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‘Você pode ensinar macacos a terem MBA’, diz Bruce Dickinson

Bruce Dickinson, do Iron Maiden, participa de coletiva antes de mostrar 'lado empresário' na Campus Party Brasil 2014 (Foto: Bruno Araujo/G1)Bruce Dickinson em coletiva antes da Campus
Party Brasil 2014 (Foto: Bruno Araujo/G1)

Uma das principais atrações da Campus Party Brasil 2014 é o músico Bruce Dickinson, vocalista da banda de metal Iron Maiden. No entanto, os visitantes e campuseiros do evento que acontece no Anhembi, em São Paulo, verão em sua palestra nesta terça-feira (28), às 13h, uma personalidade diferente de Dickinson: a de empresário.

Dono de uma companhia de aviação no Reino Unido, a Cardiff Aviation, Dickinson acha que criatividade é mais importante que currículo. Em entrevista coletiva anterior à sua participação na Campus Party, ele brincou: “Não é sobre qualificação, mas sobre ter uma boa ideia. Você pode ensinar macacos a terem MBA”.

Para o músico, o jovem empreendedor precisa de duas coisas para buscar o sucesso: uma grande ideia e vontade de trabalhar sem custos.

“O problema de muitas startups é que elas querem alugar um local bonito para trabalhar, contratar muita gente”, disse. “A questão devia ser ‘como evitar que compremos qualquer tipo de móvel’, e não ‘qual será a cor dos móveis que usaremos’.”

O vocalista do Iron Maiden comentou ainda que seu foco de investimento são grandes tecnologias de materiais e transporte, como motores, e não softwares. “Eu sou investidor em uma companhia que está desenvolvendo tecnologias mais leves que o ar para transportes ecológicos de grandes cargas a lugares remotos e inacessíveis”, disse. “Também sou investidor em um jato eco-friendly, mais econômico que um grande carro”.

Ele mesmo um empresário do ramo da aviação que já sonhou quando criança em se tornar um astronauta, Dickinson falou também sobre o avanço das viagens espaciais e como as pessoas não irão para o espaço para viver – “os humanos morrem muito facilmente lá” –, mas sim para “tornar a Terra mais habitável”.

“Alguns experimentos biológicos são muito mais rápidos na gravidade zero”, comentou. “Eu sou um sonhador. As missões da Nasa e Júlio Verne me inspiraram quando criança (…) Eu acho que Elon Musk [investidor de empresas como SpaceX e Tesla Motors] será o futuro da viagem espacial”.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Jimmy Fallon e Bruce Springsteen fazem paródia de ‘Born to run’; assista

Bruce Springsteen e Jimmy Fallon durante paródia de 'Born to run' no programa de TV (Foto: Reprodução/YouTube/Late Night with Jimmy Fallon)Bruce Springsteen e Jimmy Fallon (Foto:
Reprodução/YouTube/Late Night with Jimmy Fallon)

Bruce Springsteen e Jimmy Fallon fizeram uma paródia do hit “Born to run” na noite desta terça-feira (14), durante a participação do músico no programa de TV apresentado pelo humorista. Fallon faz uma imitação bastante fiel, reproduzindo perfeitamente o timbre e o tom de Springsteen.

Clique aqui para Jimmy Fallon e Bruce Springsteen parodiando “Born to run”.

Com bandana, óculos escuros e camisas com mangas cortadas, a dupla adotou figurino que remete à época de “Born in the USA”, clássico álbum lançado pelo cantor em 1984. Já “Born to run”, que está no disco homônimo, saiu em 1975.

O primeiro a aparecer em cena no “Late Night with Jimmy Fallon” é o apresentador. Tocando violão, ele começa a cantar o mesmo verso incial de “Born to run”, com uma discreta mudança. 

“In the day we sweat it out on the streets / Of a runaway American dream” (“No dia em que suarmos nas ruas / Fugindo do sonho americano”, em tradução livre) vira “In the day we seat it out  on the streets / Stuck in traffic on the GWB” (“No dia em que suarmos nas ruas / Presos no trânsito da GWB”).

Trata-se de uma abreviação para a George Washington Bridge, ponte que está no centro de um recente escândalo político americano, envolvendo o governador de Nova Jersey, Chris Christie.

Na semana passada, uma troca de emails de sua assessora com um funcionário nomeado indicou que seu governo mandou provocar um congestionamento em Fort Lee, na entrada da ponte George Washington. O objetivo era punir seu rival político, o prefeito democrata da cidade. Christie demitiu a assessora e pediu desculpas, mas sua imagem de possível candidato à presidência em 2016 foi manchada.

O nome da paródia de “Born to run” é “Gov. Christie traffic jam”, ou “O congestionamento do governador Christie”. Ainda sozinho no palco, Fallon canta que “pedágios foram fechados porque nós não apoiamos Christie”.

De repente, surge Springsteen, que canta: “Temos homens de Wall Street parados coladinhos com caminhoneiros / E, cara, eu preciso mesmo fazer xixi, mas não posso / Estou preso na Fort Lee do governador Chris Christies, no congestionamento de Nova Jersey”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Bruce Springsteen pede ‘quarto do silêncio’ para show em SP

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Max Weinberg (ao fundo) e Bruce Springsteen, durante show da E Street Band (Foto: Agência Zero)Max Weinberg (ao fundo) e Bruce Springsteen,
durante show da E Street Band (Foto: Agência Zero)

Acompanhado da E Street Band, Bruce Springsteen retorna ao Brasil 25 anos após sua única apresentação no país. Para a produção do seu show que acontece em São Paulo, no dia 18 de setembro, no Espaço das Américas, ele pediu um camarim extra, intitulado “Quiet room”, ou “quarto do silêncio”.

Além de muita água, frutas, mel, cereais e achocolatados, entre as outras exigências do cantor está a preocupação com o meio-ambiente. Springsteen não quer vidro no backstage e pede copos, pratos e talheres biodegradáveis, e lixeiras separadas para lixos recicláveis e orgânicos.

Após São Paulo, Springsteen se apresenta no Rock in Rio no dia 21 de setembro. O cantor interpretará músicas de seu último disco, “Wrecking ball” (2012).

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Música

 

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Baterista de Bruce Springsteen diz ser privilégio ter ‘chefe trabalhador’

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Max Weiberg, baterista de Bruce Springsteen (Foto: Divulgação/Site oficial)Max Weiberg, baterista de Bruce Springsteen
(Foto: Divulgação/Site oficial)

O baterista Max Weinberg usa o termo “trabalho” uma vez a cada dois minutos, em média. Às vezes, varia – fala em “serviço”. Não parece sem motivo: aos 62 anos de idade, o músico quer se mostrar um funcionário dedicado. Desde 1974, seu chefe é Bruce Springsteen, que tem o sintomático apelido de The Boss (O Patrão) e toca com sua The E Street Band no Rock in Rio, em 21 de setembro, e em São Paulo, três dias antes.

Durante entrevista ao G1 por telefone, Weinberg comenta rindo que, em cerca de 40 anos no grupo, especializou-se nesta função: “Me tornei bastante profissional como observador do Bruce”. Para ele, “o trabalho do baterista numa banda é prestar atenção no lugar onde está acontecendo a ‘ação’ – e, na nossa banda, a ‘ação’ está em Bruce Springsteen”.

Weinberg é mesmo comprometido, mas ao longo de 17 anos não foi Bruce seu patrão exclusivo. Entre 1993 e 2010, as ordens vinham de Conan O’Brien, popular apresentador de um programa de TV noturno dos Estados Unidos. Integrante da banda da atração, o baterista estava para O’Brien como Derico está para Jô Soares: além de músico, atuava eventualmente como alvo das piadas. Veja, abaixo, uma lista de músicos populares por “interagir” com apresentadores.

Ao se lembrar do período em que se dedicou ao “humor”, Weinberg novamente recorre às palavras favoritas do vocabulário. “Jamais tinha feito nada como aquilo. Eles me pediram para fazer e eu disse que iria tentar… Meu trabalho na TV ou num show, qualquer coisa, é estar ‘a serviço’”, justifica. Leia, a seguir, os principais trechos da conversa, na qual ele compara Bruce Springsteen não a um artista, mas a um inventor, Thomas Edison (1947-1931).

MÚSICO E ‘ESCADA’
Max não é o único membro de banda de programa de TV conhecido por interagir com apresentadorDerico, do 'Programa do Jô' (Foto: Divulgação / Sesc Catanduva)Derico, do ‘Programa do Jô’
João Frederico Sciotti, o Derico, acompanha Jô Soares desde 1990. É alvo constante das brincadeiras do apresentador.Paul Shaffer, do programa de David Letterman (Foto: Divulgação/CBS)Paul Shaffer, do ‘Late Night with David Letterman’
O pianista é o diretor musical do programa, no qual “atua” desde o começo dos anos 1980.Caçulinha (Foto: TV Globo / Zé Paulo Cardeal)Caçulinha, do ‘Domingão do Faustão’
O maestro participa desde a estreia do programa, onde fez trilha sonora ao vivo e participou de piadas de Fausto. Roger Moreira do Ultraje a Rigor (Foto: Caliandra Segnini/G1)Roger Moreira, do ‘Agora é tarde’
O músico é líder do Ultraje a Rigor, banda que faz a trilha sonora do programa de Danilo Gentili na Band.
Questlove, do The Roots (Foto: Divulgação)Questlove, do ‘Late Night with Jimmy Fallon’
O baterista é o ‘homem de frente’ do The Roots, que toca desde 2009 com Fallon.

G1 – A turnê começou há muito tempo e o show no Rock in Rio está previsto para ser o último da excursão. Estão animados ou aliviados pelo término das viagens?
Max Weinberg –
Não! Nós estamos muito empolgados de ir à América do Sul – e ao Rio, claro. O Rio de Janeiro, para nós da América do Norte, sempre representou o mais exótico dos lugares. Então, é uma emoção finalmente poder tocar lá.

Na verdade, você tem razão, começamos a turnê em março passado, e nós estamos mais… Comprometidos e animados. Depois de fazer 125 ou 130 shows, continua incrivelmente divertido. Bruce está tocando músicas diferentes a cada noite. Ele sempre fez isso, mas particularmente agora tem optando por tirar da manga coisas antigas.

G1 – Nem um pouco cansados?
Max Weinberg –
Nós não estamos cansados, de jeito nenhum. Quer dizer, estamos apenas fisicamente cansados, mas os shows não refletem isso, damos mil por cento a cada noite. Acho que é por isso que as pessoas costumam voltar [para ver novos shows de Bruce]. Porque não é apenas para ver variação de músicas de uma noite para outra – o que no mundo da música de hoje em dia é bastante incomum, sabe? Mas porque você encontra uma apresentação de 3 horas

G1 – Ouvi dizer que, durante os shows do Bruce Springsteen and The E Street Band, você nunca para de olhar para o Bruce Sprigsteen. Por quê?
Max Weinberg –
O trabalho do baterista numa banda é prestar atenção no lugar onde está acontecendo a “ação”. E, na nossa banda, a “ação” está em Bruce Springsteen. Tem muitas coisas espontâneas, não há um plano prévio estabelecido. Mudamos as coisas o tempo inteiro. Então, meu trabalho é ficar bem de olho, atento. Se o show dura três horas, tenho de assistir ao Bruce durante essas três horas. Porque há uma única certeza: a de que você nunca está completamente certo do que Bruce vai fazer. Tem que ficar ligado. Ao longo de quase 40 anos, me tornei bastante profissional como observador do Bruce (risos).

O Irv Cottler, baterista do Frank Sinatra, por exemplo, tocou com ele por quase 50 anos. Era uma relação muito, muito especial, porque ele permitia ao cantor ter certa liberdade para fazer o que sentia no momento. Tem uma coisa importante com a E Street Band que não acho que nenhuma outra banda por aí tenha: nós focamos totalmente no momento – sentimos aquilo que vem do público. É por isso que mudamos as coisas. Quando você nos vir no Rock in Rio, aquele vai ser um show único – esta é a grande diferença.

Max Weinberg (ao fundo) e Bruce Springsteen, durante show da E Street Band (Foto: Agência Zero)Max e Bruce durante show da E Street Band
(Foto: Agência Zero)

G1 – Em uma entrevista, você já comparou Bruce Springsteen a Thomas Edison. O que há em comum entre um músico e um inventor?
Max Weingerg –
No começo do século XX, a irmã mais velha da minha mãe trabalhou no laboratório do Thomas Edison. Lá, ela conheceu o marido dela. Meu tio dizia que trabalhar com ele [Thomas Edison] significava estar com um homem incrível. É assim que todos nos sentimos trabalhando para o Bruce. Ele não é apenas absurdamente talentoso, óbvio – mas também uma inspiração. Ele nos faz querer alcançar um nível mais elevado, nos faz buscar novas formas de expressão, para não nos acomodarmos com as conquistas do passado.

Acredito que seja essa a marca de um grande homem ou de uma grande mulher. São grandes com relação aos objetivos, num significado mais profundo. Thomas Edison, certamente, fazia isso. Todos nós achamos que é um privilégio trabalhar tão próximo de alguém que é um verdadeiro criador.

G1 – Bruce Springsteen uma vez afirmou que você ‘é o maior baterista do mundo’. Devolveria o elogio, dizendo que ele é o maior cantor do mundo?
Max Weinberg –
Obviamente, não cabe a mim julgar minha posição com relação aos bateristas do mundo, sabe? Bruce é, certamente, o cantor mais dedicado e inspirador que já vi. É alguém que leva tão a sério o que faz – e que se diverte levando isso a sério. Há tantos cantores maravilhosos… Só que Bruce é completamente único, e é isso caracteriza os grandes cantores. Há um único Pavaroti, um único Frank Sinatra, um único Paul McCartney, um único John Lennon… A lista vai longe. Bruce combinou todas as influências que foram absorvidas enquanto ele crescia – James Brown, Elvis Presley, Bob Dylan… –, para criar sua própria personalidade musical e vocal.

G1 – Além de tocar na E Street band, você trabalhou na banda do talk-show do Conan O’Brien. Isso foi importante para tornar você popular na TV, não?
Max Weinberg –
Eu me diverti incrivelmente fazendo o “Late Night”, na NBC, por 16 anos. No “Tonight Show”, fiquei uns dez meses, acho. É muito diferente [de estar na E Street Band], porque você está trabalhando para uma grande corporação, tem um lado muito business… Quando comecei lá, tinha 42 anos de idade e estava pronto para aquele tipo de envolvimento corporativo. Fiz bastante comédia lá (risos), fiquei muito contente de liderar um grupo incrível de músicos. Acho que, naquela época, éramos a melhor banda na TV – tinha muito orgulho daqueles caras.

Foi um trabalho ótimo, meus filhos eram novos quando comecei. Então, consegui passar muito tempo em casa. Esta era a melhor parte: a condição de ter uma vida familiar, voltar para a casa depois do trabalho. Tive sorte de fazer isso, mas meu coração, minha paixão é tocar com Bruce e a E Street Band.

Ao longo de 17 anos, eu era o cara a quem eles recorriam quando havia as coisas mais escandalosas a serem feitas (risos).”Max Weinberg, sobre seu trabalho na TV

G1 – Você já tinha feito humor antes de tocar na TV?
Max Weinberg –
Não, jamais tinha feito nada como aquilo. Eles me pediram para fazer e eu disse que iria tentar… Meu trabalho na TV ou num show, qualquer coisa, é estar “a serviço”. Então, eu disse que faria o meu melhor, e eles que se decidissem se eu era engraçado ou não. Ao longo de 17 anos, eu era o cara a quem eles recorriam quando havia as coisas mais escandalosas a serem feitas (risos). Fiquei feliz em fazer isso, era um desafio.

G1 – Você falou agora há sobre seu casal de filhos. O rapaz, Jay, é baterista, certo?
Max Weinberg –
Sim, um baterista fenomenal, gosta de coisas antigas. Heavy metal, progressivo, são o estilo. Ele vai se formar na faculdade em dezembro, acho que uma grande boa banda deveria recrutá-lo. É um músico incrível e também faz artes gráficas. Minha filha tem 26 anos e trabalha em Washington, no noticiário político da NBC. Sou muito orgulhoso dos meus filhos, porque são independentes e fazem suas próprias coisas.

G1 – Mas Jay já tocou com a E Street Band… Como foi isso para você?
Max Weinberg –
Sim (risos). Foi incrível, ele me substituiu, acho que por uns 15 ou 20 shows. Eu estava fazendo o programa de TV e tive conflitos de agenda. Foi muito legal ver meu filho tocando na minha banda e fazendo um bom trabalho, sabe? Ele não conseguiu o trabalho porque é meu filho, mas porque era o melhor e mais qualificado baterista apto a fazer isso. Ele cresceu envolvido com música, conhecia o Bruce, claro, e todo mundo na banda – foi uma solução elegante para o problema de agenda.

Alguns amigos meus do mundo da música têm filhos que são músicos também. E uma coisa que ouço é: “Eu nunca vou ver meu filho tocando na minha própria banda.”. Na verdade, eu consegui ver meu filho tocando com Bruce Springsteen e a E Street Band, algo único.

G1 – Por que tocar ao vivo ainda é divertido depois de 40 anos na E Street Band?
Max Weinberg –
Sempre que penso nisso, lembro-me de uma coisa que o presidente Kennedy disse, sobre usar com excelência toda a habilidade que você tem. Você não pode imaginar o impacto que ele teve – como presidente e como indivíduo – para alguém da minha idade, da minha geração, [que viveu] nos anos 1960. Lembro de ler esta declaração dele quando eu estava nos primeiros anos do ensino médio.

Eis o porquê ser tão prazeroso e gratificante estar na E Street Band. Você usa todas as suas habilidades que tem absolutamente no nível mais elevado de performance. Poder fazer isso pela quinta década seguida é um privilégio tremendo. Levamos isso muito a sério. É um serviço que proporcionamos às pessoas, acho: permitir que elas se transformem, esqueçam os problemas por algumas horas e saiam um pouco de si. Nós vamos ao palco, tocamos de verdade, com dedicação e paixão. Acho que é isso que o presidente Kennedy queria dizer.

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Publicado por em 20 de agosto de 2013 em Música

 

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Bruce Lee jogando tênis com nunchaku!

Vídeo incrível mostra o astro das artes marciais Bruce Lee jogando tênis com nunchakus ao invés de raquetes. Mas será que isso é verdadeiro ou falso?

O vídeo não é novo. Circula pela web desde 2009 e nele podemos ver o já falecido Bruce Lee em uma grande demonstração da sua habilidade com a arma e joga de igual pra igual com alguns jogadores de tênis.

Em alguns momentos, Lee joga ao mesmo tempo com 2 jogadores!

Bruce Lee jogando tenis! Bruce Lee jogando tênis! Verdadeiro ou falso?

O filme parece ser antigo, afinal, o lutador morreu em 1973!

Assista ao vídeo e veja o que descobrimos:

Como você já deve ter imaginado, o filme não é real! Ele faz parte de uma campanha publicitária para uma marca de aparelho celular.

A agência que conseguiu a façanha de “trazer à vida” o mestre das artes marciais 35 anos após a sua morte foi a asiática JWT, em 2008.

Claro, um sósia de Bruce Lee foi convidado para encenar o lutador. Ao final, na pós-produção, foi acrescentada a bolinha de ping pong com a ajuda de computação gráfica.

Abaixo podemos assistir a vários comerciais que fazem parte da mesma campanha:

Em 2008, a agência JWT ganhou um prêmio de Ouro, 3 de prata e 2 de bronze por essa campanha e a Agência.Asia entrevistou o diretor Chu Polly, que explica o sucesso do comercial. Afinal, só no YouTube, foram mais de 5 milhões de visualizações.

O vídeo e, na verdade, uma propaganda de celular e foi usado um sósia do astro Bruce Lee.

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Publicado por em 22 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Bruce Willis briga com Apple para que músicas do iTunes fiquem de herança, diz jornal

Segundo The Sun, ator de Hollywood quer deixar seus arquivos comprados na loja da empresa para as filhas. Prática não é permitida pelo contrato da AppleO ator Bruce Willis estaria processando a Apple por causa de sua biblioteca de músicas no iTunes. 

Segundo o jornal britânico The Sun, o astro de 57 anos quer deixar toda sua coleção de música digital para as três fllha, Rumer, Scout e Tallulah. Só que os termos e condições da Apple alegam que os consumidores não são donos das músicas, mas, em vez disso, alugaram as faixas do iTunes. Isso significa que quando o dono de uma conta do iTunes morre, sua coleção baixada de músicas perde o valor.

“Willis pediu aos conselheiros para conseguirem um procurador que fique com seus downloads, que incluiria clássicos dos Beatles e do Led Zeppeling, para burlar essa regra”, afirma o The Sun, alegando que o ator também está preparando ações legais para aumentar os direitos dos clientes do iTunes.

“Muitas pessoas ficarão surpresas em descobrir que todas as músicas e livros comprados ao longo dos anos na verdade não pertencem a elas”, disse o especialista em posses do escritório Irwin Mitchell, Chris Walton. “É apenas natural que você queira passar esses itens para uma pessoa amada.”

Atualização

A esposa do ator, Emma Hemming, negou há pouco a informação sobre o processo. Em sem Twitter, ela disse que a notícia “não é verdadeira”.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Bruce Willis quer briga com Apple por músicas do iTunes, diz jornal

O ator Bruce Willis estaria processando a Apple por causa de sua biblioteca de músicas no iTunes.

Segundo o jornal britânico The Sun, o astro de 57 anos quer deixar toda sua coleção de música digital para as três fllha, Rumer, Scout e Tallulah. Só que os termos e condições da Apple alegam que os consumidores não são donos das músicas, mas, em vez disso, alugaram as faixas do iTunes. Isso significa que quando o dono de uma conta do iTunes morre, sua coleção baixada de músicas perde o valor.

“Willis pediu aos conselheiros para conseguirem um procurador que fique com seus downloads, que incluiria clássicos dos Beatles e do Led Zeppelin, para burlar essa regra”, afirma o The Sun, alegando que o ator também está preparando ações legais para aumentar os direitos dos clientes do iTunes.

“Muitas pessoas ficarão surpresas em descobrir que todas as músicas e livros comprados ao longo dos anos na verdade não pertencem a elas”, disse o especialista em posses do escritório Irwin Mitchell, Chris Walton. “É apenas natural que você queira passar esses itens para uma pessoa amada.”

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A esposa do ator, Emma Hemming, negou há pouco a informação sobre o processo. Em sem Twitter, ela disse que a notícia “não é verdadeira”.

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Publicado por em 15 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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