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Policial morre baleado durante protesto em Caracas

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Pessoas fogem de bombas de gás durante protesto contra o presidente Nicolás Maduro em Caracas nesta quinta (8) (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)Pessoas fogem de bombas de gás durante protesto contra o presidente Nicolás Maduro em Caracas nesta quinta (8) (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)Cronologia Venezuela com miss (Foto: Arte/G1)

Um membro da Polícia Nacional Bolivariana (PNB) morreu nesta quinta-feira (8) atingido por um tiro durante um protesto contra o governo do presidente Nicolás Maduro no leste de Caracas, informou à AFP uma fonte da polícia municipal.

“Lamentavelmente, um policial morreu com um tiro no pescoço”, disse o diretor da polícia do município de Chacao, Yoryi Carvajal, acrescentando que outro agente foi ferido por um disparo no peito.

Carvajal explicou que o incidente ocorreu durante um confronto entre as forças da ordem e manifestantes que protestavam contra a destruição de quatro acampamentos de jovens opositores instalados há mais de um mês nas ruas do leste de Caracas.

Segundo Carvajal, o confronto deixou ainda “outros dois policiais feridos por objetos contundentes”.

Não houve relato de manifestantes feridos.

243 são presos
Na madrugada desta quinta, unidades policiais invadiram quatro acampamentos de protesto de estudantes opositores em diferentes pontos de Caracas, o principal deles perto do escritório da ONU, e prenderam 243 pessoas.

O ministro do Interior, general Miguel Rodríguez Torres, justificou a operação alegando que os acampamentos eram usados como esconderijos de grupos “violentos” que cometiam atos “terroristas”.

“A operação teve início às três da madrugada (…) existiam evidências de que destes locais estavam saindo os grupos mais violentos para cometer atos terroristas: incendiar patrulhas da polícia, enfrentar com coquetéis molotov e com armas as forças de segurança”, disse o ministro.

Em resposta, grupos de jovens opositores realizaram protestos relâmpagos em uma dezena de pontos no leste de Caracas, alguns dos quais derivaram em confrontos com as forças de segurança.

No último mês, além de passeatas e incidentes esporádicos, a maioria dos protestos se concentrou em diferentes acampamentos de jovens em Caracas, o principal deles instalando diante dos escritórios do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), onde centenas de jovens montaram barracas e cortaram três das seis pistas de uma avenida.

O ministro do Interior disse que durante a operação foram “apreendidas drogas, armas, explosivos, morteiros, gás lacrimogêneo, tudo o que utilizam diariamente para enfrentar as forças de segurança”.

Uma equipe da polícia científica seguiu para os acampamentos para “levantar todas as evidências, classificá-las e apresentá-las ao tribunal correspondente para que se indicie quem deve ser indiciado e para que sejam adotadas as medidas do ponto de vista judicial”, completou.

“Os detidos foram levados para a sede da Polícia Nacional Bolivariana e outros para (a unidade militar de) Forte Tiuna”, disse a advogada e ativista dos direitos humanos, Elenis Rodríguez.

A Venezuela é sacudida desde fevereiro passado por uma onda de protestos que já deixou 42 mortos, mais de 800 feridos e 150 casos de supostos abusos policiais.

A população reclama da crescente criminalidade, de uma inflação anual superior a 60% e da falta de produtos básicos como arroz, leite, café e até papel higiênico.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Embaixada dos EUA em Caracas retoma trâmite para conceder vistos

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A embaixada dos Estados Unidos em Caracas retomou esta semana os trâmites para a concessão de vistos, que haviam sido suspensos há um mês devido à falta de pessoal, informou a representação diplomática.

A escassez de pessoal foi causada pela expulsão de funcionários consulares americanos por parte do governo da Venezuela.

“Um grupo de oficiais consulares chegou recentemente à embaixada dos Estados Unidos na Venezuela, depois de ter recebido seus respectivos vistos. Embora ainda não se conte com o pessoal completo, a embaixada já pode marcar um número limitado de novas entrevistas para solicitantes de vistos de turismo pela primeira vez”, informa o site da embaixada.

Em 23 de março passado, a embaixada anunciou que suspenderia a expedição de vistos de turista em função da carência de pessoal. A atividade ficaria suspensa até que o governo venezuelano autorizasse a designação de novos funcionários para substituir os que haviam sido expulsos.

Em 17 de fevereiro, o presidente Nicolás Maduro ordenou a saída imediata do país de três funcionários consulares acusados de participar na organização e na promoção de grupos estudantis da oposição. O governo acusa esses grupos de tentarem “gerar violência na Venezuela” no âmbito dos protestos que chegam a quase três meses no país.

Os Estados Unidos são um dos principais destinos de venezuelanos que viajam ao exterior. De acordo com números da embaixada americana, em 2013, foram atendidos 255 mil pedidos de visto temporários e 2.300 permanentes.

Segundo o departamento americano da Indústria de Viagens e Turismo, no ano passado, os EUA receberam 689.913 venezuelanos.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Ofensiva judicial chavista mobiliza a oposição nas ruas de Caracas

A ofensiva judicial chavista contra uma deputada e dois prefeitos da oposição elevou a tensão na Venezuela, onde foram convocados novos protestos para esta quinta-feira (20) contra o governo de Nicolás Maduro.

O prefeito de San Cristóbal – capital do estado de Táchira e foco da onda de protestos que sacode a Venezuela – foi detido na quarta-feira pelo Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin) por fomentar uma “rebelião civil” e instigar à violência, informou o ministro do Interior, Miguel Rodríguez.

“O I Tribunal do estado de Táchira, através do Ministério Público, decretou a captura do prefeito Daniel Ceballos (…), o que já foi efetuado pelo Serviço Bolivariano de Inteligência”, disse Rodríguez ao canal estatal VTV.

Manifestante anti-governo protesta em Caracas nesta quarta-feira (19) (Foto: Esteban Félix/AP)Manifestante anti-governo protesta em Caracas nesta quarta-feira (19) (Foto: Esteban Félix/AP)

“Isto é um ato de justiça ante um prefeito que não apenas deixou de cumprir as obrigações que a lei e a Constituição impõem, mas que facilitou e apoiou toda a violência irracional que se desatou na cidade de San Cristóbal”, afirmou o ministro.

Mais tarde, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) informou que o prefeito de San Diego (estado de Carabono, norte), Enzo Scarano, foi condenado a 10 meses de prisão e foi destituído de suas funções por “desacato” durante os protestos da oposição.

O TSJ informou através de seu site que foram decretadas punições contra Scarano e o chefe da polícia municipal, Salvatore Lucchese, “dez meses e 15 dias de prisão, mais os agravantes” por “desacato ao mandamento de liminar ditada pela sentença N° 136 do dia 12 de março”.

“Além disso, Vicencio Scarano Spisso está destituído de suas funções no cargo de prefeito do município San Diego do estado de Carabobo”, afirmou o tribunal em uma nota de imprensa.

O TSJ disse que “os dois cidadãos ficaram às ordens do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) e se estabeleceu como lugar de reclusão a sede do mencionado órgão situado em Caracas” até que se determine o lugar definitivo de cumprimento da sentença.

A reação não demorou entre os líderes da oposição.

Henrique Capriles acusou Maduro de colocar fogo na situação e disse que o presidente “será responsável pelo que acontecer no país”.

“Com a detenção fascista do Prefeito de SC Daniel Ceballos, Nicolás tomou a decisão de aumentar o conflito em Táchira e na Venezuela”, escreveu Capriles no Twitter, onde também questionou se o governo quer “paz ou guerra?”.

Em outra mensagem, o governador do estado Miranda e ex-candidato presidencial disse diretamente ao chefe de Estado: “É claro, Nicolás, que você quer mais confronto e promover a violência em todo o país”.

Vários líderes estudantis convocaram novas passeatas nesta quinta-feira em muitas cidades do país em “solidariedade ao atropelo contra os prefeitos”.

Ofensiva judicial
As duas detenções são parte da ofensiva judicial do chavismo contra os opositores.

Maduro acusa os líderes opositores de promover ‘um golpe de Estado’ com os protestos contra a insegurança, a falta de produtos e a inflação.

Em um mês e meio, 30 pessoas morreram nos protestos na Venezuela.

Na terça-feira, a maioria chavista da Assembleia Nacional aprovou um pedido de investigação da Procuradoria contra a deputada opositora María Corina Machado, também acusada de promover a violência na onda de protestos.

Líderes opositores detidos Daniel Ceballos é o segundo dirigente da Vontade Popular a ser detido por promover a violência na onda de protestos contra o governo do presidente Nicolás Maduro, iniciada em San Cristóbal no dia 4 de fevereiro.

Leopoldo López, máximo líder da Vontade Popular, está em uma prisão militar desde 18 de fevereiro, também por promover a violência ligada aos protestos.

Rodríguez explicou que o Sebin realizará a “respectiva apresentação (de Ceballos) ao tribunal”.

María Machado e Leopoldo López são os principais promotores da “Saída”, a estratégia de ocupar as ruas da Venezuela para obter o fim do governo de Nicolás Maduro.

López, acusado inicialmente de homicídio e terrorismo, foi detido por ordem da Procuradoria sob a acusação de “incêndio intencional, instigação pública, dano à propriedade pública e formação de quadrilha”.

Machado é acusada pelos deputados chavistas de “instigação ao crime, traição à pátria e homicídio”.

A Venezuela vive desde o início de fevereiro um período de agitação social que já deixou 30 mortos e 400 feridos. As manifestações contra o governo de Maduro apontam diretamente para a inflação fora de controle, a falta de produtos básicos e a alta criminalidade no país.

Na quarta-feira, dezenas de moradores do distrito de Chacao – foco da oposição no leste de Caracas – protestaram contra a presença da Guarda Nacional na região, determinada diretamente por Maduro para acabar com as manifestações.

Com a chegada da noite, a Praça Altamira de Chacao foi ocupada por cerca de 500 pessoas, que fizeram uma corrente humana e lembraram os mortos nos protestos.

“Não acredito que o povo esteja cansado de protestar. Vou permanecer nas ruas por meses se for preciso (…). Acredito que as manifestações estão tomando outra projeção e outras pessoas estão vindo (…), gente que não é estudante”, disse à AFP Vilma Molina, uma pedagoga de 53 anos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Médicos protestam em Caracas contra e a favor do governo

Trabalhadores da saúde pública venezuelana brigam com a polícia de choque durante um protesto em Caracas. (Foto: Juan Barreto/AFP)Trabalhadores da saúde pública venezuelana brigam com a polícia de choque durante um protesto em Caracas. (Foto: Juan Barreto/AFP)

Centenas de médicos e estudantes de medicina protestaram em Caracas contra a falta de recursos dos hospitais, enquanto chavistas marchavam em apoio ao sistema público de saúde.

Usando jalecos e levando uma grande bandeira do país, médicos e estudantes de Medicina de todas as idades se concentraram na praça Venezuela. O destino era a sede da vice-presidência, no centro da cidade (reduto chavista), mas uma barreira policial impediu o avanço do grupo, sob a justificativa de que a passeata não tinha autorização.

Os médicos carregavam cartazes com inscrições como: “Não são só as balas que matam, a falta de remédios também”.

De acordo com o presidente da Federação Médica Venezuelana, Douglas León, cerca de 95% dos hospitais do país têm apenas 5% do necessário para atender aos pacientes. “O governo não equipou os hospitais, nem cumpriu a Constituição”, criticou.

“O que importa é resolver os problemas dos venezuelanos e a crise da saúde, pela qual estamos passando. Queremos protestar, mas também queremos paz”, disse Geovanny Provenza, um jovem médico que trabalha em um hospital público.

Preocupada com seu futuro, a estudante de Medicina Caterine Acosta, de 20 anos, considera que “os hospitais estão se deteriorando, não se encontra os materiais, e temos de falar para os pacientes comprarem aquilo de que precisam”.

A poucas quadras, centenas de “trabalhadores e comitês de saúde” chavistas avançaram, sem problemas, pelo centro da capital. Eles foram recebidos no Palácio Miraflores pelo presidente Nicolás Maduro para comemorar o Dia do Médico e pela formatura de aproximadamente 2.500 jovens – uma parceria com o governo cubano.

“2.500 médicos que se graduam graças à educação que garantimos à juventude para se formar e servir à pátria com uma nova ética”, declarou o presidente em sua conta no Twitter, pouco antes do ato oficial.

Também aconteceram protestos de médicos em várias cidades do país, somando-se à onda de manifestações contra o governo que acontece na Venezuela, há um mês, contra a inflação, a escassez de produtos básicos e a violência.

Ao menos 20 pessoas foram mortas, e 300 ficaram feridas nos protestos. A reação do governo motivou uma série de denúncias de violações de direitos humanos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Vice-ministro venezuelano tem celular roubado em Caracas

O vice-ministro venezuelano do Comércio Exterior, William Cañas, teve o celular roubado, no último fim de semana, do lado de fora de um restaurante em Caracas, informou a polícia local nesta terça-feira (14).

No domingo, o vice-ministro foi roubado quando falava no celular, na região de La Castellana, no leste da capital, disse à imprensa o diretor da polícia do município Chacao, Einner Gulianni.

Segundo o oficial, Cañas foi surpreendido quando saiu ‘uma hora do restaurante para fazer uma ligação e foi abordado por homens motorizados que circulavam pelo local’.

‘Nesse momento, ele estava sem os seguranças, e roubaram o celular dele’, acrescentou.

Considerado um dos países mais violentos do mundo, a Venezuela registra uma taxa de homicídios que oscila entre 39 e 79 a cada 100 mil habitantes, segundo números oficiais e ONGs locais, respectivamente.

Em 6 de janeiro passado, a ex-miss e atriz Mónica Spear, de 29, e seu marido, Thomas Henry Berry, de 39, foram mortos a tiros dentro do carro, na presença da filha de cinco anos. A família foi vítima de uma emboscada com fins criminosos em uma autoestrada no norte de Venezuela.

O crime chocou o país e levou o presidente Nicolás Maduro a anunciar um plano de pacificação, em coordenação com os prefeitos e governadores.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Presidente Maduro cai de bicicleta em Caracas, na Venezuela

O presidente Nicolás Maduro provocou no domingo (15) a colisão de um pelotão ciclista que rodava por Caracas quando, ao guiar uma bicicleta ao lado de seus colaboradores, soltou o guidom, caindo e levando vários consigo, sem deixar feridos.

“Quando vínhamos pela avenida Lecuna, vinha com (o prefeito) Jorge (Rodríguez) falando e soltei o guidom e caímos todos, mas assim como caímos nos levantamos (…) morrendo de rir”, comentou Maduro depois de concluir o percurso de bicicleta por Caracas.

Maduro, vários de seus colaboradores e simpatizantes percorreram uma ampla zona de Caracas como parte de uma rodada ciclística pelo quinto aniversário das juventudes do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, no poder).

A queda de Maduro, divulgada no YouTube, foi perceptível apenas para as câmeras da televisão oficial, já que o pelotão de ciclistas era filmado à distância quando, de repente, pode-se ver que o presidente cai de bicicleta e leva vários com ele.

A queda não provocou lesões em Maduro ou em seus colaboradores.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Apagão atinge Caracas e outras cidades da Venezuela

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Apagão durante jogo de campeonato de basquete nesta terça-feira (3) no estado Poliedro, em Caracas, capital da Venezuela (Foto: Leo Ramirez/AFP)Apagão durante jogo de campeonato de basquete nesta terça-feira (3) no estado Poliedro, em Caracas, capital da Venezuela (Foto: Leo Ramirez/AFP)

Um grande apagão afetou nesta terça-feira (3) boa parte de Caracas, capital da Venezuela, e vários estados do país, segundo a imprensa.

Até agora, as autoridades não explicaram o motivo.

O blecaute começou às 13h locais (14h30 de Brasília), em Caracas e em cidades dos estados de Lara, Zulia, Anzoátegui, Miranda e Barinas, segundo a imprensa e relatos em redes sociais.

O metrô de Caracas estava parcialmente interrompido.

Nas ruas da capital, semáforos pararam de funcionar, provocando confusão no trânsito.

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Brasil

 

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