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EUA liberam doação de Bitcoin para campanhas políticas

O governo dos Estados Unidos liberou que campanhas políticas sejam abastecidas por doações feitas com a moeda virtual Bitcoin. A Comissão Eleitoral Federal (FEC, na sigla em inglês) emitiu a autorização nesta quinta-feira (9).

Nos Estados Unidos, os comitês de ação política (PAC, na sigla em inglês) são entidades que reúnem os fundos que serão doados para campanhas contra ou a favor de candidaturas a cargos eletivos ou propostas legislativas.

A FEC estabeleceu que esses comitês podem receber doações em Bitcoin ou mesmo comprar algumas dessas moedas. Os PACs, porém, não poderão contratar serviços ou comprar bens com o dinheiro virtual. Terão antes que converter suas quantias para dólar, depositar os recursos em uma conta no banco, para que os valores sejam registrados, e só então estarão liberados para gastar a quantia doada com Bitcoins.

Os Bitcoins são ao mesmo tempo um meio de pagamento e um meio de reserva de valor que é transferido de pessoa a pessoa, sem ter de passar pelo intermédio de alguma instituição financeira, como um banco. Como a liberação de novas moedas é fruto de um processo computadorizado, a moeda também não está submetida por nenhum governo.

Como não é possível rastrear as pessoas que trocam Bitcoins, mas apenas os endereços das carteiras eletrônicas, a moeda é utilizada na internet na compra e venda de bens controlados, como armas e drogas. Por outro lado, comerciantes aceitam a moeda virtual pela facilidade na transação e para fugir dos tributos e taxas incidentes em negociações financeiras.

A autorização do governo dos EUA acolheu o pedido de um PAC chamado “Make Your Laws”. Os Bitcoins foram incluídos em um grupo de doações em espécie, que abrange, por exemplo, obras de arte. As regras para esse tipo de doação fixam que é possível doar até US$ 2,6 mil por político e até US$ 5 mil por PAC a cada eleição.

A oportunidade aberta pela FEC já possui adeptos. O congressista Jared Polis, representante democrata do Colorado, abriu nesta quinta as doações em Bitcoin para sua campanha de reeleição (Veja aqui).

Essa é, pelo menos, a segunda vez que uma entidade do governo dos EUA emite um entendimento legal de como o Bitcoin deve ser tratado. No começo do ano, a Receita Federal norte-americana (IRS, na sigla em inglês) informou que, para efeito de recolhimento de impostos, o Bitcoin deveria ser considerado uma propriedade, não uma moeda. A Receita Federal do Brasil emitiu o mesmo entendimento para orientar os brasileiros na confecção da declaração do Imposto de Renda neste ano.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Bitcoin precisa de regulação para acabar com imagem negativa

Reguladores precisam criar regras para tornar moedas virtuais como o bitcoin mais atraentes para consumidores comuns, disse um advogado da Fundação Bitcoin nesta terça-feira (13).

O bitcoin foi notícia no início de 2014 quando a bolsa com sede em Tóquio Mt. Gox entrou com pedido de falência depois de comunicar a perda de 750 mil bitcoins em um ataque de invasores.

Patrick Murck, advogado geral da Fundação Bitcoin, disse que é necessário cooperação entre as autoridades para criar regras que possam apoiar os usuários que utilizam as moedas digitais de forma responsável.

“Há uma oportunidade de trabalharmos juntos, para que as pessoas parem de dizer que (o bitcoin) é assustador e arriscado”, disse. “O desafio é ter um marco legal que faça sentido para as pessoas”, completou Murck.

Lançado em 2009, o bitcoin permite realizar transações pela Internet. Apoiadores afirmam que o anonimato reduz o risco de fraude, enquanto críticos afirmam que o mesmo anonimato e a falta de uma autoridade central fazem com que seja mais fácil cometer crimes.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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EUA liberam doação de Bitcoin para campanhas políticas

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O governo dos Estados Unidos liberou que campanhas políticas sejam abastecidas por doações feitas com a moeda virtual Bitcoin. A Comissão Eleitoral Federal (FEC, na sigla em inglês) emitiu a autorização nesta quinta-feira (9).

Nos Estados Unidos, os comitês de ação política (PAC, na sigla em inglês) são entidades que reúnem os fundos que serão doados para campanhas contra ou a favor de candidaturas a cargos eletivos ou propostas legislativas.

A FEC estabeleceu que esses comitês podem receber doações em Bitcoin ou mesmo comprar algumas dessas moedas. Os PACs, porém, não poderão contratar serviços ou comprar bens com o dinheiro virtual. Terão antes que converter suas quantias para dólar, depositar os recursos em uma conta no banco, para que os valores sejam registrados, e só então estarão liberados para gastar a quantia doada com Bitcoins.

Os Bitcoins são ao mesmo tempo um meio de pagamento e um meio de reserva de valor que é transferido de pessoa a pessoa, sem ter de passar pelo intermédio de alguma instituição financeira, como um banco. Como a liberação de novas moedas é fruto de um processo computadorizado, a moeda também não está submetida por nenhum governo.

Como não é possível rastrear as pessoas que trocam Bitcoins, mas apenas os endereços das carteiras eletrônicas, a moeda é utilizada na internet na compra e venda de bens controlados, como armas e drogas. Por outro lado, comerciantes aceitam a moeda virtual pela facilidade na transação e para fugir dos tributos e taxas incidentes em negociações financeiras.

A autorização do governo dos EUA acolheu o pedido de um PAC chamado “Make Your Laws”. Os Bitcoins foram incluídos em um grupo de doações em espécie, que abrange, por exemplo, obras de arte. As regras para esse tipo de doação fixam que é possível doar até US$ 2,6 mil por político e até US$ 5 mil por PAC a cada eleição.

A oportunidade aberta pela FEC já possui adeptos. O congressista Jared Polis, representante democrata do Colorado, abriu nesta quinta as doações em Bitcoin para sua campanha de reeleição (Veja aqui).

Essa é, pelo menos, a segunda vez que uma entidade do governo dos EUA emite um entendimento legal de como o Bitcoin deve ser tratado. No começo do ano, a Receita Federal norte-americana (IRS, na sigla em inglês) informou que, para efeito de recolhimento de impostos, o Bitcoin deveria ser considerado uma propriedade, não uma moeda. A Receita Federal do Brasil emitiu o mesmo entendimento para orientar os brasileiros na confecção da declaração do Imposto de Renda neste ano.

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Brasil

 

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Programadores criam modelo de ‘loja sem dono’ com Bitcoin

Um trio de programadores entusiastas da moeda virtual Bitcoin criou um sistema de “loja sem dono” chamada DarkMarket (“mercado escuro”). Se colocado em prática em conjunto com tecnologias de anonimato, o DarkMarket criaria um comércio descentralizado para a venda de produtos ilegais, dificultando a ação das autoridades.

A tecnologia foi demonstrada em uma conferência no Canadá no início do mês, segundo uma reportagem da revista “Wired”. O código fonte do DarkMarket é aberto e pode ser obtido no site GitHub (acesse aqui). O software, porém, não está finalizado e os três programadores responsáveis pelo projeto – Amir Taaki, Damian Cutillo e William Swanso -, não pretendem finalizá-lo. “É só um protótipo simples, mas queríamos mostrar que era possível”, afirmou Taaki.

O estabelece uma rede ponto-a-ponto (P2P) entre todos os participantes. Qualquer um pode comprar e vender. O diferencial do DarkMarket é uso da moeda virtual Bitcoin para solucionar disputas de pagamento. O DarkMarket traria mais desafios para as autoridades, que não poderiam derrubar o comércio ilegal com uma única ação contra os servidores de uma loja, como ocorreu com o site de drogas Silk Road, fechado pelo FBI.

Quando dois usuários decidem fazer negócio, um terceiro usuário chamado de “árbitro” é escolhido. O dinheiro da compra é colocado em um endereço de Bitcoin que exige a autorização de duas das três partes para ser usado. Dessa forma, se um desentendimento ocorrer entre o comprador e o vendedor,  caberá ao árbitro liberar ou bloquear o dinheiro, fazendo o mesmo papel de um banco ou operadora de cartão de crédito.

Os árbitros também são usuários normais da rede – qualquer participante do DarkMarket pode ser um árbitro. Cada usuário deve manter uma lista de “árbitros confiáveis” e quando dois participantes realizam um negócio, um árbitro é selecionado aleatoriamente entre aqueles que constam na lista de ambos.

O software do DarkMarket no computador de cada participante permite a configuração de uma “página de venda”, mostrando os produtos disponíveis. Como está incompleto, o DarkMarket não possui funções de busca por usuário ou por produto, fornecendo apenas uma lista “crua” de endereços da rede e exigindo que o usuário clique em cada um para verificar o que está à venda. De acordo com os criadores, porém, essas funções poderiam ser adicionadas

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Homem que seria ‘criador do Bitcoin’ e familiares criticam reportagem

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin,
Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de
casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Dorian Nakamoto, identificado pela revista “Newsweek” como criador da moeda virtual Bitcoin, fez uma negação formal, por meio de um advogado, dizendo que não tinha conhecimento da moeda antes da reportagem da publicação. Enquanto isso, o irmão dele, Arthur, está interagindo com a comunidade no site Reddit (acesse aqui), acusando a reportagem da Newsweek de ter publicado mentiras e citações fora de texto.

A reportagem da Newsweek, escrita por Leah McGrath Goodman em conjunto com investigadores, baseia-se principalmente em um perfil traçado por entrevistas com os próprios familiares. Outras evidências apresentadas pela reportagem, como semelhanças na forma de escrita, foram criticadas por pessoas que leram textos ou interagiram com “Satoshi Nakamoto” criador do Bitcoin. Segundo eles, não há semelhança alguma.

“Como essa Leah se atreve a humilhar e a violar o conforto de um velho homem de saúde debilitada que mal tem dinheiro para se alimentar e cuida gentilmente da nossa mãe de 93 em uma casa modesta?”, escreveu Arthur, referindo-se ao irmão, que já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e se recupera de uma cirurgia na próstata. Dorian não tem um emprego fixo desde 2001.

Usuários da moeda Bitcoin abriram um fundo de doação para Dorian Nakamoto que deve ser finalizado no final de março e entregue a ele. O fundo, caso Dorian seja mesmo o criador da moeda, é um agradecimento. Caso não seja, é um pedido de desculpas por todos os problemas que a atenção indesejada tem causado ao homem de 64 anos.

Dorian, por sua vez, acusou a reportagem da “Newsweek” de “falsa”. “A reportagem falsa da ‘Newsweek’ tem sido a causa de muito estresse e confusão para mim, para minha mãe de 93 anos, para meus irmãos e para suas famílias”, escreveu Dorian em sua negação oficial publicada com auxílio de um advogado. “Essa será nossa última declaração pública sobre esse assunto. Eu peço agora que respeitem nossa privacidade”, finaliza a carta, que também agredece o apoio de pessoas “nos Estados Unidos e ao redor do mundo”.

Goodman defende sua reportagem, informando que tem outras evidências não publicadas. A “Newsweek”, porém, não sinalizou que faria uma nova publicação. A reportagem que declarou Dorian como o criador do Bitcoin foi a primeira capa da revista de 81 anos na volta à publicação impressa.

O jornalista Joe Mullin, escrevendo para o site de tecnologia “Ars Technica”, acusou a “Newsweek” de ter uma “arrogância colossal” em sua reportagem. Mullin afirmou que é hora da “Newsweek” apresentar qualquer outra evidência que possui ou admitir que estava errada em uma retratação. Mullin afirma que a pressão sobre a repórter deve ter sido grande depois de dois meses trabalhando na investigação, o que pode ter contribuído para ela se convencer de que achou a pessoa certa para não admitir que todo o trabalho tinha sido em vão.

Mullin ainda acusa a repórter de ter baseado seu “achado” em estereótipos e que muitas outras pessoas poderiam se encaixar no perfil, especialmente se pessoas com outros nomes forem consideradas. Não há prova de que Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, tenha realmente esse nome. “O problema da história da Newsweek é que ela parece não ser verdade”, escreveu ele.

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Japão aprova regulamentação do bitcoin como mercadoria

O governo do Japão aprovou nesta sexta-feira (7) uma medida para classificar a moeda eletrônica bitcoin como mercadoria e não como divisa, fato que supõe um passo pioneiro no mundo todo em relação a regulamentação de sua troca.

A medida aprovada hoje chega após a recente quebra da Mt.Gox, a conhecida casa de câmbio de bitcoin sediada em Tóquio. Diante desta situação, o Executivo japonês teve que se apressar em dar os primeiros passos para criar um marco legal em torno do comércio desta moeda.

Entre as disposições aprovadas, o gabinete do primeiro-ministro, Shinzo Abe, estabeleceu que os lucros derivados do mercado online de bitcoins, os processos de compra realizados com a moeda criptografada e as rentabilidades obtidas por empresas nessa moeda estarão submissas a impostos no Japão.

O bitcoin também foi definido como uma mercadoria similar aos metais preciosos que não podem ser manuseados pelos bancos japoneses e nem pelas casas de câmbio do país asiático.

Perante o temor de que o bitcoin seja usado para atividades de lavagem de dinheiro, o governo também ratificou que ações deste tipo serão tipificadas como um delito de acordo à lei japonesa.

Há exatamente uma semana, a Mt.Gox anunciou uma desfalque em suas contas de bitcoin equivalente – segundo sua taxa de câmbio do 25 de fevereiro – a 21,03 milhões de euros e, além disso, revelou o desaparecimento de 850 mil bitcoins que tinha detectado no início de fevereiro.

Deste valor, 750 mil pertenciam aos seus clientes, e o resto à companhia, que cifrou sua perda em 79,92 milhões de euros pelo suposto ciberataque.

A Mt.Gox admitiu a possibilidade de apresentar uma queixa por conta deste roubo, algo que pode se mostra incerto devido ao fato do bitcoin não contar com nenhuma proteção legal.

Mesmo com as diretrizes aprovadas hoje, o governo japonês ainda deve estabelecer que Ministério ou agência deverão monitorizar as transações e irregularidades relacionadas ao bitcoin, uma tarefa muito complexa, tendo em vista que as transações com esta moeda eletrônica, criada em 2009, costumam ser anônimas.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do Bitcoin quebra silêncio e nega ser ‘Dorian Nakamoto’

Perfil ligado a criador da moeda virtual Bitcoin nega ser Dorian Sakamoto, (Foto: Reprodução)Identidade on-line de criador do Bitcoin nega ser
Dorian Sakamoto, conforme afirmou a ‘Newsweek’ na
quinta-feira (6).  (Foto: Reprodução/P2P Foundation)

Uma reportagem da revista “Newsweek”, publicada na quinta-feira (6), identifica Satoshi Nakamoto, o criador da moeda virtual Bitcoin, como Dorian Prentice Satoshi Nakamoto, um japonês de 64 anos que mora nos Estados Unidos. Agora, identidades on-line de Satoshi Nakamoto, as mesmas que fizeram anúncios sobre o Bitcoin, quebraram um silêncio de quatro anos apenas para dizer: “eu não sou Dorian Nakamoto”.

O próprio Dorian, que não quis falar com a “Newsweek” – ele chamou a polícia quando a repórter o procurou em sua residência -, conversou com um repórter da agência de notícias Associated Press. Cercado por repórteres em sua casa, Dorian disse: “não, não, não, mil vezes não. Não estou envolvido com Bitcoin. Eu quero um almoço grátis então eu vou com esse cara”, referindo-se ao repórter da AP, Ryan Nakashima.

Durante a entrevista, Dorian negou completamente estar envolvido com Bitcoin. Ele disse que nunca tinha ouvido falar da moeda virtual até que seu filho o questionou sobre o assunto depois de ter sido contatado pela repórter da “Newsweek”.

Sobre ele ter dito “eu não estou mais envolvido nisso”, Nakamoto, que ainda parece falar inglês com sotaque, explica que se referiu ao campo da engenharia como um todo. “Eu não estou mais envolvido com a engenharia”, afirmou.

Para Leah McGrath Goodman, a jornalista da “Newsweek”, que defendeu sua reportagem, não havia dúvida sobre o contexto da conversa e que Dorian estaria se referindo ao Bitcoin.

O anúncio original do Bitcoin, publicado em fevereiro de 2009, agora conta com um comentário (veja aqui) da mesma conta de “Satoshi Nakamoto”, criador da moeda, dizendo “eu não sou Dorian Nakamoto”. O criador do Bitcoin desapareceu da web pouco após a criação da moeda, deixando o Bitcoin nas mãos de colaboradores.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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