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Roberto Carlos diz que não vai tomar medida jurídica quanto a novo livro

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Capa de 'O réu e o rei' e o autor da obra, Paulo Cesar de Araújo (Foto: Divulgação e Bel Pedrosa/Divulgação)Capa de ‘O réu e o rei’ e o autor, Paulo Cesar de
Araújo (Foto: Divulgação e Bel Pedrosa/Divulgação)

O advogado de Roberto Carlos disse nesta sexta-feira (30) que não vai tomar medidas jurídicas quanto ao novo livro “O réu e o rei”. Paulo Cesar de Araujo, autor de uma biografia do cantor tirada de circulação em abril de 2007, lançou o livro sobre o caso na terça-feira (20). “O réu e o rei” fala sobre a polêmica proibição da obra anterior.

“Com relação ao livro “O Réu e o Rei”, Roberto Carlos não vai tomar qualquer medida jurídica, em face de: a) o livro não ser uma biografia sua, mas uma autobiografia do autor; b) ao contrário do livro anterior, não conter invasão de sua privacidade e/ou injurias ou difamações a sua pessoa. O livro ‘Roberto Carlos em Detalhes’ não foi censurado ou apreendido, mas saiu do mercado em face de um acordo judicial, irrevogável e definitivo, assinado espontaneamente pelo autor do livro, o editor e a Editora”, diz o comunicado à imprensa, assinado pelo advogado Marco Antonio Bezerra Campos.

Análise
“O doutor Marco Antônio [Campos, advogado] está no circuito e vai nos dar parecer jurídico para nossa apreciação, e também do Kakay [Antônio Carlos de Almeida Castro, outro advogado]”, disse Dody Sirena ao G1 logo após o lançamento de “O réu e o rei”. A reação de Roberto ao novo livro será definida a partir deste parecer.

O trabalho chegou às livrarias sem campanha de divulgação pela editora. De acordo com a assessoria da editora Compahia das Letras, jamais houve um caso semelhante, em que uma obra da editora, fundada em 1986, não teve campanha publicitária. A tiragem de “O réu e o rei” (30 mil exemplares), no entanto, é superior à média. Com 528 páginas, o livro tem um título complementar que faz referência à biografia banida: “Minha história com Roberto Carlos, em detalhes”.

Roberto Carlos fará o show de reabertura da Pedreira Paulo Leminski no sábado (29) (Foto: Divulgação)Roberto Carlos (Foto: Divulgação)

O livro sai duas semanas depois de a Câmara dos Deputados ter aprovado o projeto de lei que libera a venda de biografias não autorizadas pelos biografados ou por suas famílias, em caso de morte. O texto ainda precisa passar pelo Senado antes de ir à sanção presidencial.

O Supremo Tribunal Federal também deve analisar a ação que pede a liberação da publicação. O caso será decidido pelo Supremo durante o julgamento de ação proposta pela Associação Nacional dos Editores de Livros (Anel).

No processo, a associação afirma que a atual restrição imposta aos editores é incompatível com a liberdade de expressão e de informação. Os autores da ação pedem que o Supremo declare que não é necessário o consentimento do biografado para que o livro seja publicado.

Editor escreve em blog
O texto de apresentação de “O rei e réu” descreve o conteúdo citando a controvérsia do livro anterior. “Objeto de verdadeira polêmica pública, a batalha em torno da proibição de ‘Roberto Carlos em detalhes’ é o cerne de ‘O réu e o rei’”, informa o material promocional.

“Paulo Cesar de Araújo conta a história da sua intensa relação com a música de Roberto Carlos, os 16 anos de pesquisa que embasaram a redação da biografia, e por fim os meandros de uma das mais comentadas e controversas guerras judiciais travadas recentemente no Brasil.”

No mesmo dia em que “O réu e o rei” chegou às livrarias, o editor da Companhia das Letras, Luiz Schwarcz, fez no blog da editora um post a favor da liberdade da publicação de biografias não autorizadas.

“Com essa publicação, procuramos relembrar um período de injustiças na qual outros escritores e editores – é importante não deixar de citar Ruy Castro, que conosco pelejou na justiça por muitos anos para ter sua biografia de Garrincha circulando livremente – foram cerceados”, escreve Schwarcz.

“Serve como testemunho das dificuldades para escrever biografias independentes no Brasil. Com ele [‘O réu e o rei’] a Companhia das Letras procura contribuir ativamente para a consolidação do direito do cidadão brasileiro ao conhecimento de fatos relevantes da vida das suas figuras públicas.”

O editor afirma ser “coincidência” o fato de a obra ter saído logo depois da aprovação do projeto pela Câmara. Também diz que aprovou a proposta de “O réu e o rei” porque o “livro atendia bem às minhas duas intenções iniciais: trazer Paulo Cesar para a Companhia das Letras e marcar posição na luta pela liberdade das biografias”.

Procure Saber
A liberdade de publicação de biografias ganhou mais destaque a partir do início de 2013, quando o grupo Procure Saber – então integrado por Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Djavan, entre outros artistas, e presidido pela ex-mulher de Caetano Paula Lavigne – passou a defender a proibição de obras não autorizadas.

Os artistas diziam defender o direito à privacidade e destacavam as dificuldades em conseguir reparar, através de ações judiciais, os danos posteriores à publicação.

Os biógrafos, contudo, avaliam que a necessidade de autorização é censura prévia e fere a liberdade de expressão. Dizem que a necessidade de autorização defendida pelos artistas impediria a publicação de obras sobre personagens históricos, citando como exemplo a impossibilidade de se escrever sem interferências um texto sobre generais da ditadura ou sobre políticos.

O Código Civil brasileiro, em vigor desde 2003, diz que “a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais”.

Foi justamente essa regra permitiu que Roberto Carlos banisse, em abril de 2007, a biografia escrita por Paulo César de Araújo. “Roberto Carlos em detalhes” havia sido publicado pela Planeta em dezembro de 2006. A obra teve a produção e comercialização interrompidas após acordo judicial entre a editora e o cantor.

O Artigo 5º da Constituição Federal, entretanto, diz que “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença” e atesta que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Padaria drive-thru testa drone para a entrega de pães em São Carlos, SP

A franquia da Pão To Go, padaria drive-thru criada em São Carlos (SP), está testando um drone para entrega do pão francês e outros produtos aos clientes, que deverão pagar uma taxa de R$ 2 pela comodidade. O serviço, entretanto, ainda não tem data para ser disponibilizado, pois no Brasil não há regulamentação para o uso comercial de veículos aéreos não tripulados. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a proposta deverá ser submetida ao processo de audiência pública este ano.

O empresário Tom Ricetti já realizou três testes com a aeronave em São Carlos. Ele disse ter gostado da ideia da gigante do varejo on-line Amazon e da rede americana de pizzarias Domino’s, que anunciaram no ano passado o desejo de usar os aviões não tripulados para levar pequenos produtos aos clientes. “Pensei que seria uma facilidade imensa para pães, frios, bolos. O drone é o entregador do futuro”, afirmou ele ao G1.

O aparelho utilizado, cujo investimento foi de R$ 6 mil, possui seis hélices e tem capacidade para carregar uma carga de até 3,5 quilos. A ideia é que a aeronave não pouse no local. Para isso, o empresário desenvolveu uma caixa especial e uma pinça para soltá-la de uma altura entre 2,5 e 3 metros de altura sem prejudicar os produtos.  Leite, refrigerante ou qualquer outro tipo de líquido, contudo, ficariam de fora nesse tipo de entrega. “Nos testes a essa altura percebemos que a caixa aguenta bem e não prejudica os produtos, como pão, frios, bolos, doces e outras mercadorias embaladas”, explicou o empresário.

Por enquanto, a ideia é que o drone voe até um quilômetro da padaria. O serviço será oferecido, a princípio, em condomínios. “Temos o receio de quem alguém derrube ou pegue o aparelho, então vamos trabalhar em lugares fechados. Não que não possa acontecer, mas diminuem os riscos”, disse.

Empresário testa uso de drone para entregar produtos da padaria em São Carlos (Foto: Tom Ricetti/Arquivo pessoal)Empresário testa uso de drone para entregar produtos da padaria (Foto: Tom Ricetti/Arquivo pessoal)

Benefícios
O empresário ressaltou que o uso do drone não vai eliminar a entrega feita por motos, mas será um serviço facilitador para quem quer praticidade sem sair de casa. “Com a padaria drive-thru a gente já resolveu um grande problema para as pessoas que têm dificuldade de locomoção. Com o drone, queremos facilitar ainda mais”, declarou. Segundo ele, o uso será opcional aos franqueados.

Regulamentação
As aeronaves não tripuladas (que compreendem as aeronaves remotamente pilotadas e as aeronaves totalmente autônomas) se enquadram na definição de “aeronave” presente no Código Brasileiro de Aeronáutica e, portanto, são objeto de regulação e fiscalização da Anac. Por esse motivo, nenhum voo de aeronave civil remotamente pilotada pode ser realizado no Brasil sem a devida autorização da Agência, que avalia caso a caso os requerimentos para esse tipo de operação.

As questões técnicas envolvidas com a pilotagem remota e outras peculiaridades destes sistemas têm sido o foco dos engenheiros, pilotos e especialistas no assunto, tanto na indústria como nas autoridades de aviação civil, que buscam a demonstração da segurança das operações.

Embora não exista restrição à compra de um veículo aéreo não tripulado (vant, na sigla em português)  por um cidadão, instituição ou empresa, a sua operação depende de uma autorização específica da Anac. O procedimento para que uma aeronave receba o Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave). O documento permite, entretanto, apenas operações experimentais sobre áreas não densamente povoadas, ou seja, não permite operações com fins lucrativos e nem operações em áreas urbanas.

A Anac ressalta que a utilização de uma aeronave sem autorização está sujeita às penalidades previstas na própria Lei 7.565/86. O infrator estará ainda sujeito a ações de responsabilidade civil e penal.

Padaria drive-thru em São Carlos (Foto: Fabio Rodrigues/G1)Padaria drive-thru foi idealizada em
São Carlos (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Padaria drive-thru
Atualmente com 112 franquias, a Pão To Go tem conquistado clientes no Brasil e no exterior. A rede fechou contrato para unidades em Miami, Orlando e Los Angeles. A Argentina já conta com um master franqueado (que subfranqueia as unidades) e a primeira loja será na grande Buenos Aires. Chile e Angola também estão em negociação com um master franqueado, disse o empresário.

O investimento inicial para abrir uma unidade é a partir de R$ 195 mil, o que inclui taxa de franquia, capital de giro, maquinário e obras. O espaço mínimo para instalar o ponto é de 200 metros quadrados, sendo necessário 40 metros quadrados de área construída para um box.

De acordo com Ricetti, o faturamento médio mensal do empreendimento é de R$ 50 mil a R$ 70 mil. A recuperação do valor investido pode ser de até 12 meses, que varia de região.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Fêmea de veado catingueiro invade loja e é capturada em São Carlos, SP

veado (Foto: Paulo Chiari/EPTV)Veado catingueiro invadiu loja e deu trabalho para ser capturado em São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Uma loja de materiais de construção no bairro Santa Felícia, em São Carlos (SP), recebeu uma visita inesperada na manhã desta segunda feira (13): uma fêmea de veado catingueiro. O animal saiu de uma praça, atravessou uma avenida movimentada e entrou no estabelecimento.

A visitante deu muito trabalho para os funcionários, dava muitos coices e estava com o casco machucado de tanto se debater. Uma corda foi usada para conter o animal, mas não adiantou. A alternativa foi amarrar uma fita nas patas e colocar um pano sobre ela até a chegada dos bombeiros.

A empresária Roseli Matias disse que ficou muito surpresa. “Como existe mato aqui em frente, a gente imagina animais como cobra, alguma coisa assim, mas um animal desse porte é inédito”, contou.

Com a chegada dos bombeiros, o animal foi colocado em uma caixa e levado para o Parque Ecológico. Como não tinha ferimentos graves, a orientação foi levar logo para a mata, para que o bicho não se estressasse ainda mais. Depois de ser avaliada no Parque Ecológico, a fêmea foi levada para uma fazenda da Embrapa onde foi solta na mata.

De acordo com o diretor Parque Ecológico, Fernando Magnane, o aparecimento de animais silvestres em território urbano tem se tornado comum. “Um motivo é que estamos preservando muito mais a vegetação próxima a São Carlos, mas, por outro lado, as áreas mais distantes da cidade vêm sendo ocupadas pelo núcleo urbano o que motiva os animais a se aproximarem”, explicou.

Fêmea de veado catingueiro é capturada em loja em São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)Fêmea de veado catingueiro é capturada em loja em São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Grupo de São Carlos cria aplicativo para mapear os problemas urbanos

Um grupo de alunos e ex-alunos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu um aplicativo que ajuda a mapear problemas urbanos como buracos nas ruas, vazamento de água, mato alto, entre outros. Chamado de “Cidadera”, o programa funciona em smartphones, com sistema iOS e Android, e também envolve um site na internet.

“Quando teve aquela onda de protestos vimos que as pessoas estavam dispostas a consertar algumas coisas do Brasil. Percebemos que as pessoas têm muitas reclamações sobre as cidades e não sabem como recorrer. O objetivo do aplicativo é reportar publicamente os problemas que incomodam os cidadãos”, explicou Thiago Christof, cientista da computação formado pela UFSCar e co-criador do projeto.

O Cidadera levou três meses para ser desenvolvido e está disponível há duas semanas. Para reportar os problemas, é preciso fazer um cadastro, mas a reclamação pode ser feita de forma anônima. Os usuários podem acompanhar os casos reportados e são notificados por email quando o problema é resolvido.

O aplicativo está sendo apresentado para os secretários municipais, para que eles possam tomar conhecimento dos problemas reportados e solucioná-los de maneira direta. Em São Carlos (SP), uma ONG recolhe as reclamações cadastradas no Cidadera e protocola na prefeitura.

O sistema, que tem abrangência nacional, é gratuito e conta, atualmente, com 300 usuários cadastrados e 219 reclamações. “Futuramente, quando espalhar para outras cidades, queremos gerar índices de qualidade dos municípios. Vamos avaliar as prefeituras que mais resolvem os problemas”, contou Christof.

Aplicativo para celular (Foto: Fabio Rodrigues/G1)Aplicativo para celular está sendo apresentado nas secretarias municipais (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Roberto Carlos volta a Brasília para dois shows no Ulysses Guimarães

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Fãs de Roberto Carlos disputam espaço para ganhar uma flor do 'Rei' (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)Fãs de Roberto Carlos disputam espaço para ganhar uma flor do ‘Rei’ (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)

O cantor e compositor Roberto Carlos volta aos palcos de Brasília para dois shows, nesta sexta sábado (23 e 24). Os espetáculos acontecem no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a partir das 21h.

As apresentações ocorrem dois anos depois do último show do rei na capital. Naquela ocasião, 15 mil pessoas estiveram na plateia do ginásio Nilson Nelson.

Roberto Carlos desembarca em Brasília para mostrar sucessos de seus mais de 50 anos de carreira, incluindo canções como “Emoções”, “Detalhes”, “Lady Laura”, “Jesus Cristo”, “Nossa Senhora”, “Como é Grande o Meu Amor por Você”, “Além do Horizonte” e “Cama e Mesa”.

O show também traz músicas mais recentes, como “Esse Cara Sou Eu”, que foi tema da novela “Salve Jorge”, da TV Globo, e “Furdúncio”. As duas canções estão presentes no mais recente EP do cantor, lançado em 2012. O trabalho alcançou sucesso de público e vendeu mais de 2 milhões de cópias.

O cantor sobe ao palco acompanhado de uma orquestra de 16 músicos, sob regência do maestro Eduardo Lages.

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Música

 

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Carlos André é novo presidente da Software AG no País

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A Software AG, fornecedora de soluções focadas em Excelência de Processos de Negócios (BPE), anunciou hoje o novo presidente para a operação no Brasil. Carlos André, que acumula 20 anos de experiência em passagem por empresas multinacionais do setor de TI no País, assume o cargo com a responsabilidade de liderar o time local.

A decisão estratégica faz parte do plano de crescimento da companhia, que pretende dobrar nos próximos cinco anos. “Minha agenda nos primeiros dias será visitar os principais clientes e conhecer a equipe. A prioridade máxima nesse primeiro momento é trabalhar para exceder as expectativas de crescimento da operação”, declara André. Os focos de atuação da Software AG serão as áreas de Finanças e Governo, mas a companhia deve crescer em todos os segmentos, consolidando a estratégia de BPE em solo nacional.

Antony Foley, que coordenou os dezoito meses de transição para um presidente local, assumirá a operação latino-americana, baseada no México, com o desafio de ampliar a atuação da companhia na região. O Brasil terá uma operação independente, ligada diretamente à global. “O Brasil é um dos focos da Software AG, por isso escolhemos um líder específico para o País. A operação alcançou um estágio interessante de maturidade e agora podemos traçar planos mais agressivos para o Brasil”, afirma Mark Edwards, COO da Software AG global.

Formado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e com MBA pela Universidade de São Paulo (USP), Carlos André é membro da Endeavor, eleito um dos mentores do ano pela organização, e faz parte do Conselho Administrativo da Aceco TI. Nos últimos 20 anos, André liderou a operação brasileira de empresas multinacionais de TI como PeopleSoft, AT&T, Oracle e Novell.

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Publicado por em 15 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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