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General e coronel morrem em combates ao norte do Cairo

Um general e um coronel egípcios, assim como cinco jihadistas, morreram nesta quarta-feira (19) em combates ao norte do Cairo, anunciou o ministério do Interior.

Os ataques contra policiais e soldados são quase diários desde julho de 2013, quando o exército derrubou o presidente islamita Mohamed Mursi. Desde então, os partidários de Mursi sofrem uma violenta repressão.

Durante a manhã, o exército e a polícia atacaram um suposto posto de integrantes do grupo Ansar Beit al-Maqdes na localidade de Al-Qanatir al-Jayriya, 30 km ao norte do Cairo.

O grupo, que afirma buscar inspiração na Al-Qaeda, reivindicou a maior parte dos ataques contra as forças de segurança.

“Um general de brigada e um coronel do esquadrão antibombas do exército morreram no confronto”, anunciou o ministério.

Em uma nota, o ministério informa que os “terroristas” utilizaram roupas carregadas de explosivos no confronto.

O exército e a polícia mataram mais de 1.400 manifestantes partidários de Mursi, metade no Cairo em apenas um dia, 14 de agosto de 2013, e milhares de partidários do presidente destituído foram detidos desde então.

Entre as as pessoas detidas estão quase todos os dirigentes da Irmandade Muçulmana, o grupo de Mursi. Os acusados podem ser condenados à morte em diversos processos.

Fonte G1

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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Seis soldados egípcios morrem em ataque no Cairo

Autoridades de segurança egípcias investigam um posto de controle, onde morreram seis soldados, após ataque realizado por homens armados ao norte do Cairo, Egito, neste sábado (15) (Foto: Eman Helal/AP Photo)Autoridades de segurança egípcias investigam um posto de controle, onde morreram seis soldados, após ataque realizado por homens armados ao norte do Cairo, Egito, neste sábado (15) (Foto: Eman Helal/AP Photo)

Um grupo de homens armados matou seis soldados em um posto de controle militar no Egito, neste sábado (15), onde as forças de segurança são alvos frequentes desde a destituição do presidente islamita, Mohamed Mursi, em julho de 2013.

A ação em Shubra al-Kheima, ao norte do Cairo, aconteceu dois dias depois que um atentado a um ônibus militar deixou um soldado morto e três feridos.

O ministério da Saúde confirmou o balanço de seis soldados mortos. Os criminosos abriram fogo ao fim da oração muçulmana da manhã, e, então, colocaram duas bombas no local, que tinham como alvos os serviços de emergência.

“Os soldados tiveram poucas possibilidades de defesa. Estavam rezando”, disse o porta-voz do exército, o coronel Ahmed Ali.

Os insurgentes, com base no Sinai, ampliaram os ataques contra soldados e policiais, que mataram mais de 200 integrantes das forças de segurança, para outras regiões do país, como a região do Delta do Nilo e a capital.

Governo acusa a Irmandade Muçulmana

O grupo jihadista Ansar Beit al-Maqdis, que afirma ser inspirado pela Al-Qaeda, reivindicou grande parte dos ataques, como a queda de um helicóptero em janeiro no Sinai.

Mas o novo governo dirigido de fato pelo exército atribui os ataques à Irmandade Muçulmana, a organização de Mursi que venceu todas as eleições desde a queda de Hosni Mubarak no início de 2011.

O grupo, que renunciou às armas há várias décadas, nega a acusação.

Após o ataque deste sábado, o exército afirmou que “um grupo armado pertencente ao grupo terrorista da Irmandade Muçulmana atacou um posto de controle da polícia militar”.

As autoridades egípcias iniciaram uma dura campanha de repressão contra os partidários de Mursi, único presidente eleito democraticamente no Egito, que matou mais de 1.400 manifestantes, segundo a Anistia Internacional.

Milhares de islamitas, em sua maioria membros da Irmandade, também foram detidos.

O novo governo egípcio declarou em dezembro que a Irmandade Muçulmana é uma “organização terrorista”, poucos meses depois da destituição de Mursi, que é réu em vários processos.

O grupo jihadista Ansar Beit al-Maqdis anunciou neste sábado a morte de um de seus fundadores, Tawfiq Mohamed Fareej, na detonação de material explosivo que ele transportava durante um acidente de trânsito.

O exército iniciou em meados de 2013 uma grande ofensiva no Sinai para expulsar os jihadistas. Os analistas afirmam que os insurgentes executam menos ataques atualmente, mas conseguiram espalhar as ações por todo o país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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Ministro egípcio do Interior é vitima de atentado no Cairo

Imagem feita a partir da TV estatal egípcia o mostra ministro do Interior egípcio Mohammed Ibrahim respondendo a um repórter depois de uma explosão no Cairo (Foto: TV estatal egípcia/ AP)Imagem feita a partir da TV estatal egípcia o mostra ministro do Interior egípcio Mohammed Ibrahim respondendo a um repórter depois de uma explosão no Cairo (Foto: TV estatal egípcia/ AP)

O ministro egípcio do Interior, Mohammed Ibrahim, sobreviveu a um atentado com carro-bomba nesta quinta-feira (5) na passagem de seu comboio no Cairo, informaram fontes das forças de segurança.

“O ministro do Interior sobreviveu a uma tentativa de assassinato”, afirmou uma fonte, que pediu anonimato.

A explosão do veículo aconteceu na passagem do comboio do ministro por uma área próxima de sua residência, em Nasr City. Vários civis ficaram feridos e algumas lojas foram atingidas, segundo a agência oficial “MENA”.

Ibrahim denunciou na televisão uma “tentativa de asassinato covarde”.Duas horas depois da explosão, Ibrahim afirmou que quatro veículos de seu comboio foram destruídos e citou város feridos no atentado.

O governo egípcio prometeu atacar o terrorismo com “mão de ferro”.

“O gabinete insiste que este ato criminoso não vai impedir o governo de enfrentar o terrorismo com força e determinação’, afirma um comunicado.

‘O governo egípcio vai atacar com mão de ferro aqueles que ameaçam a segurança nacional até que a estabilidade retorne em todo o país’, completa.

A Aliança contra o Golpe de Estado, uma coalizão islamita egípcia que organiza a mobilização dos simpatizentes do presidente destituído Mohamed Morsi, condenou o ataque contra o ministro do Interior.

“O ataque deve ser condenado independente dos autores”, afirmou Amr Darrag, um dos líderes da Aliança.

“Reiteramos nosso enfoque pacífico, que é observado claramente em cada uma de nossas manifestações”, completou.

Um funcionário do ministério da Saúde afirmou que sete pessoas ficaram feridas, mas não explicou se eram civis ou membros das forças de segurança.

De acordo com o ministério do Interior, quatro policiais ficaram feridos e um deles perdeu uma das pernas na explosão.

A polícia bloqueou as estradas de acesso ao ministério no centro da cidade.

Este foi o primeiro atentado com carro-bomba no Cairo em muitos anos.

O ataque aconteceu depois da violenta repressão contra os partidários do presidente islamita Mohamed Morsi, destituído no início de julho pelo exército, um processo no qual a polícia, sob as ordens do ministro do Interior, teve participação importante.

A destituição e a detenção de Morsi provocaram uma onda de violência que deixou mais de de 1.000 mortos no Egito, em sua maioria manifestantes islamitas.

Paralelamente, os ataques contra as forças de segurança ficaram mais intensos na instável península do Sinai e em outras cidades do país.

Policial à paisana inspeciona local de explosão perto da casa do ministro do Interior do Egito, Mohamed Ibrahim, em Nasr, no Cairo. O ministro sobreviveu ao atentado, que usou uma bomba acionada por controle remoto. (Foto: Amr Abdallah Dalsh/Reuters)Policial à paisana inspeciona local de explosão perto da casa do ministro do Interior do Egito, Mohamed Ibrahim, em Nasr, no Cairo. O ministro sobreviveu ao atentado, que usou uma bomba acionada por controle remoto. (Foto: Amr Abdallah Dalsh/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Polícia usa gás lacrimogêneo contra manifestantes pró-Morsi no Cairo

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A polícia egípcia usou gás lacrimogêneo nesta sexta-feira (30) contra dezenas de manifestantes no Cairo, convocados para um novo dia protestos em apoio ao presidente destituído Mohamed Morsi.

Trinta e cinco manifestantes estavam reunidos na praça Esfinge no Cairo, quando a polícia lançou o gás lacrimogêneo, mesmo sem provocação.

Apesar da repressão, os manifestantes anunciaram um novo protesto contra o “golpe de Estado militar” após a oração desta sexta-feira.

Forças de segurança fazem barricada para conter protestos em Beni Sueif, ao sul do Cairo, nesta sexta-feira (30) (Foto: Sabry Khaled, El-Shorouk/AP)Forças de segurança fazem barricada para conter protestos em Beni Sueif, ao sul do Cairo, nesta sexta-feira (30) (Foto: Sabry Khaled, El-Shorouk/AP)

O governo provisório reiterou a autorização aos soldados e à polícia para o uso de armamento letal contra qualquer manifestante que atacar bens públicos ou as forças de segurança.

A Aliança pela Democracia e contra o Golpe de Estado, composta basicamente pela Irmandade Muçulmana, convocou na véspera essas novas manifestações para esta sexta-feira em todo o país para denunciar o que consideram um golpe de Estado do exército, que em 3 de julho passado derrubou e prendeu Morsi, primeiro presidente eleito democraticamente no Egito.

O porta-voz da polícia advertiu sobre o risco de distúrbios durante as manifestações e recordou que soldados e policiais estão autorizados a disparar.

O governo interino estabelecido pelos militares reiterou sua autorização aos soldados e policiais do Cairo e grandes cidades a abrir fogo contra qualquer manifestante que atacar bens públicos ou as forças de ordem.

Mais de 1.000 pessoas, partidários de Mursi em sua maioria, morreram em agosto durante a dispersão de suas contrações e mais de 2.000 foram presos, entre eles os principais dirigentes da Irmandade Muçulmana.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Vendas do iPhone cairão no início de 2012, aponta Gartner

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A Apple verá uma queda nas vendas globais do iPhone no primeiro trimestre de 2012 em comparação aos três meses anteriores, aponta uma pesquisa da consultoria de mercado Gartner.

Após um ótimo final de 2011, em que vendeu 35,5 milhões de smartphones para usuários finais nos últimos três meses da temporada (um aumento de 121,4% em relação ao mesmo período do ano anterior), a empresa de Cupertino provavelmente terá um bom primeiro trimestre neste ano, mas dificilmente alcançará os mesmos números do final de 2011.

A Apple registrou uma participação de 7,4% do mercado de telefones móveis no quarto trimestre (Q4) de 2011, apesar de sua fatia no ano todo ter sido de 5%. No entanto, a rival Samsung alcançou 19,4% do mercado nos últimos meses do ano passado, em comparação a 17,7% durante toda a temporada.

A Nokia liderou o mercado de celulares, com uma participação de 23,4% no Q4 de 2011 e vendas de 122 milhões de unidades no período. No ano todo, a fabricante finlandesa registrou a comercialização de 422 milhões de portáteis, com uma participação média de 23,8%. Já a Samsung vendeu 314 milhões de celulares no ano, contra “apenas” 89 milhões de aparelhos da Apple, informa a Gartner. 

Mas quando o mercado de smartphones é destacado dos números gerais de telefones celulares, a contribuição da Apple é ainda mais impressionante. No último trimestre do ano passado, foram vendidas 149 milhões de smartphones, um aumento de 47,3% em relação o mesmo período em 2010. As vendas totais de smartphones em 2011 alcançaram 472 milhões de unidades e responderam por 31% de todas as vendas de aparelhos móveis, um aumento de 58% em relação a 2010, aponta a pesquisa da Gartner.

A Apple também tornou-se a maior fabricante de smartphones no último trimestre de 2011, com uma participação de 23,8%, e a líder no segmento durante o ano todo, com uma fatia de 19% do mercado.

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Vendas do iPhone cairão no início de 2012, aponta Gartner

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A Apple verá uma queda nas vendas globais do iPhone no primeiro trimestre de 2012 em comparação aos três meses anteriores, aponta uma pesquisa da consultoria de mercado Gartner.

Após um ótimo final de 2011, em que vendeu 35,5 milhões de smartphones para usuários finais nos últimos três meses da temporada (um aumento de 121,4% em relação ao mesmo período do ano anterior), a empresa de Cupertino provavelmente terá um bom primeiro trimestre neste ano, mas dificilmente alcançará os mesmos números do final de 2011.

A Apple registrou uma participação de 7,4% do mercado de telefones móveis no quarto trimestre (Q4) de 2011, apesar de sua fatia no ano todo ter sido de 5%. No entanto, a rival Samsung alcançou 19,4% do mercado nos últimos meses do ano passado, em comparação a 17,7% durante toda a temporada.

A Nokia liderou o mercado de celulares, com uma participação de 23,4% no Q4 de 2011 e vendas de 122 milhões de unidades no período. No ano todo, a fabricante finlandesa registrou a comercialização de 422 milhões de portáteis, com uma participação média de 23,8%. Já a Samsung vendeu 314 milhões de celulares no ano, contra “apenas” 89 milhões de aparelhos da Apple, informa a Gartner. 

Mas quando o mercado de smartphones é destacado dos números gerais de telefones celulares, a contribuição da Apple é ainda mais impressionante. No último trimestre do ano passado, foram vendidas 149 milhões de smartphones, um aumento de 47,3% em relação o mesmo período em 2010. As vendas totais de smartphones em 2011 alcançaram 472 milhões de unidades e responderam por 31% de todas as vendas de aparelhos móveis, um aumento de 58% em relação a 2010, aponta a pesquisa da Gartner.

A Apple também tornou-se a maior fabricante de smartphones no último trimestre de 2011, com uma participação de 23,8%, e a líder no segmento durante o ano todo, com uma fatia de 19% do mercado.

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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