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Veja máscara facial de esperma e outros tratamentos de beleza bizarros

Máscara de esperma
Uma britânica de 67 anos, moradora de Londres, está causando polêmica entre usuários ao redor do mundo ao afirmar que o segredo para impedir o envelhecimento da pele do rosto é utilizar uma máscara feita com esperma. Stella Ralfini afirma que aprendeu a técnica enquanto estudava sexo tântrico na Índia, e que o procedimento “vale milhares e milhares de dólares, mas é gratuito” (leia a matéria).

Stella Ralfini diz que o segredo para sua pele macia é a aplicação de uma máscara fácial feita com esperma (Foto: Reprodução/YouTube/Stella Ralfini)Stella Ralfini diz que o segredo para sua pele macia é a aplicação de uma máscara fácial feita com esperma (Foto: Reprodução/YouTube/Stella Ralfini)

Excremento de pássaro
Um salão de Nova York (EUA) oferece um tratamento de pele no qual é aplicado sobre o rosto uma máscara facial feita de excremento de rouxinol asiático misturado com farelo de arroz. A dona do salão, Shizuka Bernstein, cobra US$ 180 (R$ 422) pelo tratamento (leia a matéria).

Máscara facial feita de excremento de rouxinol asiático misturado com farelo de arroz (Foto: Mary Altaffer/AP)Máscara facial feita de excremento de rouxinol asiático misturado com farelo de arroz (Foto: Mary Altaffer/AP)

Caracol na pele
Um salão de beleza de Tóquio passou a ofececer a partir de julho de 2013 um  tratamento pouco convencional que conta com a ajuda de caracóis. De acordo com um dos funcionários do local, uma substância presente nos caracóis ajuda a remover as células velhas, curar a pele após a queimaduras solares e a hidratar (leia a matéria).

Caracois rastejam no rosto de mulher para demonstrar o novo tratamento de um salão japonês (Foto: AFP)Caracois rastejam no rosto de mulher para demonstrar o novo tratamento de um salão japonês (Foto: AFP)

Peixes nos pés
Em maio de 2013, uma clínica em Rafah, na Faixa de Gaza, ficou famosa por usar peixes em tratamentos de peles, como micoses causadas por fungos. Os pacientes colocam os pés em tanques com os pequenos peixes, que comem apenas a pele morta do membro (leia a matéria).

Uma clínica em Rafah, na Faixa de Gaza, usa peixes em tratamentos de peles, como micoses causadas por fungos. Os pacientes colocam os pés em tanques com os pequenos peixes, que comem a pele morta (Foto: Said Khatib/AFP)Uma clínica em Rafah, na Faixa de Gaza, usa peixes em tratamentos de peles, como micoses causadas por fungos. Os pacientes colocam os pés em tanques com os pequenos peixes, que comem a pele morta (Foto: Said Khatib/AFP)

Olhos em chamas
Uma usuária do fórum de mensagens “TT mop” postou uma imagem no início de 2013 que mostra um tratamento de pele bizarro comum no país. A mulher aparece deitada coberta de creme, e com uma toalha em chamas sobre os olhos. O procedimento, chamado “Huo liáo” (tratamento de fogo, em tradução livre), seria usado para tratar problemas de pele e linhas de expressão (leia a matéria).

Foto de tratamento bizarro foi postada em fórum chinês (Foto: Reprodução/TT mop)Foto de tratamento bizarro foi postada em fórum chinês (Foto: Reprodução/TT mop)

Face dourada
Já em 2012, para comemorar o Dia dos Namorados, vietnamitas realizaram tratamentos com máscara facial de ouro em um salão de beleza em Hanói, no Vietnã. O tratamento custa 1,8 milhão de dongues vietnamitas (cerca de R$ 198) (leia a matéria).

Mulher faz tratamento com máscara facial de ouro. (Foto: Kham/Reuters)Mulher faz tratamento com máscara facial de ouro. (Foto: Kham/Reuters)

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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De avião, fotógrafo captura beleza das ‘marcas’ do homem na natureza

O resultado do trabalho do fotógrafo são imagens que investigam as marcas deixadas pela humanidade no mundo natural. Acima, o litoral de Livorno, na Itália/2007 (Foto: Alex MacLean)O resultado do trabalho do fotógrafo são imagens que investigam as marcas deixadas pela humanidade no mundo natural. Acima, o litoral de Livorno, na Itália/2007 (Foto: Alex MacLean)

O fotógrafo americano Alex MacLean registra há 30 anos paisagens americanas e em outros países de uma perspectiva diferente. Ele pilota um avião e faz fotos aéreas reduzindo cenários grandiosos ao tamanho de maquetes.

O artista, que terá suas obras exibidas na galeria Beetles + Huxley, de Londres, fotografa do alto os padrões criados por grandes lavouras, projetos de habitação estranhos cravados no meio do deserto ou cidades antigas e coloridas, bases militares, praias lotadas, entre outras paisagens.

O resultado são fotos que investigam as marcas deixadas pela humanidade no mundo natural.

MacLean é formado em arquitetura e, em entrevista à BBC Brasil, afirmou que isto foi decisivo em sua escolha pelas fotos aéreas.

‘Acho que estudar arquitetura aumentou meu interesse em análises de locais, (e) a partir daí passei para a fotografia de paisagens culturais e a compreensão dos padrões de povoamento e também os impactos ambientais relacionados’, disse.

Mas, o americano começou neste ramo de fotografia apenas como um trabalho para arquitetos, designers, urbanistas e ambientalistas. O trabalho se desenvolveu rapidamente em uma prática artística que o transformou em um dos mais famosos fotógrafos especializados em imagens aéreas do mundo.

‘Passando tanto tempo no ar, não pude evitar e comecei a fotografar meus próprios projetos, queria expressar a beleza e o encanto da natureza e compartilhar o que eu via desta perspectiva única.’

Algumas das fotos acima foram feitas na década de 1990. MacLean disse que geralmente não planeja voltar a lugares já retratados para refazer as fotos e verificar como a paisagem muda, mas admite que, quando passa ocasionalmente por caminhos conhecidos, ele refaz algumas das imagens.

‘Raramente tento reproduzir imagens do passado, a não ser com minha memória – é um processo muito mecânico recriar uma imagem exatamente (como era) e, para mim, perde-se a criatividade.’

A exposição vai até o dia 29 de março e, mais detalhes sobre as obras de MacLean estão no website http://www.alexmaclean.com

Campos floridos em Carlsbad, Califórnia em 2004 (Foto: Alex MacLean)Campos floridos em Carlsbad, Califórnia em 2004 (Foto: Alex MacLean)Surfistas atrás de uma onda em Oahu, no Havai em 2011 (Foto: Alex MacLean)Surfistas atrás de uma onda em Oahu, no Havai em 2011 (Foto: Alex MacLean)O trabalho se desenvolveu rapidamente em uma prática artística que o transformou em um dos mais famosos fotógrafos especializados em imagens aéreas do mundo. Na foto, carros embrulhados em Emden, Alemanha/2012 (Foto: Alex MacLean)O trabalho se desenvolveu rapidamente em uma prática artística que o transformou em um dos mais famosos fotógrafos especializados em imagens aéreas do mundo. Na foto, carros embrulhados em Emden, Alemanha/2012 (Foto: Alex MacLean)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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De avião, fotógrafo captura beleza das ‘marcas’ do homem na natureza

O resultado do trabalho do fotógrafo são imagens que investigam as marcas deixadas pela humanidade no mundo natural. Acima, o litoral de Livorno, na Itália/2007 (Foto: Alex MacLean)O resultado do trabalho do fotógrafo são imagens que investigam as marcas deixadas pela humanidade no mundo natural. Acima, o litoral de Livorno, na Itália/2007 (Foto: Alex MacLean)

O fotógrafo americano Alex MacLean registra há 30 anos paisagens americanas e em outros países de uma perspectiva diferente. Ele pilota um avião e faz fotos aéreas reduzindo cenários grandiosos ao tamanho de maquetes.

O artista, que terá suas obras exibidas na galeria Beetles + Huxley, de Londres, fotografa do alto os padrões criados por grandes lavouras, projetos de habitação estranhos cravados no meio do deserto ou cidades antigas e coloridas, bases militares, praias lotadas, entre outras paisagens.

O resultado são fotos que investigam as marcas deixadas pela humanidade no mundo natural.

MacLean é formado em arquitetura e, em entrevista à BBC Brasil, afirmou que isto foi decisivo em sua escolha pelas fotos aéreas.

‘Acho que estudar arquitetura aumentou meu interesse em análises de locais, (e) a partir daí passei para a fotografia de paisagens culturais e a compreensão dos padrões de povoamento e também os impactos ambientais relacionados’, disse.

Mas, o americano começou neste ramo de fotografia apenas como um trabalho para arquitetos, designers, urbanistas e ambientalistas. O trabalho se desenvolveu rapidamente em uma prática artística que o transformou em um dos mais famosos fotógrafos especializados em imagens aéreas do mundo.

‘Passando tanto tempo no ar, não pude evitar e comecei a fotografar meus próprios projetos, queria expressar a beleza e o encanto da natureza e compartilhar o que eu via desta perspectiva única.’

Algumas das fotos acima foram feitas na década de 1990. MacLean disse que geralmente não planeja voltar a lugares já retratados para refazer as fotos e verificar como a paisagem muda, mas admite que, quando passa ocasionalmente por caminhos conhecidos, ele refaz algumas das imagens.

‘Raramente tento reproduzir imagens do passado, a não ser com minha memória – é um processo muito mecânico recriar uma imagem exatamente (como era) e, para mim, perde-se a criatividade.’

A exposição vai até o dia 29 de março e, mais detalhes sobre as obras de MacLean estão no website http://www.alexmaclean.com

Campos floridos em Carlsbad, Califórnia em 2004 (Foto: Alex MacLean)Campos floridos em Carlsbad, Califórnia em 2004 (Foto: Alex MacLean)Surfistas atrás de uma onda em Oahu, no Havai em 2011 (Foto: Alex MacLean)Surfistas atrás de uma onda em Oahu, no Havai em 2011 (Foto: Alex MacLean)O trabalho se desenvolveu rapidamente em uma prática artística que o transformou em um dos mais famosos fotógrafos especializados em imagens aéreas do mundo. Na foto, carros embrulhados em Emden, Alemanha/2012 (Foto: Alex MacLean)O trabalho se desenvolveu rapidamente em uma prática artística que o transformou em um dos mais famosos fotógrafos especializados em imagens aéreas do mundo. Na foto, carros embrulhados em Emden, Alemanha/2012 (Foto: Alex MacLean)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Prêmio seleciona imagens de valor científico e beleza

O prêmio fotográfico Wellcome Image Awards anunciou seus finalistas do ano, que produziram imagens impressionantes - entre elas este ovo de piolho, preso a um fio de cabelo, fotografado por Kevin Mackenzie, da Universidade de Aberdeen (Foto: Kevin Mackenzie, University of Aberdeen/Wellcome Images/BBC)O prêmio fotográfico Wellcome Image Awards anunciou seus finalistas do ano, que produziram imagens impressionantes – entre elas este ovo de piolho, preso a um fio de cabelo, fotografado por Kevin Mackenzie, da Universidade de Aberdeen (Foto: Kevin Mackenzie, University of Aberdeen/Wellcome Images/BBC)

Uma exposição em Glasgow, na Escócia, aberta nesta quarta-feira, apresenta ao público as imagens premiadas da 13ª edição do Wellcome Image Awards.

Um painel de jurados escolheu, entre as novas imagens adquiridas pela biblioteca fotográfica Wellcome – que se apresenta como um dos maiores arquivos de imagens ligadas à medicina do mundo – as mais ‘informativas, impressionantes e tecnicamente excelentes’.

A exposição está sendo realizada no Centro de Ciências de Glasgow (Escócia) e será levada a outras cidades do Reino Unido.

Este carrapato minúsculo foi fotografado por Ashley Prytherch, da Royal Surrey County Hospital NHS Foundation Trust (Foto: Ashley Prytherch, Royal Surrey County Hospital NHS Foundation Trust/Wellcome Images/BBC)Este carrapato minúsculo foi fotografado por Ashley Prytherch, da Royal Surrey County Hospital NHS Foundation Trust (Foto: Ashley Prytherch, Royal Surrey County Hospital NHS Foundation Trust/Wellcome Images/BBC)O painel de juízes selecionou imagens que não apenas trouxessem informação científica, como também contivessem beleza estética. É o caso desse embrião de peixe, registrado por Annie Cavanagh e David McCarthy (Foto: Annie Cavanagh e David McCarthy/Wellcome Images/BBC)O painel de juízes selecionou imagens que não apenas trouxessem informação científica, como também contivessem beleza estética. É o caso desse embrião de peixe, registrado por Annie Cavanagh e David McCarthy (Foto: Annie Cavanagh e David McCarthy/Wellcome Images/BBC)A competição anual celebra destaques da fotografia científica e de técnicas relacionadas. Acima, um morcego de orelhas longas, em raio-X (Foto: Chris Thorn / xrayartdesign.co.uk/Wellcome Images/BBC)A competição anual celebra destaques da fotografia científica e de técnicas relacionadas. Acima, um morcego de orelhas longas, em raio-X (Foto: Chris Thorn / xrayartdesign.co.uk/Wellcome Images/BBC)A mostra também será exibida em outras cidades do Reino Unido, como Manchester, Cardiff, Belfast e Londres. Acima, foca registrada por Anders Persson (Foto: Anders Persson/Wellcome Images/BBC)A mostra também será exibida em outras cidades do Reino Unido, como Manchester, Cardiff, Belfast e Londres. Acima, foca registrada por Anders Persson (Foto: Anders Persson/Wellcome Images/BBC)A imagem acima é de um composto agrícola, retratado por Eberhardt Josué Friedrich Kernahan e Enrique Rodríguez Cañas (Foto: Eberhardt Josue Friedrich Kernahan e Enrique Rodriguez Canas/Wellcome Images/BBC)A imagem acima é de um composto agrícola, retratado por Eberhardt Josué Friedrich Kernahan e Enrique Rodríguez Cañas (Foto: Eberhardt Josue Friedrich Kernahan e Enrique Rodriguez Canas/Wellcome Images/BBC)A coleção visual da Wellcome Images é uma das maiores da biblioteca Wellcome e permite o acesso a um amplo catálogo de imagens médicas, manuscritos e ilustrações científicas. Acima, um botão de flor, de Spike Walker (Foto: Lilium flower bud, TS by Spike Walker/Wellcome Images/BBC)A coleção visual da Wellcome Images é uma das maiores da biblioteca Wellcome e permite o acesso a um amplo catálogo de imagens médicas, manuscritos e ilustrações científicas. Acima, um botão de flor, de Spike Walker (Foto: Lilium flower bud, TS by Spike Walker/Wellcome Images/BBC)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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A beleza das cavernas geladas do lago mais profundo do mundo

O fotógrafo Andrey Nekrasov fotografou as formações geladas de cavernas nas margems do Lago Baikal (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Andrey Nekrasov fotografou cavernas de gelo nas margens do Baikal (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)

O fotógrafo russo Andrey Nekrasov fotografou as formações geladas das cavernas do Lago Baikal, no sul da Sibéria, na Rússia.

Situado no grande deserto da Sibéria, Baikal é o lago mais profundo do mundo, com 640 km de comprimento, 70 km de largura e 1,6 km de profundidade.

Durante cinco meses do ano, o lago é selado por uma camada de gelo com um metro de espessura.

Apesar das condições adversas, existe vida em Baikal, e 80% das espécies encontradas ali não existem em nenhum outro lugar do mundo. Mergulhadores são atraídos para o local, e foi durante uma viagem que Nekrasov fotografou a estranha beleza do gelo na ilha Olkhon.

Nekrasov achou as formas e estruturas originais impressionantes. “Estou surpreso com o poder e a beleza da natureza.”

Fotos foram feitas depois que Nekrasov viu as cavernas durante um mergulho sob o gelo próximo da margem do Baikal (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Fotos foram feitas depois que Nekrasov viu as cavernas durante um mergulho sob o gelo próximo da margem do Baikal (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Gelo sazonal é formado em locais onde a temperatura do ar durante o verão fica acima de 0°C (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Gelo sazonal é formado em locais onde a temperatura do ar durante o verão fica acima de 0°C (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Estalactites e estalagmites têm se formado com o gotejamento dentro das cavernas de água da chuva e neve derretida (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Estalactites e estalagmites têm se formado com o gotejamento dentro das cavernas de água da chuva e neve derretida (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Bancos de neve foram formados após as tempestades de inverno, preenchendo as cavidades próximas das entradas da caverna (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Bancos de neve foram formados após as tempestades de inverno, preenchendo as cavidades próximas das entradas da caverna (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Baikal é o lago mais profundo do mundo, com 1,6 km de profundidade (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)Baikal é o lago mais profundo do mundo, com 1,6 km de profundidade (Foto: Andrey Nekrasov/Barcroft Media)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘Macaco fujão’ ganha concurso de beleza em zoológico japonês

Desaparecido desde dezembro, o macaco chamado “Bentsu” ganhou um “concurso de beleza” promovido pelo zoológico Takasakiyama, em Oita, no Japão.

'Bentsu' ganhou 'concurso de beleza' promovido pelo zoológico Takasakiyama (Foto: Takasakiyama Natural Zoological Garden)‘Bentsu’ ganhou ‘concurso de beleza’ promovido pelo zoológico Takasakiyama (Foto: Takasakiyama Natural Zoological Garden)

Em votação com os visitantes do parque, “Bentsu” recebeu 518 dos 2.637 votos.

Segundo o zoológico, o macaco está desaparecido desde o dia 16 de dezembro. “Bentsu” havia sumido anteriormente, em setembro, mas foi encontrado em uma área residencial da cidade.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Baixo custo e beleza mística atraem acreanos para o Peru

Arquiteta decidiu aproveitar o Ano Novo em Cusco (Foto: Diana Bastos / Arquivo Pessoal)Arquiteta decidiu aproveitar o Ano Novo em Cusco (Foto: Diana Bastos / Arquivo Pessoal)

A arquiteta acreana Diana Bastos decidiu aproveitar o recesso do trabalho no fim de 2013 para realizar um sonho: conhecer o Peru. Ela se uniu com um casal de amigos e foi de carro para Cusco, onde passou a virada de ano. Diana não foi a única que decidiu entrar 2014 ou mesmo passar alguns dias no país vizinho.

Ao chegar em Cusco, ela percebeu que o destino está sendo bastante procurado pelos acreanos. “A gente encontra muito acreano aqui em Cusco. Encontramos até uns amigos. Acho que o dinheiro conta bastante, porque com R$ 2 mil você come em bons restaurantes, compra joias, roupas, artesanatos. É tudo muito barato”, disse Diana.

A arquiteta afirma que preferiu usar o dinheiro que gastaria em uma festa durante a virada de ano em Rio Branco para conhecer o país vizinho.

“Já tinha ouvido falar sobre o ano novo em Cusco. As opções de Rio Branco estão cada vez mais caras e de péssima qualidade, então em vez de gastar mil reais em uma festa de Rio Branco, preferi gastar o mesmo dinheiro conhecendo o país vizinho, que é lindo e rico culturalmente”, afirma.

Para ela, a experiência está sendo inexplicável. “A viagem está sendo muito boa, é lindo. Desde a estrada até chegar em Cusco já vemos neve, montanhas, vilarejos, rios. E as construções daqui são lindas”, comenta.

Já Suzana Saraiva fez a viagem ao Peru de ônibus com um grupo de seis pessoas e conta que escolheu o destino para conhecer as ruínas e a cidade sagrada. “São lugares muito bonitos. Aqui há vários estrangeiros, conheci pessoas da Argentina, Chile e encontrei muitos brasileiros também. Eu vim de ônibus, achei a viagem muito cansativa, muita gente sofrendo enjôo e falta de ar, ainda bem que comigo tudo correu bem”, diz.

Mas para ela, o cansaço valeu a pena. “Conhecer lugares novos, outras culturas é sempre muito bom. Ficamos 2 dias em Cusco e viemos para Lima, pois alguns do grupo não se adaptaram ao clima e à altitude. Lima é uma cidade muito bonita, muitas opções de bares, boates, casa de dança e salsa. As coisas aqui são bem mais baratas do que em Cusco. A única coisa que não me agradou muito foram as águas da praia do Pacífico, pois o mar é de pedra, com pouca areia e a água é muito gelada”, comenta.

Diana adorou os prédios da cidade peruana (Foto: Diana Bastos / Arquivo Pessoal)Diana adorou os prédios da cidade peruana (Foto: Diana Bastos / Arquivo Pessoal)

A atendente de uma agência de turismo, Euda Ribeiro, explica que a procura por pacotes de viagem para o Peru são frequentes. “Como o Peru é próximo, as pessoas sabem que é fácil ir do Acre, então estão sempre procurando. Feriados, finais de semana, férias, Natal, Réveillon”, explica.

Diana se diverte ao ver neve no Peru (Foto: Diana Bastos/ Arquivo Pessoal)Diana se diverte ao ver neve no Peru
(Foto: Diana Bastos/ Arquivo Pessoal)

Ela diz que a agência trabalha com voos de companhias aéreas saindo de Puerto Maldonado e que o valor dos pacotes muda de acordo com as especificações do cliente. “De Rio Branco para Puerto, a pessoa vai por conta. Tem táxi, ônibus ou as pessoas podem ir de veículo próprio. Os nosso pacotes saem de Puerto para Cusco, Lima ou outras cidades menos procuradas. Tudo influencia no preço, depende do que o cliente quer, quanto tempo vai ficar, acomodações. O valor do dólar também influencia bastante”, diz.

Mas nem todos comemoram as vendas de passagens para o Peru. O vendedor Carlos Alves, que trabalha em uma empresa de ônibus com viagens para a Cusco, afirma que está decepcionado com as vendas deste ano. “As vendas estão fracas, temos dois carros por semana que estão saindo com 38 passageiros, sendo que temos 42 lugares. Não estamos lotados”, afirma.

Suzana Saraiva conhece um pouco da cultura do país (Foto: Arquivo pessoal)Suzana Saraiva conhece um pouco da cultura do país (Foto: Arquivo pessoal)

Para ele, é possível que a maioria dos turistas esteja preferindo outras formas de viagem. “É bem provável que estejam fazendo a viagem de carro. Ou então indo de Rio Branco até Assis Brasil, pegando um taxi até Puerto Maldonado e de lá um ônibus para Cusco. Lá em Cusco tem muito turista, mas gente que vai de avião ou táxi, pela empresa não está vendendo muito”, acredita.

A viagem de ônibus pela Movil Tours para Cusco custa R$ 151,80, com ônibus às quartas e sábados sempre às 9h30. O passageiro chega no destino às 6h30. O transporte vai de Rio Branco para Puerto Maldonado e de lá outro ônibus para Cusco.

Pela terceira vez, o estudante de medicina veterinária Diego Vítor, 22 anos, decidiu passar o recesso de fim de ano em Cusco, no Peru, em companhia de amigos. “Vim com amigos, dois cariocas que aproveitaram a ida ao Acre para estender até Cusco. O Peru atrai pela mitologia, culinária e preços. Além disso, o destino internacional é economicamente mais vantajoso”, ressalta.

Cusco, Peru (Foto: Diego Vítor/ Arquivo pessoal)Estudante diz que Peru atrai pelos preços, mitologia e culinária (Foto: Diego Vítor/ Arquivo pessoal)

O estudante diz que foi para passar uma semana na cidade, o retorno para o Brasil está marcado para esta sexta-feira (3). Ele conta como foi seu roteiro. “De início fiz o City Tour, que pode ser contratado em qualquer agência de turismo às margens da Plaza de Armas, que conhece os sítios arqueológicos próximos a Cusco, além de Machu Picchu e Águas Calientes”, diz.

Diego diz que escolheu Cusco pelas opções que a cidade oferece. “Os programas radicais como o mais alto bungee jump da América e o rafting, que ainda não consegui fazer”. A dica dada pelo o estudante é válida. “É fazer uma carteirinha de estudante internacional, porque é aceito em quase todos os locais incluindo as taxas de turismo pagas ao governo”, diz.

O estudante e os amigos estão no hotel Tambo de Montero, próximo à Praça de Armas. “Viemos de táxi lotação até Iñapari e depois viemos de lotação até Puerto Maldonado e seguimos de ônibus, assim tínhamos autonomia de horários”, destaca.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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