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Mau tempo interrompe buscas de Boeing da Malaysia Airlines

As buscas por mar e ar do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines que supostamente caiu no Oceano Índico foram suspensas nesta segunda-feira (24) (terça-feira no horário local) devido ao mau tempo na região, afetada por fortes ventos e ondas gigantes, informou a Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA, na sigla em inglês).

“A AMSA realizou uma avaliação e determinou que as circunstâncias climáticas atuais são perigosas para qualquer atividade de busca por mar e ar, com risco para as tripulações […] Diante disto, a AMSA suspendeu todas as operações de busca – por mar e ar – no dia de hoje devido às condições climáticas.”

A busca ocorre em uma região de 2.500 km a sudeste de Perth, um dos locais mais inóspitos do mundo.

Nesta segunda-feira (24), o primeiro-ministro malaio, Najib Razak, confirmou que o Boeing 777-200 que fazia o trajeto Kuala Lumpur-Pequim caiu no Oceano Índico.

A informação foi obtida com base em uma nova análise de dados de um satélite da Grã-Bretanha, que apontaram que a última localização do avião com 239 pessoas a bordo foi no sul do Índico, a oeste de Perth, na Austrália. Segundo o premiê, não há sobreviventes. Até agora, porém, os destroços da aeronave ainda não foram avistados nem localizados.

“Esta é uma localização remota, longe de quaisquer possíveis locais de pouso”, disse Najib. “Assim, é com profunda tristeza e lamento que devo informá-los que, de acordo com estes novos dados, o voo MH370 terminou no sul do Oceano Índico.”

Najib acrescentou que as famílias de passageiros e tripulantes foram informadas dos desdobramentos.

Seus comentários aconteceram num momento em que um navio australiano estava perto de encontrar possíveis destroços de um avião após uma série crescente de visualizações de objetos flutuando que se acredita serem parte do avião.

Os objetos, descritos como “circulares e cinzas ou verdes” e “retangulares laranjas”, foram vistos na tarde de segunda-feira no horário local, disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, acrescentando que três aviões também estão a caminho da área.

O voo MH370 desapareceu dos radares civis menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur rumo a Pequim em 8 de março. Desde então não houve nenhuma visualização confirmada da aeronave e não há pistas sobre o que deu errado.

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Fonte G1

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Regulador dos EUA exige conserto em aviões 747-8 da Boeing

O regulador da aviação dos Estados Unidos ordenou nesta terça-feira (25) o conserto imediato da mais nova versão do maior avião da Boeing, o 747-8, dizendo que uma falha em um software pode levar a aeronave a perder o controle próxima a aterrissagem ou já em solo.

A chamada diretriz de aeronavegabilidade da Administração Federal de Aviação considera aviões das séries 747-8 e 747-8F com alguns motores da GE, e pede pela remoção do software defeituoso e pela instalação de um novo e melhorado software.

A regra afeta diretamente sete aviões nos Estados Unidos, disse o órgão, mas se adotado internacionalmente afetaria um número maior. A Boeing diz em seu website que entregou 66 jatos de quatro motores para os clientes desde que o modelo foi lançado em outubro de 2011.

O defeito nunca causou problemas em voo, disse a Boeing, e marca a quarta diretriz que afeta o 747-8.

A fabricante norte-americana disse que a análise de dados indicam um problema potencial e que alertou os clientes no ano passado para atualizarem o software. A empresa disse acreditar que a maioria dos operadores já o fizeram. O risco de falhas é “extremamente remoto”, disse a Boeing.

A GE disse que detém o software e que analisou-o conjuntamente com a Boeing, mas a fabricante fez a decisão de recomendar a mudança para os clientes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Boeing diz que avião sumido não estava sujeito a norma de inspeção

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

A Boeing disse nesta quarta-feira (12) que o desaparecido jato 777, da Malaysia Airlines, não estava sujeito a uma nova diretriz relativa à segurança da aviação nos Estados Unidos, que ordenaram inspeções adicionais para rachaduras e corrosão em aviões 777.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) ordenou na semana passada inspeções repetidas adicionais em certas aeronaves Boeing 777, alertando que a corrosão e rachaduras podem provocar rápida descompressão e danos à estrutura da aeronave.

A FAA determinou que as companhias aéreas inspecionassem aeronaves registradas nos EUA para verificação de rachaduras, corrosão e potenciais reparos, depois de receber um relatório sobre uma rachadura de 16 polegadas no revestimento da fuselagem sob um adaptador para a antena de comunicações por satélite do avião.

A Boeing disse que trabalhou em estreita colaboração com a FAA para monitorar a frota quanto a potenciais problemas de segurança e tomar as medidas apropriadas. Mas disse que a aeronave 777-200ER da Malaysia Airlines não tinha essa antena instalada e não estava sujeita à ordem da FAA.

Um porta-voz da FAA também alertou nesta quarta-feira contra o estabelecimento de ligações entre a diretriz, uma das centenas emitidas anualmente pela agência, e o desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines.

“Não há absolutamente nenhuma indicação de que isso teve alguma coisa a ver com o acidente”, disse o porta-voz, que também observou que os aviões são construídos com redundâncias no processo de fuselagem e inspeção para que sejam captadas fissuras ou corrosão antes que elas fiquem maiores e causem problemas.

A FAA propôs em setembro pela primeira vez as inspeções extras para 120 aeronaves registradas nos EUA, antes de finalizar a diretriz em fevereiro e publicá-la no Registro Federal dos EUA, em 5 de março. A nova regra entra em vigor 9 de abril.

“Estamos emitindo essa diretriz de aeronavegabilidade para detectar e corrigir rachaduras e corrosão na pele da fuselagem, o que poderia provocar uma rápida descompressão e perda de integridade estrutural do avião”, disse a agência na diretriz.

As autoridades de aviação em outros países normalmente seguem o exemplo da FAA na emissão de tais diretrizes, mas não ficou claro se a Malásia já estava adotando a mesma medida.

Pelo menos uma dezena de países, com 42 navios e 39 aviões, estão ajudando a procurar o avião que desapareceu no sábado, menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur com 239 pessoas a bordo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Como é possível um Boeing 777 simplesmente desaparecer?

Como pode uma aeronave do porte do Boeing 777 simplesmente desaparecer, sem deixar rastros, como ocorreu com o avião da Malaysia Airlines que sumiu no sábado?

O modelo tem um excelente histórico de segurança e está equipado com vários dispositivos eletrônicos para comunicar ao controle em Terra onde a aeronave está localizada.

Milhares de quilômetros quadrados já foram vasculhados em busca do avião da Malaysia Airlines (Foto: Reuters)Milhares de quilômetros quadrados já foram vasculhados em busca do avião da Malaysia Airlines (Foto: Reuters)

“Mesmo com algum defeito grave, normalmente o piloto tem tempo para agir”, observa o especialista em segurança aérea Steve Landells, da Associação Britânica de Pilotos Aéreos.

“A primeira coisa que você faz é se concentrar em pilotar a aeronave e assegurar que a rota é segura. Em seguida, rapidamente, você procura se comunicar, para pedir ajuda do controle em Terra ou de outras aeronaves”, disse Landells à BBC.

Sem chamada de emergência
Ainda que a aeronave tivesse enfrentado problemas graves, isso deveria deixar pistas. Se todos os motores falham ao mesmo tempo, o piloto ainda deveria ser capaz de planar por mais de cem quilômetros, com tempo suficiente para enviar um pedido de ajuda pelo rádio.

E seria possível ver a descida do avião pelo radar. A ausência de uma chamada de emergência também sugere que não deve ter sido um sequestro. Os pilotos podem enviar códigos emergenciais especiais se alguém tenta invadir a cabine de controle.

“Há um sistema chamado transponder na aeronave, que permite que quando algo falha, o piloto tenha a capacidade de enviar séries de quatro números que indicam que você tem uma emergência. Com isso a torre de controle deveria saber imediatamente que há um problema, mas isso parece não ter acontecido no caso do voo MH370”, explica Landells, que tem vasta experiência de pilotar Boeings 777.

Se tivesse havido uma súbita despressurização na cabine, por conta de uma janela quebrada, por exemplo, a tripulação poderia mergulhar o avião para reduzir a altitude, mas o avião não deveria se desintegrar.

O fato de ele ter sumido repentinamente do radar sugere uma súbita falha catastrófica em pleno ar. Mas será difícil saber o que houve até que encontrem a aeronave ou seus destroços. O problema é que a passagem do tempo dificulta isso cada vez mais.

“Junto com a caixa-preta do avião (que registra informações e a comunicação do voo) há um dispositivo que emite um sinal de rádio que pode ser detectado debaixo d’água por 30 dias ou, no caso de águas mais quentes, por até 40 dias”, afirma David Gleave, investigador-chefe da empresa Aviation Safety Investigations.

Comparações com o voo AF447
A situação inicialmente gerou comparações com outro incidente, a queda do voo 447 da Air France, que fazia a rota entre o Rio de Janeiro e Paris, em junho de 2009.

O Airbus A330 desapareceu quando sobrevoava o Oceano Atlântico e levou anos para que os investigadores encontrassem todas as peças e descobrissem exatamente o que aconteceu.

Agora pode levar também meses ou anos para solucionar o mistério do voo 370 da Malaysia Airlines.

Se o avião realmente caiu no mar, a maior parte da fuselagem deve ter afundado, mas ainda assim ao menos algumas partes deveriam flutuar.

Mas conforme o tempo passa, os ventos e as marés podem espalhar esses destroços por uma vasta área, dificultando ainda mais a localização da aeronave.

‘Equipamentos confiáveis’
O Boeing 777 da Malaysia Airlines não é o primeiro avião a desaparecer sem deixar nenhum rastro evidente, mas essa é uma situação extremamente rara.

“Hoje os aviões são equipamentos incrivelmente confiáveis. Não ocorrem falhas estruturais repentinas. Isso simplesmente não acontece”, disse à BBC David Learmount, especialista em segurança da Flightglobal, organização especializada na análise de informações e de dados relacionados ao setor de aviação.

A Boeing descreve o modelo 777-200 como “uma superestrela”. Mais de mil unidades do modelo já saíram de sua linha de produção desde o primeiro voo, em 1995, com apenas um registro de incidente fatal após mais de 5 milhões de voos.

Esse acidente havia ocorrido em julho de 2013 em San Francisco, nos Estados Unidos, após um voo da Asiana Airlines proveniente de Seul, na Coreia do Sul, se chocar com a pista na aterrissagem. Três pessoas morreram, uma delas atropelada por um veículo de resgate.

Duas teorias
Para o especialista em aviação britânico Chris Yates, com base nas informações conhecidas é possível reduzir as teorias sobre o que ocorreu com o avião da Malaysia Airlines a apenas duas.

“Problemas relacionados a condições atmosféricas podem ser descartados quase com segurança como causa”, afirmou Yates em um artigo para a BBC. “Há diferentes descrições das condições do momento, mas há um consenso de que o avião voava em condições quase perfeitas”, disse.

“Isso deixa apenas duas possibilidades principais: falha mecânica catastrófica ou um ato de terrorismo”, observou.

Ele comenta, porém, que a última possibilidade também é duvidosa, já que até agora ninguém reivindicou um possível ataque.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Empresa disponibiliza satélites para busca colaborativa de Boeing sumido

Voluntários vasculham imagens de satélite em buscas de pistas do voo MH370 (Foto: Reprodução/DigitalGlobe)Voluntários vasculham imagens de satélite em buscas de pistas do voo MH370 (Foto: Reprodução/DigitalGlobe)

A DigitalGlobe, empresa dos Estados Unidos fornecedora de imagens geoespaciais, disponibilizou dois de seus cinco satélites na órbita da Terra para uma tentativa colaborativa de ajudar nas buscas do Boeing do voo MH370, desaparecido na rota Kuala Lumpur-Pequim desde sábado (8) com 239 pessoas a bordo.

Conforme noticiou o site do Wall Street Journal, os satélites estão sobrevoando várias zonas de buscas no Golfo da Tailândia e no Mar do Sul da China e enviando imagens para uma plataforma on-line da companhia (acesse aqui). A partir de lá, voluntários podem analisar as fotografias e procurar por pistas do avião da Malaysia Airlines.

Nesta quarta-feira (12), um dos satélites também sobrevoará a área norte do Estreito de Malaca, localidade que foi incluída posteriormente às zonas de buscas.

Em entrevista ao WSJ, Luke Barrington, gerente sênior da DigitalGlobe, afirmou que as imagens iniciais foram visualizadas por 100 mil voluntários, e que cada pixel das fotografias foi visto mais de 100 vezes.

O Boeing 777-200, que ia da Malásia à China, foi visualizado pela última vez nas telas dos controladores de voo entre a localidade malaia de Kota Bharu e a ponta sul do Vietnã na madrugada de sábado (8).

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Empresa disponibiliza satélites para busca colaborativa de Boeing sumido

Voluntários vasculham imagens de satélite em buscas de pistas do voo MH370 (Foto: Reprodução/DigitalGlobe)Voluntários vasculham imagens de satélite em buscas de pistas do voo MH370 (Foto: Reprodução/DigitalGlobe)

A DigitalGlobe, empresa dos Estados Unidos fornecedora de imagens geoespaciais, disponibilizou dois de seus cinco satélites na órbita da Terra para uma tentativa colaborativa de ajudar nas buscas do Boeing do voo MH370, desaparecido na rota Kuala Lumpur-Pequim desde sábado (8) com 239 pessoas a bordo.

Conforme noticiou o site do Wall Street Journal, os satélites estão sobrevoando várias zonas de buscas no Golfo da Tailândia e no Mar do Sul da China e enviando imagens para uma plataforma on-line da companhia (acesse aqui). A partir de lá, voluntários podem analisar as fotografias e procurar por pistas do avião da Malaysia Airlines.

Nesta quarta-feira (12), um dos satélites também sobrevoará a área norte do Estreito de Malaca, localidade que foi incluída posteriormente às zonas de buscas.

Em entrevista ao WSJ, Luke Barrington, gerente sênior da DigitalGlobe, afirmou que as imagens iniciais foram visualizadas por 100 mil voluntários, e que cada pixel das fotografias foi visto mais de 100 vezes.

O Boeing 777-200, que ia da Malásia à China, foi visualizado pela última vez nas telas dos controladores de voo entre a localidade malaia de Kota Bharu e a ponta sul do Vietnã na madrugada de sábado (8).

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Boeing desaparecido não gerou mensagens automáticas, diz agência

O avião malaio de passageiros que desapareceu no sábado não fez contato automático com um sistema de monitoramento de dados de voo depois de desaparecer das telas dos radares, informou a agência de notícias Reuters, citando fontes familiarizadas com o assunto.

O Boeing 777-200ER é equipado com um computador de manutenção capaz de se comunicar automaticamente com o solo por meio de mensagens curtas conhecidas como Acars.

Isso ajuda os técnicos a prepararem reparos necessários e reduz o tempo da aeronave em solo nos destinos.

Mensagens automáticas de erro Acars de um Airbus A330 que desapareceu sobre o Atlântico em 2009 concentrou inicialmente as atenções em leituras inconsistentes da velocidade como uma possível causa do acidente.

Embora evidências da caixa-preta tenham mostrado posteriormente que um erro do piloto era o principal responsável pela perda do jato da Air France, a série de mensagens de erro foi um sinal de que os sistemas eletrônicos básicos continuaram a funcionar durante os quatro minutos de queda da aeronave.

No caso do avião da Malaysia Airlines, no entanto, os investigadores não têm nenhuma evidência desse tipo para ajuda-los a descobrir o que aconteceu com a aeronave, disseram as fontes.

“Não há sinal de Acars no momento que a aeronave desapareceu”, disse uma pessoa envolvida nas investigações.

O voo MH370 desapareceu no início do sábado cerca de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur para Pequim após atingir altitude de cruzeiro de 35 mil pés (10.670 metros).

A Malásia classificou nesta segunda-feira o desaparecimento como um mistério sem precedentes enquanto uma gigantesca operação de busca no ar e no mar, agora em seu terceiro dia, não conseguiu encontrar qualquer rastro do avião ou das 239 pessoas que estavam a bordo dele.

Além das mensagens Acars, as companhias aéreas podem instalar um sistema vendido pela Boeing chamado de Airplane Health Management (Gerenciamento da Saúde do Avião em tradução livre) que fornece solução de problemas em tempo real e permite à Boeing monitorar o voo, assim como a companhia aérea, segundo folheto explicativo do sistema.

Esse sistema opcional não estava instalado no avião da Malaysia Airlines, segundo pessoas familiarizadas com a questão.

A Boeing, fabricante norte-americana de aviões, se recusou a comentar.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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