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Apple busca elevar vendas online ao cortar prazo para restituição

A Apple cortou pela metade o tempo que leva para restituir clientes da loja online que devolvem iPhones e outros aparelhos, um pequeno mas crucial passo para tentar conseguir que mais pessoas comprem diretamente pelo seu website.

O movimento representa uma grande despesa inicial por parte da Apple, mas poderá compensar no longo prazo se a empresa conseguir atrair clientes online de varejistas como a Amazon.com e Best Buy, dizem especialistas do setor.

De acordo com a empresa de pesquisa de varejo e de inteligência StellaService, os clientes que compram um produto da loja online da Apple podem obter um reembolso em menos de uma semana, ante 10 dias anteriormente.

A Apple está processando reembolsos a um ritmo mais rápido porque a empresa agora usa um serviço acelerado, FedEx 2Day, para permitir que os clientes retornem itens com etiquetas pré-pagas para o estoque em três dias.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Polícia busca neozelandês que tem fetiche em se masturbar em ônibus

Richard Hona tem fetiche por se masturbar em ônibus (Foto: Reprodução/YouTube/TVNZ)Richard Hona tem fetiche por se masturbar em
ônibus (Foto: Reprodução/YouTube/TVNZ)

A polícia da Nova Zelândia tenta prender um homem de 44 anos que tem fetiche em se masturbar em ônibus do transporte público na região de Auckland.

Segundo as autoridades, Richard Hona foi visto realizando o ato sexual na segunda-feira, apenas três semanas após deixar a cadeia.

Como condição de sua liberdade condicional, Hona estava proibido de viajar em ônibus, já que ele havia sido flagrado realizando atos sexuais em veículos dos transporte público em inúmeros subúrbios da capital.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Especialistas dos EUA chegam à Nigéria para busca de sequestradas

AppId is over the quota
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Uma equipe de especialistas americanos chegou à Nigéria para ajudar na busca das mais de 200 estudantes sequestradas pelos islamitas do grupo Boko Haram, indicou à AFP uma porta-voz da embaixada nesta sexta-feira (9).

“Estão aqui. A equipe está na Nigéria”, declarou Rhonda Fergusson-Augustus, sem fornecer mais detalhes sobre a composição do grupo.

Autoridades americanas haviam anunciado o envio de uma equipe de menos de 10 militares, especialistas do departamento de Justiça e do FBI.

Também nesta quinta, um grupo de analistas do governo britânico chegou a Abuja para ajudar na busca. O Ministério das Relações Exteriores britânico indicou que os especialistas colaborarão com as autoridades nigerianas e com outros analistas americanos também enviados à Nigéria.

Trata-se de especialistas de ministérios como Defesa, Desenvolvimento Internacional e Relações Exteriores, que se dedicarão a assessorar as autoridades locais sobre a resposta aos sequestros e terrorismo, mas não se envolverão em operações no terreno.

“A equipe vai analisar não só os incidentes recentes, mas também soluções antiterroristas a longo prazo para evitar esse tipo de ataques no futuro e derrotar a Boko Haram no futuro”, assinalou o Ministério das Relações Exteriores.

China e França também se comprometeram a enviar especialistas para ajudar a Nigéria a encontrar as adolescentes sequestradas no dia 14 de abril em sua escola de ensino médio de Chibok, no estado de Borno, um ataque que comoveu o mundo inteiro.

O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, ameaçou em um vídeo vender as meninas como escravas ou casá-las à força, uma mensagem que aterrorizou os familiares das jovens.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Oposição síria busca assento na Liga Árabe e quer assumir embaixadas

O líder da oposição síria Ahmad Jarba fez um apelo a líderes da Liga Árabe em reunião no Kuweit nesta terça-feira para dar o assento sírio na entidade, atualmente vago, para a oposicionista Coalizão Nacional, além de deixar que o grupo assuma embaixadas sírias no exterior.

“Deixar o assento sírio vago envia uma mensagem ao (presidente sírio Bashar) al-Assad… ‘Mate, mate, o assento está esperando você assim que a batalha estiver resolvida'”, disse Jarba na sessão de abertura da reunião da Liga Árabe.

“A realidade exige que as embaixadas sírias também sejam entregues à Coalizão Nacional”, acrescentou ele.

Em 9 de março, o secretário-geral da organização, Nabil al-Arabi, disse que a cadeira da Síria na Liga permanecerá vacante enquanto a oposição não concluir a formação de suas instituições.

O líder da coalizão opositora também pediu ajuda aos líderes dos países árabes para que a comunidade internacional forneça armas “sofisticadas”. Jarba pediu aos líderes regionais “que pressionem a comunidade internacional para que cumpra a promessa de entregar armas sofisticadas a nossos revolucionários”.

Dirigindo-se à cúpula da Liga Árabe, Jarba pediu aos líderes regionais “que pressionem a comunidade internacional para que cumpra sua promessa de entregar armas sofisticadas aos nossos revolucionários”. Pouco antes, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita acusou a comunidade internacional de ter traído a rebelião síria, carente de armas suficientes para se impor em sua guerra contra o regime do presidente Bashar al-Assad.

arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Busca por avião desaparecido da Malaysia Airlines entra na 3ª semana

Avião da Força Aérea chinesa deve se juntar às buscas pelo voo que desapareceu. (Foto: Jason Reed/Reuters)Aviões da Força Aérea chinesa devem se unir às buscas pelo voo que desapareceu. (Foto: Jason Reed/Reuters)VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

As buscas pelo avião desaparecido da Malaysia Airlines entraram na terceira semana, com um número crescente de aviões e navios se unindo ao patrulhamento no sul do Oceano Índico, onde imagens de satélites australiano, chinês e francês flagraram objetos que podem ser destroços da aeronave.

O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China.

A operação, liderada pela Austrália, faz buscas em uma área de cerca de 2.500 quilômetros ao sudoeste de Perth, com ao menos oito aeronaves, algumas da Marinha americana e da Austrália. Outros dois aviões chineses e dois japoneses também devem se juntar à patrulha.

As buscas foram deslocadas para o Índico após o anúncio de que satélites chineses flagraram objetos flutuando nas águas. Neste domingo, a possibilidade foi reforçada por imagens de um satélite francês, que também mostram objetos flutuando no sul do  Oceano Índico.

Um dos detritos flagrados pelos satélites chineses teria 22,5 metros por 13 metros. A informação inicial é de que os objetos avistados nas fotos teriam sido achados a 120 quilômetros dos possíveis destroços avistados na última quinta-feira no sul do Oceano Índico por autoridades australianas a partir de outras imagens de satélite.

No entanto os trabalhos de busca realizados na sexta-feira na área, que fica a 2,3 mil quilômetros da costa australiana, não tiveram sucesso, aumentando a tensão entre os familiares dos passageiros desaparecidos.

Na sexta-feira (21), o vice-primeiro-ministro da Austrália, Warren Truss, disse que os objetos vistos em imagens de satélite em uma área remota no sul do Oceano Índico, o que levou a uma caçada internacional em busca do avião desaparecido da Malaysia Airlines, já podem ter afundado.

“Algo que estava flutuando no mar há tanto tempo pode não estar mais”, disse Truss a repórteres em Perth, na Austrália. “Podem ter ido para o fundo.”

Segundo a emissora americana CNN, o primeiro avião enviado ao local na sexta-feira para tentar localizar os possíveis destroços não encontrou nada na área monitorada.
Um dos objetos flagrados pelos satélites australianos teria 24 metros.

Integrantes da Força Aérea japonesa posam antes de decolar para se juntar às buscas por avião desaparecido. (Foto: Mohd Rasfan/AFP)Integrantes da Força Aérea japonesa posam antes de decolar para se juntar às buscas por avião desaparecido. (Foto: Mohd Rasfan/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Polícia busca um agressor sexual em caso da menina Madeleine

Polícia espera fatos novos após reconstituição (Foto: PA)Madeleine sumiu em 2007 (Foto: PA)

Os policiais que investigam o desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em Portugal em 2007 anunciaram nesta quarta-feira (19) que buscam um agressor sexual que atacou cinco meninas entrando em seus apartamentos durante as férias.

As casas se localizavam na região portuguesa do Algarve, no sul, onde Madeleine McCann desapareceu, e que eram ocupadas em sua maioria por famílias britânicas, disse a Scotland Yard.

Entre 2004 e 2006 o homem agrediu sexualmente cinco meninas de 7 a 10 anos quando estavam na cama.  “São crimes graves e nunca ninguém foi acusado por eles. Precisamos (…) estabelecer se estes crimes estão relacionados ao desaparecimento de Madeleine”, declarou o policial Andy Redwood, que dirige a investigação.

O suspeito foi descrito como um homem de pele morena, cabelos escuros e espessos e que falava em inglês com sotaque estrangeiro, segundo a polícia.

Madeleine McCann tinha três anos quando desapareceu em 2007 de um apartamento de férias em uma região turística do Algarve, Praia da Luz, ao sul de Portugal.

As autoridades portuguesas encerraram o caso em 2008, mas a Scotland Yard o retomou há dois anos a pedido do próprio governo britânico, e abriu sua própria investigação em julho do ano passado.

Os pais da menina, os McCann, levaram adiante uma campanha durante seis anos para encontrar Madeleine, já que acreditam que ela tenha sido sequestrada e esteja viva.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Empresa divulga imagens de satélite e pede ajuda em busca por avião

As buscas pelo voo desaparecido MH370 agora incluem, além de especialistas, internautas de todo o mundo.

Milhões de “caçadores de aviões” online espalhados pelo planeta estão tentando encontrar alguma pista que possa sinalizar o que ocorreu com a aeronave da Malaysia Airlines desaparecida no último dia 8 de março.

A análise de imagens geradas por satélites estão no centro das buscas pelo MH370.

Achar traços do avião entre imagens como essa pode ser mais difícil do que achar uma agulha num paheiro (Foto: Digital Globe)Achar traços do avião entre imagens como essa pode ser mais difícil do que achar uma agulha num paheiro (Foto: Digital Globe)

A companhia Digital Globe, que coleta imagens digitais geradas por satélite, compartilha essas imagens na internet e, assim, permite que membros do público possam inspecioná-las e ampliá-las.

Após a desaparição da aeronave, a empresa lançou uma campanha de crowdsourcing que permite fazer buscas detalhadas em imagens de satélites e destacar coisas que pareçam interessantes. O site também mostra como determinadas coisas parecem se vistas à distância, como uma mancha de óleo ou um bote salva-vidas.

De acordo com a empresa, as imagens são tão detalhadas, que seria possível encontrar algo tão pequeno quanto uma mala.

Após seu lançamento, o site da Digital Globe aumentou consideravelmente sua audiência. Os dados mais recentes fornecidos pela empresa indicam que os mapas foram vistos 385 milhões de vezes.

Alarmes falsos
Mas o efeito colateral dessa prática é o número de alarmes falsos que serão levantados com a iniciativa.

A companhia diz que cerca de 4,7 milhões de “coisas” foram avistadas, mas ainda não está claro quantas destas são significativas – se é que alguma delas é verdadeiramente importante.

A fim de se prevenir contra isso, o sistema faz com que múltiplas pessoas – cerca de 30 – analisem cada imagem.

As imagens mais “tagueadas” por voluntários são então enviadas para os especialistas da Digital Globe, que irão, em seguida, determinar se a informação deve ou não ser repassada para autoridades.

Em princípio, as imagens fornecidas pela companhia estavam centradas no Mar do Sul da China e no Golfo da Tailândia – refletindo os focos iniciais de buscas pelo aeronave.

Google Malaysia advertiu que imagens no Google Maps não são em tempo real (Foto: Google)Google Malaysia advertiu que imagens no Google Maps não são em tempo real (Foto: Google)

Agora, com as atenções se voltando para a região em torno do Estreito de Malaca, na costa oeste da Malásia, as buscas online também estão sendo adaptadas.

Novas imagens da região devem ser divulgadas em breve no site da Digital Globe.

A empresa disse à BBC que essas imagens seriam atualizadas diariamente e que seria possível fazer com que os satélites possam ‘olhar’ uma nova área a cada 20 minutos.

Agregando informação
O site de compartilhamento de notícias Reddit está se lançando em um desafio diferente – coletando e organizando informações publicadas pela mídia e postadas nas mídias sociais.

Uma seção especial, conhecida como subreddit, foi criada para agregar informações sobre a aeronave desaparecida.

Entre os links no site, há incontáveis discussões sobre as mais variadas teorias vindas de diferentes partes do mundo.

Graças à maneira que o Reddit funciona, com usuários podendo votar na qualidade do conteúdo postado no site, ele tem se mostrado como uma ferramenta útil na busca por notícias “confiáveis” ou que foram pescadas de geradores de conteúdo alternativos, como as mídias sociais.

Como por exemplo a hipótese sobre o que poderia ter acontecido com o avião oferecida no Google+ por Chris Goodfellow, ex-piloto canadense. Goodfellow sugere que o trajeto do avião e a súbita guinada em sua rota para o oeste indicam que o piloto poderia estar reagindo a um incêndio a bordo, tentado buscar um aeroporto para um pouso de emergência.

A página foi compartilhada várias vezes no Reddit e em outras redes, antes de ter sido republicada pela revista de tecnologia Wired.

No passado, usuários do Reddit já tentaram juntar pistas para ajudar em uma investigação, mas o resultados foram prejudiciais. Uma página subreddit montada em torno dos atentados à bomba de Boston acabou apontando uma pessoa errada como autor do ataque.

E há também pessoas que tem o propósito deliberado de prestar informações erradas, como o perfil falso de Facebook do co-piloto do voo MH370, Faruq Abdul Hamid, que foi amplamente compartilhado.

A fim de evitar pistas falsas, a edição malaia do Google teve de divulgar um comunicado de imprensa pedindo que pessoas não buscassem imagens do avião no Google Earth.

“Sim, as imagens podem estar lá, mas as imagens não foram registradas em tempo real”, afirmou um representante do Google Malaysia em entrevista ao jornal Star, enfatizando que as imagens vistas no site poderiam ser de meses atrás.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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