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Motorista bloqueia celulares de carros ao redor e pode ser multado

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Motorista pode ser multado em mais de R$ 100 mil por usar bloqueador de celular portátil no carro (Foto: Reprodução/cellphonejammers)Motorista pode ser multado em mais de R$ 100 mil
por usar bloqueador de celular portátil no carro
(Foto ilustrativa: Reprodução/cellphonejammers)

Um motorista de Tampa, na Flórida (EUA), pode ser multado em mais de R$ 100 mil após ser flagrado dirigindo com um bloqueador de celular para impedir que outros motoristas usassem seus aparelhos enquanto estivessem guiando seus carros.

A Comissão Federal de Comunicações (FCC, em inglês) emitiu um relatório afirmando que Jason R. Humphreys foi pego com o equipamento ilegal, depois que uma operadora fez uma denúncia a respeito de problemas de sinal em determinadas regiões da cidade em horários específicos.

Como a utilização de bloqueadores é ilegal, oficiais realizaram uma operação e encontraram o equipamento portátil que estava emitindo as ondas, escondido no carro de Jason.

O americano alegou que utilizava há pelo menos dois anos, e que fazia isso para impedir que motoristas ao seu redor utilizassem o celular enquanto dirigiam, para supostamente evitar acidentes.

A FCC explicou que os bloqueadores não são permitidos pois podem interferir na infraestrutura de comunicações importantes, como chamadas de emergência.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Celulares podem falhar no Itaquerão e Arena da Baixada, dizem empresas

A instalação dos equipamentos para reforçar o sinal de celular dentro dos estádios do Corinthians, em São Paulo, palco da abertura da Copa do Mundo, e do Atlético Paranaense, em Curitiba, pode não ficar pronta até a data dos jogos, admitiu nesta segunda-feira (17) o diretor-executivo do SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas de telefonia, Eduardo Levy. Segundo ele, por conta disso, os torcedores podem enfrentar falhas nas tentativas de chamadas e de acesso à internet móvel nesses locais.

Nesta segunda, o SindiTelebrasil anunciou que fechou acordo com Corinthians e Atlético-PR para a instalação da chamada “cobertura indoor”. Dos 12 estádios que vão receber jogos durante a competição, apenas nesses dois ainda não havia entendimento, o que impedia o início da obra.

Com isso, as empresas de telefonia terão menos de 100 dias para fazer a implantação dos equipamentos, entre eles centenas de pequenas antenas que ficam espalhadas pelo estádio, além de uma rede de cabos de fibra óptica. De acordo com o SindTelebrasil, entidade que representa as operadoras, o prazo médio para a instalação dessa cobertura é de 150 dias.

“Há o risco de [os equipamentos] não estarem 100% prontos e testados [nos dois estádios até a data dos jogos]”, disse Levy ao G1. “Pode haver falha e congestionamento [de chamadas e envio de dados pela internet]”, completou ele.

Levy diz que a falta de tempo pode fazer com que parte das antenas não seja colocada ou, então, que não seja possível passar os cabos por alguns pontos dentro dos estádios. Se houvesse tempo suficiente, continuou ele, cada arena receberia cerca de 300 antenas para reforçar o sinal de telefonia.

Nos estádios de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador, que receberam jogos da Copa das Confederações no ano passado, a cobertura está em fase de ajustes finais, segundo o SindiTelebrasil.

Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre, as obras começaram mais tarde, no final de 2013, mas, segundo a entidade, vão ficar prontas até a Copa.

Impasse
A demora no acordo do SindiTelebrasil com Corinthians e Atlético-PR ocorreu por falta de entendimento quanto ao valor do aluguel que as empresas de telefonia têm que pagar pela sala que vão ocupar dentro dos estádios com seus equipamentos. A entidade não informou os termos do acordo com os dois clubes.

O SindiTelebrasil estima que serão investidos cerca de R$ 200 milhões para garantir aos clientes das operadoras acesso aos serviços de telefonia e internet móvel dentro dos 12 estádios que vão receber jogos da Copa.

Esse dinheiro será aplicado, por exemplo, na instalação de antenas dentro das arenas, que vão levar sinal até telefones e tablets além de captar chamadas ou dados enviados pelos usuário. Nos seis estádios da Copa das Confederações, no ano passado, haviam 767 dessas antenas.

As informações captadas pelas antenas, nas arquibancadas, camarotes e até nos vestiários, são levadas por cabos de fibra óptica até esta sala onde fica um equipamento que identifica e separa o tráfego de cada uma das cinco operadoras – Vivo, TIM, Claro, Nextel e Oi. Dali os dados são enviados para fora do estádio, para a rede de cada uma das empresas.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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‘Angry Birds Epic’ é RPG com batalhas em turnos para celulares

'Angry Birds Epic' é o novo game dos pássaros furiosos (Foto: Divulgação/Rovio)‘Angry Birds Epic’ é o novo game dos pássaros furiosos (Foto: Divulgação/Rovio)

A Rovio anunciou nesta quarta-feira (12) o próximo jogo da série “Angry Birds”, “Angry Birds Epic”, um RPG com batalhas em turnos como dos antigos games da famosa série do gênero “Final Fantasy”.

Os pássaros furiosos irão para um mundo medieval onde o objetivo é criar estratégias para os combates. Além disso, haverá foco no “crafting”, que é a criação de itens para usar nas batalhas. Será possível criar armamentos, armaduras e poções para utilizar com os personagens.

Canadá e Austrália serão os primeiros países a receber o novo game já nesta quinta-feira (13). O resto do mundo poderá adquirir o game, que tem versões para iOS, Android e Windows Phone, até o final do ano, segundo a Rovio.

Em 7 de março, a Rovio publicou um vídeo que apresentava um dos pássaros usando uma armadura medieval, preparando para o anúncio desta quarta-feira.

Novo 'Angry Birds' é RPG com batalhas em turnos (Foto: Divulgação/Rovio)Novo ‘Angry Birds’ é RPG com batalhas em turnos (Foto: Divulgação/Rovio)

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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‘Sinal de chamada’ de celulares de clientes de voo que sumiu é ‘habitual’

O fato de os parentes dos passageiros do voo MH370, desaparecido desde sábado (8) na rota Kuala Lumpur-Pequim com 239 pessoas a bordo, alegarem ter completado ligações para os celulares de seus familiares aumentou a aura de mistério sobre o caso, mas pode não passar de uma peculiaridade técnica e “habitual” das redes de telefonia móvel.

O que acontece é que os celulares precisam trocar sinais com uma Estação Radio Base (ERB) para conseguir se comunicar entre si, explica ao G1 Carlos Nazareth, vice-diretor do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), de Santa Rita do Sapucaí (MG).

Quando dois aparelhos estão tão distantes um do outro a ponto de não serem cobertos pela mesma estação, essa comunicação não é feita instantaneamente. Com isso, a ligação tem de “pular” de central em central telefônica até localizar a ERB correta. Nesse intervalo, para o usuário não ficar com o telefone mudo, o tom de chamada pode ser emitido.

Sendo assim, mesmo que o celular de quem tenha discado emita esses sinais de chamada, o que dá a entender que a ligação foi completada, pode ser que o outro aparelho nem esteja chamando ainda. Segundo o site “China.org.cn”, 19 famílias assinaram um comunicado afirmando que as ligações telefônicas para seus familiares chamaram.

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

Nazareth conta que o celular manda “mensagenzinhas para a operadora, dizendo: ‘eu estou aqui'”. A informação é registrada pela ERB que cobre a região em que ele está. No caso de o usuário estar em roaming internacional, a operadora internacional informará a localização do assinante à sua operadora de origem.

Se após “pular” de central em central a ligação chegar até a última ERB em que o celular foi avistado e não conseguir localizá-lo, a chamada não é completada. Em uma ligação como essa, em que os tons de chamada tocam por um tempo, a impressão que fica é que a outra pessoa simplesmente não atendeu.

No entanto, os especialistas ouvidos pelo G1 não descartam totalmente a possibilidade de a chamada ter sido completada. Para Fabrício Lira Figueiredo, engenheiro de telecomunicações do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), de Campinas (SP), a única hipótese nesse caso seria o telefone estar guardado em alguma bagagem e ter sobrevivido ao evento, além de estar dentro da área de cobertura de uma ERB.

“Imagine que ele está próximo à costa. Nesse caso, pode, sim, ter o sinal de uma torre de celular e receber a chamada”, diz.

O boeing 777-200, que ia da Malásia à China, foi visualizado pela última vez nas telas dos controladores de voo entre a localidade malaia de Kota Bharu e a ponta sul do Vietnã na madrugada de sábado (8). Depois de inicialmente focar as buscas no mar do Sul da China, a Malásia ampliou a operação de busca do avião para o Estreito de Malaca.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Senador dos EUA quer que celulares tenham ‘sistema antirroubo’

O senador norte-americano, Mark Leno, enviou ao Senado dos Estados Unidos um projeto de lei que obriga os fabricantes de smartphones e tablets a incluírem em todos os aparelhos vendidos no estado da Califórnia um sistema que os inutiliza esses eletrônicos caso sejam roubados.

O texto da lei 962 foi apresentado nesta sexta-feira (7) por Leno, que desenhou a legislação junto do promotor de San Francisco, Geroge Gascón, e de outros líderes locais. Se aprovada a lei, a exigência da tecnologia que cria uma espécie de “botão antirroubo” passará a valer para dispositivos vendidos em solo californiano a partir de 1º de janeiro de 2015.

No comunicado em que discorre sobre o projeto de lei, Leno chegam a chamar a onda de roubos nos EUA de smartphones e outros dispositivos de “epidêmica”. Metade dos roubos ocorridos em San Francisco envolvem celulares, segundo o senador. Em algumas áreas da cidade de Oakland, esse índice chega a 75%.

“Essa legislação irá exigir da indústria que pare de debater a possibilidade de implementar as soluções tecnológicas existentes contra o roubo e comece a abraçar o inevitável”, afirmou o senador, em nota.

Segundo Leno, especialistas nesse mercado argumentam serem financeiros os incentivos para que fabricantes e operadoras de telefonia não implantem sistemas que tornem roubos menos atraentes. Apenas nos EUA, repor smartphones e tablets roubados ou perdidos rende US$ 30 bilhões; os custos com seguros de aparelhos rendem outros US$ 7,8 bilhões às operadoras.

Segundo o senador, sob a lei 962, as operadoras AT&T, Verizon, T-Mobile, Sprint e a fabricante Apple serão proibidas de vender celulares que não forem equipados com uma tecnologia contra roubo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Senador dos EUA quer que celulares tenham ‘sistema antirroubo’

O senador norte-americano, Mark Leno, enviou ao Senado dos Estados Unidos um projeto de lei que obriga os fabricantes de smartphones e tablets a incluírem em todos os aparelhos vendidos no estado da Califórnia um sistema que os inutiliza esses eletrônicos caso sejam roubados.

O texto da lei 962 foi apresentado nesta sexta-feira (7) por Leno, que desenhou a legislação junto do promotor de San Francisco, Geroge Gascón, e de outros líderes locais. Se aprovada a lei, a exigência da tecnologia que cria uma espécie de “botão antirroubo” passará a valer para dispositivos vendidos em solo californiano a partir de 1º de janeiro de 2015.

No comunicado em que discorre sobre o projeto de lei, Leno chegam a chamar a onda de roubos nos EUA de smartphones e outros dispositivos de “epidêmica”. Metade dos roubos ocorridos em San Francisco envolvem celulares, segundo o senador. Em algumas áreas da cidade de Oakland, esse índice chega a 75%.

“Essa legislação irá exigir da indústria que pare de debater a possibilidade de implementar as soluções tecnológicas existentes contra o roubo e comece a abraçar o inevitável”, afirmou o senador, em nota.

Segundo Leno, especialistas nesse mercado argumentam serem financeiros os incentivos para que fabricantes e operadoras de telefonia não implantem sistemas que tornem roubos menos atraentes. Apenas nos EUA, repor smartphones e tablets roubados ou perdidos rende US$ 30 bilhões; os custos com seguros de aparelhos rendem outros US$ 7,8 bilhões às operadoras.

Segundo o senador, sob a lei 962, as operadoras AT&T, Verizon, T-Mobile, Sprint e a fabricante Apple serão proibidas de vender celulares que não forem equipados com uma tecnologia contra roubo.

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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Google vende unidade de celulares da Motorola para chinesa Lenovo

Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)

O Google anunciou nesta quarta-feira (29) a venda da unidade de aparelhos celulares Motorola para a chinesa Lenovo. O acordo foi fechado por cerca de US$ 3 bilhões, segundo comunicado da empresa americana.

O valor é bem abaixo dos US$ 12,5 bilhões pagos pelo Google em 2012, na conclusão da compra da Motorola Mobility, como é chamada a área de celulares da empresa.

A Lenovo irá comprar a divisão do Google que inclui os smartphones Moto X, o primeiro desenvolvido pela Motorola em parceria com o Google e apresentado no ano passado, e Moto G. A empresa chinesa usará combinação de dinheiro e ações, assim como receitas antecipadas, para financiar o acordo, diz a Reuters. Segundo a agência, a Lenovo está sendo assessorada pelo Credit Suisse e a Lazard assessora o Google na transação.

Segundo comunicado, “esse acordo fortalece a posição da Lenovo no mercado de smartphones”. A Motorola Mobility, parceira do sistema operacional Android, é responsável pela fabricação de tablets e smartphones, como o Xoom e o Atrix. A Lenovo tem negócio forte na área de computadores e crescente de smartphones.

Procuradas pelo G1, a Lenovo do Brasil e a Google Brasil disseram que não comentarão o assunto nesta quarta-feira.

A Lenovo anunciou, no começo deste ano, que a operação de aquisição da brasileira CCE foi concluída no dia 2 de janeiro. A empresa se tornou dona de 100% da CCE, após uma transação que envolveu ações e dinheiro em espécie, totalizando R$ 300 milhões.

Peso da marca
Para o gerente de pesquisas da consultoria IDC Brasil, Bruno Freitas, a aquisição reforça a estratégia da Lenovo de ser o maior produtor do mercado de dispositivos móveis. “É um passo extremamente importante porque, no mercado de mobilidade, a marca tem um peso fundamental”, disse ao G1.

Em 2013, a Lenovo ficou em quinto lugar no mercado mundial de smartphones, com 4,5% de participação de mercado. Para superar a líder Samsung, que tem 31% do mercado, segundo Freitas, “a Lenovo ainda tem que remar bastante”. Na segunda posição do mercado em 2013 está a Apple, com 15% das vendas, seguida pela Huawei (4,9%) e pela LG (4,8%).

No Brasil, o analista afirma que a junção CCE, adquirida pela Lenovo em 2012, e Motorola é positiva. “A CCE tem uma presença importante no Brasil em algumas regiões, com unidades de fabricação local. Por sua vez, a Motorola já vinha se fortalecendo no Brasil, especialmente com lançamento Moto X, que foi um movimento muito importante. É um bom momento para a Lenovo no Brasil”, avalia.

Freitas não acredita que o Google tenha feito um mau negócio ao vender a Motorola já que a gigante de buscas deve manter patentes de desenvolvimento. “O Google tem dado alguns passos em direção à mobilidade, especialmente em relação à internet. Talvez em termos de patentes houvesse algo ali que pudesse mais beneficiar a plataforma do que fazer a empresa ganhar com uma unidade de hardware. Difícil dizer se foi um passo errado. Talvez a gente consiga enxergar daqui a alguns anos”, conclui.

Moto X, novo celular da Motorola montado no Brasil (Foto: Divulgação)Moto X, celular da Motorola  (Foto: Divulgação)

Entenda a venda
Desde que foi adquirida pelo Google em 2011, a Motorola vinha dando prejuízo ao Google. Mas as perdas diminuíam trimestre a trimestre. Na época, a aquisição da companhia finlandesa foi tratada como um marco da virada de paradigmas: uma companhia de internet se tornava dona de uma fabricante icônica de celulares.

A venda pode ser considerada inesperada pelo mercado, porque os primeiros celulares projetados pela companhia após ser adquirida pelo Google foram lançados na segunda metade de 2013. O Moto X se destaca por conjugar bem aplicativos nativos do Android e as potencialidades do sistema – o outro aparelho é o Moto G, uma versão mais simples.

A negociação pode ser também explicada pelo domínio do Google em smartphones, mas no campo dos sistemas operacionais. Mais de 80% dos smartphones em todo o mundo rodam o Android, um produto com a marca Google.

As últimas aquisições do Google mostram que a companhia está migrando para outros campos de negócios, como a robótica (Boston Dynamics) e a automação doméstica (Nest).  Para a Lenovo, a negociação pode ser a porta de entrada para o mercado de smartphones no ocidente. Potência dos eletrônicos na Ásia, a companhia ainda reluta em começar a vender seus celulares em países europeus, latino-americanos e nos EUA.

A empresa chinesa avança rápido. Nasceu em 2005 após comprar a área de computadores pessoais da IBM e se tornou em 2013 a maior fabricante de PCs do mundo. Essa trajetória passou pelo Brasil, com a compra da empresa nacional CCE em 2012. Recentemente, adquiriu a área de servidores da IBM.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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