RSS

Arquivo da tag: bancos

Twitter negocia adicionar mais bancos em processo de IPO

O Twitter mantém negociações com o objetivo de adicionar mais bancos a seu grupo de subscritores para a futura oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa, e está em processo de finalização das cotas do negócio, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto.

Normalmente, subscritores recebem cerca de 7% de todo processo de IPO, mas ofertas maiores podem exigir uma taxa mais baixa. Subscritores estavam dispostos a dividir cotas de apenas 1,1% pelo IPO de US$ 16 bilhões do Facebook por causa do tamanho do negócio e pelo prestígio de estar ligado a um investimento de grandes proporções.

O banco Goldman Sachs é o líder da oferta pública do Twitter, sendo que o co-chefe global de telecomunicações e mídia do grupo, Anthony Noto, tem um papel chave na operação, de acordo com uma das fontes.

Outros bancos envolvidos incluem Morgan Stanley, JP Morgan e Bank of America, disseram fontes à Reuters.

Na bolsa
O Twitter anunciou que prepara um IPO no dia 12 de setembro, quando o microblog enviou documentos à xerife do mercado financeiro dos Estados Unidos, a SEC (equivalente à CVM brasileira) para começar a vender ações na Bolsa.
A informação foi tuitada pela própria empresa. “Nós havíamos confidencialmente submetido um S-1 à SEC para um planejado IPO. Esses tuíte não constitui uma oferta de qualquer valor imobiliário à venda”.

A companhia levantou um total de US$ 1,6 bilhão em financiamento de diversos fundos de investimento e investidores focados em startups. Além disso, também recebeu dinheiro de bancos como o Morgan Stanley.

Entre apoiadores famosos estão Jeff Bezos, fundador da Amazon, que recentemente comprou o jornal “Washington Post” por US$ 250 milhões.

Devido à empresa ter dito que enviou os documentos necessários para a Oferta Pública Inicial, veículos de mídia levantam a hipótese de o Twitter fazer um “IPO secreto”.

A possibilidade foi aberta depois que o presidente dos Estados Unidos assinou uma lei que permitiu às empresas com faturamento menor a US$ 1 bilhão abrir seu capital sem ter de veicular informações financeiras.

Esses documentos geralmente precedem a abertura de capital para que o mercado tenha conhecimento da saúde financeira da companhia, para que possa decidir pelo investimento.

Expectativa
A abertura de capital do Twitter é a mais aguardada do mundo digital desde que o Facebook se tornou uma empresa aberta em maio de 2012. Na época, a rede social arrecadou US$ 16 bilhões e teve valor de mercado fixado em US$ 104 bilhões, quando suas ações foram vendidas a US$ 38.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Bancos dos EUA testam videochat em caixas eletrônicos

Os usuários poderão falar diretamente com um funcionário remoto do Bank of America, rede que apresentou a novidade, via chat de vídeo em tempo real em inglês e espanhol

É estranho como nos tornamos acostumados a interagir com robôs para tratar de assuntos financeiros. (Caixas eletrônicos têm peças móveis, portanto: robôs.) Bem, agora uma rede bancária dos EUA vai experimentar dar aos seus usuários a opção de trabalhar com um representante real quando estiverem em um caixa eletrônico. 

O Bank of America anunciou recentemente que seu novo programa, chamado Teller Assist (algo como “Auxiliar Bancário”, em tradução livre), dará aos clientes acesso a um representante real por meio do caixa eletrônico. Os usuários podem falar diretamente com um funcionário remoto do Bank of America via chat de vídeo em tempo real em inglês e espanhol.

O novo sistema dará aos clientes o acesso a opções como descontar cheques para a quantidade exata e retirar o dinheiro em uma variedade de denominações específicas. No futuro, o Teller Assist dará aos usuários a capacidade de depositar cheques e ter o dinheiro de volta, dividir um depósito em duas ou mais contas e fazer pagamentos de cartão de crédito ou empréstimos. Os “Teller Assists” estarão disponíveis durante longas horas sete dias por semana. O sistema estará disponível inicialmente para caixas eletrônicos de Boston e depois em “mercados selecionados” dos Estados Unidos durante o resto do ano.

Muitos aspectos da operação bancária pessoal online mudaram ao longo dos últimos anos. E isso é bom para operações como transferências e depósitos. No entanto, para lidar diretamente com questões como retirada de dinheiro ou depósitos, é conveniente que essas opções bancárias mais avançadas existam no ponto de operação.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Gamification pode salvar bancos de multas de conformidade

Tendência, que aplica ao mundo corporativo características lúdicas e lógicas encontradas em jogos de videogames, deve economizar milhões para o setor, acredita startup norte-americana.

14 de fevereiro de 2013 – 17h15

Gamification, método que aplica ao mundo corporativo características lúdicas e lógicas encontradas em jogos de videogames, voltado em questões de conformidade regulamentar e treinamento poderia ajudar os bancos a economizar milhões de dólares, de acordo com a startup norte-americana True Office.

O executivo-chefe da empresa, Adam Sodowick, acredita que os bancos são frequentemente incapazes de fornecer treinamentos efetivos de compliance apesar de receber pesadas multas dos órgãos reguladores e, em alguns casos, provocar danos significativos à reputação.

O HSBC, por exemplo, recebeu uma multa de 1,2 bilhão de libras, em dezembro de 2012, por permitir que seus serviços fossem utilizados em operações de lavagem de dinheiro no México. Ao mesmo tempo, os requisitos regulamentares estão aumentando em termos de volume e tornando-se mais complexos.

“As pessoas não gostam de treinamentos de conformidade. Além disso, não levam a prática a sério. Mas isso está custando caro para os bancos”, afirma Sodowick. Ele acrescenta que as abordagens tradicionais de PowerPoint têm baixa retenção de informações em áreas fundamentais como prevenção de fraude e lavagem de dinheiro (AML, na sigla em inglês).

Sodowick assinala que a introdução de elementos de jogos para engajar funcionários no treinamento pode mudar o quadro, adicionando análise em tempo real também na geração de dados que podem ser usados pelos bancos e monitorados pelos órgãos reguladores.

A True Office faz isso criando dados de conformidade de jogos com base em regras de regulação, combinando uma interface amigável com narrativas baseadas em falhas da vida real, e tarefas destinadas a manter a atenção dos usuários.

“Há poucas aplicações além de jogos que obtém análises da resposta ao cliente”, avalia. “Parece frívolo usar jogos para compliance, mas temos visto empresas serem capazes de identificar e gerir o risco por meio de tecnologia do tipo.”

Gamification está se tornando um método cada vez mais prevalente de compilação e envolvimento de dados. O Gartner prevê que 40% das mil maiores organizações do mundo vão usar gamification como o principal meio para transformar as operações de negócios em 2015.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Cibercriminosos planejam grande ataque contra bancos dos EUA

Quadrilha planeja usar malware sofisticado para iniciar transferências bancárias ilegais, diz empresa de segurança RSA

Uma quadrilha internacional de cibercriminosos está planejando uma grande campanha para roubar dinheiro de contas online de milhares de consumidores em 30 – ou mais – grandes bancos dos EUA, advertiu a empresa de segurança RSA.

Em uma quinta-feira, a companhia disse ter informações que indicam que a quadrilha planeja liberar um Trojan pouco conhecido para se infiltrar em computadores pertencentes aos clientes e usar as máquinas sequestradas para iniciar transferências bancárias fraudulentas de suas contas.

Se bem sucedido, a ação pode se tornar uma das maiores operações de Cavalos de Troia organizadas até agora, segundo afirmações da especialista em crimes cibernéticos da equipe FraudAction, Mor Ahuvia, da RSA. O grupo criminoso estaria recrutando cerca de 100 botmasters (gerenciadores de redes de micros zumbis, as botnets), cada um sendo responsável por ataques contra clientes de bancos norte-americanos em troca de uma parte do saque, como recompensa.

Cada botmaster será apoiado por um “investidor”, que fornecerá o dinheiro necessário para a compra do hardware e software utilizados na ação. “Esta é a primeira vez que estamos vendo uma operação de crime cibernético com motivação financeira sendo orquestrada a esta escala”, disse Ahivia. “Nós temos visto ataques DDoS e hacking antes. Mas nunca o vi sendo organizado de forma tão grandiosa.”

A advertência da RSA foi dada em um momento em que os bancos dos EUA já estão em alerta máximo. Ao longo das últimas duas semanas, as operações online de várias grandes organizações financeiras – incluindo a JP Morgan Chase, Bank of America, Citigroup e Wells Fargo, foram interrompidas pelo que parecia ser ataques de negação de serviço (DDoS).

Um grupo chamado “Cyber fighters of Izz ad-din Al qassam” reivindicou o crédito dos ataques, mas alguns especialistas em segurança acham que uma nação pode estar por trás da campanha por ser ataque de grande escala e organização.

Em meados de setembro, o Centro de Análises e Compartilhamento de Informações Financeiras (em inglês, Financial Services Information Sharing and Analysis Center, ou apenas FS-ISAC) alertou bancos para que ficassem atentos a ciberatacantes, que procuram roubar credenciais de login da rede de funcionários para realizar a transferência fraudulenta.

Especificamente, o alerta disse aos bancos que atentassem para crackers usando spam, e-mails phishing, Trojans de acesso remoto e keyloggers para tentar coletar os dados. A FS-ISAC também observou que o FBI identificou uma nova tendência em que os criminosos cibernéticos utilizam credenciais roubadas de funcionários do banco para transferir centenas de milhares de dólares de contas de clientes para locais no exterior.

Ao longo dos últimos anos, cibercriminosos desviaram milhões de dólares de pequenas empresas, escolas e governos locais por meio de roubo de credenciais de usuários autorizados. A última discussão sugere que eles agora têm contas individuais na mira, disse Ahuvia, alertando que a quadrilha planeja tentar se infiltrar em computadores com um malware conhecido por “Gozi Prinimalka”.

O Cavalo de Troia seria uma versão atualizada de um Trojan bancário muito mais velho, chamado “Gozi”, que foi utilizado por crackers para roubar milhões de dólares de bancos dos EUA. O plano do grupo, aparentemente, é plantar o software em inúmeros sites, a fim de infectar computadores quando os usuários os visitarem. 

O vírus é acionado quando o usuário de um computador comprometido digita certas palavras – como o nome de um banco específico – em uma seqüência de URL.

Ao contrário do Gozi original, a nova versão é capaz não só de se comunicar com um servidor de comando e controle central, mas também de duplicar as configurações do PC da vítima. O cavalo de Tróia essencialmente suporta um recurso de clonagem de máquina virtual que pode duplicar resoluções da tela da máquina infectada, cookies, fuso horário, tipo de navegador e versão e outras configurações. Isso permite que o invasor acesse o site do banco da vítima usando um computador que parece ter o endereço de IP real do PC infectado, disse Ahuvia.

“Imitações de contas vítimas poderão ser acessadas por meio de uma conexão proxy SOCKS instalada nas máquinas comprometidas, permitindo que o sistema virtual clonado assuma o endereço real de IP ao acessar o site do banco”, disse a especialista no comunicado.

Vítimas de transferências bancárias fraudulentas não saberão imediatamente do roubo, porque a gangue planeja usar softwares de VoIP para evitar uma explosão de notificações bancárias via dispositivos móveis. Os consumidores precisam garantir que seus navegadores estão devidamente atualizados para se proteger contra ataques drive-by download, recomendou Ahuvia. Eles também precisam prestar atenção para qualquer comportamento suspeito ou transações em suas contas.

A RSA também notificou instituições do governo americano e a própria Rede Global de Bloqueio FraudAction sobre a ameaça. Os bancos, por sua vez, devem considerar a implementação de procedimentos de autenticação mais fortes e ferramentas de detecção de anomalias para identificar transferências eletrônicas incomuns.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 23 de março de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Segurança: ataques contra bancos nos EUA mostram evolução dos crackers

Embora reduzido o número de golpes, criminosos estão cada vez mais fortes e aprimoraram ténicas para dificultas sua identificação e bloqueio

A onda de ataques cibernéticos contra instituições financeiras dos EUA diminuiu esta semana, mas as recentes demonstrações mostraram que técnicas aprimoradas ainda podem causar muitas dores de cabeça.

Os ataques contra a Wells Fargo, U.S. Bancorp, PNC Financial Services Group, Citigroup, Bank of America e JPMorgan Chase conseguiram irritar consumidores que tentam usar os sites para realizar operações regulares de internet banking. Mas lidar com sites para clientes é apenas uma pequena parte dos complexos sistemas bancários, que são constituídos, por vezes, de milhares de aplicativos back-end – os quais são constantemente explorados por crackers, disse Scott Hammack, CEO da Prolexic, empresa especializada em defesa de ataques de negação de serviço (DDoS).

Os agressores “fizeram a lição de casa com relação a essas grandes empresas”, disse Hammack. “Eles encontraram muitos pontos fracos e os ataques são bastante focados nesses elos fracos”.

A Prolexic está em uma posição única para observar de perto esses ataques, porque as instituições financeiras vitimadas pelos golpes da semana passada são os seus clientes – embora um contrato de sigilo não permita que a fornecedora confirme essa informação.

Os ataques têm consumido até 70 Gbps (gigabits por segundo) de banda, bem além dos 1 Gbps até 10 Gbps que as grandes empresas tendem a alugar, disse Schölly. “Há poucas empresas que podem se dar ao luxo de comprar esse tipo de serviço”, disse Schölly.

Depois de poucos minutos após o início de um ataque, as configurações de roteamento DNS (Domain Name System) ou BGP (Border Gateway Protocol) são usadas ??para redirecionar o tráfego malicioso para centrais da Prolexic em Londres, Hong Kong, San Jose (Califórnia) e Ashburn (Virgínia). O tráfego ruim é filtrado e o golpe não é repassado aos clientes. Mas isso não significa que todos os casos de um site são imediatamente resolvidos.

Os crackers estão usando entre seis e oito tipos diferentes de ataques provenientes de pequenos exércitos de computadores comprometidos. Essas botnets são, em sua maioria, dos EUA e da China, países com grande número de computadores desatualizados, o que torna as máquinas vulneráveis ??a ataques que instalam kits de ferramentas DDoS.

A Prolexic identificou um desses kits como “itsoknoproblembro”, em uma declaração recente, mas se recusou a dizer se que a ferramenta foi usada em algum ataque da semana passada.

Os criminosos estão tomando medidas para fazer com que cada computador malicioso dentro das botnets pareçam diferentes. A Prolexic tenta identificar um computador atacante por meio de sua “assinatura”, ou um conjunto de características que o tornam único. Mas, se esses parâmetros variam ao longo do tempo, é mais difícil de bloquear um ataque.

A vasta gama de endereços de IP usados por bancos também dificulta a defesa, já que crackers testam técnicas de ataque contra diferentes aplicações e portas, latência e quanto tempo os sistemas do banco demoram para responder.

“Não é como proteger uma lojinha com um único IP [endereço] e um par de portas”, Hammack disse.

Os executivos da Prolexic não especulam sobre os motivos dos ataques ou que grupo foi responsável, mas Hammack disse que fica “frustrado quando as pessoas dizem que este é apenas um ataque realizado por um garoto em um apartamento em Nova York.”

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Cibercrime: bancos dos EUA estão ameaçados de sofrer grande ataque

Quadrilha planeja usar malware sofisticado para iniciar transferências bancárias ilegais, diz empresa de segurança RSA

Uma quadrilha internacional de cibercriminosos está planejando uma grande campanha para roubar dinheiro de contas online de milhares de consumidores em 30 – ou mais – grandes bancos dos EUA, advertiu a empresa de segurança RSA.

Em uma quinta-feira, a companhia disse ter informações que indicam que a quadrilha planeja liberar um Trojan pouco conhecido para se infiltrar em computadores pertencentes aos clientes e usar as máquinas sequestradas para iniciar transferências bancárias fraudulentas de suas contas.

Se bem sucedido, a ação pode se tornar uma das maiores operações de Cavalos de Troia organizadas até agora, segundo afirmações da especialista em crimes cibernéticos da equipe FraudAction, Mor Ahuvia, da RSA. O grupo criminoso estaria recrutando cerca de 100 botmasters (gerenciadores de redes de micros zumbis, as botnets), cada um sendo responsável por ataques contra clientes de bancos norte-americanos em troca de uma parte do saque, como recompensa.

Cada botmaster será apoiado por um “investidor”, que fornecerá o dinheiro necessário para a compra do hardware e software utilizados na ação. “Esta é a primeira vez que estamos vendo uma operação de crime cibernético com motivação financeira sendo orquestrada a esta escala”, disse Ahivia. “Nós temos visto ataques DDoS e hacking antes. Mas nunca o vi sendo organizado de forma tão grandiosa.”

A advertência da RSA foi dada em um momento em que os bancos dos EUA já estão em alerta máximo. Ao longo das últimas duas semanas, as operações online de várias grandes organizações financeiras – incluindo a JP Morgan Chase, Bank of America, Citigroup e Wells Fargo, foram interrompidas pelo que parecia ser ataques de negação de serviço (DDoS).

Um grupo chamado “Cyber fighters of Izz ad-din Al qassam” reivindicou o crédito dos ataques, mas alguns especialistas em segurança acham que uma nação pode estar por trás da campanha por ser ataque de grande escala e organização.

Em meados de setembro, o Centro de Análises e Compartilhamento de Informações Financeiras (em inglês, Financial Services Information Sharing and Analysis Center, ou apenas FS-ISAC) alertou bancos para que ficassem atentos a ciberatacantes, que procuram roubar credenciais de login da rede de funcionários para realizar a transferência fraudulenta.

Especificamente, o alerta disse aos bancos que atentassem para crackers usando spam, e-mails phishing, Trojans de acesso remoto e keyloggers para tentar coletar os dados. A FS-ISAC também observou que o FBI identificou uma nova tendência em que os criminosos cibernéticos utilizam credenciais roubadas de funcionários do banco para transferir centenas de milhares de dólares de contas de clientes para locais no exterior.

Ao longo dos últimos anos, cibercriminosos desviaram milhões de dólares de pequenas empresas, escolas e governos locais por meio de roubo de credenciais de usuários autorizados. A última discussão sugere que eles agora têm contas individuais na mira, disse Ahuvia, alertando que a quadrilha planeja tentar se infiltrar em computadores com um malware conhecido por “Gozi Prinimalka”.

O Cavalo de Troia seria uma versão atualizada de um Trojan bancário muito mais velho, chamado “Gozi”, que foi utilizado por crackers para roubar milhões de dólares de bancos dos EUA. O plano do grupo, aparentemente, é plantar o software em inúmeros sites, a fim de infectar computadores quando os usuários os visitarem. 

O vírus é acionado quando o usuário de um computador comprometido digita certas palavras – como o nome de um banco específico – em uma seqüência de URL.

Ao contrário do Gozi original, a nova versão é capaz não só de se comunicar com um servidor de comando e controle central, mas também de duplicar as configurações do PC da vítima. O cavalo de Tróia essencialmente suporta um recurso de clonagem de máquina virtual que pode duplicar resoluções da tela da máquina infectada, cookies, fuso horário, tipo de navegador e versão e outras configurações. Isso permite que o invasor acesse o site do banco da vítima usando um computador que parece ter o endereço de IP real do PC infectado, disse Ahuvia.

“Imitações de contas vítimas poderão ser acessadas por meio de uma conexão proxy SOCKS instalada nas máquinas comprometidas, permitindo que o sistema virtual clonado assuma o endereço real de IP ao acessar o site do banco”, disse a especialista no comunicado.

Vítimas de transferências bancárias fraudulentas não saberão imediatamente do roubo, porque a gangue planeja usar softwares de VoIP para evitar uma explosão de notificações bancárias via dispositivos móveis. Os consumidores precisam garantir que seus navegadores estão devidamente atualizados para se proteger contra ataques drive-by download, recomendou Ahuvia. Eles também precisam prestar atenção para qualquer comportamento suspeito ou transações em suas contas.

A RSA também notificou instituições do governo americano e a própria Rede Global de Bloqueio FraudAction sobre a ameaça. Os bancos, por sua vez, devem considerar a implementação de procedimentos de autenticação mais fortes e ferramentas de detecção de anomalias para identificar transferências eletrônicas incomuns.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Cibercriminosos planejam grande ataque contra bancos dos EUA

Quadrilha planeja usar malware sofisticado para iniciar transferências bancárias ilegais, diz empresa de segurança RSA

Uma quadrilha internacional de cibercriminosos está planejando uma grande campanha para roubar dinheiro de contas online de milhares de consumidores em 30 – ou mais – grandes bancos dos EUA, advertiu a empresa de segurança RSA.

Em uma quinta-feira, a companhia disse ter informações que indicam que a quadrilha planeja liberar um Trojan pouco conhecido para se infiltrar em computadores pertencentes aos clientes e usar as máquinas sequestradas para iniciar transferências bancárias fraudulentas de suas contas.

Se bem sucedido, a ação pode se tornar uma das maiores operações de Cavalos de Troia organizadas até agora, segundo afirmações da especialista em crimes cibernéticos da equipe FraudAction, Mor Ahuvia, da RSA. O grupo criminoso estaria recrutando cerca de 100 botmasters (gerenciadores de redes de micros zumbis, as botnets), cada um sendo responsável por ataques contra clientes de bancos norte-americanos em troca de uma parte do saque, como recompensa.

Cada botmaster será apoiado por um “investidor”, que fornecerá o dinheiro necessário para a compra do hardware e software utilizados na ação. “Esta é a primeira vez que estamos vendo uma operação de crime cibernético com motivação financeira sendo orquestrada a esta escala”, disse Ahivia. “Nós temos visto ataques DDoS e hacking antes. Mas nunca o vi sendo organizado de forma tão grandiosa.”

A advertência da RSA foi dada em um momento em que os bancos dos EUA já estão em alerta máximo. Ao longo das últimas duas semanas, as operações online de várias grandes organizações financeiras – incluindo a JP Morgan Chase, Bank of America, Citigroup e Wells Fargo, foram interrompidas pelo que parecia ser ataques de negação de serviço (DDoS).

Um grupo chamado “Cyber fighters of Izz ad-din Al qassam” reivindicou o crédito dos ataques, mas alguns especialistas em segurança acham que uma nação pode estar por trás da campanha por ser ataque de grande escala e organização.

Em meados de setembro, o Centro de Análises e Compartilhamento de Informações Financeiras (em inglês, Financial Services Information Sharing and Analysis Center, ou apenas FS-ISAC) alertou bancos para que ficassem atentos a ciberatacantes, que procuram roubar credenciais de login da rede de funcionários para realizar a transferência fraudulenta.

Especificamente, o alerta disse aos bancos que atentassem para crackers usando spam, e-mails phishing, Trojans de acesso remoto e keyloggers para tentar coletar os dados. A FS-ISAC também observou que o FBI identificou uma nova tendência em que os criminosos cibernéticos utilizam credenciais roubadas de funcionários do banco para transferir centenas de milhares de dólares de contas de clientes para locais no exterior.

Ao longo dos últimos anos, cibercriminosos desviaram milhões de dólares de pequenas empresas, escolas e governos locais por meio de roubo de credenciais de usuários autorizados. A última discussão sugere que eles agora têm contas individuais na mira, disse Ahuvia, alertando que a quadrilha planeja tentar se infiltrar em computadores com um malware conhecido por “Gozi Prinimalka”.

O Cavalo de Troia seria uma versão atualizada de um Trojan bancário muito mais velho, chamado “Gozi”, que foi utilizado por crackers para roubar milhões de dólares de bancos dos EUA. O plano do grupo, aparentemente, é plantar o software em inúmeros sites, a fim de infectar computadores quando os usuários os visitarem. 

O vírus é acionado quando o usuário de um computador comprometido digita certas palavras – como o nome de um banco específico – em uma seqüência de URL.

Ao contrário do Gozi original, a nova versão é capaz não só de se comunicar com um servidor de comando e controle central, mas também de duplicar as configurações do PC da vítima. O cavalo de Tróia essencialmente suporta um recurso de clonagem de máquina virtual que pode duplicar resoluções da tela da máquina infectada, cookies, fuso horário, tipo de navegador e versão e outras configurações. Isso permite que o invasor acesse o site do banco da vítima usando um computador que parece ter o endereço de IP real do PC infectado, disse Ahuvia.

“Imitações de contas vítimas poderão ser acessadas por meio de uma conexão proxy SOCKS instalada nas máquinas comprometidas, permitindo que o sistema virtual clonado assuma o endereço real de IP ao acessar o site do banco”, disse a especialista no comunicado.

Vítimas de transferências bancárias fraudulentas não saberão imediatamente do roubo, porque a gangue planeja usar softwares de VoIP para evitar uma explosão de notificações bancárias via dispositivos móveis. Os consumidores precisam garantir que seus navegadores estão devidamente atualizados para se proteger contra ataques drive-by download, recomendou Ahuvia. Eles também precisam prestar atenção para qualquer comportamento suspeito ou transações em suas contas.

A RSA também notificou instituições do governo americano e a própria Rede Global de Bloqueio FraudAction sobre a ameaça. Os bancos, por sua vez, devem considerar a implementação de procedimentos de autenticação mais fortes e ferramentas de detecção de anomalias para identificar transferências eletrônicas incomuns.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Tecnologia brasileira para bancos ganha prêmio nos EUA

Vencedoras foram as desenvolvedoras RedDrummer e PayChief que apresentaram suas soluções no evento Financial Technology Insight, em Boston.

O Brasil venceu três dos quatro prêmios concedidos pelos organizadores do Financial Technology Insight, maior encontro de TI para o setor financeiro dos Estados Unidos, realizado em Boston. As ganhadoras foram as desenvolvedoras de software RedDrummer e PayChief.

A RedDrummer voltou para o Brasil com o prêmio “The Best in Show” e “The Most Innovative Technology”. O júri considerou a apresentação do conceito “Conversations = Transations” conduzida pelo chief executive officer da companhia, André Vellozo, a mais eficiente e clara envolvendo uma solução inovadora.

Já a PayChief solução de autorização de transações para plataformas móveis, recebeu o prêmio “The Best Presentation”. Mauricio Ghetler, diretor da emporesa, demonstrou no evento as facilidades de uso da solução para compras a partir de um anúncio veiculado em uma revista, transações financeiras ou acesso a informações pessoais de forma rápida e segura por smartphone. A PayChief é resultado de uma joint venture firmada entre a MGS e a RedDrummer

As duas empresas foram aos Estados Unidos para apresentar a tecnologia Brasileira com apoio da Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). Durante dois dias, elas tiveram a oportunidade de apresentar detalhes de suas soluções em palestras e reuniões com executivos responsáveis pela implantação de novos processos na área de Tecnologia da Informação (TI).

“A conquista dessas premiações atesta a excelência e o caráter inovador das soluções brasileiras para o setor financeiro e comprova a sua aderência às demandas dos principais mercados mundiais”, avalia Djalma Petit, diretor de mercado da Softex.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 20 de julho de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Tecnologia brasileira para bancos ganha prêmio nos EUA

Vencedoras foram as desenvolvedoras RedDrummer e PayChief que apresentaram suas soluções no evento Financial Technology Insight, em Boston.

O Brasil venceu três dos quatro prêmios concedidos pelos organizadores do Financial Technology Insight, maior encontro de TI para o setor financeiro dos Estados Unidos, realizado em Boston. As ganhadoras foram as desenvolvedoras de software RedDrummer e PayChief.

A RedDrummer voltou para o Brasil com o prêmio “The Best in Show” e “The Most Innovative Technology”. O júri considerou a apresentação do conceito “Conversations = Transations” conduzida pelo chief executive officer da companhia, André Vellozo, a mais eficiente e clara envolvendo uma solução inovadora.

Já a PayChief solução de autorização de transações para plataformas móveis, recebeu o prêmio “The Best Presentation”. Mauricio Ghetler, diretor da emporesa, demonstrou no evento as facilidades de uso da solução para compras a partir de um anúncio veiculado em uma revista, transações financeiras ou acesso a informações pessoais de forma rápida e segura por smartphone. A PayChief é resultado de uma joint venture firmada entre a MGS e a RedDrummer

As duas empresas foram aos Estados Unidos para apresentar a tecnologia Brasileira com apoio da Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). Durante dois dias, elas tiveram a oportunidade de apresentar detalhes de suas soluções em palestras e reuniões com executivos responsáveis pela implantação de novos processos na área de Tecnologia da Informação (TI).

“A conquista dessas premiações atesta a excelência e o caráter inovador das soluções brasileiras para o setor financeiro e comprova a sua aderência às demandas dos principais mercados mundiais”, avalia Djalma Petit, diretor de mercado da Softex.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Bancos devem ter tecnologias flexíveis para lidar com desafios do futuro, diz IBM

Para a empresa, demandas mudam rapidamente impulsionadas por fenômenos como redes sociais e mobilidade e é preciso se antecipar às tendências.

Os bancos devem contar com sistemas flexíveis para se antecipar às mudanças tecnológicas e estar preparados para elas. Essa é a opinião de Chae An, vice-presidente para Soluções de Serviços financeiros na IBM. “Novos canais, como mídias sociais e mobilidade, surgem e evoluem rapidamente e é por isso que é necessário ser flexível para se adaptar aos novos cenários com agilidade, preservando investimentos”, opina.

De acordo com ele, muitos bancos no Brasil estão transformando o back office para ficar em linha com essa nova realidade. “As instituições financeiras têm investido em TI para estar presente em novos canais e ainda oferecer melhores serviços aos clientes, especialmente nos mercados emergentes”, observa.

Paul Davis, líder mundial da Indústria de Banking da IBM, diz que, tradicionalmente, as instituições financeiras investem em quatro elementos-chave: reduzir custos e complexidade, otimizar a gestão de risco e aprimorar a eficiência, mas, por serem conservadoras, não vão além. “Um dos focos está nos canais tradicionais, como agência física e call center. Talvez, os bancos tenham de inverter essa visão e fazer dos canais alternativos os principais, sem, no entanto, eliminá-los”, opina. A abordagem muticanal, prossegue, tem ganhado corpo e espaço.

An aponta que a IBM tem tecnologias que endereçam as questões. “Investimos em aquisições para reforçar o portfólio e apostamos em soluções analíticas, sociais, móveis entre outras”, explica. Mas o diferencial, diz, não está na tecnologia pura e simplesmente e sim na habilidade de entender as especificidades de cada negócio. “Nossa aproximação nos proporciona a habilidade de ser precisos, uma vez que consumimos tempo entendendo os negócios e nos comprometendo a fazer a inovação acontecer”, completa  Davis.

Para aqueles que querem fazer parte dessa nova era, Judith Escott, líder global da oferta de Bancos e Finanças da IBM, aconselha, em primeiro lugar, entender os negócios e usar informações sobre os clientes em favor da empresa. “Os bancos estão diante de grandes oportunidades e eles precisam focar no cliente para entregar melhores serviços e estar à frente da concorrência”, assinala. “Faça a inovação acontecer”, finaliza Davis.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 5 de julho de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,