta. “Hoje temos condições de transformar o nosso portfólio de produtos em serviços”, afirma Raimondi. O data center, segundo ele, entregará soluções de TI completas, incluindo cloud computing.
Num primeiro momento, o público-alvo da Dell são os contratos de sua base. Atualmente, a fabricante conta com cerca de 30 mil clientes no Brasil, mas Raimondi afirma que os potenciais compradores de serviços de data center são os que estão no meio da pirâmide, ou seja, os médios negócios.
A Dell começou a prestar serviços no Brasil em 2011. Com a oferta de data center, Raimondi espera que em três anos essa área registre um crescimento de dois dígitos. Suas apostas são grandes para o País, considerando que este é um mercado que está a todo vapor e deve ganhar impulso maior com o movimento das companhias para colocar os pés na nuvem.

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Publicado por em 20 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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