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Sistema para bloquear celular pirata começa a funcionar segunda-feira

Começa a funcionar na segunda-feira (17) o sistema desenvolvido pelas operadoras brasileiras para bloquear no país aparelhos como celulares e tablets, piratas ou mesmo originais, que não possuem certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, esses eletrônicos vão continuar a funcionar normalmente pelo menos até setembro, quando as desativações devem efetivamente começar. Até lá, o sistema vai apenas montar um banco de dados com informações sobre os equipamentos em uso no Brasil.

A medida vai atingir todos os aparelhos que usam chip e acessam a rede móvel das operadoras, incluindo tablets e até maquinas de cartão de crédito, desde que não sejam homologados. O site da Anatel permite a consulta dos aparelhos homologados e certificados (veja aqui).

Também podem deixar de funcionar eletrônicos originais, importados ou comprados no exterior, cujo modelo não seja certificado no Brasil. Para estes casos, a recomendação da agência é que os consumidores, antes de comprarem equipamento fora do país, confirmem antes se o modelo já foi homologado aqui.

Bancado por operadoras
A criação do Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga), que vai permitir o bloqueio, atende a lei do setor de telecomunicações que diz que só podem funcionar aqui aparelhos homologados pela Anatel, ou seja, que comprovam o cumprimento de algumas exigências técnicas e, por isso, recebem um selo da agência.

Este selo pode ser encontrado nas embalagens ou nos próprios aparelhos e a Anatel orienta os consumidores a confirmar a presença dele antes da compra.

O desenvolvimento desse sistema foi revelado pelo G1 em novembro de 2012. Na época, a previsão era que entraria em funcionamento no primeiro trimestre de 2013. Ele é bancado por Oi, Claro, TIM e Vivo a um custo estimado de cerca de R$ 10 milhões.

Cerco ao ‘xing ling’
O principal objetivo da Anatel e das empresas é retirar do mercado equipamentos de baixa qualidade, conhecidos como “xing ling”, e que normalmente entram no país via contrabando. Segundo a agência, eles podem prejudicar a saúde dos usuários, pois não se sabe o nível de radiação que emitem e nem os componentes que usam, o que leva a risco até de explosão. Além disso, podem provocar ruídos na rede das operadoras e atrapalhar o uso do serviço de voz ou internet móvel por outros clientes. E, no caso dos contrabandeados, o governo ainda deixa de arrecadar impostos.

Entretanto, a Anatel e as operadoras não têm ideia de quantos aparelhos não homologados estão em funcionamento hoje no país. Com a entrada em operação do Siga, vai ser possível conhecer esse número.

Sem surpresas
O superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Roberto Pinto Martins, diz que os bloqueios só devem começar daqui a seis meses e que os usuários que usam aparelho irregular serão avisados antes de terem o serviço cortado.

“Provavelmente teremos uma campanha [para orientar os usuários], mensagens com avisos. Ninguém vai ter o aparelho desabilitado de um dia para o outro”, disse Martins. Porém, ele orienta os consumidores a desde já evitar a compra de não certificados. “As pessoas têm que tomar cuidado para não fazer investimento em um telefone que pode depois não funcionar.”

De acordo com o superintendente, passado esse período de seis meses, o Siga deve, primeiramente, passar a impedir a entrada de novos aparelhos irregulares na rede das operadoras. Isso quer dizer que o bloqueio vai ocorrer no momento em que a pessoa fizer a habilitação de um novo chip usando equipamento não certificado.

O segundo passo, que ainda não está confirmado, seria o bloqueio dos telefones que já estão em funcionamento. Segundo Martins, porém, a Anatel pode optar por não adotar essa medida. “A tendência é que esses aparelhos não certificados que estão em operação desapareçam com o tempo. Eles terão que ser substituídos eventualmente e, quando a pessoa fizer isso, não vai mais poder dar entrada na rede com celular irregular.”

Como vai funcionar
A Anatel não dá muitos detalhes do funcionamento do Siga, pois alega que isso pode facilitar a ação de fraudadores que tenham a intenção de driblá-lo para continuar usando aparelhos irregulares. O sistema será operado pela ABR Telecom, que já é responsável pela administração da portabilidade numérica e pelo sistema que bloqueia celulares roubados.

A partir de segunda (17), portanto, o Siga vai montar um banco de dados dos telefones e outros aparelhos como tablets em uso no Brasil e que estejam ligados à rede de Oi, Vivo, TIM e Claro. Quando o usuário faz uma chamada de voz ou acessa a internet móvel, acontece uma troca de informações entre o aparelho que ele usa e a rede da operadora. É assim que o sistema vai conseguir identificar se aquele equipamento é ou não homologado.

Esse reconhecimento será feito por meio do código de identificação dos aparelhos, o chamado IMEI, captado pela central das operadoras. A Anatel possui uma relação dos IMEI de todos os modelos homologados no país. O que o sistema vai fazer é comparar o código do telefone com essa relação mantida pela agência e, se o número não estiver na lista, vai impedir que ele seja usado para fazer chamadas ou acessar a internet usando a rede móvel.

A Anatel nega que o Siga terá acesso a outras informações contidas nos aparelhos, como a relação das chamadas feitas pelos usuários, sites acessados com o celular ou o tablet e a agenda de contatos.

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Apple é derrotada em tentativa de bloquear monitor antitruste

A Apple foi derrotada na segunda-feira (13) em uma tentativa de bloquear um monitor antitruste externo nomeado para rever as políticas de defesa da concorrência, rotinas e treinamento da empresa.

Em outubro de 2013, a juíza Denise Cote, de Manhattan, nomeou um supervisor para acompanhar a Apple após ter constatado que a companhia era responsável por conspirar com cinco editoras para elevar os preços de livros eletrônicos.

Na audiência de segunda, Cote negou o pedido da Apple pela suspensão do monitor externo. “Eu quero que a monitoria dê certo para a Apple”, disse ela.

A juíza afirmou também que “não há nada impróprio” sobre uma declaração enviada por um advogado escolhido para servir como monitor, Michael Bromwich, o que se tornou a base para o pedido da Apple por sua desqualificação.

Cote disse que irá emitir uma decisão rapidamente explicando seu raciocínio. A Apple então terá 48 horas para buscar uma suspensão emergencial junto à corte federal de recursos em Nova York.

Theodore Boutrous, advogado da Apple, disse que a empresa vai recorrer. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos não quis comentar de imediato.

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Microsoft apresenta ferramenta para bloquear IE10 em Win7

Novidade indica que nova versão do navegador não será lançada nas próximas semanas. Analistas acreditam nas primeiras semanas de março como data mais provável

05 de fevereiro de 2013 – 18h00

A Microsoft lançou ferramentas para bloquear o Internet Explorer 10 (IE10) de chegar automaticamente aos PCs corporativos com Windows 7, um sinal de que o novo navegador não será lançado nas próximas semanas.

O kit de atualização com ferramentas de bloqueio do IE10 é projetado para empresas que querem manter os trabalhadores em uma edição mais antiga do IE. Suas ferramentas incluem um script que pode ser executado localmente e um modelo que administradores de TI podem usar para bloquear o browser por meio de configurações nas Políticas de Grupo.

As ferramentas bloqueiam automaticamente a atualização de versões mais antigas do Internet Explorer para IE10 no Windows 7 e Windows Server 2008 R2 por meio do sistema de atualização automática. Empresas que contam com o WSUS (Windows Server Update Services) ou o SMS (Systems Management Server) não precisarão do kit de ferramentas, já que  podem gerenciar a implantação do IE10 usando estes programas.

Consumidores comuns também podem usar o kit de ferramentas para manter o IE10 fora de suas máquinas Windows. A Microsoft lançou kits semelhantes para IE7, IE8 e IE9 antes dos lançamentos públicos desses browsers. Para as duas últimas versões, a empresa ofereceu o kit aproximadamente um ou dois meses antes do lançamento do navegador.

Se a Microsoft continuar com o mesmo cronograma – provável, já que a ideia é dar às empresas tempo para implantar o bloqueamento- o IE10 será lançado provavelmente na primeira semana de março, mas talvez apenas no início de abril. Março é o mais provável dos dois; a MS lançou o IE8 e IE9 nesse mesmo mês em 2009 e 2011, respectivamente. O kit de ferramentas de bloqueio do IE10 é ainda mais importante do que seus antecessores, por conta de uma mudança na forma como a Microsoft atualiza os PCs dos clientes para a versão mais recente do navegador.

No final de 2011, a companhia anunciou que iria silenciosamente atualizar o IE para a versão mais recente adequada para um usuário do Windows. Usuários do Windows XP ainda utilizando o IE6 ou IE7, por exemplo, seriam atualizados para o IE8, enquanto usuários do Windows Vista ou Windows 7, que executavam o IE7 ou IE8, seriam levados ao IE9.

Antes dessa mudança, a MS tinha pedido a permissão do usuário antes de atualizar o IE de uma versão para a outra, mesmo se as atualizações automáticas do Windows estivessem ativadas. Já que só o Win7 e o Win8 suportam o IE10, essas atualizações fazem o upgrade da versão antiga para a nova pouco depois de o navegador ser lançado. O Windows 8 já vem com a nova edição do navegador.

O IE10 para Windows 7 está disponível como prévia, mas a Microsoft tem repetidamente se recusado a comentar  quando será a estréia da versão final. No ano passado, a Computerworld previu que a versão oficial apareceria no fim de 2012, baseando-se na estimativa do calendário de desenvolvimento do IE9. Em vez disso, o navegador será lançado este ano.

O lançamento do IE10 em 2013 coloca um fim às especulações de que a Microsoft iria acelerar seu ciclo de lançamento do navegador e emitir uma nova versão anualmente. Analistas chegaram a essa conclusão depois que a empresa anunciou a nova versão do navegador apenas semanas depois do lançamento do IE9 em março de 2011.

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Publicado por em 22 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Como bloquear posts sobre política em seu feed no Facebook

Extensão para Chrome, Firefox, Safari e Opera permite bloquear desde atualizações de relacionamentos até os artigos mais lidos, bem como escolher determinadas palavras

Se você odeia crianças, há uma extensão que livra seu feed de notícias do Facebook delas (substituindo as fotos por bacon). Odeia o bate-boca político na rede social? Há uma extensão que exclui isso, também.

Com a temporada política acontecendo, você provavelmente já viu acalorados debates entre seus amigos do Facebook sobre Russomano contra Serra ou outras questões políticas. Se não aguenta mais, há uma extensão para o Google Chrome que promete adicionar neutralidade ao seu feed de notícias.

Para instalar o plugin, é preciso baixar o FB Purity, abrir o Chrome, ir até o ícone de chave inglesa no canto superior direito da tela, clicar em “Ferramentas” e depois “Extensões”. Feito isso, arraste o arquivo baixado até a tela, e está feito. Para verificar se ele foi instalado corretamente, visite sua página do Facebook. Você deve observar um novo conjunto de opções abaixo de sua barra de atualização de status.

fbp1.png

Link da extensão aparecerá logo abaixo da caixa de atualização de status, e conteúdo ocultado poderá ser visualizado, caso deseje

Para ocultar postagens políticas em sua página, é preciso editar as configurações da extensão. No Facebook, clique no botão ” F.B. Purity ” que aparece abaixo de sua barra de atualização de status. Isto irá abrir a página de configurações, onde você pode escolher quais recursos deseja ocultar: dos artigos mais vistos até alterações de estado de relacionamento, tudo é possível.

A partir desta página, você também pode criar uma lista personalizada de frases que deseja esconder de seu feed de notícias. O “Custom Text Filter” está próximo aos itens que podem ser bloqueados, e é onde você pode adicionar palavras e frases como “Russomano”, “Serra”, “campanha”, “política” e assim por diante.

Quando terminar de fazer alterações nas permissões da extensão, clique em ” Save and Close ” e atualize o navegador para ver seu feed de notícias recém personalizado.

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Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Como bloquear posts sobre política em seu feed no Facebook

Extensão para Chrome, Firefox, Safari e Opera permite bloquear desde atualizações de relacionamentos até os artigos mais lidos, bem como escolher determinadas palavras

Se você odeia crianças, há uma extensão que livra seu feed de notícias do Facebook delas (substituindo as fotos por bacon). Odeia o bate-boca político na rede social? Há uma extensão que exclui isso, também.

Com a temporada política acontecendo, você provavelmente já viu acalorados debates entre seus amigos do Facebook sobre Russomano contra Serra ou outras questões políticas. Se não aguenta mais, há uma extensão para o Google Chrome que promete adicionar neutralidade ao seu feed de notícias.

Para instalar o plugin, é preciso baixar o FB Purity, abrir o Chrome, ir até o ícone de chave inglesa no canto superior direito da tela, clicar em “Ferramentas” e depois “Extensões”. Feito isso, arraste o arquivo baixado até a tela, e está feito. Para verificar se ele foi instalado corretamente, visite sua página do Facebook. Você deve observar um novo conjunto de opções abaixo de sua barra de atualização de status.

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Link da extensão aparecerá logo abaixo da caixa de atualização de status, e conteúdo ocultado poderá ser visualizado, caso deseje

Para ocultar postagens políticas em sua página, é preciso editar as configurações da extensão. No Facebook, clique no botão ” F.B. Purity ” que aparece abaixo de sua barra de atualização de status. Isto irá abrir a página de configurações, onde você pode escolher quais recursos deseja ocultar: dos artigos mais vistos até alterações de estado de relacionamento, tudo é possível.

A partir desta página, você também pode criar uma lista personalizada de frases que deseja esconder de seu feed de notícias. O “Custom Text Filter” está próximo aos itens que podem ser bloqueados, e é onde você pode adicionar palavras e frases como “Russomano”, “Serra”, “campanha”, “política” e assim por diante.

Quando terminar de fazer alterações nas permissões da extensão, clique em ” Save and Close ” e atualize o navegador para ver seu feed de notícias recém personalizado.

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Publicado por em 11 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Gravadoras querem bloquear acesso ao Pirate Bay no Reino Unido

O famoso site de compartilhamento de arquivos The Pirate Bay pode ser bloqueado pelos provedores de internet no Reino Unido, de acordo com uma decisão da Suprema Corte que acusa o endereço de violar leis de copyright. 

O caso foi levado à Justiça por um grupo de grandes gravadoras, incluindo EMI, Sony e Virgin Records. Essas empresas exigem que os provedores de internet impeçam que seus consumidores acessem o Pirate Bay no Reino Unido, alegando que isso permitiria que os usuários compartilhassem arquivos ilegais. 

Durante o julgamento realizado nessa segunda-feira (20), o juiz Richard David Arnold afirmou que o site, de fato, “autoriza, aprova e mantém” as infrações de direitos autorais cometidas pelos usuários. O representante adicionou que as infrações não são apenas uma consequência do fornecimento de arquivos torrent, mas o objetivo e real intenção do TPB. “Apesar da habilidade para fazê-lo e das medidas judiciais tomadas contra eles, os responsáveis pelo site não tentam prevenir as violações. Ao contrário, eles as encorajam ativamente e tratam quaisquer tentativas de prevenção (judicial ou não) com desprezo”. 

O juiz concluiu que tanto os usuários quanto os donos do The Pirate Bay infringem os copyrights dos reclamantes e de seus representantes no Reino Unido; a Supre Corte deve julgar em junho se os provedores devem limar o acesso de seus clientes ao TPB. Até o momento, nenhum representante dos provedores se pronunciou e o site de compartilhamento não foi representado na corte. 

A medida foi bem-vinda pela BPI (Indústria Fonográfica Britânica, em tradução livre), que representou diversos detentores de direitos autorais durante a audiência. “O site defrauda músicos e causa danos imensos à indústria da música e outras indústrias criativas” afirmou Geoff Taylor, executivo-chefe da BPI. “A medidas ajuda a esclarecer a lei e vamos proceder com nosso pedido para bloquear o site e proteger as indústrias criativas de danos futuros”.

No entanto, Loz Kaye, líder do Partido Pirata britânico, que realiza uma campanha para mudanças nas leis de copyright, disse que a medida mostra claramente as limitações para exigir envolvimento judicial apenas em ordens de censura. “Sem nenhum partido para representar seja o site ou seus usuários (incluindo usuários legais), não há uma oportunidade para realizar uma defesa, assim como para causar os danos que teriam sido feitos pelo site, ou proporcionalidade ao bloquear o acesso a todo o endereço”. argumentou Kaye. “Enquanto que é entendível que os provedores não se manifestem, é desapontador que, mais uma vez, ninguém se coloque contra a BPI e as grandes gravadoras”. 

No mês passado, o Pirate Bay anunciou que estava adotando links magnéticos como opção padrão para o compatilhamento de arquivos, exatamente porque esses não são bloqueados tão facilmente quanto documentos em torrent. O juiz Arnold apontou que isso confirma a determinação dos donos do site em fazer tudo o que for possível para fornecer aos usuários acesso irrestrito aos arquivos torrent e, desse modo, permitindo que os mesmos continuem infringindo a lei. 

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Publicado por em 8 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Gravadoras querem bloquear acesso ao Pirate Bay no Reino Unido

O famoso site de compartilhamento de arquivos The Pirate Bay pode ser bloqueado pelos provedores de internet no Reino Unido, de acordo com uma decisão da Suprema Corte que acusa o endereço de violar leis de copyright. 

O caso foi levado à Justiça por um grupo de grandes gravadoras, incluindo EMI, Sony e Virgin Records. Essas empresas exigem que os provedores de internet impeçam que seus consumidores acessem o Pirate Bay no Reino Unido, alegando que isso permitiria que os usuários compartilhassem arquivos ilegais. 

Durante o julgamento realizado nessa segunda-feira (20), o juiz Richard David Arnold afirmou que o site, de fato, “autoriza, aprova e mantém” as infrações de direitos autorais cometidas pelos usuários. O representante adicionou que as infrações não são apenas uma consequência do fornecimento de arquivos torrent, mas o objetivo e real intenção do TPB. “Apesar da habilidade para fazê-lo e das medidas judiciais tomadas contra eles, os responsáveis pelo site não tentam prevenir as violações. Ao contrário, eles as encorajam ativamente e tratam quaisquer tentativas de prevenção (judicial ou não) com desprezo”. 

O juiz concluiu que tanto os usuários quanto os donos do The Pirate Bay infringem os copyrights dos reclamantes e de seus representantes no Reino Unido; a Supre Corte deve julgar em junho se os provedores devem limar o acesso de seus clientes ao TPB. Até o momento, nenhum representante dos provedores se pronunciou e o site de compartilhamento não foi representado na corte. 

A medida foi bem-vinda pela BPI (Indústria Fonográfica Britânica, em tradução livre), que representou diversos detentores de direitos autorais durante a audiência. “O site defrauda músicos e causa danos imensos à indústria da música e outras indústrias criativas” afirmou Geoff Taylor, executivo-chefe da BPI. “A medidas ajuda a esclarecer a lei e vamos proceder com nosso pedido para bloquear o site e proteger as indústrias criativas de danos futuros”.

No entanto, Loz Kaye, líder do Partido Pirata britânico, que realiza uma campanha para mudanças nas leis de copyright, disse que a medida mostra claramente as limitações para exigir envolvimento judicial apenas em ordens de censura. “Sem nenhum partido para representar seja o site ou seus usuários (incluindo usuários legais), não há uma oportunidade para realizar uma defesa, assim como para causar os danos que teriam sido feitos pelo site, ou proporcionalidade ao bloquear o acesso a todo o endereço”. argumentou Kaye. “Enquanto que é entendível que os provedores não se manifestem, é desapontador que, mais uma vez, ninguém se coloque contra a BPI e as grandes gravadoras”. 

No mês passado, o Pirate Bay anunciou que estava adotando links magnéticos como opção padrão para o compatilhamento de arquivos, exatamente porque esses não são bloqueados tão facilmente quanto documentos em torrent. O juiz Arnold apontou que isso confirma a determinação dos donos do site em fazer tudo o que for possível para fornecer aos usuários acesso irrestrito aos arquivos torrent e, desse modo, permitindo que os mesmos continuem infringindo a lei. 

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Publicado por em 7 de março de 2012 em Tecnologia

 

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