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BlackBerry quer reverter queda com lançamento de celular de baixo custo

Smartphone Z3, da BlacBerry. (Foto: Beawiharta/Reuters)Smartphone Z3, da BlacBerry. (Foto: Beawiharta/Reuters)

A A BlackBerry lançou nesta terça-feira o Z3, um smartphone de tela sensível ao toque, com a promessa de chegar às lojas por baixo custo, em um momento em que a fabricante de celulares busca recuperar suas vendas em mercados emergentes como o da Indonésia.

O aparelho, lançado em um grande evento em Jacarta, capital da Indonésia nesta terça-feira (13), é o primeiro de uma linha de aparelhos produzidos pela FIH Mobile, uma unidade da gigante chinesa Foxconn, conhecida por montar produtos para a Apple.

O modelo começará a ser vendido por menos de US$ 200 a partir de 15 de maio e o sucesso do produto é crucial para o futuro da Blackberry.

“Se o aparelho permitir a eles [BlackBerry] crescer de novo, mesmo que num avanço pequeno, mas estável, esse já será um sucesso”, disse Ryan Lai, analista de mercado da consultoria IDC.

O Z3 é o primeiro celular lançado pela BlackBerry desde que o novo presidente-executivo, John Chen, assumiu a empresa no ano passado. Depois da Indonésia, o modelo será lançado gradualmente em seis outros países, incluindo Filipinas, Índia, Vietnã e Malásia.

John Chen, presidente-executivo da BlackBerry, apresenta o novo smartphone da companhia, o Z3. (Foto: Beawiharta/Reuters)John Chen, presidente-executivo da BlackBerry, apresenta o novo smartphone da companhia, o Z3. (Foto: Beawiharta/Reuters)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Casa construída de cabeça para baixo atrai multidão na China

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Sorry, I could not read the content fromt this page.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Preguiça tem estômago especial para ficar de cabeça para baixo, diz estudo

Bicho preguiça em Caraguatatuba (Foto: Carlos Pereira)Preguiça de três dedos em Caraguatatuba (Foto: Carlos Pereira)

As preguiças de três dedos tem um desenho abdominal único: suas vísceras são fixadas nas costelas inferiores de forma a impedir que sejam espremidas contra os pulmões enquanto ficam penduradas de cabeça para baixo, revelou um estudo publicado esta quarta-feira (23).

Endêmica na América do Sul e Central, a preguiça passa grande parte da vida pendurada pelas patas traseiras para alcançar as folhas jovens e tenras que crescem na ponta dos galhos.

Com seu metabolismo lento, a preguiça pode demorar um mês para digerir uma única folha e o animal é capaz de armazenar um terço de seu peso corporal em urina e fezes, que ela excreta cerca de uma vez por semana.

“Isto significa que o estômago e o intestino compõem uma parte considerável de sua massa corporal”, disse Rebecca Cliffe, do Laboratório Swansea de Movimentação Animal em Gales, co-autora do estudo publicado no “Biology Letters”, periódico da Royal Society.

“Com sua fonte de energia limitada, seria energeticamente muito custoso, se não impossível, para a preguiça respirar enquanto permanece de cabeça para baixo”, afirmou à AFP.

Cliffe e uma equipe de pesquisas disseram acreditar ter resolvido o mistério: muitas aderências únicas no abdômen ancoram órgãos como fígado, estômago e rins, evitando que pressionem o diafragma enquanto o animal está em posição invertida.

“Estas aderências aparentemente inócuas provavelmente são importantes para a provisão de energia e a sobrevivência do animal”, destacou o estudo. Segundo Cliffe, elas poderiam reduzir em 13% o gasto de energia da preguiça.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Filhote de tamanduá-mirim supera abandono e peso baixo em Zoo de SP

Filhote deve ser batizado por funcionários e ainda não está em exposição (Foto: Carlos Nader/ GOVSP)Filhote deve ser batizado por funcionários. (Foto: Carlos Nader/ GOVSP/Divulgação)

Um tamanduá-mirim é o novo morador do Zoológico de São Paulo, localizado na Água Funda, Zona Sul da capital paulista. Nascido na madrugada de 27 de janeiro, é o mais novo entre os mais três mil animais abrigados pelo zoológico. Nesta terça-feira (18), o Zoo informou que ele está fora de perigo.

O filhote, ainda sem nome, será batizado por funcionários e tratadores do Zoológico e não está em exposição. Ele nasceu com peso abaixo da média para a espécie e sofreu rejeição da mãe. Por isso, ainda precisa se desenvolver um pouco mais antes de ir para a exposição.

Atualmente, ele recebe, sob o cuidado dos técnicos, alimentação especial. O filhote deve ficar longe da área de exposição por aproximadamente três meses.

Ameaçada de extinção, a espécie sofre com a degradação de seu habitat, além de ser alvo de atropelamentos e ataques de cães.

Filhote de tamanduá-mirim nasceu no Zoo de SP. (Foto: Carlos Nader/ GOVSP)Filhote ainda não está em exposição (Foto: Carlos Nader/GOVSP/Divulgação)

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Lutador sofre com ‘golpe baixo’ após oponente soltar pum em seu rosto

Durante uma competição de luta, um dos homens que participava do combate reclamou com o juiz sobre um “golpe baixo”, já que o oponente teria soltado gases em seu rosto durante uma troca de golpes no chão (assista ao vídeo).

Enquanto trocavam agarrões, um dos lutadores de repente faz cara feia e se dirige ao juiz. “Ele soltou pum na minha cara”, reclama o homem, enquanto parece desnorteado e se “recupera” do “movimento ilegal” feito pelo oponente.

Lutador ficou 'desnorteado' após oponente soltar gases em seu rosto (Foto: Reprodução/YouTube/Mike mons)Lutador ficou ‘desnorteado’ após oponente soltar gases em seu rosto (Foto: Reprodução/YouTube/Mike mons)

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Publicado por em 10 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Mal-estar e moral baixo afetam forças nucleares dos Estados Unidos

Moral baixo e falta de perspectivas: a Força Aérea dos Estados Unidos identificou a causa do acúmulo de incidentes em suas unidades de mísseis nucleares, mas não a solução para seus oficiais, que se questionam sobre a utilidade e sobre o valor de sua missão.

Entre erros, negligências, posse de drogas, ou ingestão de álcool, os incidentes se multiplicaram nos últimos meses nas três bases de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM, na sigla em inglês) que a Força Aérea americana tem em seu território.

“As pessoas que estão encarregadas das armas nucleares devem mostrar o máximo de profissionalismo, mas continuamos vendo que este não é o caso”, critica Jim Lewis, da ONG Centro para o Controle de Armas e Não Proliferação.

Ao todo, 34 oficiais foram suspensos na semana passada por trapacearem em um exame de rotina para verificar suas competências. Dois deles foram acusados de posse de drogas.

Em outubro, quatro oficiais já haviam sido suspensos por dormirem em serviço, na frente do monitor, deixando aberta a porta blindada de seu posto de lançamento.

Essas falhas também foram registradas nas mais altas patentes. Em julho passado, um general que comandava as unidades de mísseis ICBM foi destituído do cargo por consumo excessivo de álcool durante uma viagem a Moscou.

Desde 1945, o poder de destruição desses mísseis tem sido a maior e melhor garantia contra seu uso. Com o fim da Guerra Fria, reduziu-se ainda mais a probabilidade de que sejam usados. Os Estados Unidos mantêm 450 unidades ativas.

Nas bases de Malmstrom (Montana), Minot (Dakota do Norte) e Warren (Wyoming), cerca de 500 tenentes e capitães da Força Aérea continuam vigiando 24 horas por dia os “bunkers” subterrâneos, “esperando para pressionar um botão que sabem que nunca apertarão”, resumiu Joseph Cirincione, presidente do Fundo Ploughshares, um grupo de reflexão e pesquisa especializado em temas nucleares.

“Não é uma questão de disciplina, ou de supervisão. É quase uma questão existencial” para esses jovens homens e mulheres, disse à AFP.

Tédio: o pior inimigo Em artigo publicado em 2011 na revista “Wired”, um desses oficiais fala sobre o assunto.

“O seu pior inimigo é o tédio. Nada de heroísmo no campo de batalha, nada de ganhar uma medalha, o dever hoje é percebido como um anacronismo irrelevante”, lamentou.

O problema não é novo e, em junho de 2008, levou o então secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, a afastar os chefes civis e militares da Força Aérea, após uma série de incidentes nas forças nucleares.

Um grupo de trabalho criado na época concluiu a existência de uma “diminuição inequívoca, dramática e inaceitável do compromisso da Força Aérea para realizar sua missão nuclear”.

Essa queda foi “gradual”, em consequência das mudanças na organização, no pessoal e nos procedimentos dentro de suas unidades, explicou o painel de especialistas.

“A maioria dessas mudanças era simples, mas o impacto global na missão nuclear foi mais pronunciado do que o esperado e é muito importante para ser aceitável”, apontou o grupo de trabalho.

A última série de incidentes coloca “a questão de saber se as falhas e os problemas sistêmicos identificados em 2008 foram corrigidos”, questionou Gates em entrevista esta semana à CNN.

Desde 2008, foram tomadas medidas para amenizar a situação, afirmou o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Mark Welsh, admitindo, porém, que a noção de “importância vital” da missão pode não estar suficientemente arraigada nas tropas. Ao mesmo tempo, ele defendeu e garantiu o profissionalismo das forças nucleares.

De fato, há aspectos do trabalho que não mudaram. A função não é mais invejada na Força Aérea – como já foi no passado -, e as perspectivas de carreira continuam sendo escassas.

As deficiências identificadas também põem em xeque a necessidade de manter ativos os mísseis ICBM junto com os submarinos nucleares e as bombas lançadas de aviões. O atual secretário da Defesa dos EUA, Chuck Hagel, reafirmou seu compromisso com os ICBM.

“Não vemos esse tipo de problema na frota de bombardeiros, ou submarinos”, disse Cirincione. “Porque têm outras missões. A única missão dos mísseis balísticos intercontinentais é sacrificar milhões de civis inocentes”, explicou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Por promoção, clientes chegam a loja na Itália usando só roupas de baixo

Clientes chegam a loja em Turim usando só roupa de baixo para aproveitar promoção (Foto: Giorgio Perottino/Reuters)Clientes chegam a loja em Turim usando só roupa de baixo para aproveitar promoção (Foto: Giorgio Perottino/Reuters)

Em pleno inverno europeu, uma multidão de clientes chegou a uma loja em Turim, na Itália, usando apenas roupas de baixo na manhã deste sábado (4). 

Eles queriam aproveitar uma promoção da loja da rede “Desigual”, que, no primeiro dia das liquidações de inverno, prometeu dar duas peças de roupa de graça aos cem primeiros consumidores que viessem apenas de lingerie ou cueca.

Clientes chega a loja em Turim usando lingerie (Foto: Giorgio Perottino/Reuters)Cliente chega a loja em Turim usando lingerie (Foto: Giorgio Perottino/Reuters)Homem corre para ser um dos 100 primeiros a chegar de roupa de baixo a loja em Turim (Foto: Giorgio Perottino/Reuters)Homem corre para ser um dos 100 primeiros a chegar de roupa de baixo a loja em Turim (Foto: Giorgio Perottino/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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