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Após danificar Jaguar com reflexo, prédio coloca proteção em calçada

O arranha-céu de Londres, na Inglaterra, que nos últimos dias provocou danos em veículos e comércios pelos raios solares que refletem em suas vidraças, colocou nesta quarta-feira (4) uma proteção temporária na calçada afetada.

O particular desenho côncavo da fachada do edifício de 37 andares, na fase final de sua construção, faz com que a luz se concentre em alguns pontos de ruas divisórias e provocou um pequeno incêndio em uma barbearia, além de derreter o espelho retrovisor e danificar a lateral de um Jaguar que estava estacionado próximo ao local, entre outros problemas.

Após danificar Jaguar com reflexo, prédio colocou proteção temporária em calçada (Foto: Carl Court/AFP)Após danificar Jaguar com reflexo, prédio colocou proteção temporária em calçada (Foto: Carl Court/AFP)Edifício conhecido como 'wakie talkie', em Londres, na Inglaterra, foi capaz de derreter peças de um Jaguar com o reflexo do sol (Foto: Leon Neal/AFP)Edifício conhecido como ‘wakie talkie’, em Londres, na Inglaterra, foi capaz de derreter peças de um Jaguar com o reflexo do sol (Foto: Leon Neal/AFP)

A construtora Land Securities, que constrói o arranha-céu apelidado de “Walkie Talkie”, se comprometeu a ressarcir os consertos necessários, assim como a avaliar de novo seu projeto arquitetônico para evitar que continue ocorrendo esses problemas.

“Entramos em contato com os comerciantes da zona para informar sobre as medidas que serão tomadas e contamos com seus comentários para decidir o curso de ação necessária”, assinalou um porta-voz da companhia.

A empresa disse que falou com Martin Lindsay, o motorista de um Jaguar que afirmou que os reflexos do arranha-céu danificaram seu automóvel, e afirmou que “como gesto de boa vontade” cobrirá “os custos da reparação”.

O “Walkie Talkie”, que deve ficar pronto no final de ano, segundo as previsões da construtora, está avaliado em 200 milhões de libras.

Proteção temporária foi colocada em calçada afetada por reflexo de prédio (Foto: Carl Court/AFP)Proteção temporária foi colocada em calçada afetada por reflexo de prédio (Foto: Carl Court/AFP)Retrovisor e emblema da marca derreteram e uma das laterais do veículo ficou deformada pelo reflexo do sol (Foto: Reprodução/TV Globo)Retrovisor e emblema da marca derreteram e uma das laterais do veículo ficou deformada pelo reflexo do sol (Foto: Reprodução/TV Globo)

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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Líquido preto jorra de calçada perto de área contaminada no litoral de SP

Óleo jorra da calçada no entorno de terreno contaminado em S. Sebastião (Foto: Arquivo Pessoal/ Evaldo Pereira) Líquido vaza em uma rua no entorno do terreno contaminado. (Foto: Arquivo Pessoal/Evaldo Pereira)

Um líquido preto jorra nas sarjetas e no vão dos bloquetes das ruas do bairro Itatinga, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. Segundo os moradores, o material brota no entorno de um terreno contaminado e provoca diversos prejuízos à saúde, como ressecamento de vias respiratórias e dificuldades em conseguir dormir durante a noite.

O local é alvo de reclamações dos moradores há pelo menos sete anos, mas agora, segundo eles, o vazamento extrapola os limites do terreno contaminado. Em 2006, foram encontrados materiais derivados de petróleo no local e a área foi cercada e isolada pela Petrobras. As famílias que moravam no terreno foram levadas para outras regiões da cidade.

Para a prefeitura e moradores, novos focos de vazamento surgiram. A Petrobras e a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) afirmam que não novos pontos de vazamento.

Com o problema, a prefeitura e os moradores acreditam que a área contaminada deve ser ampliada. “Começou a aparecer óleo no limite da área, começou a minar óleo do mesmo jeito que antes, mas do lado de fora do terreno. As prospecções de área deveriam ser maiores do que foram feitas”, explicou o secretário de Meio Ambiente, Eduardo Hipólito do Rego.

“Não há um limite de segurança. O óleo jorra no portão da minha casa e em todo lugar que imaginar. Na boca de lobo, no canto de calçada, no vão do bloquete, onde tem qualquer tipo de fissura esse óleo é expelido”, disse o guarda-vidas Evaldo Pereira, de 39 anos.

No fim de maio, a Petrobras foi multada pela prefeitura em R$ 5 mil porque o líquido que estava no terreno cercado vazou para a rua. A empresa alega que o material encontrado fora da área contaminada ‘não tem relação com as atividades da companhia’. A Petrobras informou ainda que ela e a Cetesb realizaram ‘várias análises químicas do produto e todas constataram que não se trata de hidrocarbonetos de petróleo’. A Cetesb confirma a informação e diz que por esse motivo o ponto não foi incluído no perímetro da área contaminada.

Um acordo prevê que a Petrobras retire o material que contamina o solo no terreno e construa uma praça no local, mas durante o processo moradores começaram a apresentar problemas de saúde. “Coceira pelo corpo, ansiedade generalizada, não conseguimos dormir direito, fora o odor que incomoda muito. Sou guarda-vidas e estou afastado há um ano e seis meses com problemas provocados por essa contaminação”, afirmou Pereira.

Óleo jorra da calçada no entorno de terreno contaminado em S. Sebastião (Foto: Arquivo Pessoal/ Evaldo Pereira)Moradores picharam muro no entorno do terreno
pedindo uma solução para a Petrobras.
(Foto: Arquivo Pessoal/Evaldo Pereira)

A obra foi embargada pela prefeitura e desde então não há movimentação no terreno, mas os focos fora do limite de contaminação trouxe o problema novamente à tona. “O terreno precisa ser remediado, mas precisa encontrar uma maneira de fazer isso sem prejudicar a população. Por precaução, vamos manter o embargo até que nos mostrem o que vão fazer no local com monitoramento e acompanhamento da Cetesb para que se tenha certeza que a população não sofra”, disse Rego.

A Cetesb informou que não se sabe a origem específica do líquido que brota no entorno do terreno, mas que ele pode ter surgido de resíduos orgânicos de lixo doméstico e fossas negras enterradas no local. O órgão informou ainda que o líquido não tem oleosidade ou odor algum. O órgão informou ainda que aguarda o desembargo da obra para a retomada das ações de remediação.

Acompanhamento
Neste ano a prefeitura cadastrou 654 moradores do bairro que devem passar por acompanhamento médico nos próximos anos. O objetivo, em uma primeira etapa, é traçar o quadro de saúde da comunidade antes do início das obras previstas para a eliminação de odores e poeira das atividades de remediação do terreno.

O programa foi iniciado em maio e até agora atendeu 32 famílias, sendo 96 pacientes com passagem pela enfermagem e 84 pelo atendimento médico. Ao todo, 169 exames de especialidades já foram feitos, o mesmo número referente aos exames laboratoriais, assim como a mesma quantidade de raio-x de tórax e eletrocardiogramas.

No total geral, até o encerramento de julho, foram realizadas 180 consultas de enfermagem e médica, além de 676 de exames encaminhados.

Outro lado
Por meio de nota, a Petrobras informou que o produto que jorra no entorno do terreno não tem relação com as atividades da companhia e que realizou várias análises químicas do produto. Todas constataram que não se trata de hidrocarboneto de petróleo e os laudos dessas análises já constam no processo de remediação do terreno. A empresa informou ainda que recorreu da multa recebida pela prefeitura.

Veja abaixo a íntegra da nota:
O produto que aflora na calçada da Rua Tancredo Neves não tem relação com as atividades da Companhia. A Petrobras e a CETESB realizaram várias análises químicas do produto e todas constataram que não se trata de hidrocarbonetos de petróleo. Os laudos dessas análises já constam nos autos do processo de remediação da área.

A Petrobras foi autuada pelo Município de São Sebastião, devido ao referido afloramento, e entrou com recurso por entender que a multa não é devida, uma vez que o produto comprovadamente não tem relação com nossas atividades.

Nos últimos anos várias ações foram realizadas a fim de recuperar a área: os moradores foram indenizados e removidos da área afetada, foram iniciados os serviços de remediação da área e foi realizado o acompanhamento médico dos moradores da região para monitoramento da saúde que indicou a inexistência de alterações na saúde relacionadas com o depósito de derivados de petróleo.

Estas ações vêm sendo acompanhadas pelo Ministério Público, Cetesb, Vigilância Sanitária, Secretarias de Meio Ambiente e Saúde. No momento, a continuidade dos serviços de remediação depende da autorização da Prefeitura. Em maio, a Petrobras realizou palestras sobre riscos químicos para capacitação dos profissionais de saúde do Município e aguarda os resultados dos exames médicos realizados para posterior avaliação em conjunto a Secretaria de Saúde de São Sebastião.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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