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Paraquedistas são presos após saltarem do novo World Trade Center

Paraquedista pulou com câmera de vídeo e imagens mostram o salto até o solo (Foto: Reprodução/Youtube/NYC Freedom B.A.S.E. Jump)Paraquedista pulou com câmera de vídeo e imagens mostram o salto até o solo (Foto: Reprodução/Youtube/NYC Freedom B.A.S.E. Jump)

Quatro pessoas foram detidas e processadas por saltar de paraquedas sem autorização desde o topo do One World Trade Center de Nova York, a mais alta das novas torres em construção no local dos atentados de 2001, indicaram as autoridades nesta terça-feira (25).

Um vídeo impressionante do salto dos paraquedistas estava disponível na internet e tinha mais de 410 mil visitas até a manhã desta terça-feira (veja o vídeo).

Os incidentes ocorreram na madrugada do dia 30 de setembro, quando três homens saltaram do 104º andar do edifício mais alto dos Estados Unidos, com 541 metros, enquanto uma quarta pessoa filmava seus movimentos.

Após uma investigação de cinco meses e meio, os indivíduos, identificados como Andrew Rossig (33 anos), Marco Markovich (27), James Brady (32) e Kyle Hartwell (29) foram presos na segunda-feira (24), declarou a polícia em um comunicado.

James Brady e Andrew Rossig foram presos em Nova York depois de saltarem de paraquedas do alto do novo WTC (Foto: Richard Drew/AP)James Brady e Andrew Rossig foram presos em
Nova York depois de saltarem de paraquedas
do alto do novo WTC (Foto: Richard Drew/AP)

Depois de serem apresentados a um tribunal de Nova York acusados de três crimes – entre eles roubo -, foram libertados durante a noite sob uma fiança de US$ 3.500.

Brady trabalhava na construção do One WTC no momento do ocorrido, segundo a mesma fonte.

‘Local emblemático’
A polícia recorreu a filmagens de vídeo da área ao redor do WTC, assim como “a outra evidência eletrônica e fotográfica” e a mais provas recolhidas em operações, provavelmente nas casas dos acusados.

“Estes homens violaram a lei e colocaram suas vidas, e a de outros, em perigo. Estas detenções devem enviar uma mensagem a qualquer pessoa que pense em utilizar de maneira incorreta um local emblemático. Serão perseguidas e enfrentarão sérias acusações”, declarou o delegado de polícia, William Bratton.

A torre One WTC já havia sido notícia na semana passada, depois que um adolescente foi detido após subir ao seu topo, enganando a segurança.

World Trade Center (Foto: Rede Globo)O novo World Trade Center (Foto: Rede Globo)

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Vídeo mostra avanços da construção do One World Trade Center nos EUA

O governo dos Estados Unidos divulgou na terça-feira (10) um vídeo institucional destacando o progesso da construção no novo One World Trade Center, em homenagem ao aniversário dos ataques terrotistas do 11 de setembro de 2001.

O vídeo oficial em ‘time lapse’ mostra desde o inicio das obras até a situação atual, resumindo nove anos de trabalho em quase dois minutos.  Assista ao vídeo

Video mostra avanços da contrução do One World Trade Center nos EUA (Foto: Reprodução/YouTube/earthcam)Video mostra avanços da contrução do One World Trade Center nos EUA (Foto: Reprodução/YouTube/earthcam)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Cisco e Microsoft desenvolvem soluções de nuvem para data center

Iniciativa promete ajudar clientes a simplificar o gerenciamento dos ambientes combinados com tecnologias das duas companhias.

A Cisco e a Microsoft anunciaram que estão trabalhando juntas em produtos baseados em nuvem para data centers. Os novos produtos combinam a tecnologia unificada da Cisco para data centers com a de nuvem privada da Microsoft, Fast Track 3.0. A iniciativa promete ajudar clientes a simplificar o gerenciamento dos ambientes combinados com soluções Cisco e Microsoft e prover recursos mais rápidos.

Satinder Sethi, vice-presidente para soluções de data centers da Cisco, afirmou que as companhias estão empenhadas em trabalhar em conjunto. “O anúncio está relacionado à junção do trabalho no desenvolvimento da engenharia, que temos feito com a Microsoft, e tem resultado em soluções para o mercado”, afirmou Sethi.

Segundo a Cisco, os clientes empresariais que pretendem virtualizar as redes de data centers podem fazer com a infraestrutura de cloud computing e a combinação da Cisco Nexus 1000V series virtual e a plataforma da Microsoft, Windows Server 2012 Hyper-V Extensible Switch.

Como parte da iniciativa, a oferta Fast Track 3.0 promete ajudar clientes a integrar as arquiteturas da Cisco e EMC, VSPEX ou a plataforma da Cisco e NetApp, a FlexPod, pois os dois produtos são compatíveis com a solução da Microsoft. 

“Nós certificamos o UCS com grandes parceiros, como EMC e NetApp. Então, estamos apenas unindo a nossa tecnologia e entregando soluções ao mercado”, afirmou Sethi ao FierceEnterpriseCommunications.

Agência IPNews

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Data center: veja as 10 reportagens mais lidas em 2012

A disseminação dos serviços na nuvem e chegada da Amazon Web Services (AWS) ao Brasil impulsionaram os investimentos na construção de novos dos centros de dados comerciais e ampliação da infraestrutura existente no País.

28 de dezembro de 2012 – 07h30

O aumento da adesão dos serviços na nuvem, a chegada de novos players como a Amazon Web Services (AWS), a disposição das empresas para terceirizar TI e a aproximação da Copa do Mundo fizeram crescer os investimentos no Brasil em data center.

Quase todas as companhias ampliaram infraestrutura não apenas para atender à demanda aquecida, mas também para modernização dos centros que precisam se tornem mais verdes e oferecerem eficiência energética. O resultado disso, foi mais ofertas para as empresas a preços mais competitivos.

A seguir você confere as dez reportagens mais lidas sobre a movimentação dos data centers brasileiros durante o ano de 2012.

1- Operação da Amazon gera reação no mercado nacional
Concorrentes apontam falhas na operação do novo player. Dedalus, parceira da norte-americana, diz que reclamação é devido migração de clientes para recém-chegada.

2- Itaú Unibanco investe R$ 800 milhões em novo data center
Unidade será construída na cidade de Mogi Mirim e será o site principal do banco. Projeto será concluído em 2014.

3- Data center móvel: estratégia itinerante de negócios
Modelo que encaixota TI em contêiner começa a ser adotado no Brasil para atender às necessidades corporativas específicas.

4- Máxima eficiência energética é a meta dos data centers brasileiros
A corrida é por reduzir os custos com energia e ganhar competitividade. Na estratégia, planejamento, alta tecnologia e criatividade fazem a diferença

5- Como vai a contingência no Brasil?
Ativos ficam em risco por falta de estratégias de continuidade. Amadurecimento do mercado e novos

6- Empresas estão operando com data centers obsoletos, revela IDC
Capacidade energética, refrigeração e falta de espaço adequado foram barreiras apontadas por 85% das companhias para modernização dos sites internos.

7- Você sabe quanto custa parar o seu negócio?
Estudo revela que um desastre de 2,2 dias pode gerar gastos à empresa de cerca de 290 mil euros, relacionados à perda de produtividade.

8- IaaS: self service de infraestrutura
Com recursos limitados, companhias menores encontram no modelo de infraestrutura como serviço a saída para crescer.

9- Operadoras e data centers disputam virtualização como serviço
No mercado aquecido, eles medem forças para arrebatar a soberania no segmento. O poder da tecnologia saiu da caixa e alcançou a nuvem.

10- Alta densidade na arena de data centers
Em ebulição e atraente, mercado brasileiro prepara-se para uma arquitetura mais compacta e eficiente rumo ao futuro.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Google escolhe Chile para seu primeiro data center na América Latina

Para IDC, a escolha pelo país, e não pelo Brasil, pode ter levado em consideração os custos e a maturidade do mercado de TI chileno.

06 de setembro de 2012 – 17h25

A Google anunciou hoje (6/9) seu primeiro data center na América Latina. A cidade de Quilicura, perto de Santiago, no Chile, foi a escolhida para abrigar a instalação, que vai atender a toda a região, de acordo com post publicado no blog oficial da gigante de buscas. O Brasil, considerado um hub na América Latina e um país atrativo para investimentos, perdeu a preferência da empresa.

Procurada pela reportagem da COMPUTERWORLD, a assessoria de imprensa da empresa no Brasil disse que a Google não fala sobre o assunto, mantendo as informações divulgadas no blog oficial da companhia.

Segundo informações do blog oficial da Google, o empreendimento já está em construção e ficará pronto em 2013 e o “investimento no longo prazo nesse data center vai chegar a 150 milhões de dólares, sendo um dos mais eficientes e ambientalmente amigáveis da América Latina, construído sob os mesmos padrões que usamos em todo o mundo”. 

A empresa afirma que como o uso da internet na América Latina cresce, as pessoas estão procurando por informação e entretenimento, novas oportunidades de negócios e melhores formas de conectar-se com amigos e família. “Estamos construindo esse centro de dados para nos certificar de que nossos usuários na América Latina e no mundo têm o acesso mais rápido e mais confiável possível a todos os serviços da Google”, disse.

Uma vez em funcionamento, o centro de dados empregará até 20 pessoas, incluindo técnicos de informática, engenheiros e pessoal de segurança.

Para Carlos Eduardo Calegari, analista sênior do Mercado de Software da consultoria IDC Brasil, o principal motivador que teria levado a empresa a investir no Chile é simples: custo. “A mão de obra no Brasil é mais cara do que lá”, sintetiza.

Na opinião de Martin Jahn, analista de Serviços da IDC Brasil, custo de mão de obra em solo nacional é reclamação número um dos players de serviços. “Isso espanta investimentos locais”, comenta. Outro atrativo em favor do Chile, na visão de Jahn, seriam os impostos.

Calegari aponta ainda que do ponto de vista de tecnologia da informação, o mercado chileno é mais maduro do que o nosso. “Em questão de equipamentos não há tanta diferença. Mas estamos vivendo a alta do dólar, o que impacta no mercado de hardware. Não sei até que ponto isso teria sido fator primordial”, avalia. 

De acordo com ele, a infraestrutura de telecom do Chile é muito semelhante à brasileira. “Por isso, entendo que não é elemento determinante para a escolha”, diz.

Calegari afirma que a chegada de um data center de uma empresa mundial em solo nacional, a exemplo da Amazon Web Services (AWS), seria fundamental para a economia. “Temos condições de ter outros centros de dados por aqui e nosso mercado é maior do que o chileno”, argumenta. “Seria uma boa oportunidade para construir um data center fora do eixo Rio-São Paulo, contribuindo para o desenvolvimento do País”, finaliza. Mas, perdemos essa.

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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Amadeus vai ampliar capacidade de seu data center na Alemanha

Companhia está construindo anexo no centro de dados de Erding para atender à demandas mercados que passou a atuar recentemente como hoteleiro e ferroviário.

A Amadeus, companhia de soluções de tecnologia para a indústria de viagens e turismo, anuncia a ampliação de seu data center em Erding, na Alemanha. A nova estrutura, batizada de Energy Annexe, está em construção, informa. A empresa não revelou o tamanho no espaço ou o investimento para sua construção.

Segundo a Amadeus, o anexo do data center foi projetado para acompanhar o crescimento comercial da empresa e dará suporte para novos negócios nos setores ferroviário, hoteleiro e aeroportos. “Queremos também preparar o terreno para futuras inovações em termos de novos produtos e serviços”, completa Eberhard Haag, vice-presidente-executivo de Operações Globais da Amadeus.

A organização afirma que o complexo terá em sua construção níveis distintos que incorporam distribuição de energia e calefação, o que deve, aproximadamente, dobrar a capacidade geral energética e de refrigeração do centro de dados. O espaço abrigará ainda, prossegue, três novos geradores autônomos a diesel UPS e duas novas máquinas de refrigeração.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Amadeus vai ampliar capacidade de seu data center na Alemanha

Companhia está construindo anexo no centro de dados de Erding para atender à demandas mercados que passou a atuar recentemente como hoteleiro e ferroviário.

A Amadeus, companhia de soluções de tecnologia para a indústria de viagens e turismo, anuncia a ampliação de seu data center em Erding, na Alemanha. A nova estrutura, batizada de Energy Annexe, está em construção, informa. A empresa não revelou o tamanho no espaço ou o investimento para sua construção.

Segundo a Amadeus, o anexo do data center foi projetado para acompanhar o crescimento comercial da empresa e dará suporte para novos negócios nos setores ferroviário, hoteleiro e aeroportos. “Queremos também preparar o terreno para futuras inovações em termos de novos produtos e serviços”, completa Eberhard Haag, vice-presidente-executivo de Operações Globais da Amadeus.

A organização afirma que o complexo terá em sua construção níveis distintos que incorporam distribuição de energia e calefação, o que deve, aproximadamente, dobrar a capacidade geral energética e de refrigeração do centro de dados. O espaço abrigará ainda, prossegue, três novos geradores autônomos a diesel UPS e duas novas máquinas de refrigeração.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 16 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Alog investe cerca de R$ 40 mi para iniciar obras do novo data center carioca

Unidade atenderá a demanda de empresas multinacionais do segmento financeiro, Óleo&Gas, redes e conteúdos digitais no Brasil.

A Alog Data Centers do Brasil, integrante do grupo Equinix, anuncia investimento de 40 milhões de reais na construção da primeira fase do data center carioca, no bairro de Del Castilho, que terá como missão atender à demanda de empresas multinacionais dos segmentos financeiro, Óleo&Gas , redes e conteúdos digitais no Brasil.

O nova unidade, que totalizará 17 mil m², terá capacidade de cerca de 1.170 racks, sendo 320 deles entregues na primeira fase da construção, de acordo com a empresa. A expectativa da Alog é que o projeto seja finalizado até março de 2013 e inaugurado em junho. 

Na estratégia, está o atendimento não somente do estado do Rio de Janeiro, mas também Minas Gerais e região Nordeste. A empresa irá focar em projetos modulares de colocation, sem deixar de oferecer serviços de hosting e cloud computing, além gerenciamento de ambientes.

“Estudamos mais de 20 localidades e fizemos um trabalho com os fornecedores para analisar, principalmente, a capacidade de energia sem grandes necessidades de investimento”, disse o vice-presidente da Alog, Eduardo Carvalho. Del Castilho é um lugar estratégico: tem grande capacidade de energia e fica perto da Linha Amarela (uma das principais vias expressas da cidade, com grande movimento e fácil acesso). 

Para fortalecer a operação, a Alog conta com parcerias estratégicas. Até o momento, a empresa está em negociação com seis operadoras: SAMM/CCR, Internexa, GlobalCrossing, Oi, Vivo/Telefônica e Moebius/NetBotanic. Mas informa que a finalização das obras, terão parceria com todas as principais operadoras do mercado. O novo data center terá fibras escuras até a outra unidade da empresa da cidade, que fica em Botafogo.

“Poderemos transportar qualquer operadora, uma vez que nossa unidade atual já é atendida por todas as operadoras. Isso é um grande diferencial”, conta Nelson Mendonça, diretor de Operações da Alog.

O data center de Del Castilho seguirá os mesmos princípios da unidade em Tamboré, segundo a Alog. Será totalmente desenvolvido com base em conceitos de sustentabilidade, preservando o meio ambiente, priorizando o controle do consumo da água, da poluição e do uso de material corretamente ecológico. Os equipamentos instalados utilizarão o mínimo dos recursos naturais e reduzirão ao máximo a emissão do CO2 na atmosfera. Com essa prática, a Alog pretende reduzir em pelo menos 70% o consumo de água e 10% no consumo de energia.

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Publicado por em 14 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Como melhorar a eficiência energética do data center?

Tecnologias e práticas de gestão podem ajudar a reduzir o consumo de energia em centro de dados.

Energia é o elemento básico para o funcionamento de qualquer data center. Porém, a energia elétrica de que precisam provoca mais calor e exige mais capacidade de refrigeração. Uma maneira de medir a eficiência energética nesses ambientes é por meio do Power Usage Effectiveness (PUE), razão entre a potência total consumida pela instalação de TI, refrigeração, iluminação etc, dividida pela eletricidade dos equipamentos de tecnologia. O melhor PUE é próximo de 1,0, embora 2,0 seja o mais comum entre os centros de dados.

Para melhorar o PUE e garantir eficiência energética, empresas como Google, Apple e Microsoft, em parceira com provedores de hosting, têm instalado seus centros de dados em locais adequados. A Google, por exemplo, aloca muitos de seus servidores no meio do Oceano Pacífico, prática que não é recomendada por muitos especialistas em razão de tsunamis, e também adotado técnicas para resfriamento por evaporação.
Além disso, o desenho de muitos dos datas centers mais eficientes do mundo inclui o uso de outras fontes de energia que não consomem combustível ou que tenham emissão reduzida de carbono. É o caso da Verne Global, que criou um data center neutro de carbono na Islândia, que se nutre de energia hidrelétrica e geotérmica [obtida a partir do calor proveniente da Terra].

Miguel Angel Ordonez, diretor do CPD da IBM Espanha, observa que o uso de tecnologias de refrigeração baseadas em ar externo é favorável ao meio ambiente. “A fase de seleção do local para um novo centro de dados está agora levando em conta fatores energeticamente favoráveis, como áreas com fontes mais baratas, energia renovável, edifícios mais sustentáveis de energia e certificável. O progresso tem sido significativo”, avalia.

A adoção de tecnologias de virtualização, com refrigeração de hardware ou a introdução de sistemas avançados de gerenciamento de energia no centro de dados são outros pontos de atenção desse mercado.

Outras tendências

No entanto, nem todos os analistas desse mercado concordam com a ideia de mudar centros de dados para outros países com o objetivo de reduzir os custos com energia. Jordi Torres, pesquisador do Centro Nacional de Supercomputação (BSC-CNS) em Barcelona, na Espanha, lembra que “a proximidade do data center com os usuários é essencial para garantir maior controle e disponibilidade da informação”.

Segundo José Luis Martorell, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Schneider Electric, tendências podem contribuir para melhorar a eficiência energética em centros de dados. “A fabricação de sistemas de baixa potência de computador, fornecimento eficiente de energia, refrigeração de equipamentos linha de base e/ou otimizados são alguns exemplos”, lista.

O Data Infrastructure Management Center (DCIM), prossegue, também tem sido destaque. O DCIM integra as disciplinas de TI e instalações, efetuando o acompanhamento inteligente da capacidade dos sistemas críticos.

Esse desenho permite que os gerentes de TI avaliem o consumo de energia. “Assim, é possível otimizar a localização de equipamentos de TI, tendo em conta os requisitos de energia, refrigeração e espaço. Essas capacidades são a chave para os processos de negócios em mudança de CPD,
melhorando assim a eficiência”, explica.

Mais eficiência com cloud

Para Martorell, o modelo de computação em nuvem “pode e deve ser um aditivo na jornada para a eficiência energética”. De acordo com ele, o primeiro passo para a cloud é a virtualização. “Cloud computing vai um passo além, ao adaptar as capacidades de TI aos requisitos de negócios, por isso é também um passo adiante em termos de eficiência operacional de TI e nível de energia”, acrescenta.

O executivo ressalta que a otimização da eficiência energética só será possível se houver alinhamento da infraestrutura com os equipamentos de TI. “Além disso, somente por meio de ferramentas DCIM é possível ter a visibilidade necessária para avaliar em que estágio está o ambiente”, completa.

Data centers modulares

Outra tendência crescente é a introdução de centros modulares de dados. Vários fornecedores já estão adotando essa estratégia, como IBM, HP, Oracle, Huawei e Dell.

O diretor de Desenvolvimento de Negócios de Cloud Computing da HP, Esther de Nicolas, afirma que a proposta da empresa para esse segmento, chamada de Ecopod, permite implementação de um data center em três meses e que os custos são 75% menores em comparação com o investimento realizado para a construção de um centro tradicional de dados. A economia de energia, de acordo com ele, chega a 95%.

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Publicado por em 14 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Prepare-se para a era do data center em uma caixa

Para analistas, mercado movimenta-se para integrar ofertas e unir, em um só equipamento, armazenamento, rede e storage.

Produtos integrados, que oferecem armazenamento, storage e outras tecnologias estão começando a ganhar força no mercado, indicam analistas do setor.

Basta olhar para a atuação de fornecedores de armazenamento, como EMC, Hewlett-Packard e NetApp, que ingressam no mundo do servidores, software e rede para oferecer pacotes de produtos e reforçar suas ofertas.

Até as startups estão de olho na tendência e desenhando estratégias nessa linha. No ano passado, por exemplo, a recém-criada Nutanix, de San Jose, Califórnia, Estados Unidos, apresentou um servidor virtualizado que está agrupado em conjunto com unidade de armazenamento de estado sólido e rígido, que pode ser gerido sob uma visão única.

“A tendência está começando a criar forma”, avalia Arun Taneja, analista principal da consultoria norte-americana The Taneja Group. Nos próximos dois anos, o mercado vai presenciar o que Taneja chama de “HyperConvergence” da computação.

Segundo ele, armazenamento e rede, juntos, registrarão adoção maciça nas companhias, especialmente entre empresas de pequeno e médio porte, que têm menos pessoal de TI para gerenciar infraestruturas cada vez mais complexas.

“Acredito que 2014 será o ano do HyperConvergence. Penso que 2013 será de educação, provas de conceito e testes iniciais, junto com as compras iniciais de produtos do tipo”, avalia.

Taneja afirma que embora fornecedoras de infraestrutura de TI como um todo tenham adotado conceitos mais abertos, isso não significa que as plataformas oferecidas serão mais consolidadas. Na visão do analista, grandes organizações de TI têm mais budget para lidar com o desafio de gerenciar peças separadas do ambiente tecnológico. Mas as empresas menores contam com profissionais com um perfil mais generalista para lidar com “um labirinto de equipamentos”, dificultando a tarefa, diz.

“Diante desse cenário, eu realmente acredito que é hora de consolidar a computação, redes e armazenamento para simplificar a vida de um administrador, especialmente em negócios de pequeno e médios portes”, aconselha Taneja. 

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Publicado por em 11 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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