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Circo se apresenta pela 1ª vez após acidente com brasileiras nos EUA

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O apresentador Johnathan Lee agradeceu o carinho do público (Foto: Divulgação/Feld Entertainment)O apresentador Johnathan Lee agradeceu o
carinho do público para as artistas internadas
(Foto: Divulgação/Feld Entertainment)

O circo Ringling Brothers and Barnum and Bailey Circus voltou a se apresentar na noite desta quinta-feira (8) pela primeira vez desde o acidente de domingo (4), que feriu oito acrobatas, sendo três brasileiras. A apresentação foi na cidade de Hartford, nos Estados Unidos, e não teve o número do candelabro humano que era apresentado pelas acrobatas.

Por precaução, a empresa substituiou todos os ganchos ‘mosquetão’ que sustentam as estruturas puxadas por cabos de aço. O gancho que segurava as oito acrobatas se rompeu em três partes durante a apresentação de domingo.

A peça é projetada para suportar 4.500 kg, um peso oito vezes maior do que o da apresentação, de 680 kg, segundo Paul Doughty, investigador do Corpo de Bombeiros de Providence.

Os técnicos pesquisam se houve defeito de fabricação ou erro humano. Segundo Stephen Payne, porta-voz do circo, inspetores de saúde e segurança não identificaram por que o fecho quebrou.

Brasileira recebe alta

Antes do início do espetáculo desta quinta-feira, o apresentador do circo, Johnathan Lee Iverson, fez um discurso para o público agradecendo o apoio pela recuperação das artistas, segundo a Associated Press. Das oito acrobatas que foram internadas após o acidente, duas já receberam alta, a norte-americana Samantha Pitard e a brasileira Widny Neves.

Widny agradeceu o apoio que está recebendo após o acidente. “Obrigado por todo amor e carinho de todo povo brasileiro que está apoiando a gente”, disse ela, que espera voltar para o circo.

Outras duas brasileiras, Dayana Florentino e Stefany Neves, passaram por cirurgias e seguem internadas.

“Nossas jovens estão se recuperando e estão com espírito reforçado”, disse o apresentador. “Elas querem que vocês saibam que elas sentem suas orações, seus pensamentos e suas preocupações.”

A vice-presidente da empresa Feld Entertainment, que organiza o espetáculo, disse que as jovens não serão substituídas. “Vamos ver como será o processo de recuperação delas”, afirmou.

Perguntada se uma rede poderá ser usada no futuro, o porta-voz do circo afirmou: “Não temos certeza de que uma rede teria adiantado”. Payne disse que a margem de segurança para o número foi satisfatória. “Nós concluímos que os nossos padrões de segurança são impecáveis”, disse ele.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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26 empresas brasileiras participam da GDC, evento para criadores de games

A feira Game Developers Conference (GDC), que acontece na cidade de San Francisco, nos Estados Unidos, até a sexta-feira (21) terá 26 empresas brasileiras e mais de 50 empresários do país no evento voltado para desenvolvedores de games.

A iniciativa foi organizada pelo Projeto de Exportação Brazilian Game Developers, uma parceria da Abragames, Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos Digitais, com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

De acordo com Eliana Russi, gerente Executiva do Brazilian Game Developers, o objetivo é “abrir novas oportunidades de negócios no mercado internacional, nesse, que é o maior evento de desenvolvimento de games da América do Norte”.

No evento, os estúdios mostrarão seus trabalhos para companhias internacionais e tentarão fechar negócios. O GameConnection, a parte de negócios da GDC, tem reuniões e encontros para esta finalidade.

Veja a lista de empresas brasileiras que estarão na GDC 2014: 2MUNDOS; 44Toons Interactive; Aquiris Game Studio; Behold Studios; BigHut Games; CatNigiri; ClickJogos; DayDreamLab;
FiraGames; Fire Horse; Fisiogames; GameBiz; Insolita; Kokku; Manifesto Game Studio; Napalm; Oktagon; Palmsoft; Pandora Game Studio; Petit Fabrik Game Studio; Pocket Trap;
Sioux; Swordtales; Trendstockr; Virgo Game Studios; Webcore Games.

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Publicado por em 18 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Americano é condenado por fotos pornográficas de crianças brasileiras

Um ex-missionário norte-americano que admitiu ter tirado fotos pornográficas de crianças enquanto trabalhava com uma tribo da Amazônia foi condenado nesta terça-feira a 58 anos de prisão nos Estados Unidos.

Warren Scott Kennell, de 45 anos, declarou-se culpado em setembro de duas acusações de produção de pornografia infantil entre 2008 e 2011.

A juíza-chefe distrital, Anne Conway, destacou na sentença que Kennell tinha abusado de sua posição de confiança como missionário, afirmou em comunicado a procuradoria norte-americana em Tampa.

Warren, que é de Nova Jersey, admitiu que tinha amizade com as crianças na tribo e que depois abusou sexualmente delas enquanto trabalhava em um projeto da organização Missão Novas Tribos de Sanford, na Flórida.

Os investigadores encontraram 940 imagens pornográficas em um disco rígido externo em sua bagagem quando foi parado e revistado no Aeroporto Internacional de Orlando em maio. Segundo os promotores, ele se identificou em uma das fotos como sendo o homem que praticava um ato sexual com uma menina pré-adolescente.

“Kennell representa o pior tipo de criminoso, que ataca crianças inocentes”, disse em comunicado a agente especial adjunta encarregada pelo escritório em Tampa do Departamento de Segurança Interna, Shane Folden.

A Missão Novas Tribos, localizada ao norte de Orlando, se denomina em seu site como uma organização cristã evangélica focada na implantação de novas igrejas entre as tribos indígenas, que descreve como isoladas da Bíblia por causa da língua e cultura.

“Estamos deprimidos”, disse Pam McCurdy, da Missão Novas Tribos, por e-mail.

“Somos gratos às autoridades pela acusação deste indivíduo”, disse ela, acrescentando que a Missão Novas Tribos estava “firme em nosso compromisso de fazer tudo ao nosso alcance para evitar que isso aconteça novamente.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Brasileiras desafiam guerra na Síria para cuidar de civis

Letícia Pokorny, de 37 anos, havia acabado de passar alguns meses na Líbia quando foi chamada para ir para Síria (Foto: Arquivo Pessoal)Letícia Pokorny, de 37 anos, havia acabado de passar alguns meses na Líbia quando foi chamada para ir para Síria (Foto: Arquivo Pessoal)

As brasileiras Bianca Dias Amaral e Letícia Pokorny percorreram durante horas um trajeto perigoso para entrar ilegalmente em um país de onde 2 milhões de pessoas já fugiram: a Síria.

Com alguns meses de diferença, as duas partiram da Turquia com o mesmo objetivo: chegar a dois hospitais no norte do país para ajudar civis, vítimas da guerra ou de problemas decorrentes dela, como a escassez total de serviços básicos de saúde.

Como os dois hospitais – ambos mantidos pela ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) – ficavam em áreas controladas pelos rebeldes, as duas tiveram que cruzar a fronteira ilegalmente.

‘Foi muito assustador. Atravessei um descampado por umas três horas e, o tempo todo, ia ouvindo os bombardeios, sem parar. Quando cheguei em uma rodovia de terra, tive de correr por uns 500 metros, sem olhar para trás’, conta Bianca, uma obstetra de 30 anos que, para o desespero de sua família, foi para Síria em sua primeira missão no MSF.

Já a fisioterapeuta Letícia, de 37 anos, havia acabado de passar alguns meses na Líbia quando foi chamada para ir para Síria, sua 11º missão para a ONG.

Com bagagens diferentes, elas contam à BBC Brasil os desafios que enfrentaram, os medos e também os momentos recompensadores.

Bianca Dias Amaral, obstetra de 30 anos que, para o desespero de sua família, foi para Síria em sua primeira missão no MSF (Foto: Arquivo Pessoal)Bianca Dias Amaral, obstetra de 30 anos que, para
desespero de sua família, foi para Síria em sua 1ª
missão no MSF (Foto: Arquivo Pessoal)

Bianca Dias Amaral, obstetriz

BBC Brasil – Como você foi chamada para ir à Síria?
Bianca Dias Amaral –
Quando o pessoal do MSF me ligou perguntando se eu queria ir para a Síria, fiquei muito surpresa, porque normalmente eles mandariam pessoas mais experientes para um local assim. Então pedi um dia para pensar. Após 12 horas, estava convicta de que não iria. Porque mesmo indo com uma ONG desse porte, há coisas contras as quais você não pode se proteger. Quando liguei para comunicar minha decisão, conversando com a coordenadora, eu aceitei, pois vi que era exatamente isso que eu queria. Embarquei no começo de abril e fiquei até o fim de junho.

BBC Brasil – Como era sua rotina lá?
Bianca –
Meu trabalho envolvia justamente a área da saúde básica, algo que ficou totalmente comprometido com a guerra, já que os hospitais foram destruídos e a maioria dos profissionais fugiu. Fazia partos, pré-natal, consultas. O ritmo de trabalho era intenso, porque além do trabalho durante o dia, também corria para o hospital toda vez que uma grávida chegava para ter o bebê. Em 9 semanas, só em 3 noites não fui chamada.

BBC Brasil – Você sentia que estava em um país em guerra?
Bianca –
Após um mês e meio, houve um grande ataque. Bombas caíram perto do hospital. As paredes tremiam e o barulho era ensurdecedor. Atendemos dezenas de feridos. Depois, ficamos sabendo que as tropas do governo estavam marchando em nossa direção. E não sabíamos se iam conseguir nos tirar de lá ou não. Esse foi meu pior momento. Uma hora, percebi que estava respirando muito ofegante, mas eu não estava correndo nem nada, estava sentada na minha cama, parada. Estava em pânico.

BBC Brasil – E vocês foram retirados no final? Como foi?
Bianca –
Sim. Quando saí, senti um misto de alívio por deixar aquele lugar, algo bem egoísta, com uma sensação frustração, por estar abandonando as pessoas que já haviam sido abandonadas por todo mundo. Mas a situação melhorou e voltamos depois de alguns dias.

BBC Brasil – Como foi trabalhar em um país muçulmano?
Bianca –
Eu usava véu e blusa cobrindo os braços, o que às vezes era complicado por causa do calor. Mas nunca sofri nenhum tipo de preconceito por ser mulher. Também me fez aprender um pouco de árabe, principalmente os termos ligados a parto, seja alguma palavra técnica até a saudação que eles fazem quando o bebê nasce. E achei curioso que, em vez do marido, é a sogra que acompanha a gestante na hora do parto.

BBC Brasil – No que essa missão te marcou?
Bianca –
Fiquei muito impressionada com o comprometimento dos sírios que, apesar de tudo, decidiram ficar no país e resolveram ajudar, como a minha tradutora, que era estudante de literatura em Aleppo antes de a guerra estourar. Meu jeito de trabalhar não mudou tanto, mas, pessoalmente, sou outra. Mudou tudo. Minhas preocupações, minhas prioridades.

BBC Brasil – Pra onde você vai agora?
Bianca – Vou para o Quênia por 14 meses. E estou torcendo para minha mãe ter esquecido sobre o ataque ao shopping da capital. Mas é uma missão mais tranquila, em que serei a supervisora de saúde da mulher, com serviços como pré-natal, parto, ações relacionadas ao HIV, violência sexual.

Letícia Pokorny, fisioterapeuta

BBC Brasil – Como você foi parar na Síria?
Letícia –
Eu tinha acabado uma missão de cinco meses na Líbia e já tinha dito que queria ir para Síria. De repente, me ligaram perguntando: Quer ir semana que vem? Topei na hora. Fui no final de junho, e fiquei 6 semanas.

BBC Brasil – O que sua família disse quando você contou para onde estava indo?
Letícia –
Ah, essa já era minha 11ª missão, então eles já estavam acostumados. Na verdade, todos me acham meio louca, mas também me admiram. O meu trabalho acabou incentivando meu pai – que é urologista – a se inscrever no MSF e a ir a uma missão na África. Quando ele voltou, após seis semanas, disse: ‘Agora eu consigo conversar contigo, filha’. E ele já está louco para ir de novo.

BBC Brasil – Qual era sua função lá na Síria?
Letícia –
Fui escalada para montar o serviço de fisioterapia local para tratar especialmente pacientes vítimas de queimaduras. Isso porque, diante do conflito, não há combustível para vender e as pessoas começam a ‘destilar’ no quintal de casa, para consumo próprio ou para conseguir um dinheiro extra. E, claro, há muitos acidentes. Mais de 50% dos queimados lá são vítimas desse tipo de acidente doméstico. A fisioterapia ajuda a evitar complicações após queimaduras, com impedir a fraqueza muscular e ‘descolar’ tecidos colados (como na região das axilas).

BBC Brasil – Qual foi foi a parte mais difícil?
Letícia –
Sem dúvida, trabalhar com crianças. Elas não entendem que aquele exercício tão dolorido para quem está com a pele queimada vai ser recompensador. Os pais, no começo, tampouco entendem. Imploram para a gente parar. ‘Por favor, pare de machucar meu filho’, me pedem. Mas depois veem o quanto ajuda, e são super gratos. Algumas famílias são mais duras e conseguem aguentar ver as crianças com dor. Mas às vezes é você quem precisa ser mais dura.

BBC Brasil – Algum caso te marcou?
Letícia –
Lembro de um menino de 9 anos, que sofreu queimaduras de combustível nas pernas. O caso dele não era tão grave, mas ele simplesmente não caminhava porque a família não o incentivava a andar, já que isso causaria dor e eles queriam poupá-lo. Fiquei muito chocada. Uma criança simplesmente desaprendendo a andar. Chamei a mãe da criança, expliquei, mas não adiantou. Na semana seguinte, chamei o pai e endureci a conversa, ameacei internar o menino. Funcionou. E em 15 dias, ele estava andando normalmente. Nesses casos, é preciso firmeza, tendo um cuidado em respeitar a cultura deles, claro.

BBC Brasil – E com adultos?
Letícia –
Nesse hospital sírio, tratei de um homem que havia sido arremessado a 40 metros de distância após a explosão de um tanque de combustível. Ele tinha perdido a esperança. Mas depois de dias de tratamento, lembro do filho dele gritando pelo hospital: ‘Meu pai melhorou! Ele conseguiu sentar na cama!’. Quando ele saiu do hospital foi incrível. Só de ver os olhos e o sorriso dele, me bastou.

BBC Brasil – Você sofreu algum tipo de preconceito?
Letícia –
Nenhum, foi mais fácil do que eu esperava. Na Líbia por exemplo, eu não podia tocar homens, então, tinha de trabalhar junto com um fisioterapeuta homem.

BBC Brasil – Como o brasileiro é visto lá na Síria?
Letícia –
É sempre muito bem-vindo. O brasileiro se adapta melhor e tem mais imaginação. É preciso saber lidar com situações assim, adversas – e o brasileiro faz isso bem.

BBC Brasil – Como se preparar para uma missão dessas?
Letícia –
Meses depois desses anos, ainda me choco, vejo coisas de cair o queixo. Mas simplesmente não tem como se preparar para isso.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Konami divulga capas brasileiras de ‘Pro Evolution Soccer 2014’

Konami divulgou capa brasileira de 'PES 2014' nesta sexta-feira (23) (Foto: Divulgação/Konami)Konami divulgou capa brasileira de ‘PES 2014’ nesta sexta-feira (23) (Foto: Divulgação/Konami)

A Konami divulgou nesta sexta-feira (23) as capas brasileiras de “Pro Evolution Soccer 2014” nas versões para PlayStation 3 e Xbox 360. Na imagem, que confirma todos os times da Série A do Campeonato Brasileiro no jogo, é possível ver os principais craques dos 20 clubes do Brasileirão, como Ronaldinho Gaúcho, do Atlético-MG, Luis Fabiano, do São Paulo, Fred, do Fluminense, e Emerson Sheik, do Corinthians.

A equipe alvinegra de São Paulo (SP), por sinal, continua sendo uma exclusividade da Konami para os jogos de futebol deste ano. Até o momento, a Electronic Arts não confirmou o Corinthians em “Fifa 14”. O game da EA Sports segue com 19 clubes brasileiros, dentre eles o Palmeiras, atualmente na Série B, que também está em “PES 2014”.

Nas embalagens global e latino-americana do game, a Konami irá destacar a UEFA Champions League e a Copa Libertadores, respectivamente, as quais são licenciadas oficialmente pela desenvolvedora.

“PES 2014” terá ainda os clubes da primeira divisão dos campeonatos argentino e chileno, como Boca Juniors, River Plate, Colo-Colo e Universidad de Chile, e a AFC Champions League (da Ásia). O estádio La Bombonera, em Buenos Aires, também foi confirmado.

“PES 2014” será lançado no Brasil no dia 24 de setembro, dois dias antes de “Fifa 14”, e terá versões para PCs, PlayStation 3, PSP e Xbox 360.

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Projeto de Lei obriga redes sociais a seguir leis brasileiras

De acordo com a proposta, que está pronta para ser votada na Câmara, empresas de Internet teriam de se submeter à legislação do País

Proposta em tramitação na Câmara torna nulos contratos de provedores de aplicações na internet (como as redes sociais) que prevejam como foro para resolução de conflitos juizados localizados em países estrangeiros. 

Pela proposta do ex-deputado Professor Victório Galli (PMDB-MT), todos os documentos que requeiram a adesão de usuário residente no Brasil assegurarão a defesa do consumidor “na forma e nos termos da legislação brasileira”.

De acordo com Galli, o Brasil conta hoje com 58 milhões de usuários do Facebook, 30 milhões do Orkut, 18 milhões do WordPress e 7 milhões do LinkedIn. Ele defende que as empresas têm plena capacidade para manter representante no Brasil e sujeitar-se às leis brasileiras. “Podem, portanto, dirimir controvérsias em juízo no Brasil, o que representaria uma atitude de respeito com o consumidor brasileiro”, afirma.

Atualmente, conforme ressalta o deputado, a maioria dos provedores desses serviços são empresas estrangeiras e oferecem seus serviços a partir do exterior. Com isso, o usuário brasileiro adere a contratos ou a termos de uso baseados na legislação dos países-sede das organizações.

O projeto foi anexado ao PL 5403/01, que trata do acesso a informações na Internet. As duas propostas tramitam em regime de urgência e estão prontas para entrar na pauta do Plenário.

*com informações da Agência Câmara

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Como Big Data pode tornar empresas brasileiras mais inteligentes

Indústria movimenta-se para ajudar companhias a trilhar o caminho da inteligência sobre grandes volumes de dados

Todos os dias, cerca de 15 petabytes de dados estruturados e não-estruturados são gerados, segundo projeções da IBM. Essa montanha de informações inclui mensagens trocadas a partir de dispositivos móveis, e-mails, fotos, vídeos, compras pela web, planilhas, textos, vídeos e outros. Para colocar em perspectiva, com apenas um petabyte, segundo cálculos de mercado, é possível armazenar mais de 114 mil horas de vídeo em HD, o mesmo que mais de 13 anos de programação contínua. Esse tsunami é uma grande oportunidade para o mundo corporativo, e representa desafio sem precedentes para a indústria da Tecnologia da Informação (TI), que aposta na oferta de ferramentas que ajudem as empresas a filtrar e modelar informações úteis para os negócios. 

Companhias estão diante de uma mina de ouro e começam agora a entender como forjar inteligência de negócios a partir dessa matéria-prima. É a era do Big Data que, segundo especialistas, bate à porta e deve ganhar impulso nos próximos anos, turbinada pelo crescimento do poder computacional e do surgimento de novas fontes geradoras de informação, como as redes sociais e a comunicação máquina a máquina (M2M). 

Big Data, no entanto, não se refere ao mero armazenamento de grandes volumes de dados. Volume + variedade + velocidade de geração de dados são os elementos que compõe o Big Data. O valor do conceito está na possibilidade de localizar, peneirar e analisar informações úteis a partir de diferentes fontes e em tempo real. Diferentemente do Business Intelligence (BI), que analisa o passado, a tecnologia prevê tendências futuras, balizando e agilizando as tomadas de decisão imediatas.

A indústria de TI, atenta ao potencial da solução para os negócios, está evoluindo suas ofertas para oferecer ao mercado tecnologias avançadas de Big Data. Ela se apoia em ferramentas analíticas que ajudem as companhias a reter clientes e a criar produtos em linha com seus desejos e necessidades. A proposta ambiciosa do Big Data é ajudar empresas a decidir com base em evidências e analisadas continuamente.

Dados espalhados pela organização, gerados pelos consumidores em mídias sociais ou por dispositivos móveis precisam ser colhidos, garimpados e moldados de acordo com as necessidades de negócios da empresa. 

A IBM investiu, nos últimos cinco anos, mais de 14 bilhões de dólares na compra de 24 companhias para reforçar as capacidades analíticas de suas tecnologias. Com a estratégia, batizada de Business Analytics, que inclui Big Data, a Big Blue pretende faturar 16 bilhões de dólares até 2015. “Temos um portfólio abrangente de tecnologias, que vai desde a coleta de dados de diversas fontes, passando por sistemas que analisam essa montanha de dados até o tratamento das informações em tempo real”, explica Cezar Taurion, gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM Brasil.

Ele diz que a fabricante também conta com serviços de consultoria e parcerias com universidades para formar talentos em Big Data, os chamamos cientistas de dados (leia mais na página 22). Por aqui, a capacitação para profissionais da área está chegando, mas nos Estados Unidos a empresa tem mais de 100 mil alunos inscritos na Big Data University, diz Taurion. 

O executivo acredita que, mesmo com a evolução mais recente da oferta, o mercado ainda se prepara para a chegada do que ele define como “um tsunami”. Mas ao contrário dos efeitos devastadores de um tsunami físico, esse não vem para destruir o que vê pela frente, mas traz uma avalanche de dados que precisam ser aproveitados. “Ele não é muito visível para quem está na costa, mas vem em velocidade rápida até o litoral”, diz Taurion. Ele lembra que as companhias têm de preparar o terreno para Big Data e desenhar estratégias que incluem tecnologia, processos e pessoas. 

“Estamos no início dessa era”, afirma. A desorganização ou até mesmo a falha em coletar as informações para analisar são barreiras que devem ser superadas. Taurion diz que a IBM está apostando no conceito de Smarter Storage, que reúne diversas tecnologias, para eliminar esses problemas. A abordagem permite que as companhias economizem até 47% do tempo usado na gestão do sistema, além de reduzir a complexidade em até 30%. 

Alguns casos experimentais em Big Data já podem ser observados, informa. Em Cingapura, a IBM implementou um sistema de previsão de congestionamento com sensores que se comunicam com dados históricos e relatos de obras em execução na cidade. Após análise dessa massa, é possível descobrir gargalos no trânsito. “No Rio de Janeiro, o Centro de Operações é capaz de descobrir, com 48 horas de antecedência, pontos potenciais de deslizamento de terra a partir da combinação de milhares de dados do sistema e topografia local”, exemplifica. Aí é que está o grande poder de Big Data, lembra, capturar dados, analisar e tomar decisões.

No mundo atual, diz Patricia Florissi, vice-presidente e diretora de Tecnologia das Américas, Europa, Oriente Médio e África (EMEA) da EMC, repleto de dados, não é mais viável verificar informações do passado e obter insights sobre o futuro manualmente. “É impossível realizar essa tarefa em banco de dados tradicional. Uma empresa não quer mais saber daqui a um mês o que aconteceu há 40 dias”, aponta.

Para ela, que mora nos Estados Unidos há mais de 20 anos, o Brasil apresenta condições econômicas para liderar iniciativas de Big Data em todo mundo. “Vejo o varejo e os bancos como os grandes usuários desse tipo de tecnologia”, destaca. “2013 vai marcar o ano da exploração de Big Data”, acredita. A ideia da microsegmentação de clientes, e não mais o tratamento por grupos, vai atrair a atenção das companhias.

Patricia afirma que há mais de três anos a EMC ingressou no universo de Big Data. “Identificamos que o volume de dados crescia a uma velocidade impressionante e criamos uma estratégia na área”, lembra. A jornada até Big Data incluiu a compra da VMware e Greenplum. Mais recentemente, em dezembro de 2012, juntou-se à VMware para criar a Pivotal Initiative, totalmente voltada para iniciativas de grandes quantidades de dados. “Essa nova divisão, que será uma empresa independente ainda neste ano, terá 1,5 mil pessoas totalmente focadas no tema.” 

Segundo ela, a Pivotal tem como meta incentivar as empresas a adotar soluções analíticas. Está nos planos a criação de um ambiente de desenvolvimento, oferta de consultoria em analytics e soluções de infraestrutura. A companhia também participa da comunidade Hadoop, plataforma para análise de dados de código aberto, desenvolvida pela Apache, e quer participar da OpenStack. “Buscamos ser referência global em Big Data”, aponta. 

No Brasil, a EMC também está plantando suas sementes. A empresa conta com um laboratório para Big Data no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no Rio de Janeiro e está capacitando profissionais para atuar na área, por meio da Escola de Verão de Big Data.

O ferramental de Big Data da EMC inclui a plataforma Greenplum, que proporciona maior entendimento e geração de valor dos dados estruturados e não-estruturados e o Isilon, família de storage para dados não-estruturados, que permite o crescimento da infraestrutura de forma linear tanto para desempenho quanto para capacidade de armazenamento.

Separando o joio do trigo

Para o SAS, Big Data também leva em consideração variabilidade e complexidade. “Por variabilidade entende-se o fato de que a disponibilidade de informações está sujeita a ‘picos periódicos’ e a eventos. Em complexidade, há o desafio de gerenciar os dados, ou seja, integrar fontes de dados, desduplicar informações, atualizar dados e muito mais”, detalha Daniel Hoe, gerente de desenvolvimento de novos negócios do SAS Brasil.

Segundo ele, a estratégia do SAS para Big Data é levar ao mercado soluções de High-Performance Analytics que ajudam as empresas a lidar com quatro questões: gerenciamento da informação, visualização, analytics e opções diversas de implementação de solução, que incluem nuvem e appliances (hardware e software combinados para tarefas específicas).

Hoe acredita que em 2012 o termo Big Data se popularizou e ganhou relevância. “Isso é resultado de um fenômeno que teve impulso na última década: a queda dos preços de armazenamento de dados e a crescente informatização dos processos de negócios”, diz. Para 2013, a expectativa é que as empresas percebam o benefício do uso concreto dessa estratégia e aumentem a adoção de tecnologias de análise, gerenciamento e armazenamento.  

Seguradoras, operadoras de telecomunicações e bancos são as indústrias que mais vão apostar na tecnologia, segundo Hoe. Para conquistar o mercado, prossegue, o SAS fechou parceria com os principais fornecedores de bancos de dados de alta performance do mercado, como EMC Greenplum e Teradata para oferecer appliances de alta performance capazes de realizar tarefas de modelagem preditiva, estatística e data mining em memória (divisão de volumes menores de informações entre os processadores disponíveis, reduzindo para um minuto e meio o tempo de análise tradicional em disco que consumiria quatro horas).

Diógenes Santo, arquiteto de soluções da Teradata, destaca que as soluções da empresa são baseadas em SQL MapReduce, um framework desenvolvido pela Aster Data, empresa adquirida pela Teradata em 2011, que possibilita aumentar a capacidade de processamento para estratégias de Big Data, fornecendo insights a partir de fontes multiestruturadas de dados, que auxiliam a identificar tendências e oportunidades de mercado. 

Mas o que há de revolucionário nisso? “A tecnologia possibilita acesso a uma gama infinita de novas fontes de dados, que devido à dificuldade de análise, muitas vezes são inexploradas”, responde Santo.

Segundo ele, a Teradata conta com ferramentas de hardware e software para lidar com Big Data. “Estamos no mercado de appliances que executam o Hadoop e Aster Data dentro da mesma infraestrutura e isso é um diferencial. Nosso DNA é fazer análise de dados, por isso estamos à frente no trabalho com Big Data”, assegura.

A Teradata conta com o Aster Big Analytics Appliance, solução unificada para análise de grandes quantidades de dados que reúne, em um appliance, o Aster Analytics e o Hadoop. A solução executa o trabalho de análise em um ambiente multissistema, explica Santo. 

Para reforçar a atuação em Big Data, nos últimos anos a Teradata investiu 800 milhões de dólares na aquisição de empresas do setor. Aprimo, Aster Data Systems e eCircle estão na lista de compras. Recentemente, a fabricante também passou a trabalhar em estreita parceria com a Hortonworks, empresa que atua na promoção do desenvolvimento da plataforma Apache Hadoop. “Agora ficou mais fácil desenhar uma solução para Hadoop que é simples de ser utilizada. Assim, complementamos a capacidade analítica de nossas soluções”, assinala o executivo. 

Santo diz que em 2012, a busca por Big Data foi mais conceitual. “A frase que mais ouvimos no ano passado foi ‘me explica o que é Big Data’. Foi um movimento inicial e incipiente”, relata. “Em 2013, certamente teremos algumas provas de conceito e clientes no Brasil. Mas somente em 2014 acredito que será, de fato, o ano do Big Data”, opina.

Nova era

Colin Mahony, vice-presidente e gerente-geral da HP Vertica, acredita que, assim como outras transformações da TI no passado – como a chegada do mainframe, a mudança cliente/servidor, e a internet – Big Data cria oportunidades para todo tipo de companhia. “Estudos mostram que para cada dólar gasto com análise é possível obter 20 dólares de retorno”, contabiliza.

O sucesso da iniciativa, no entanto, depende de pensar na estratégia além da tecnologia. “Nunca implemente a tecnologia pela tecnologia. Foque no business case e nos desafios de negócios. Identifique ainda onde a empresa quer chegar com Big Data”, aconselha. “Não pegue carona no hype”, completa.

Para ampliar capacidades de análises em suas ferramentas, a HP comprou em 2011 a Vertica, empresa dedicada ao software de data warehouse e análise de dados de negócios. “Os diferenciais da nossa plataforma, a Vertica Analytics Platform, são velocidade, performance e escalabilidade. Estamos sempre simplificando análises para tornar os trabalhos mais fáceis”, etalha. “Uma das razões pelas quais a HP comprou a Vertica foi para poder olhar para as áreas de segurança, cloud e dados”, completa. “Há poucos fabricantes que podem de verdade dizer que têm um arsenal completo para lidar com Big Data, porque envolve expertise, hardware, software etc. Temos tudo isso”, garante. 

No Brasil, Mahony explica que a HP está trabalhando em oportunidades nos setor de óleo e gás, telecomunicações e mídia. A boa notícia das implementações de Big Data, diz ele, é que as empresas não precisam jogar fora o investimento em infraestrutura para suportar o novo cenário. Sistemas legados ainda têm valor e eles podem se integrar com tecnologias atuais de Big Data.

A Oracle também reforçou seu plano para ajudar empresas de diferentes segmentos a obter vantagem competitiva por meio de dados estratégicos. Fábio Elias, diretor de arquitetura de soluções de tecnologia e Big Data da Oracle do Brasil, afirma que em fevereiro a empresa de Larry Ellison iniciou um treinamento com parceiros para que eles promovam tecnologias nessa área. “Também estamos atuando em cooperação com algumas instituições de ensino para trazer soluções aos problemas que vivemos no dia a dia. Um dos desafios é encontrar plataformas para suportar esses projetos de pesquisa”, diz.

De acordo com Elias, o Oracle Big Data Appliance é um dos componentes da solução da fabricante. Big Data, prossegue, tem alguns estágios. O appliance se encaixa no primeiro: o de aquisição da informação. O segundo componente é o banco de dados Oracle. O Oracle Exadata Database Machine, combinação de hardware e software, entra na parte de organização para fazer modelagem e promover inteligência aos dados. A terceira camada é o Oracle Exalytics In-Memory Machine, que tem BI em memória e leva velocidade de análise diante de montanha de informações.

“Trata-se de uma solução de ponta a ponta, já integrada, que facilita e leva simplicidade à implementação. Para se ter uma ideia, em um projeto tradicional de Big Data, uma empresa tem de lidar com 1,8 mil cabos e mais 1,5 mil horas de trabalho. Com nossa solução, pré-construída e pré-configurada, são necessários 48 cabos e cerca 40 horas de trabalho”, compara. “O objetivo é fazer a companhia focar na geração de insights para os negócios e não se preocupar com a instalação.”

Ele conta que grande parte do investimento de 5 bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento (P&D), aplicado no ano fiscal 2013, que acaba em maio deste ano, vai ser direcionado para iniciativas de Big Data. 

“Desenvolvemos diversos conectores para ligar ao Exadata. Todos eles estão habilitados para conversar com bancos de dados tradicionais. Mais de 50% das empresas no Brasil usam banco de dados Oracle e temos conectores prontos para integrar com informações de sistemas que elas já possuem”, destaca.

A Oracle também tem realizado aquisições para reforçar seu potencial analítico, diz. A Endeca, fornecedora de soluções para gestão de dados não-estruturados, web commerce e BI, foi a mais recente. 

Elias aponta que, atualmente, a Oracle está em conversas avançadas com cerca de 20 empresas no Brasil para dar início a projetos de Big Data. Indústrias como telecom, bancos, seguradoras e e-commerce estão de olho nas soluções, diz, sem, no entanto, citar nomes.

Big Data está na moda e será um marco na história da TI, sentencia Flavio Bolieiro, vice-presidente para América Latina da MicroStrategy, fornecedora de software de BI. Para ele, entretanto, o desafio ainda está em entender o que há por trás de dados não-estruturados, como as redes sociais e sensores de aparelhos. “As empresas começam a analisar dados do Facebook e Twitter, por exemplo, mas a intenção é mapear o sentimento dos seguidores em relação à marca e não estabelecer estratégias futuras com base em informações”, acredita.

A indústria, prossegue, conta com soluções para enxergar além dos dados estruturados, mas ainda há um longo caminho para esmiuçar os não-estruturados. “Estamos nos movimentando para aprimorar as capacidades de ajudar na compreensão daquilo que vem das redes sociais e de outras fontes não-estruturadas”, conta. 

Bolieiro diz que a MicroStrategy lançou no ano passado o Wisdom, aplicação analítica gratuita em nuvem que possibilita a exploração de uma ampla gama de informações demográficas e psicográficas contidas nos perfis do Facebook. “A tendência é que as empresas conquistem um nível de maturidade e analisem dados dos clientes para tirar valor”, observa.

A tecnologia foi usada para monitorar dados durante a campanha presidencial nos Estados Unidos. A análise, que reuniu informações de mais de 3,5 milhões de perfis no Facebook, descobriu, por exemplo, que na cidade de Granite, localizada no Estado de Illinois, 31% dos eleitores que “curtiram” ao menos uma página política an rede social, eram fãs de Mitt Romney. 

O jornal norte-americano The Washington Post também empregou o Wisdom para identificar as pessoas com perfil na rede social que “curtem” os principais candidatos republicanos e elaborou um ranking com os livros, músicas e esportes que atraem cada um dos seguidores desses candidatos. “Este ano, vamos lançar dois produtos [Alert e Usher] que vão ao encontro do Big Data para que empresas pensem pró-ativamente nas redes sociais”, conta.

Com essas novidades, Bolieiro diz que a meta é conquistar mais clientes em todo o mundo. Segundo ele, 40% da base de clientes mundiais da MicroStrategy atualmente conta com soluções de Big Data. No Brasil, o número é um pouco menor.

A fabricante também se reestruturou para melhor posicionar a oferta de Big Data e facilitar o acesso de empresas. “Agora atuamos por produtos. Antes era somente por vertical. Contamos ainda com mais de 30 profissionais no Brasil para lidar com o tema”, relata.

O cardápio de Big Data é vasto e tende a crescer cada vez mais. Com a indústria aprimorando tecnologias e conquistando empresas de diferentes segmentos, os negócios têm grandes oportunidades de ganhar competitividade analisando seus dados e seus consumidores. Na cadeia de valor, também ganha o cliente, cada vez mais exigente sobre qualidade e velocidade de oferta. 

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Publicado por em 22 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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